34 resultados para azatioprina


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Estudou-se o curso da infecção esquistossomótica experimental no rato albino, um hospedeiro singular para o Schistosoma mansoni, e quatro semanas após a infecção houve uma rápida diminuição na carga parasitária, fato esse denominado por alguns pesquisadores como ' fenômeno de autocura Contudo, após a administração de um imunossupressor - a Azatioprina - observou-se uma maior susceptibilidade dos ratos à infecção, com os animais apresentando um significativo retardamento no chamado "fenômeno de autocura A grande maioria dos vermes é recuperada nos vasos intra-hepáticos do sistema porta, sem que haja migração para as veias mesentéricas. Quando os ratos foram tratados com Azatioprina observou-se uma significativa localização mesentérica dos vermes adultos neste hospedeiro.

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Disposem d’evidència sobre la influència negativa del tabac en la malaltia de Crohn i el seu efecte positiu en la Colitis ulcerosa. Per altra banda, no s’ha avaluat una potencial interacció entre el tabaquisme i la resposta a determinats fàrmacs. En el present treball hem avaluat l’eficàcia de les tiopurines en la malaltia inflamatòria intestinal corticodepenent, en relació a l’existència d’hàbit tabàquic a l’inici del tractament i la seva influència en el seguiment dels pacients amb resposta inicial al fàrmac, valorant la necessitat de teràpies de rescat o de tractament quirúrgic durant la seva evolució segons l’hàbit tabàquic.

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Com a Transplantação Renal regista-se recuperação da fertilidade. A exposição a fármacos imunossupressores, como a prednisona, a ciclosporina, a azatioprina e o tacrolimus não está associada com um aumento da incidência de malformações congénitas. A Imunossupressão, particularmente com a ciclosporina, está relacionada com recém-nascidos com baixo peso ao nascer. Doentes transplantados têm um risco aumentado de complicações infecciosas, algumas com implicações importantes para o feto, como as infecções por citomegalovírus, herpes simples e toxoplasmose. Esta população tem uma maior frequência de prematuridade, variando a percentagem de nados vivos entre 70 e 100%. Impõe-se a manutenção de esforços continuados para identificar os factores de risco pré-gestacionais, optimizando as estratégias de abordagem neonatal para uma gravidez bem-sucedida.

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Os autores fazem uma análise retrospectiva dos processos de crianças com hemossiderose pulmonar (HP) inscritas na Consulta de Hematologia Pediátrica do Hospital de Dona Estefânia no período de 1976 a 1994. Foram caracterizados o sexo e a raça dos doentes, a idade de aparecimento da sintomatologia inicial, o período que decorreu entre esta e a confirmação do diagnóstico e os aspectos clínicos, laboratoriais e radiológicos respeitantes ao diagnóstico, terapêutica e evolução clínica. A propósito desta entidade nosológica, é feita uma revisão bibliográfica. Confirma-se que a HP é uma doença rara, que inicialmente se apresenta com um quadro de anemia ferropénica arrastada com ou sem sintomatologia respiratória. O diagnóstico faz-se pelo achado de hemossiderófagos no lavado gástrico ou bronco-alvéolar. A etiopatogenia mantém-se desconhecida e a corticoterapia continua a ser a terapêutica mais eficaz no controlo da hemorragia pulmonar. A doença tem uma evolução inconstante, persistente ou intermitente, com um prognóstico variável, geralmente grave.

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Introdução: As provas epicutâneas (PE) são o exame complementar de diagnóstico indicado para avaliação de suspeita de dermite de contacto alérgica. Idealmente, devem ser realizadas sem que o doente se encontre sob imunossupressores. Existem contudo situações clínicas em que tal não é possível, não havendo informação disponível acerca de como realizar e valorizar os resultados das PE nestes doentes. O objectivo do presente trabalho é rever a literatura no que concerne à realização de PE sob imunossupressão iatrogénica. Material e Métodos: Revisão da literatura relevante para o tema publicada até Janeiro de 2015 e indexada à Medline. Resultados: De acordo com o reportado na literatura, foram realizadas PE em 77 doentes sob corticóide sistémico, 78 doentes sob ciclosporina (CyA), 6 sob azatioprina, 10 sob metotrexato (MTX), 4 sob micofenolato de mofetil (MMF), 11 sob fármacos anti-factor de necrose tumoral e 7 sob fármaco anti-IL-12/23. Foram ainda descritos 15 casos de realização de PE sob associação de imunossupressores. Verificaram-se reacções positivas em todos os grupos. Conclusão: O tratamento concomitante com imunossupressores não deve ser uma contra-indicação para realização de PE, estando descritas reacções positivas em doentes sob prednisolona, azatioprina, CyA, MTX, MMF, infliximab, etanercept, adalimumab e ustecinumab. Os resultados negativos ou duvidosos devem, contudo, ser interpretados de forma cautelosa.

