999 resultados para deiscência de canal semicircular


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A Síndrome de Deiscência de Canal Semicircular Superior (SDCSS), primeiramente descrita em 1998 por Minor et al., caracteriza-se por vertigem associada à presença de nistagmo, relacionados à exposição a estímulos sonoros intensos ou a modificações de pressão dentro da orelha média ou intracraniana. Disacusia, em sua maioria de padrão condutivo à audiometria tonal, também pode estar presente. Nesta revisão da literatura objetivou-se abordar a SDCSS, com seus principais sinais e sintomas, achados diagnósticos e tratamento, assim como enfatizar a importância de sua inclusão dentre as causas de vertigem, visto tratar-se de acometimento ainda pouco conhecido até mesmo entre especialistas. O diagnóstico correto, além de possibilitar seu tratamento, impede que abordagens diagnósticas e terapêuticas inapropriadas sejam realizadas.

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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014

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O seio esfenoidal entre os seios da face é certamente o mais negligenciado quanto ao diagnóstico. A abordagem cirúrgica requer conhecimento anatômico detalhado, levando-se em conta as graves complicações decorrentes de lesões de estruturas vitais adjacentes a esta região. OBJETIVO: O objetivo do nosso estudo é avaliar a relação anatômica do canal do nervo óptico com o seio esfenoidal utilizando a tomografia computadorizada. FORMA DE ESTUDO: Análise de série. MATERIAL E MÉTODO: Os autores apresentam a análise retrospectiva de 202 tomografias computadorizadas de seios da face de indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 14 anos. Os exames foram avaliados observando o trajeto do canal do nervo óptico obtido pelo grau de projeção na parede do seio esfenoidal. Foi utilizada a classificação modificada de Delano. Foi avaliada a ausência de atenuação óssea (deiscência) do canal do nervo óptico no seio esfenoidal. O grau de pneumatização do seio esfenoidal foi analisado, sendo empregado a classificação de Hammer's adaptada por Guerrero, além da pneumatização do processo clinóide anterior e pterigóide e a presença da célula de Onodi. RESULTADOS: A maioria dos pacientes (78.96%) apresentou o canal do nervo óptico com trajeto do tipo 1, o tipo 2 foi observado em 16.83%, o tipo 3 em 3.47% e o tipo 4 em 0.74%. A presença de deiscência do nervo óptico na parede do seio esfenoidal foi evidenciada em 21.29% dos casos. Em relação à pneumatização, notamos que o tipo pré-selar foi observado em 6.44%, o tipo selar em 39.11%, o tipo selar em 54.45%, e o tipo apneumatizado não foi observado em nossos casos. A pneumatização do processo clinóide anterior foi constatado em 10.64% enquanto do processo pterigóide em 21.29% dos casos, a célula de Onodi foi verificada em 7.92% dos casos. CONCLUSÃO: A presença de deiscência do canal do nervo óptico está relacionado com o grau de pneumatização dos processos clinóide anterior e processo pterigóide, a presença de célula de Onodi e os tipos de trajeto 2, 3 e 4 da relação do nervo óptico com o seio esfenoidal.

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A Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) é uma das mais comuns doenças da orelha interna que cursam com tontura, porém o seu tratamento ainda é algo de inúmeras controvérsias. OBJETIVO: Avaliar a influência das orientações posturais na evolução precoce de pacientes com diagnóstico de VPPB de canal semicircular posterior, submetidos à manobra de Epley. FORMA DE ESTUDO: Prospectivo randomizado. MATERIAL E MÉTODO: Foram avaliados 50 pacientes com diagnóstico de VPPB de canal semicircular posterior submetidos à manobra de reposição canalicular de Epley, divididos em Grupo de Estudo - 23 pacientes - que receberam orientações de restrição postural pós-manobra e Grupo Controle - 27 pacientes - que não receberam orientações. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos estudados quanto à resolução dos sintomas da VPPB independentemente de sexo e idade. CONCLUSÃO: A eficácia da Manobra de Reposição Canalicular de Epley não é influenciada pelo uso ou não das restrições posturais.

