55 resultados para carvedilol


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O tratamento convencionalmente preconizado para cães acometidos pela CMD consiste na prescrição de vasodilatadores, agentes inotrópicos positivos (digitálico), diuréticos, dieta hipossódica e, quando necessário, antiarrítmicos. O carvedilol é um β-bloqueador de 3ª geração, não seletivo, que bloqueia igualmente e competitivamente os receptores (β1, β2 e α1). Produz uma evidente vasodilatação periférica, exerce efeitos anti-oxidantes, removendo radicais livres de oxigênio e prevenindo a peroxidação lipídica nas membranas cardíacas, prevenindo a perda de miócitos e a ocorrência de arritmias e reduzindo a taxa de mortalidade em pacientes humanos. O objetivo do presente estudo foi avaliar clínica, eletrocardiográfica, radiográfica e ecocardiograficamente a evolução de cães com cardiomiopatia dilatada (CMD) tratatos com terapia convencional associada ao carvedilol. Para tal foram avaliados 49 cães com CMD divididos em: grupo NT, tratado com terapia convencional, e grupo T, tratado com terapia convencional associada ao carvedilol. Os animais foram submetidos à avaliação clínica e a exames complementares durante o período de um ano. Os resultados demonstraram que a terapia com carvedilol apresentou boa tolerabilidade na dose de 0,3mg kg-1 12-12horas, aumentou a sobrevida dos cães em 30,9%, não alterou as pressões sistólica e diastólica, reduziu a frequência cardíaca após três semanas de terapia, melhorou significantemente as frações de encurtamento e ejeção após seis meses de tratamento, não promoveu alterações radiográficas e da distância E-septo, diminuiu o índice de letalidade da doença, fato demonstrado pela melhora no escore clínico e na classe funcional dos animais, obtida após três semanas de terapia com carvedilol.

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An enantioselective high-performance liquid chromatographic method for the analysis of carvedilol in plasma and urine was developed and validated using (-)-menthyl chloroformate (MCF) as a derivatizing reagent. Chloroform was used for extraction, and analysis was performed by HPLC on a C18 column with a fluorescence detector. The quantitation limit was 0.25 ng/ml for S(-)-carvedilol in plasma and 0.5 ng/ml for R(+)-carvedilol in plasma and for both enantiomers in urine. The method was applied to the study of enantioselectivity in the pharmacokinetics of carvedilol administered in a multiple dose regimen (25mg/12h) to a hypertensive elderly female patient. The data obtained demonstrated highest plasma levels for the R(+)-carvedilol(AUCSS 75.64 vs 37.29ng/ml). The enantiomeric ratio R(+)/S(-) was 2.03 for plasma and 1.49 0 - 12 for urine (Aeo-12 17.4 vs 11.7 pg). Copyright (c) 2008 John Wiley & Sons, Ltd.

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In recent years, beta-blocker therapy has become a primary pharmacologic intervention in patients with heart failure by blocking the sympathetic activity. To compare the exercise training`s sympathetic blockade in healthy subjects (athletes) and the carvedilol`s sympathetic blockade in sedentary heart failure patients by the evaluation of the heart rate dynamic during an exercise test. A total of 26 optimized and 49 nonoptimized heart failure patients in a stable condition (for, at least, 3 months), 15 healthy athletes and 17 sedentary healthy subjects were recruited to perform a cardiopulmonary exercise test. The heart rate dynamic (rest, reserve, peak and the peak heart rate in relation to the maximum predicted for age) was analyzed and compared between the four groups. The heart rate reserve was the same between optimized (48 +/- 15) and nonoptimized (49 +/- 18) heart failure patients (P < 0.0001). The athletes (188 +/- 9) showed a larger heart rate reserve compared to sedentary healthy subjects (92 +/- 10, P < 0.0001). Athletes and healthy sedentary reached the maximum age-predicted heart ratefor their age, but none of the heart failure patients did. The carvedilol`s sympathetic blockade occurred during the rest and during the peak effort in the same proportion, but the exercise training`s sympathetic blockade in healthy subjects occurred mainly in the rest.