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Paciente portadora de anemia hemolítica autoimune e púrpura trombocitopênica idiopática (Síndrome de Evans) em uso de terapia imunossupressora (predinisona e azatioprina), desenvolveu quadro de abscesso cerebral não responsivo a 23 dias de terapia antimicrobiana. O diagnóstico de nocardiose foi possível após coleta de material de abscesso peribulbar e observação deste material por período superior há uma semana.

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OBJETIVO: Avaliar as respostas cardiorrespiratórias dos portadores de transplante cardíaco (TxC). MÉTODOS: Submeteram-se a testes ergoespirométricos 9 portadores de TxC (GI), pareados por sexo, idade, peso e altura, com 9 indivíduos sedentários, aparentemente sadios (GII). Os pacientes eram do sexo masculino, com idade de 48±12 anos, com TFI (NYHA) após 23±21 meses TxC. Faziam uso regular de ciclosporina, azatioprina, prednisona, dipiridamol e anti-hipertensivos. Os testes foram limitados por sintomas e interrompidos por exaustão. RESULTADOS: No pico do exercício, o GI apresentou desempenho significativamente inferior ao GII quanto ao VO2, VE, VEO2, FC, tempo de endurance e potência. No limiar anaeróbio, o GI apresentou VO2, tempo de endurance e potência significativamente inferior a do GII. Na potência de 40W o desempenho dos dois grupos foi similar. CONCLUSÃO: O GI apresentou desempenho cardiorrespiratório significativamente inferior no pico do exercício e similar na potência de 40W em relação ao GII, evidenciando os benefícios do TxC para cardiopatas em atividades habituais

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OBJETIVOS: Analisar ocorrência e tipos de neoplasias que se desenvolveram em pacientes submetidos a transplante cardíaco ortotópico, no Programa de Transplante Cardíaco da Escola de Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo. MÉTODOS: O presente estudo apresenta uma análise observacional de 106 pacientes submetidos a transplante cardíaco ortotópico, no período de novembro de 1986 a setembro de 2002, que sobreviveram por período superior a trinta dias após o procedimento. O regime de imunossupressão consistiu de terapia tríplice com ciclosporina A, azatioprina e corticosteróide. Apenas dois pacientes receberam, além da terapia tríplice, a adição de ortoclone OKT-3. O período médio de acompanhamento foi de 61,4 meses. (variação de dois meses a 192 meses). RESULTADOS: Vinte e três pacientes (21,3%) desenvolveram neoplasias, dos quais 56,5% apresentaram neoplasia de pele, 30,1% apresentaram tumores sólidos e 13,4%, doença linfoproliferativa pós-transplante (DLPT). O intervalo médio entre o transplante e o diagnóstico de neoplasia foi: pele - 54,9 meses, tumores sólidos - 24,8 meses e DLPT - 70,3 meses. CONCLUSÕES: A ocorrência de neoplasias malignas foi relativamente comum na população analisada. O câncer de pele prevaleceu em relação às demais neoplasias e os tumores sólidos foram mais diagnosticados do que as doenças linfoproliferativas nessa série de pacientes.

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FUNDAMENTO: Nos últimos anos o numero de artigos sobre transplante cardíaco heterotópico tem sido escasso na literatura, inclusive internacional, e em particular do seguimento de longo prazo destes pacientes, o que levou ao presente relato. OBJETIVO: Relatar a experiência clínica inicial e evolução tardia de quatro pacientes submetidos a transplante cardíaco heterotópico, sua indicação e principais complicações. MÉTODOS: As cirurgias ocorreram entre 1992 e 2001, sendo que a indicação de transplante heterotópico, em todas, foi pela RVP, variável de 4,8UW a 6.5UW, com gradiente transpulmonar acima de 15mmHg. No 3º paciente, foi realizada uma anastomose direta entre as artérias pulmonares sem emprego de tubo protético e, no coração nativo, foi realizada uma valvoplastia mitral e aneurismectomia de ventrículo esquerdo (VE). O esquema imunossupressor imediato foi duplo com ciclosporina e azatioprina nos três primeiros pacientes e ciclosporina e micofenolato mofetil no 4º paciente. RESULTADOS: Um óbito imediato por falência do enxerto, um óbito após dois anos e meio por endocardite em trombo intraventricular no coração nativo, e um terceiro óbito seis anos após o transplante, por complicações pós-operatórias de cirurgia na valva aórtica do coração nativo. O remanescente, 15 anos após o transplante, encontra-se bem, em classe funcional II (NYHA), seis anos após a oclusão cirúrgica da valva aórtica do coração nativo. CONCLUSÃO: O transplante cardíaco heterotópico é um procedimento com resultado inferior ao transplante cardíaco ortotópico, por apresentarem maior RVP. Os trombos intraventriculares no coração nativo, que exigem anticoagulação prolongada, bem como as complicações de válvula aórtica, também no coração nativo, podem exigir tratamento cirúrgico. Entretanto, em um paciente, a sobrevida de 15 anos mostrou a eficácia de longo prazo desse tipo de alternativa, para pacientes selecionados.