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O uso de restrição de movimentação cefálica após a manobra de Epley ainda é controverso. OBJETIVO: Verificar a importância da restrição de movimentação cefálica na evolução clínica de pacientes com vertigem posicional paroxística benigna por ductolitíase de canal semicircular posterior, quando submetidos a uma única manobra de Epley. FORMA DE ESTUDO: clínico prospectivo. MATERIAL E MÉTODO: Cinqüenta e oito pacientes com ductolitíase do canal semicircular posterior foram divididos aleatoriamente em dois grupos após a aplicação de uma manobra de Epley. Os pacientes do grupo 1 foram orientados quanto às restrições da movimentação cefálica e os pacientes do grupo 2 não foram orientados. Após uma semana, os dois grupos foram avaliados quanto à presença do nistagmo de posicionamento e à evolução clínica da vertigem. RESULTADOS: O nistagmo de posicionamento não esteve presente em 82,1% dos pacientes do grupo 1 e em 73,3% dos pacientes do grupo 2 após uma semana da manobra de Epley (p=0,421). Houve melhora clínica subjetiva em 96,0% dos pacientes do grupo 1 e em 94,0% dos pacientes do grupo 2 (p=0,781). CONCLUSÃO: O uso das restrições de movimentação cefálica não interferiu na evolução clínica dos pacientes com vertigem posicional paroxística benigna por ductolitíase de canal semicircular posterior, submetidos à única manobra de Epley.

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OBJETIVO: Avaliar o número de manobras necessárias para abolir o nistagmo posicional em pacientes com Vertigem Posicional Paroxística Benigna e verificar possíveis influências do substrato fisiopatológico e/ou canal semicircular acometido. FORMA DE ESTUDO: clínico prospectivo com coorte transversal. MATERIAL E MÉTODO: Sessenta pacientes com Vertigem Posicional Paroxística Benigna foram tratados por meio das manobras de reposicionamento de estatocônios, repetidas semanalmente até a abolição do nistagmo. A Análise de Variância foi aplicada para verificar diferenças entre as variáveis dos fatores "substrato fisiopatológico" e "canal semicircular acometido". RESULTADOS: Foram necessárias de 1 a 8 manobras, em média 2,13 para abolir o nistagmo posicional. A cupulolitíase necessitou de um número maior de manobras que a ductolitíase (p=0,0002*) e não houve diferença entre os canais semicirculares (p=0,5213). Nos canais anterior e posterior, a ductolitíase precisou em média de uma a duas manobras e a cupulolitíase precisou em média de três manobras. No canal lateral, tanto a ductolitíase quanto a cupulolitíase precisaram de duas manobras, em média. CONCLUSÕES: São necessárias de uma a oito manobras semanais de reposicionamento de estatocônios, em média duas, para eliminar o nistagmo posicional na Vertigem Posicional Paroxística Benigna. A cupulolitíase necessita de maior número de manobras que a ductolitíase. O canal semicircular acometido não influencia o número de manobras terapêuticas.

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Pacientes com vertigem posicional paroxística benigna e/ou doença de Ménière relatam prejuízos na qualidade de vida. OBJETIVO: Comparar o impacto da tontura na qualidade de vida destes pacientes e avaliar a influência do gênero, faixa etária e canal semicircular afetado. FORMA DE ESTUDO: clínico com coorte transversal. MATERIAL E MÉTODO: Estudo prospectivo realizado na Universidade Federal de São Paulo, em 2003/04. O Dizziness Handicap Inventory foi aplicado em 70 pacientes com vertigem posicional, 70 com doença de Ménière e 15 com ambas. Utilizou-se o teste de igualdade de duas proporções e a análise de variância para a avaliação estatística. RESULTADOS: Os escores obtidos com a aplicação do questionário foram superiores, na crise e fora dela, no grupo com doença de Ménière, em relação ao com vertigem posicional, mas apenas na crise em relação ao grupo com associação (p<0,05). Não houve correlação com a faixa etária, gênero e nos casos de vertigem posicional, com o acometimento do canal semicircular. CONCLUSÕES: Os pacientes com doença de Ménière apresentaram pior qualidade de vida, na crise e fora dela, em relação aos com vertigem posicional paroxística benigna e aos com associação de ambas labirintopatias, quando na crise da vertigem posicional. O prejuízo da qualidade de vida foi independente do gênero, da faixa etária e nos casos com vertigem posicional, do canal semicircular acometido.