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Background: The protective effect of carvedilol on multiple organ damage induced by angiotensin II (Ang II) remains unclear. The aim of this study was to evaluate the protective effect of carvedilol on the heart, liver, and kidney in rats infused with Ang II. Material/Methods: Wistar rats were randomly distributed into three groups: control (no treatment), continuously infused with Ang II (150 eta g/min for 72 hr), and treated with Ang II + carvedilol (90 mg/kg/d). Histological sections of the myocardium, kidney, and liver were analyzed for the presence of necrosis. Results: Ang II induced arterial hypertension which was not affected by carvedilol treatment (tail-cuff blood pressures, control: 125 +/- 13.6, Ang II: 163 +/- 27.3, Ang II + CV: 178 +/- 39.8 mmHg, p<0.05). Also, there were perivascular inflammation and necrosis in the myocardium, kidney, and hepatocytes necrosis around the terminal vein. Carvedilol treatment fully prevented damage to the heart and kidney and attenuated liver lesions induced by the Ang II infusion. Conclusions: The protective effect of carvedilol on perivascular damage induced by Ang II infusion depended on the target organ. The prevention of heart damage occurred independently of the antihypertensive effects of carvedilol.

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OBJETIVO: Os efeitos dos beta-bloqueadores na insuficiência cardíaca (IC) refratária não têm sido adequadamente estudados. Investigamos os efeitos do carvedilol (bloqueador b1,b2,a1) nos sintomas e na função ventricular de portadores de IC refratária. MÉTODOS: Foram estudados 21 pacientes, idade média de 56±10 anos, 9 em classe funcional (CF) IV, e 12 em CF III intermitente com IV. A dose inicial de carvedilol foi de 6,25mg e, se tolerada, aumentada progressivamente. A dose média final foi 42±11mg. Os pacientes foram submetidos a avaliações clínicas e eletrocardiográficas seriadas. Realizaram-se, antes e com 196±60 dias de evolução, ecocardiograma e ventriculografia radioisotópica. RESULTADOS: O medicamento foi tolerado em 16 (76%) pacientes. Um paciente está em fase de titulação em CF II. Com 196±60 dias de evolução observaram-se 8 pacientes em CF I e 7 em II; redução da freqüência cardíaca de 96±15 para 67±10bpm (p<0,0001); redução do diâmetro diastólico final de ventrículo esquerdo (VE) de 73±13 para 66±12mm (ecocardiograma) (p<0,009); e aumento da fração de ejeção de VE de 0,21±0,06 para 0,34±0,12 (p<0,0003). CONCLUSÃO: O carvedilol devido aos seus efeitos benéficos na função ventricular, remodelamento e CF é, se tolerado, uma potencial alternativa terapêutica no tratamento medicamentoso da IC refratária. Entretanto, estudos adicionais são necessários para definição do efeito a longo prazo neste específico subgrupo de pacientes.

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OBJECTIVE: To assess the effects of carvedilol in patients with idiopathic dilated cardiomyopathy. METHODS: In a double-blind randomized placebo-controlled study, 30 patients (7 women) with functional class II and III heart failure were assessed. Their ages ranged from 28 to 66 years (mean of 43±9 years), and their left ventricular ejection fraction varied from 8% to 35%. Carvedilol was added to the usual therapy of 20 patients; placebo was added to the usual therapy of 10 patients. The initial dose of carvedilol was 12.5 mg, which was increased weekly until it reached 75 mg/day, according to the patient's tolerance. Clinical assessment, electrocardiogram, echocardiogram, and radionuclide ventriculography were performed in the pretreatment phase, being repeated after 2 and 6 months of medication use. RESULTS: A reduction in heart rate (p=0.016) as well as an increase in left ventricular shortening fraction (p=0.02) and in left ventricular ejection fraction (p=0.017) occurred in the group using carvedilol as compared with that using placebo. CONCLUSION: Carvedilol added to the usual therapy for heart failure resulted in better heart function.