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Objectius: Avaluar la retirada d’infliximab en pacients amb MII, en remissió mantinguda i curació mucosa sota tractament combinat. Mètodes: Pacients amb MC luminal o CU sota tractament combinat (infliximab i azatioprina) durant mínim un any, als quals se’ls retira l’infliximab per remissió clínica, biològica i endoscòpica. Resultats: S’inclogueren 26 pacients. Un 73% es van mantenir en remissió. La recidiva no s’associà al fracàs previ d’immunomoduladors. A les recidives se’ls va reiniciar infliximab amb bona resposta. Cap factor va associar-se a la recidiva. Conclusions: La retirada de l’infliximab en aquests pacients, s’acompanya d’una baixa probabilitat de recidiva a mig termini.

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La hepatitis autoimmune (HAI) és una patologia inflamatòria crónica hepàtica, progressiva i d’origen desconegut d’àmplia variabilitat clínica. S’estudiaren 40 casos (edad mitjana 50.8 anys, 82,5% dones). Al nostre medi la majoria de casos d’HAI són de tipus 1, el 40% debuten en forma d’hepatitis aguda i tenen una malaltia autoimmune associada. El 60% van rebre incialment monoteràpia amb corticoides i el 32,5% associats a azatioprina. Al 94% s’aconsegueix la remissió independentment de la pauta terapèutica i és més freqüent si l’AST està augmentada.

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BACKGROUND The randomized placebo-controlled IFIGENIA-trial demonstrated that therapy with high-dose N-acetylcysteine (NAC) given for one year, added to prednisone and azathioprine, significantly ameliorates (i.e. slows down) disease progression in terms of vital capacity (VC) (+9%) and diffusing capacity (DLco) (+24%) in idiopathic pulmonary fibrosis (IPF). To better understand the clinical implications of these findings we performed additional, explorative analyses of the IFGENIA data set. METHODS We analysed effects of NAC on VC, DLco, a composite physiologic index (CPI), and mortality in the 155 study-patients. RESULTS In trial completers the functional indices did not change significantly with NAC, whereas most indices deteriorated with placebo; in non-completers the majority of indices worsened but decline was generally less pronounced in most indices with NAC than with placebo. Most categorical analyses of VC, DLco and CPI also showed favourable changes with NAC. The effects of NAC on VC, DLco and CPI were significantly better if the baseline CPI was 50 points or lower. CONCLUSION This descriptive analysis confirms and extends the favourable effects of NAC on lung function in IPF and emphasizes the usefulness of VC, DLco, and the CPI for the evaluation of a therapeutic effect. Most importantly, less progressed disease as indicated by a CPI of 50 points or lower at baseline was more responsive to therapy in this study.