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A Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB) é uma das mais freqüentes patologias do sistema vestibular e é caracterizada por episódios de vertigens recorrentes desencadeados por movimentos da cabeça ou mudanças posturais. Há várias opções para o seu tratamento, porém as efetividades terapêuticas das mesmas permanecem controversas. OBJETIVO: Avaliar a efetividade terapêutica das manobras específicas disponíveis para o tratamento da VPPB. METODOLOGIA: Realizou-se uma busca eletrônica nas principais bases de dados, selecionando-se estudos clínicos randomizados envolvendo adultos com diagnóstico de VPPB confirmado com o teste de Dix-Hallpike e tratamento com manobras específicas (Epley ou Semont, por exemplo). Considerou-se como desfecho clínico a negativação do teste de Dix-Hallpike e a melhora das queixas subjetivas. Agruparam-se em metanálise os estudos com Escala de Jadad igual ou superior a três. RESULTADOS: Cinco estudos clínicos preencheram os critérios de inclusão, ou seja, ensaios randomizados de fase I comparando a manobra de Epley com placebos e controles. A metanálise mostra evidência dos efeitos benéficos da manobra de Epley para o tratamento do canal semicircular posterior (magnitude do efeito de 0,11 [IC 95% 0.05, 0.26] de melhora objetiva (Dix-Halpike) após uma semana, 0.24 [IC 95% 0.13, 0.45] após um mês e 0.16 [IC 95% 0.08, 0.33] de melhora referida pelos pacientes após a primeira semana). CONCLUSÃO: Evidencia-se boa eficácia clínica da manobra de Epley para o tratamento da VPPB do canal semicircular posterior. Contrariamente, trabalhos com a manobra de Semont e as propostas de manejo dos demais canais semicirculares não obtiveram qualidade metodológica satisfatória, não sendo possível demonstrar a efetividade dos mesmos.

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BACKGROUND AND PURPOSE: Patients with symptoms of semicircular canal dehiscence often undergo both CT and MR imaging. We assessed whether FIESTA can replace temporal bone CT in evaluating patients for SC dehiscence. MATERIALS AND METHODS: We retrospectively reviewed 112 consecutive patients (224 ears) with vestibulocochlear symptoms who underwent concurrent MR imaging and CT of the temporal bones between 2007 and 2009. MR imaging protocol included a FIESTA sequence covering the temporal bone (axial 0.8-mm section thickness, 0.4-mm spacing, coronal/oblique reformations; 41 patients at 1.5T, 71 patients at 3T). CT was performed on a 64-row multidetector row scanner (0.625-mm axial acquisition, with coronal/oblique reformations). Both ears of each patient were evaluated for dehiscence of the superior and posterior semicircular canals in consensual fashion by 2 neuroradiologists. Analysis of the FIESTA sequence and reformations was performed first for the MR imaging evaluation. CT evaluation was performed at least 2 weeks after the MR imaging review, resulting in a blinded comparison of CT with MR imaging. CT was used as the reference standard to evaluate the MR imaging results. RESULTS: For SSC dehiscence, MR imaging sensitivity was 100%, specificity was 96.5%, positive predictive value was 61.1%, and negative predictive value was 100% in comparison with CT. For PSC dehiscence, MR imaging sensitivity was 100%, specificity was 99.1%, positive predictive value was 33.3%, and negative predictive value was 100% in comparison with CT. CONCLUSIONS: MR imaging, with a sensitivity and negative predictive value of 100%, conclusively excludes SSC or PSC dehiscence. Negative findings on MR imaging preclude the need for CT to detect SC dehiscence. Only patients with positive findings on MR imaging should undergo CT evaluation.