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FUNDAMENTO: Alterações autonômicas na insuficiência cardíaca estão associadas a um aumento da morbimortalidade. Vários métodos não invasivos têm sido empregados para avaliar a função simpática, incluindo a imagem cardíaca com 123I-MIBG. OBJETIVO: Avaliar a atividade simpática cardíaca, por meio da cintilografia com 123I-MIBG, antes e após três meses de terapia com carvedilol em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do VE <45% (FEVE). MÉTODOS: Foram recrutados para o estudo 16 pacientes, com idade média de 56,3 ± 12,6 anos (11 do sexo masculino), fração de ejeção média de 28% ± 8% e sem uso prévio de betabloqueadores. Realizaram-se imagens da inervação cardíaca com 123I-MIBG, determinando os níveis séricos de catecolaminas (epinefrina, dopamina e norepinefrina), e empreendeu-se a ventriculografia radionuclídica antes e após o uso de carvedilol por três meses. RESULTADOS: Houve melhora da classe funcional dos pacientes: antes do tratamento, metade se encontrava em CF II (50%) e metade em CF III. Após 3 meses, 7 pacientes encontravam-se em CF I (43,8%) e 9 em CF II (56,2%), (p = 0,0001). A FEVE média avaliada pela ventriculografia radionuclídica aumentou de 29% para 33% (p = 0,017). Não houve variação significativa da atividade adrenérgica cardíaca avaliada pelo 123I-MIBG (imagem precoce, tardia e taxa de washout). Não foi observada variação significativa nas dosagens das catecolaminas. CONCLUSÃO: O tratamento em curto prazo com carvedilol promoveu a melhora clínica e da FEVE. Entretanto, não foi associado à melhora da atividade adrenérgica cardíaca pela cintilografia com 123I-MIBG, bem como da dosagem das catecolaminas circulantes.

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FUNDAMENTO: Grandes estudos clínicos empregando os betabloqueadores carvedilol, metoprolol, bisoprolol e nebivolol, demonstraram melhora da sobrevida e dos sintomas em pacientes com insuficiência cardíaca. Apesar da falta de evidências científicas, é plausível que o efeito benéfico seja extensível a outros betabloqueadores. OBJETIVO: Avaliar em pacientes com insuficiência cardíaca o impacto da substituição do carvedilol por propranolol sobre a função ventricular esquerda, capacidade funcional, qualidade de vida, níveis pressóricos e controle autonômico cardíaco. MÉTODOS: Vinte e nove pacientes com terapêutica medicamentosa otimizada incluindo doses máximas toleradas de carvedilol foram divididos em dois grupos: substituição de carvedilol por propranolol (n = 15) e manutenção de carvedilol (n = 14). Na condição basal, e após 6 meses, foram realizadas avaliações clínica e laboratorial com: ventriculografia nuclear, ecocardiografia, questionário de Minnesota, teste de caminhada, MAPA e Holter. RESULTADOS: As características laboratoriais e demográficas foram similares nos dois grupos na avaliação inicial. Ajuste individualizado da dose do propranolol garantiu grau semelhante de betabloqueio avaliado pela frequência cardíaca em repouso e reserva cronotrópica. A dose média de propranolol usada foi 109 ± 43 mg/dia. Apenas um paciente apresentou intolerância ao propranolol com retorno do carvedilol. Foi registrado um óbito no grupo propranolol. A fração de ejeção apresentou aumento significativo no grupo propranolol. As demais variáveis cardiovasculares não sofreram modificações significativas após troca do betabloqueador. CONCLUSÃO: Nossos resultados indicam que a substituição do carvedilol por propranolol em pacientes com insuficiência cardíaca não está associada à deterioração da fração de ejeção, da capacidade funcional, da qualidade de vida e das variáveis cardiovasculares de controle pressórico e autonômico.

