12 resultados para brioflora


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Hemos estudiado la brioflora acuática de diversas localidades de los Pirineos Centrales y Orientales, situadas por encima de 1600 m de altitud. En las aguas corrientes abundan Hygrohypnum sp. pl., Schistidium alpicola var. rivulare, Cratoneuron commutatum, Pbilonotis sp. pl., Bryum pseudotriquetrum, Scapania undulata y Marsupella emarginata var. aquatica. En las aguas remansadas y en los lagos abundan Blindia acuta, Jungermanma exsertifolia ssp. cordi/olia, Chiloscyphus polyantbos y, en los márgenes Pbilonotis seriata. Todas estas especies han desarrollado características morfológicas de adaptación al medio y se trata de especies muy diferentes de las que dominan en la montaña media y en el llano. Es destacable la presencia de briófitos en las riberas de los ibones, a muy poca profundidad, donde han de soportar el hielo de 7 a 9 meses.

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Hemos estudiado la brioflora acuática de diversas localidades de los Pirineos Centrales y Orientales, situadas por encima de 1600 m de altitud. En las aguas corrientes abundan Hygrohypnum sp. pl., Schistidium alpicola var. rivulare, Cratoneuron commutatum, Pbilonotis sp. pl., Bryum pseudotriquetrum, Scapania undulata y Marsupella emarginata var. aquatica. En las aguas remansadas y en los lagos abundan Blindia acuta, Jungermanma exsertifolia ssp. cordi/olia, Chiloscyphus polyantbos y, en los márgenes Pbilonotis seriata. Todas estas especies han desarrollado características morfológicas de adaptación al medio y se trata de especies muy diferentes de las que dominan en la montaña media y en el llano. Es destacable la presencia de briófitos en las riberas de los ibones, a muy poca profundidad, donde han de soportar el hielo de 7 a 9 meses.

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Con esta nota damos a conocer una lista de diez especies de briófitos procedentes del Valle de Aran y de la Alta Ribagorza. Se trata de especies muy raras en el territorio peninsular y algunas de ellas son nuevas para Cataluña.

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Jornadas "Ciência nos Açores – que futuro? Tema Ciências Naturais e Ambiente", Ponta Delgada, 7-8 de Junho de 2013.

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Com o objetivo de ampliar o conhecimento da brioflora e a distribuição geográfica das briófitas no Brasil, são apresentadas 11 espécies de musgos como novas ocorrências para o Estado do Pará. Duas espécies, Fissidens allenianus Brugg.-Nann. & Pursell e Taxithelium portoricense Williams, são primeiras referências para o Brasil. Comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos e fotomicrografias, acompanham cada espécie.

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No município de Anajás, Ilha de Marajó, situado no estado do Pará, foram realizadas coletas de Bryophyta (musgos), em continuidade ao projeto que tem como objetivo conhecer a brioflora da ilha. Foram identificadas 34 espécies, distribuídas em 25 gêneros e 17 famílias. Destas, Calymperaceae e Sematophyllaceae destacaram-se pela diversidade específica, com seis e cinco espécies, respectivamente. Os musgos Syrrhopodon leprieurii Mont., Fissidens elegans Brid., Isopterygium subbrevisetum (Hampe) Broth, e Meiothecium boryanum (C. Müll.) Mitt., são apresentados como novas ocorrências para o estado do Pará.

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Em um inventário da família Lejeuneaceae (Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, Pará, foi observada a ocorrência de Leptolejeunea elliptica (Lehm. & Lindenb.) Schiffn., Leptolejeunea tridentata Bischler e Rhaphidolejeunea polyrhiza (Nees) Bischler. Leptolejeunea tridentata é uma nova ocorrência para o Brasil. Todas as espécies são descritas e ilustradas, com comentários adicionais. Uma chave artificial para a separação das mesmas é apresentada.

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Em um inventário de Lejeuneaceae (Hepaticae) na Estação Científica Ferreira Penna, município de Melgaço, Pará, foi observada a ocorrência de Lejeunea caespitosa Lindenb. ex Gottsche, Lindenb. & Nees, Lejeunea flava (Swartz) Nees, Lejeunea tapajosensis Spruce, Microlejeunea acutifolia Stephani e Microlejeunea epiphylla Bischler, destacando Microlejeunea acutifolia como nova ocorrência para o Brasil e Microlejeunea epiphylla mencionada pela primeira vez para o Estado do Pará. Todas as espécies estão descritas e ilustradas e é apresentada uma chave artificial para a separação das mesmas, assim como comentários adicionais.

