1000 resultados para Vulnerabilidade


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OBJETIVO: Identificar reas de vulnerabilidade para os casos novos de co-infeco HIV/tuberculose (TB). MTODOS: Estudo descritivo ecolgico realizado por meio do georreferenciamento dos casos novos de HIV/TB notificados em Ribeiro Preto, SP, em 2006. Os dados foram obtidos do sistema de informao estadual paulista de notificao de TB. Os casos novos de co-infeco HIV/TB foram analisados conforme caractersticas sociodemogrficas e clnicas e, posteriormente, georreferenciados na base cartogrfica do municpio segundo endereo residencial. Os setores do municpio foram categorizados em trs nveis socioeconmicos: inferior, intermedirio e superior, com base na anlise de componentes principais das variveis do censo demogrfico de 2000 (renda, instruo e percentagem de domiclios com cinco ou mais moradores). Foi calculada a incidncia da co-infeco HIV/TB para cada nvel socioeconmico. RESULTADOS: A co-infeco HIV/TB acometeu mais adultos do sexo masculino em idade economicamente ativa e a forma pulmonar da TB foi a mais comum. A distribuio espacial mostrou que as incidncias nas reas com nveis socioeconmicos intermedirios e inferiores (8,3 e 11,5 casos por 100 mil habitantes, respectivamente) foram superiores quela (4,8 casos por 100 mil habitantes) de nvel socioeconmico superior. CONCLUSES: A taxa de incidncia de co-infeco HIV/TB analisada por nveis socioeconmicos mostrou padrao espacial de distribuiao no homogneo e apresentou valores mais altos em reas de maior vulnerabilidade social. O estudo diagnosticou areas geograficas prioritarias para o controle da co-infeco e a tecnologia do sistema de informao geogrfica pode ser empregada no planejamento das aes em sade pelos gestores municipais.

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OBJETIVO: analisar a insegurana alimentar e o vnculo inadequado me-filho como dois potenciais determinantes da desnutrio em crianas de quatro a seis anos de idade. MTODOS: estudo de caso-controle desenvolvido em Escolas Municipais de Educao Infantil (EMEIs) no Jardim Jaqueline, rea de alta vulnerabilidade social do municpio de So Paulo, Brasil. Foram aplicados a Escala Brasileira de Insegurana Alimentar e o Protocolo de Avaliao do Vnculo Me-filho, alm de coletadas informaes biolgicas e socio-econmicas. Para verificao dos efeitos de cada varivel independente e controle dos efeitos das demais variveis includas no modelo, foi utilizado o modelo de regresso logstica mltipla. RESULTADOS: verificou-se que tanto a insegurana alimentar familiar (OR=3,6) como o vnculo inadequado me-filho (OR=9,4) estiveram associados com a desnutrio infantil (p<0,05), mesmo aps o controle para o peso ao nascimento da criana e idade, estado conjugal e trabalho maternos. CONCLUSES: tanto a insegurana alimentar familiar (OR=3,6) como o vnculo me-filho inadequado (OR=9,4) mostraram-se fatores determinantes da ocorrncia da desnutrio na populao estudada.

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Esta iniciativa trata do acompanhamento da frequ??ncia escolar de crian??as e adolescentes em vulnerabilidade social, de fam??lias benefici??rias do Programa Bolsa Fam??lia. Atualmente, o universo de acompanhamento da frequ??ncia escolar ?? de aproximadamente 17 milh??es de crian??as e adolescentes de 6 a 17 anos. No ??ltimo per??odo, alcan??ou-se 97,85% de resultado l??quido de retorno da frequ??ncia, recorde da s??rie hist??rica. A iniciativa consegue resultados expressivos de acompanhamento da frequ??ncia escolar, em uma rede formada por 168 mil escolas que disponibilizam informa????es de aproximadamente 17 milh??es de crian??as e adolescentes de fam??lias pobres ou extremamente pobres, com a participa????o efetiva de todos os munic??pios (5.563 operadores municipais m??ster atuantes) e de operadores estaduais em todas as unidades da federa????o, apoiados por um sistema que possui 22 mil usu??rios