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FUNDAMENTO: Há cada vez mais evidências sugerindo que doença de Chagas envolve dano oxidativo e contribui para a progressão da doença cardíaca. OBJETIVO: Avaliar o efeito do carvedilol sobre marcadores de estresse oxidativo na doença de Chagas crônica. MÉTODOS: A população de estudo incluiu 42 pacientes com cardiopatia chagásica e os biomarcadores de estresse oxidativo foram medidos antes e após um período de seis meses de tratamento com carvedilol (37,5 mg/dia). Os pacientes foram considerados de acordo com a classificação de Los Andes, e a atividade da superóxido dismutase, catalase, glutationa peroxidase, S-transferase e redutase, mieloperoxidase e adenosina deaminase; e os níveis de glutationa reduzida, de espécies reativas do ácido tiobarbitúrico, proteína carbonil, vitamina E e óxido nítrico foram medidos no sangue. RESULTADOS: Após o tratamento com carvedilol, todos os grupos apresentaram reduções significativas nos níveis de proteína carbonil e glutationa reduzida, enquanto os níveis de óxido nítrico e atividade da adenosina aumentaram significativamente somente no grupo IA. Além disso, a maioria das enzimas antioxidantes apresentou diminuição de suas atividades, nos grupos IA e IB. CONCLUSÃO: Os dados sugerem que o tratamento com carvedilol foi eficaz na atenuação do dano oxidativo, um efeito que pode ser particularmente importante em doença de Chagas crônica com cardiopatia.

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FUNDAMENTO: A doença de Chagas continua a ser uma importante doença endêmica no país, sendo o acometimento cardíaco a sua manifestação mais grave. OBJETIVO: Verificar se o uso concomitante de carvedilol potencializará o efeito antioxidante das vitaminas E e C na atenuação do estresse oxidativo sistêmico na cardiopatia chagásica crônica. MÉTODOS: Foram estudados 42 pacientes com cardiopatia chagásica, agrupados de acordo com a classificação modificada de Los Andes, em quatro grupos: 10 pacientes no grupo IA (eletrocardiograma e ecocardiograma normais: sem envolvimento do coração), 20 pacientes do grupo IB (eletrocardiograma normal e ecocardiograma anormal: ligeiro envolvimento cardíaco), oito pacientes no grupo II (eletrocardiograma e ecocardiograma anormais, sem insuficiência cardíaca: moderado envolvimento cardíaco) e quatro pacientes no grupo III (eletrocardiograma e ecocardiograma anormais com insuficiência cardíaca: grave envolvimento cardíaco). Os marcadores de estresse oxidativo foram medidos no sangue, antes e após um período de seis meses de tratamento com carvedilol e após seis meses de terapia combinada com vitaminas E e C. Os marcadores foram: atividades da superóxido dismutase, catalase, glutationa peroxidase, glutationa S-transferase e redutase, mieloperoxidase e adenosina deaminase, e os níveis de glutationa reduzida, de espécies reativas do ácido tiobarbitúrico, proteína carbonilada, vitamina E e óxido nítrico. RESULTADOS: Após o tratamento com carvedilol, todos os grupos apresentaram diminuições significativas dos níveis de proteína carbonilada e glutationa reduzida, enquanto os níveis de óxido nítrico e atividade da adenosina aumentaram significativamente apenas no grupo menos acometido (IA). Além disso, a maioria das enzimas antioxidantes mostrou atividades diminuídas nos grupos menos acometidos (IA e IB). Com a adição das vitaminas ao carvedilol houve diminuição dos danos em proteínas, nos níveis de glutationa e na maior parte da atividade das enzimas antioxidantes. CONCLUSÕES: A queda dos níveis de estresse oxidativo, verificada pelos marcadores testados, foi mais acentuada quando da associação do fármaco carvedilol com as vitaminas antioxidantes. Os dados sugerem que tanto o carvedilol isoladamente como sua associação com as vitaminas foram eficazes em atenuar o dano oxidativo sistêmico em pacientes com CC, especialmente aqueles menos acometidos, sugerindo a possibilidade de sinergismo entre esses compostos.