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Durante o inventário das hepáticas da Serra dos Carajás, foram identificadas quatro novas ocorrências para o estado do Pará: Frullania beyrichiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Frullania kunzei (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Symphyogyna aspera Steph. e Lophocolea leptantha (Hook. & Tayl.) Tayl. Esta última espécie, antes somente relacionada para as regiões Sudeste e Sul do Brasil, é nova ocorrência para o eixo Norte-Nordeste brasileiro. Cada espécie é acompanhada de comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos.

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O presente trabalho documenta o inventário da brioflora da Estação Científica Ferreira Penna (ECFPn), localizada na FLONA Caxiuanã (1º42'30"S - 51º31'45"W), Melgaço - Pará, realizado por ocasião da primeira chamada do Programa de Residência em Estudos Amazônicos, iniciativa do Museu Paraense Emílio Goeldi. Musgos e Hepáticas foram amostrados nos ecossistemas de mata de terra firme, várzea, igapó, capoeiras e campina, e analisadas quanto à composição, riqueza e diversidade. Foram registradas 1081 ocorrências de briófitas de 120 espécies, sendo 79 hepáticas e 41 musgos, das quais oito hepáticas são novas referências para o Estado do Pará. As famílias de maior riqueza e assiduidade foram Lejeuneaceae (58 spp.), Calymperaceae (13 spp.), Sematophyllaceae (9 spp.) e Plagiochilaceae (7 spp.). As comunidades que melhor se fizeram representar foram a epífita (97 espécies/ 565 ocorrências) e a epíxila (65 spp./ 242 ocorr.), seguidas pelas comunidades epífila (27 spp./ 174 ocorr.) e terrícola (15 spp./ 96 ocorr.) e o ecossistema que apresentou maior riqueza e diversidade foi mata de terra firme. Quanto à composição nos substratos inventariados, foi observada uma inversão gradativa na proporção de riqueza entre hepáticas/musgos, sendo as primeiras fortemente dominantes em folha, moderadamente dominantes em tronco vivo e morto, ao passo que musgos predominaram nos demais. Os resultados obtidos neste inventário, inclusive as novas referências para o Estado, contribuem para o entendimento dos padrões de riqueza e diversidade na Floresta Amazônica e enriquecem a flora conhecida para o Estado do Pará.

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Este trabajo representa una contribución al conocimiento de la brioflora del Sudeste de España. Se ha estudiado un sistema de sierras situado en el Oeste de la provincia de Murcia, fundamentalmente de naturaleza básica y en el que se da un clima seco y árido. Se ha obtenido un catálogo florístico de 12 hepáticas y 96 musgos. Para cada taxon se han recogido los datos conocidos hasta ahora en la provincia de Murcia.

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A Área de Proteção Ambiental da Lagoa Verde é composta por um mosaico de unidades ambientais. Entre elas, destaca-se um fragmento de mata de restinga que reúne características físicas e microclimáticas para o estudo de ecologia de briófitas. Este estudo teve por objetivo realizar o levantamento das espécies de briófitas; fornece novas ocorrências de briófitas para o Rio Grande do Sul; avaliar a influência dos gradientes longitudinal e vertical na distribuição de briófitas; quantificar a variação da diversidade de briófitas nos gradientes longitudinal e vertical. Foram identificadas 51 espécies de briófitas como novas ocorrências para o Rio Grande do Sul, sendo 11 musgos e 40 hepáticas. Além do local de estudo foram identificadas espécies que estavam no herbário SP. No estudo dos gradientes longitudinal e vertical foram identificadas 53 espécies de briófitas, sendo 17 musgos e 36 hepáticas. Através da análise dos transectos e da inclusão dos forófitos subdivididos em três zonas de altura, foram coletadas amostras terrícolas e corticícolas. As briófitas respondem aos gradientes, através dos fatores microclimáticos (luminosidade e umidade), em relação ao aumento da riqueza e mudança na composição de espécies. A partição aditiva da diversidade de briófitas quantificou a variação da composição de espécies em cada gradiente. A diversidade entre cada nível dos gradientes longitudinal (umidade) e vertical (luminosidade) variou em torno de 40% e 50%, respectivamente. Em conclusão, o estudo sobre a ecologia de briófitas gerou conhecimento sobre a diversidade e biogeografia das espécies; contribuiu para o entendimento da distribuição das briófitas em função dos gradientes longitudinal e vertical, por influência de fatores microclimáticos e; revelou a variação da composição de espécies em função dos gradientes horizontal (umidade) e vertical (luminosidade).