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Surgical plugging and resurfacing are well established treatments of superior semicircular canal dehiscence, while capping with hydroxyapatite cement has been little discussed in literature. The aim of this study was to prove the efficacy of the capping technique. Charts of patients diagnosed with superior semicircular canal dehiscence were reviewed retrospectively. All patients answered the dizziness handicap inventory, a survey analyzing the impact of their symptoms on their quality of life. Capping of the dehiscent canal was performed via the middle fossa approach in all cases. Ten out of 22 patients diagnosed with superior semicircular canal dehiscence were treated with surgical capping, nine of which were included in this study. No major perioperative complications occurred. In 8 out of 9 (89 %) patients, capping led to a satisfying reduction of the main symptoms. One patient underwent revision surgery 1 year after the initial intervention. Scores in the dizziness handicap inventory were lower in the surgically treated group than in the non-surgically treated group, but results were not statistically significant (P = 0.45). Overall, capping is a safe and efficient alternative to plugging and resurfacing of superior semicircular canal dehiscence.

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Benign Paroxysmal Positional Vertigo is the most common peripheral vestibular disorder, especially in the elderly and presents as the predominant etiology in this population of the degeneration of the utricular macula. Aim: To compare the effectiveness of the approaches after Epley maneuver. Study Design: longitudinal cohort. Materials and Methods: The study included 53 volunteers with Benign Paroxysmal Positional Vertigo of the posterior semicircular canal, divided into Group 1, who underwent Epley maneuver associated with the use of neck collar and post-maneuver instructions, Group 2 underwent the Epley maneuver without the use cervical collar and/or post-maneuver restrictions, and Group 3 underwent the Epley maneuver associated with the use of a mini vibrator, without the use of neck collar and/or post-maneuver restrictions. Results: In the three groups, the number of Epley maneuvers ranged from one to three. We employed the Brazilian Dizziness Handicap Inventory - pre- and post-treatment and observed a statistically significant difference on most scores pre- and post-treatment for both groups. Conclusion: Regardless of the post Epley maneuver treatment selected for the treatment of Benign Paroxysmal Positional Vertigo, it was effective when comparing the Brazilian Dizziness Handicap Inventory pre- and post-treatment.

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Five to ten percent of benign paroxysmal positional vertigo are caused by the horizontal semi-circular variant (h-BPPV). In this study, we reviewed the efficacy of the Barbecue repositioning manoeuvre in h-BPPV, and we assessed the possible effect of different factors on the outcome. Barbecue manoeuvre consists in turning the supine patient around his longitudinal axis toward the unaffected side until 360 degrees are accomplished. After every 90 degrees step the patient is maintained in the new position for 30 s. We reviewed 46 patients with h-BPPV, treated by barbecue rotation from 2003 to 2005. After the first Barbecue manoeuvre, the patients were followed-up at intervals of approximately 1 week and the rotation was repeated if h-BPPV persisted (up to three rotations). Factors assessed were age, gender, duration of symptoms before treatment and type of h-BPPV (canalolithiasis vs. cupulolithiasis). Fisher's exact test was used for the analysis. Results: 85% of patients (39/46) were cured after a maximum of 3 rotations. 74% (34/46) were cured after the first manoeuvre and 80% (37/46) after the second one. None of the evaluated factors did significantly affect the efficacy (P > 0.05). The Barbecue manoeuvre is an efficient treatment of h-BPPV demonstrating 85% cure rate after a maximum of three sessions. 74% of the patients are healed after one manoeuvre. The efficacy is not affected by the evaluated factors.