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O desenvolvimento socioeconmico pode ser mais ou menos desigual de acordo com as caractersticas de cada populao e governos e pesquisadores do Esprito Santo tm dado ateno especial para estes estudos. Na temtica de vulnerabilidade social, a falta de definio de qual grupamento populacional considerado socialmente vulnervel faz com que as polticas pblicas do estado percam focalizao. Assim, nesta pesquisa foi elaborado o ndice de Vulnerabilidade Social do Esprito Santo (IVES), um ndice sinttico composto por quatro dimenses (educao; empregabilidade, alocao do tempo e renda; infraestrutura domiciliar; composio familiar e mortalidade), para cada municpio do estado. Partindo de um mtodo de clustering foram criadas escalas para anlise do ndice (baixa, mdia, alta e muito alta) e os resultados apontaram para uma vulnerabilidade social mdia no estado, sendo a dimenso de empregabilidade, alocao do tempo e renda a que merece mais ateno das polticas, onde mais de 90% dos municpios possuem vulnerabilidade social muito alta.

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Muitos tm argumentado que as sociedades industriais esto se tornando cada vez mais dependentes da tecnologia e, conseqentemente, mais vulnerveis s falhas tecnolgicas. No obstante a difuso da tecnologia computacional, pouco conhecido a respeito das falhas do computador, exceto, talvez, as que so muito comuns. Este artigo analisa as fontes de insegurana do computador e rev a extenso e o custo dos computadores inconfiveis. Ao contrrio dos articulistas anteriores, os autores argumentam que os computadores digitais so inerentemente no confiveis por duas razes: primeira, so mais propensos a falhas totais, ao invs de parciais; e segunda, sua enorme complexidade significa que jamais podero ser completamente testados antes de serem colocados em uso. Os autores descrevem em seguida vrias tentativas institucionais para melhorar a confiabilidade, bem como possveis solues propostas pelos cientistas da computao, mas concluem que at agora nenhuma foi adequada. Em conseqncia, recomendam que os computadores no devam ser utilizados em aplicaes onde haja risco de vida.

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O ambiente de trabalho predominante atualmente nas organizaes complexas pode tanto atuar em favor da maior produtividade quanto debilitar a coeso e os laos de cooperao no trabalho. Neste ltimo caso, faz emergir nos pro&#64257;ssionais das empresas uma sensao de vulnerabilidade, traduzida por relacionamentos mais efmeros e super&#64257;ciais, que arrefecem a ao das pessoas. Neste artigo, trabalhou- se com a premissa de que o estabelecimento de um ambiente de con&#64257;ana pode neutralizar essa sensao. O estudo teve como &#64257;m investigar se os pro&#64257;ssionais percebem fragilidade nas relaes de trabalho, como reagem situao, e quais suas in&#64258;uncias no processo de gesto. O material discursivo, recolhido de entrevistas em profundidade com gerentes de organizaes multinacionais e nacionais de grande e mdio porte, traz explicaes para os motivos que levam instalao da sensao de vulnerabilidade no trabalho. Essas re&#64258;exes permitem inferir que possvel instalar procedimentos de gesto, padres de comportamento e cultura organizacional que atuem na reverso desse estado de coisas e desenvolvam ambientes de trabalho mais propcios.

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Segundo os dados do Relatrio Anual do Observatrio de Acesso Sade nos Imigrantes, da Rede Internacional Mdicos do Mundo de 2007 apenas um tero das pessoas inquiridas, imigrantes irregulares, que sofrem de um problema de sade crnico beneficia de um tratamento em curso e perto de metade das pessoas que declararam pelo menos um problema de sade sofreu um atraso ao recorrer aos cuidados de sade. O mesmo relatrio afirma ainda que os obstculos mais frequentes ao acesso e continuidade dos cuidados de sade, expressos pelas prprias pessoas, dizem principalmente respeito ao desconhecimento dos seus direitos, dos locais onde se devem dirigir para receber esses cuidados, ao custo dos tratamentos, s dificuldades administrativas, ao medo de uma denncia, discriminao e s barreiras lingusticas e culturais. Tendo como referncia a nossa experincia no terreno, de destacar, em primeiro lugar, entre os principais obstculos, aqueles que podemos associar s condies de vida e que contribuem directamente para a deteriorao do estado de sade, nomeadamente, as precrias condies de habitabilidade, alimentao deficiente, baixos rendimentos e as difceis e incertas condies de contratao e de segurana no trabalho.