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AIM To investigate the incidence of neoplasms in inflammatory bowel disease (IBD) patients and the potential causative role of thiopurines. METHODS We performed an observational descriptive study comparing the incidence of malignancies in IBD patients treated with thiopurines and patients not treated with these drugs. We included 812 patients which were divided in two groups depending on whether they have received thiopurines or not. We have studied basal characteristics of both groups (age when the disease was diagnosed, sex, type of IBD, etc.) and treatments received (Azathioprine, mercaptopurine, infliximab, adalimumab or other immunomodulators), as well as neoplasms incidence. Univariate analysis was performed with the student t test, χ(2) test or Wilcoxon exact test as appropriate. A logistic regression analysis was performed as multivariate analysis. Statistical significance was establish at P values of less than 0.05, and 95%CI were used for the odds ratios. RESULTS Among 812 patients included, 429 (52.83%) have received thiopurines: 79.5% azathioprine, 14% mercaptopurine and 6.5% both drugs. 44.76% of patients treated with thiopurines and 46, 48% of patients who did not receive this treatment were women (P > 0.05). The proportion of ulcerative colitis patients treated with thiopurines was 30.3% compare to 66. 67% of patients not treated (P < 0.001). Mean azathioprine dose was 123.79 ± 36.5 mg/d (range: 50-250 mg/d), mean usage time was 72.16 ± 55.7 mo (range: 1-300 mo) and the accumulated dose along this time was 274.32 ± 233.5 g (1.5-1350 g). With respect to mercaptopurine, mean dose was 74.7 ± 23.9 mg/d (range: 25-150 mg/d), mean usage time of 23.37 ± 27.6 mo (range: 1-118 mo), and the accumulated dose along this time was 52.2 ± 63.5 g (range: 1.5-243 g). Thiopurine S-methyltransferase activity was tested in 66% of patients treated with thiopurines, among which 98.2% had an intermediate or high activity. Among the patients treated with thiopurines, 27.27% (112 patients) and 11.66% (50 patients) received treatment with Infliximab and Adalimumab respectively, but only 1.83% (7 patients) and 0.78% (3 patients) received these drugs in the group of patients who did not received thiopurines (P < 0.001 and P < 0.001 respectively). Finally, 6.8% (29 patients) among those treated with thiopurines have received other immunesupresants (Methotrexate, Tacrolimus, Cyclosporin), compare to 1% (4 patients) of patients not treated with thiopurines (P < 0.001). Among patients treated with thiopurines, 3.97% developed a malignancy, and among those not treated neoplasms presented in 8.1% (P = 0.013). The most frequent neoplasms were colorectal ones (12 cases in patients not treated with thiopurines but none in treated, P < 0.001) followed by non-melanoma skin cancer (8 patients in treated with thiopurines and 6 in not treated, P > 0.05). CONCLUSION In our experience, thiopurine therapy did not increase malignancies development in IBD patients, and was an efective and safe treatment for these diseases.

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A 65-year-old woman with bullous pemphigoid presented with fever and several red-purple nodular subcutaneous lesions on both lower legs 1 week after starting treatment with azathioprine (AZA). Biopsy of a skin nodule was compatible with erythema nodosum (EN) and hypersensitivity reaction to AZA was suspected. AZA was subsequently discontinued, observing complete remission of fever and EN within 2 weeks. This case highlights the importance of recognizing EN as a possible manifestation of hypersensitivity reaction to AZA.

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OBJETIVO: Estudar a frequência de neoplasias em uma amostra da população brasileira feminina com lúpus eritematoso sistêmico.MÉTODOS: Este é um trabalho retrospectivo de revisão de prontuários de 395 mulheres com lúpus eritematoso sistêmico, diagnosticadas pela presença de, pelo menos, 4 dos critérios classificatórios do Colégio Americano de Reumatologia para diagnóstico dessa doença e acompanhadas nos últimos 10 anos em um ambulatório especializado em Reumatologia. Foram coletados dados demográficos (idade e etnia das pacientes), dados acerca de duração de doença, de uso dos principais imunomoduladores e de diagnóstico de neoplasias. As informações obtidas foram tabuladas em tabelas de frequência e de contingência. A taxa de incidência de neoplasias nas mulheres com lúpus foi comparada com a da população em geral para a mesma região demográfica, nos últimos dez anos, utilizando, para isso, dados publicados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). A associação dos dados foi feita pelos testes de Fisher e do χ2, quando os dados eram nominais, e de Mann-Whitney, quando numéricos. Foi adotada a significância de 5%.RESULTADOS: Foram identificados 22 casos de tumores malignos (22 casos/395 ou 5,5% da amostra) sendo os mais comuns os de útero (10 casos/395 ou 2,5% da amostra) e de mama (9 casos/395 ou 2,2% da amostra). A presença de tumores estava associada com tempo de duração de doença (p=0,006), não sendo observada influência de tratamento com metotrexate (p=0,1), azatioprina (p=0,9), ciclofosfamida (p=0,6) e glicocorticoides (p=0,3). Os tumores de mama e de colo do útero foram mais comuns no lúpus eritematoso sistêmico do que na população em geral (p<0,0001 para ambos).CONCLUSÃO: Na presente amostra foi observada uma alta prevalência de tumores malignos, que foram mais comuns nas pacientes com maior tempo de doença. Os tumores mais frequentes foram os de mama e de útero, cuja incidência foi maior do que na população em geral. A presença de tumores não foi influenciada pelo uso de imunossupressores nem glicocorticoides.