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OBJECTIVE: To evaluate the dynamic properties of the horizontal vestibulo-ocular reflex (h-VOR) in the acute stage of two common labyrinthine diseases that provoke severe attacks of vertigo with spontaneous nystagmus: vestibular neuritis (vestibular loss alone) and viral labyrinthitis (cochleovestibular loss). MATERIAL AND METHODS: Sixty-three patients were investigated: 42 were diagnosed with vestibular neuritis and 21 with viral labyrinthitis. The h-VOR function was evaluated by conventional caloric and impulsive testing. A simplified model of vestibular function was used to analyze the vestibulo-ocular response to rotational stimulation. RESULTS: The results showed a significant difference in h-VOR characteristics between the two pathologies. Patients with vestibular neuritis exhibited a strong horizontal semicircular canal deficit, but no h-VOR asymmetry between the two rotational directions. In contrast, patients with viral labyrinthitis demonstrated moderate canal paresis and a marked h-VOR deficit in rotation toward the affected ear. CONCLUSION: These findings support the hypothesis that the h-VOR dynamic asymmetry that occurs after an acute unilateral inner ear lesion is not due to canal dysfunction alone, but involves complex adaptive changes in the central VOR that may implicate the otolith system. Based on histopathologic and clinical differences in the two pathologies reported in the literature, we postulate that this otolith-canal interaction is mainly linked to the loss of saccular function.

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The radiopacity of esthetic root canal posts may impair the assessment of their fit to the root canal when using radiographic images. This study determined in vitro the radiographic density of esthetic root canal posts using digital images. Thirty-six roots of human maxillary canines were assigned to six groups (N=6 per group): Reforpost (RP); Aestheti-Plus (AP); Reforpost MIX (RPM); D.T. Light Post (LP); Reforpost Radiopaque (RPR); and White Post DC (WP). Standardized digital images of the posts were obtained in different conditions: outside the root canal, inside the canal before and after cementation using luting material, and with a tissue simulator. Analysis of variance was used to compare the radiopacity mean values among the posts outside the root canal and among the posts under the other conditions, and the t unpaired test to compare the radiopacity between the posts and the dentin, and between the posts and the root canal space. There was no statistically significant difference in radiopacity between RP and RPM, and LP and WP. AP posts showed radiopacity values significantly lower than those for dentin. No statistically significant difference was found between posts (RP and AP) and the root canal space. A statistically significant difference was observed between the luted and non-luted posts; additionally, luted posts with and without tissue simulator showed no significant differences. Most of the cement-luted posts analyzed in this study were distinguishable from the density of adjacent dentin surfaces, allowing radiographic confirmation of the fit of the post in the canal. The success of using esthetic root canal posts depends mainly on the fit of the post within the canal.[1] The radiopacity of a post allows for radiographic imaging to be used to determine the fit, an important factor in a clinical perspective.

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To evaluate the effectiveness of Reciproc for the removal of cultivable bacteria and endotoxins from root canals in comparison with multifile rotary systems. The root canals of forty human single-rooted mandibular pre-molars were contaminated with an Escherichia coli suspension for 21 days and randomly assigned to four groups according to the instrumentation system: GI - Reciproc (VDW); GII - Mtwo (VDW); GIII - ProTaper Universal (Dentsply Maillefer); and GIV -FKG Race(™) (FKG Dentaire) (n = 10 per group). Bacterial and endotoxin samples were taken with a sterile/apyrogenic paper point before (s1) and after instrumentation (s2). Culture techniques determined the colony-forming units (CFU) and the Limulus Amebocyte Lysate assay was used for endotoxin quantification. Results were submitted to paired t-test and anova. At s1, bacteria and endotoxins were recovered in 100% of the root canals investigated (40/40). After instrumentation, all systems were associated with a highly significant reduction of the bacterial load and endotoxin levels, respectively: GI - Reciproc (99.34% and 91.69%); GII - Mtwo (99.86% and 83.11%); GIII - ProTaper (99.93% and 78.56%) and GIV - FKG Race(™) (99.99% and 82.52%) (P < 0.001). No statistical difference were found amongst the instrumentation systems regarding bacteria and endotoxin removal (P > 0.01). The reciprocating single file, Reciproc, was as effective as the multifile rotary systems for the removal of bacteria and endotoxins from root canals.