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OBJETIVO: Identificar aspectos da masculinidade relacionados vulnerabilidade dos homens infeco pelo HIV. MTODOS: Pesquisa qualitativa realizada com homens motoristas de nibus e integrantes de uma Comisso Interna de Preveno de Acidentes (Cipa) em uma empresa de transportes coletivos na cidade de So Paulo, SP. Foram gravadas e transcritas dez entrevistas individuais e quatro oficinas de sexo seguro. Seu contedo foi disposto e discutido em blocos temticos relacionados sexualidade, infidelidade, ao preservativo, s doenas sexualmente transmissveis e Aids. RESULTADOS: So aspectos que tornam os homens mais vulnerveis: sentir-se forte, imune a doenas; ser impetuoso, correr riscos; ser incapaz de recusar uma mulher; considerar que o homem tem mais necessidade de sexo do que a mulher e de que esse desejo incontrolvel. A infidelidade masculina considerada natural; a feminina atribuda a deficincias do parceiro. A deciso por usar ou no camisinha feita pelo homem; a mulher s pode solicit-la para evitar gravidez. A no-utilizao da camisinha atribuda a: esttica, alto custo, medo de perder a ereo, perda de sensibilidade no homem e na mulher. Os entrevistados no se consideram vulnerveis ao HIV nem a doenas sexualmente transmissveis (DST) e confundem suas formas de transmisso. CONCLUSES: A idia de que ser homem ser um bom provedor para a famlia e ter responsabilidade pode constituir um aspecto que favorea a preveno, j que pode lev-los a usar camisinha como contraceptivo e para no trazer doenas para casa. importante conhecer e intervir sobre as concepes de masculinidade, no s porque elas podem contribuir para aumento da vulnerabilidade ao HIV, mas tambm porque podem apontar caminhos mais efetivos para a preveno.

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OBJETIVO: Descrever a vulnerabilidade, de caminhoneiros de rota curta, transmisso sexual do HIV e da Aids. MTODOS: Foram entrevistados 279 caminhoneiros com vnculo de trabalho na cidade de Santos, SP, em locais de concentrao na rea porturia e suas proximidades, sindicatos e associaes, recrutados pela amostragem do tipo "bola-de-neve". Foram realizadas entrevistas utilizando perguntas abertas e fechadas sobre questes sociodemogrficas, prticas sexuais, uso de drogas, conhecimento sobre o HIV e a Aids, contato prvio com programas de preveno Aids em Santos, percepo de sua vulnerabilidade ao HIV e Aids. Foi realizada anlise descritiva da amostra, e apresentados relatos para ilustrar algumas situaes de vulnerabilidade. RESULTADOS: Do total de 279 caminhoneiros entrevistados, 93% declararam ter parceira fixa, 40% referiram manter relaes sexuais com parceiras casuais, e 19% referiram manter relaes sexuais com parceiras freqentes. A principal situao de vulnerabilidade ao HIV ocorre devido ao uso inconsistente do preservativo, interligado ao vnculo estabelecido com cada parceira. O tempo fora de casa parece no ser o principal fator para situaes de vulnerabilidade, conforme demonstram estudos com caminhoneiros de rota longa. CONCLUSES: A cultura "machista" e os papis tradicionais masculinos so emblemticos entre os caminhoneiros de rota curta. Certamente necessrio investir mais na preveno nessa categoria profissional. A preveno em locais de trabalho parece promissora, pois permite entender melhor seu universo, propiciando intervenes educativas adequadas a essa categoria profissional.

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OBJETIVOS: Com o aumento do nmero de casos notificados de Aids em mulheres, as intervenes comunitrias, que so fundamentais nesse contexto, so poucas e raramente avaliadas. Assim, objetivou-se realizar um estudo-interveno de base comunitria, buscando desenvolver e avaliar um conjunto de aes de preveno das DST e da Aids voltadas a atingir a vulnerabilidade da populao feminina de baixa renda. MTODOS: O estudo foi realizado na favela Monte Azul, na cidade de So Paulo, SP, no perodo de um ano (1998-1999). Foram desenvolvidas as seguintes aes: treinamento de profissionais de sade do ambulatrio local, disponibilidade de recursos preventivos (camisinha masculina e feminina), realizao de grupos educativos, distribuio de materiais educativos e realizao de programas na rdio comunitria. Para avaliar a interveno, foram analisados dados provenientes de quatro diferentes instrumentos de investigao: pr e ps-teste sobre capacitao de profissionais de sade para o trabalho preventivo, monitoramento de retirada de preservativos, observao participante das atividades comunitrias e registro de depoimentos espontneos dos profissionais de sade e populao-alvo durante as atividades. RESULTADOS: Entre os achados do estudo, destacam-se o aumento da demanda pela camisinha masculina e o interesse pela camisinha feminina; diferenas relevantes relacionadas a gnero e idade e adeso s atividades propostas; e bons resultados na sensibilizao e capacitao dos profissionais de sade, embora com limites na manuteno de seu envolvimento com as atividades preventivas. CONCLUSES: As estratgias que corresponderam aos cdigos, s demandas e aos interesses especficos da cultura local, principalmente em relao a papis de gnero, tiveram sucesso como aes preventivas. A sobrecarga dos profissionais de sade do ambulatrio local mostrou-se um limite importante para uma ao preventiva sustentada.

