348 resultados para castigo
Resumo:
Este artigo analisa as relações político-comerciais Brasil-África no governo Sarney, procurando demonstrar que as mudanças observadas no sistema internacional e na realidade doméstica afetaram diretamente a condução da política externa brasileira e, por conseqüência, a intensidade das relações do país com o continente africano.
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OBJETIVO: Descrever a percepção dos pais acerca do castigo físico, considerando-se o significado da educação e punição física, e formas de educar. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: Foram abordados 31 familiares, estando 12 sob tutela por denúncia de maus-tratos e 19 não tutelados em unidade básica de saúde e na secretaria de Assistência Social de Belo Horizonte (MG) em 2006. Procedeu-se à análise de discurso dos relatos obtidos por meio de entrevistas semi-estruturadas. Os dados foram organizados em temas e categorias. ANÁLISE DO DISCURSO: Os resultados apontaram a restrição dos discursos dos entrevistados em função das suas condições de produção. Houve diversidade de concepções sobre educação e formas de educar, tendo como pontos comuns o relato da prática da punição física por todos os pais, mesmo entre aqueles que a condenam. Os discursos foram marcados pela heterogeneidade e polifonia, sobressaindo-se o discurso da tradição, o discurso religioso e o discurso científico popularizado. Não foi observada expressão do conceito de interdição legal da prática ou dos seus excessos pelos participantes. CONCLUSÕES: A cultura do castigo físico encontra-se em transição, em que a tradição de permissão se enfraquece e a interdição se inicia lentamente. Reforço ações de repressão legal à prática poderia contribuir para acelerar o processo de interdição do castigo físico.
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[Excerto] Esta coletânea interdisciplinar reúne autores de várias áreas do saber que se cruzam nos estudos sociais do crime e da justiça. Se há muito estes autores colaboram entre si de várias maneiras nos respetivos trabalhos, mesmo que as linguagens conceptuais sejam diversas, é por que têm como denominadores comuns, entre outras afinidades, dois adquiridos elementares, dois fundamentos clássicos que continuam are conhecer como válidos. O primeiro mostrou ser redutor analisar o crime apenas como o resultado de um defeito individual ou de uma conduta amoral. Ele ,também, um facto social. Quem transgride a lei vive, como qualquer indivíduo, em mundos sociais que condicionam a sua existência de muitas maneiras. Não só na medida em que as possibilidades para o acatamento das leis variam consoante esses mundos - tal como nalgumas situações essa observância exige dos indivíduos muito mais esforço e resistência do que noutras -, como ainda na medida em que eles moldam com as suas lentes aquilo a que cada um dá valor ou se entende como normal.
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(Excerto da nota de abertura) Há coisa de um século, um colóquio sobre a criminalidade concitaria sem dúvida o interesse dos profissionais do direito, designadamente dos magistrados, mas concitaria de igual modo o interesse da ciência médica, sobretudo o interesse da psiquiatria. Estaria certamente entre os desígnios de uma iniciativa desta natureza procurar harmonizar as propostas da psiquiatria com o regime penal. Admito que se pudesse falar também de ciências sociais, mas as ciências sociais estariam apenas no prolongamento da interrogação clínica.
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El objetivo principal del estudio ha sido responder a la cuestión sobre los marcos cognitivos e institucionales que soportan las Políticas Penitenciarias de Dinamarca, Francia, Reino Unido y Gales, y Canadá. Se presentan pautas de comparación, analizando los discursos presentes de fuentes directas e indirectas.
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En este trabajo se plantea estudiar algunos componentes o variables de la personalidad que, según los modelos teóricos a que pertenecen, se asociarían a la personalida antisocial. Para ello se dispuso de una muestra de 67 reclusos penitenciarios clasificados en dos grupos en función de los criterios del diagnóstico de Trastorno Antisocial de la Personalidad del DSM-III. La escala Pd del MMPI, el Cuestionario Experimental de Psicopatía (CEP) y la Escala del Trastorno Antisocial de la Personalidad de Aluja (ETAPA), son las más predictivas del TAP. La escala de Susceptibilidad al Castigo (SC), escalas de Susceptibilidad a la Recompensa (SR) y escala de Búsqueda de Sensaciones (EBS), se relacionan menos con el trastorno, excepto cuando se les agregan las escalas CEP queda integrada dentro un factor de personalidad antisocial, pero también obtiene un peso importante en el factor de Búsqueda de Sensaciones, integrado también por SR. La escala SC no se relaciona con ninguno de los factores mencionados. Se hacen comentarios sobre las diferencias conceptuales y empíricas entre TAP y psicopatía.
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UANL
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UANL
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Resumen tomado de la publicaci??n
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Resumen tomado de la publicación
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Resumen tomado de la publicación
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Analiza los factores y consecuencias negativas de la práctica del castigo físico y le opone una disciplina positiva que focaliza la atención en los comportamientos adecuados, lo que supone un cambio el la percepción de los niños como sujetos de derecho que hay que respetar y defender..
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Presenta una campaña titulada 'Educa, no pegues' cuyos objetivos y actividades se centran en sensibilizar a la población sobre los efectos del castigo físico, fomentar alternativas educativas no violentas e involucrar a los niños y niñas en las mismas. Además de presentar la campaña, analiza el papel que juegan en ella los centros educativos y las actividades que han llevado a cabo.
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Ponencia presentada en XIII Coloquio de Historia de la Educación, Donostia-San Sebastián, 29 de junio-1 de julio de 2005, Palacio de Miramar