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BACKGROUND AND PURPOSE: The use of ± 3,4-methylenedioxymethamphetamine (MDMA, 'ecstasy') is associated with cardiovascular complications and hyperthermia. EXPERIMENTAL APPROACH: We assessed the effects of the α(1) - and β-adrenoceptor antagonist carvedilol on the cardiostimulant, thermogenic and subjective responses to MDMA in 16 healthy subjects. Carvedilol (50 mg) or placebo was administered 1 h before MDMA (125 mg) or placebo using a randomized, double-blind, placebo-controlled, four-period crossover design. KEY RESULTS Carvedilol reduced MDMA-induced elevations in blood pressure, heart rate and body temperature. Carvedilol did not affect the subjective effects of MDMA including MDMA-induced good drug effects, drug high, drug liking, stimulation or adverse effects. Carvedilol did not alter the plasma exposure to MDMA. CONCLUSIONS AND IMPLICATIONS: α(1) - and β-Adrenoceptors contribute to the cardiostimulant and thermogenic effects of MDMA in humans but not to its psychotropic effects. Carvedilol could be useful in the treatment of cardiovascular and hyperthermic complications associated with ecstasy use.

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This paper reports the development and validation of a new analytical method using UV spectrophotometry to quantify carvedilol (CRV) in hydrophilic matrices and raw material. This method was shown to be linear, accurate, precise, robust and to have adequate limits of quantification and detection (LQ and LD, respectively), allowing its use in the dissolution test of hydrophilic matrices. The content of CRV determined through this method was compared with two previously validated methods based on the reference techniques of High Performance Liquid Chromatography (HPLC) and Potentiometric Titrations (PT). ANOVA confirmed the equivalence of these methods, showing no significant differences.

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The present investigation was undertaken to study the effect of β-blockers and exercise training on cardiac structure and function, respectively, as well as overall functional capacity in a genetic model of sympathetic hyperactivity-induced heart failure in mice (α2A/α2CArKO). α2A/α2CArKO and their wild-type controls were studied for 2 months, from 3 to 5 months of age. Mice were randomly assigned to control (N = 45), carvedilol-treated (N = 29) or exercise-trained (N = 33) groups. Eight weeks of carvedilol treatment (38 mg/kg per day by gavage) or exercise training (swimming sessions of 60 min, 5 days/week) were performed. Exercise capacity was estimated using a graded treadmill protocol and HR was measured by tail cuff. Fractional shortening was evaluated by echocardiography. Cardiac structure and gastrocnemius capillary density were evaluated by light microscopy. At 3 months of age, no significant difference in fractional shortening or exercise capacity was observed between wild-type and α2A/α2CArKO mice. At 5 months of age, all α2A/α2CArKO mice displayed exercise intolerance and baseline tachycardia associated with reduced fractional shortening and gastrocnemius capillary rarefaction. In addition, α2A/ α2CArKO mice presented cardiac myocyte hypertrophy and ventricular fibrosis. Exercise training and carvedilol similarly improved fractional shortening in α2A/α2CArKO mice. The effect of exercise training was mainly associated with improved exercise tolerance and increased gastrocnemius capillary density while β-blocker therapy reduced cardiac myocyte dimension and ventricular collagen to wild-type control levels. Taken together, these data provide direct evidence for the respective beneficial effects of exercise training and carvedilol in α2A/α2CArKO mice preventing cardiac dysfunction. The different mechanisms associated with beneficial effects of exercise training and carvedilol suggest future studies associating both therapies.

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An enantioselective high-performance liquid chromatographic method for the analysis of carvedilol in plasma and urine was developed and validated using (-)-menthyl chloroformate (MCF) as a derivatizing reagent. Chloroform was used for extraction, and analysis was performed by HPLC on a C18 column with a fluorescence detector. The quantitation limit was 0.25 ng/ml for S(-)-carvedilol in plasma and 0.5 ng/ml for R(+)-carvedilol in plasma and for both enantiomers in urine. The method was applied to the study of enantioselectivity in the pharmacokinetics of carvedilol administered in a multiple dose regimen (25mg/12h) to a hypertensive elderly female patient. The data obtained demonstrated highest plasma levels for the R(+)-carvedilol(AUCSS 75.64 vs 37.29ng/ml). The enantiomeric ratio R(+)/S(-) was 2.03 for plasma and 1.49 0 - 12 for urine (Aeo-12 17.4 vs 11.7 pg). Copyright (c) 2008 John Wiley & Sons, Ltd.