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OBJETIVO: Investigar comportamentos de risco e autopercepo de vulnerabilidade s doenas sexualmente transmissveis (DST) e Sndrome de imunodeficincia adquirida (Aids) em mulheres. MTODOS: Dos 281 setores censitrios existentes na cidade de Pelotas, RS, foram selecionados 48 a partir de amostragem sistemtica. Foi entrevistada uma amostra de 1.543 mulheres, de 15 a 49 anos, por meio de questionrio composto de trs partes (informaes socioeconmicas, perguntas aplicadas em entrevista, questionrio auto-aplicado). Para tabulao dos dados, foi utilizado o programa Epi-Info, verso 6.0. Para anlise estatstica dos dados foram usados o teste de Kappa e a razo de odds. RESULTADOS: Na amostra, 64% das mulheres achavam impossvel ou quase impossvel adquirir DST/Aids. Os principais comportamentos de risco foram o no uso de preservativo na ltima relao antes do depoimento (72%); incio das relaes sexuais com menos de 18 anos (47%); uso de lcool ou drogas pelo parceiro (14%) ou pela mulher (7%) antes da ltima relao; dois ou mais parceiros nos trs meses que antecederam o depoimento (7%) e sexo anal na ltima relao (3%); 44% das mulheres apresentaram dois ou mais comportamentos de risco. A sensibilidade da autopercepo, usando como padro o escore de risco igual ou superior a dois, foi de 41 %. Sua especificidade de 67%. CONCLUSES: A autopercepo de vulnerabilidade no um bom indicador, pois as mulheres no identificam corretamente seu nvel de risco.

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O estudo analisa a resposta brasileira em contraste com as metas estabelecidas para a preveno do HIV/Aids pela UNGASS. Analisaram-se pesquisas nacionais, documentos e informaes do Programa Nacional de DST/Aids e dos planos de aes e metas estaduais. O Brasil conta com vrios programas de preveno que atendem s metas da UNGASS propostas para 2005. Incluem o confronto do estigma e da discriminao, o estmulo ao teste anti-HIV, a distribuio de preservativos, a troca de seringas, a abordagem franca da sexualidade nas escolas, a preveno entre trabalhadores do sexo e homossexuais e nos locais de trabalho, que resultaram no crescimento da testagem e do uso do preservativo masculino. Foram discutidos vrios desafios: superar a descontinuidade das aes, especialmente junto a alguns grupos mais vulnerveis; capacitar equipes de preveno; ampliar o monitoramento da qualidade e quantidade das aes de preveno; superar as desigualdades regionais, de raa e de gnero. Concluiu-se que o direito preveno no prioridade nas instncias pblicas de controle social ou nas agendas do movimento social, como tem sido o direito ao melhor tratamento dos portadores do HIV. Para ampliar a efetividade dessas aes, sugere-se compreend-las e pactu-las tendo como referncia a promoo e garantia de direitos humanos, abrindo espaos para o debate tico-poltico no nvel local e nacional.

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O trabalho teve por objetivo analisar a noo de vulnerabilidade utilizada pela biotica para debater as pesquisas com seres humanos na atualidade, a partir de uma reflexo acerca da biopoltica na cultura contempornea. Para isto, partiu-se da leitura de Giorgio Agamben dos modelos de poder foucaultianos - Soberania e Biopoltica - para, em seguida, analisar a noo de vida nua - "vida sem nenhum valor". Se os dispositivos de poder nas democracias modernas conjugam estratgias biopolticas com a emergncia da fora do poder soberano que transforma a vida em vida nua, fato que a biotica deve ser um instrumento de proteo das pessoas vulneradas. No entanto, alm do territrio do estado do direito, a biotica tambm deve poder penetrar nas zonas de indiferenciao, onde soberania e tcnica se misturam, profanando a fronteiras biopolticas e problematizando a prpria condio de vulnerabilidade.

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Dissertao de Mestrado em Cincias Econmicas e Empresariais