16 resultados para Uncontrollability
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Foram analisados efeitos de diferentes histórias de incontrolabilidade por perda ou ganho de pontos sobre o desempenho posterior de participantes humanos na construção de frases. Inicialmente, os participantes podiam ganhar ou perder pontos independentemente de qualquer característica da frase construída. Posteriormente, recebiam pontos por construir frases iniciadas apenas pelo pronome "ele". Os resultados mostram que a exposição à incontrolabilidade pode dificultar condições posteriores de novas aprendizagens sob reforçamento positivo. Interessantemente, essas dificuldades foram menos acentuadas e, em certos casos, até mesmo superadas, no caso de uma história de exposição a ganhos incontroláveis de pontos. Em contrapartida, no caso de uma história de perdas incontroláveis de pontos, aprendizagens subsequentes sob reforço positivo tenderam a ser prejudicadas. Esses resultados contribuem para os estudos de incontrolabilidade e desamparo aprendido, em particular por apresentar alternativas metodológicas passíveis de aplicação a respostas verbais em humanos.
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Negative impacts of noise exposure on health and performance may result in part from learned helplessness, the syndrome of deficits typically produced by exposure to uncontrollable events. People may perceive environmental noise to be uncontrollable, and several effects of noise exposure appear to parallel learned helplessness deficits. In the present socioacoustic survey (N = 1,015), perceived control over aircraft noise correlated negatively with some effects of noise (though not others). Furthermore, these effects were better predicted by perceived control than by noise level. These observational data support the claim that learned helplessness contributes to the effects of noise exposure.
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"Beauty-contest" is a game in which participants have to choose, typically, a number in [0,100], the winner being the person whose number is closest to a proportion of the average of all chosen numbers. We describe and analyze Beauty-contest experiments run in newspapers in UK, Spain, and Germany and find stable patterns of behavior across them, despite the uncontrollability of these experiments. These results are then compared with lab experiments involving undergraduates and game theorists as subjects, in what must be one of the largest empirical corroborations of interactive behavior ever tried. We claim that all observed behavior, across a wide variety of treatments and subject pools, can be interpretedas iterative reasoning. Level-1 reasoning, Level-2 reasoning and Level-3 reasoning are commonly observed in all the samples, while the equilibrium choice (Level-Maximum reasoning) is only prominently chosen by newspaper readers and theorists. The results show the empirical power of experiments run with large subject-pools, and open the door for more experimental work performed on the rich platform offered by newspapers and magazines.
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Tutkimuksen tavoitteena on selvittää tarvitseeko Starkki Oy Ab keskusvarastotoimintoja rakennustyömaan toimitusketjussa. Tutkimuksen teoriaosa esittelee reagoivan toimitusketjun hallinnan menetelmiä ja jakelun merkitystä toimitusketjussa. Lisäksi teoriaosassa esitellään kumppanuus-ajattelun perusteita. Empiriaosassa esitellään kohdeyritys, rakennustyömaan logistiikkaa tällä hetkellä ja pohditaan kolmea erilaista yrityksen jakelurakennetta. Tutkimus on kuvaileva. Rakennustyömaan logistiikan voidaantodeta jäävän helposti materiaalitoimittajien vastuulle. Vaikka materiaalitoimittajat pysyvätkin yleensä sovitussa aikataulussa, ei rakennustyömaa itsessään siinä välttämättä onnistu. Tämä johtaa rakentamisen logistiikan hallitsemattomuuteen ja rakentamisen tehokkuuden heikkenemiseen. Ongelma voidaan kuitenkin välttäätehokkaalla informaation jakamisella ja rakennustyömaan toimitusketjun läpi ulottuvalla yhteistyöllä.
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Objectif: Ce mémoire avait pour objectif d’examiner le contenu cognitif du discours d’agresseurs sexuels d’enfants dans un échantillon d’hommes francophones afin de déterminer s’il est possible de reproduire les catégories de théories implicites telles que proposées par Ward et Keenan (1999). Le but était également d’investiguer la possibilité de retrouver de nouvelles théories implicites. Méthode: 20 entrevues semi-structurées ont été réalisées auprès d’un échantillon d’agresseurs sexuels d’enfants judiciarisés (Centre hospitalier Robert-Giffard, Établissement Montée St-François). À partir de ces entrevues, 2 juges indépendants ont sélectionné le contenu cognitif du discours des agresseurs sexuels. Ce contenu a ensuite été classé thématiquement. Chacun des thèmes émergents a fait l’objet d’une analyse indépendante afin de déterminer si les catégories permettaient une classification optimale des distorsions cognitives. Les juges ont donc repris 3 entrevues et ont recodifié les données afin de comparer la codification. Les données ont été analysées à l’aide de NVivo, un logiciel d’analyse de données qualitatives. Les résultats ont été discutés et comparés aux résultats de Ward et Keenan (1999). Résultats: Les analyses ont permis de trouver 6 théories implicites. Les théories Le droit d’agir à sa guise, Le monde est incontrôlable et L’agression ne cause pas de tort aux enfants étaient identiques à leur version originale. La théorie Le monde est dangereux variait de sa version originale car aucun lien causal n’a été trouvé entre la perception des adultes et des enfants. Deux visions uniques et indépendantes l’une de l’autre ont plutôt été observées. Aussi, les résultats ont montré que les agresseurs partageaient une image dichotomique de la femme. D’ailleurs, ce résultat est consistant avec la théorie implicite Les femmes sont dangereuses de Polaschek et Ward (2004). La théorie Les enfants sont des êtres sexuels variait de sa version originale quant à sa conceptualisation. Les enfants sont des partenaires de vie est une nouvelle théorie implicite n’ayant pas été discutée par Ward et Keenan. Ce résultat est consistant avec les recherches de Wilson (1999) sur la congruence émotionnelle envers les enfants des agresseurs sexuels.
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Objective: To evaluate CBTp delivered by non-expert therapists, using CBT relevant measures. Methods: Participants (N=74) were randomised into immediate therapy or waiting list control groups. The therapy group was offered six months of therapy and followed up three months later. The waiting list group received therapy after waiting nine months (becoming the delayed therapy group). Results: Depression improved in the combined therapy group at both the end of therapy and follow-up. Other significant effects were found in only one of the two therapy groups (positive symptoms; cognitive flexibility; uncontrollability of thoughts) or one of the two timepoints (end of therapy: PANSS general symptoms, anxiety, suicidal ideation, social functioning, resistance to voices; follow-up: power beliefs about voices, negative symptoms). There was no difference in costs between the groups. Conclusions: The only robust improvement was in depression. Nevertheless, there were further encouraging but modest improvements in both emotional and cognitive variables, in addition to psychotic symptoms.
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O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica do tecido conjuntivo, de caráter auto-imune e natureza multissistêmica, podendo afetar diversos órgãos e sistemas. Há predomínio no sexo feminino e apresenta períodos de remissão e exacerbação. Embora de etiologia ainda desconhecida, vários fatores contribuem para o desenvolvimento da doença, dentre eles os fatores hormonais, ambientais, genéticos e imunológicos. Algumas manifestações clínicas têm desafiado os especialistas, como é o caso da associação do LES com estados depressivos. Este estudo teve como objetivo identificar variáveis relacionadas à adesão ao tratamento em mulheres com diagnóstico de LES. Foram feitas correlações entre características sociodemográficas, níveis de depressão, qualidade de vida, estratégias de enfrentamento e comportamentos de adesão ao tratamento. Foram usados os instrumentos: Roteiros de entrevista, Escalas Beck, International Quality of Life Assessment Project (SF-36), Escala Modos de Enfrentamento de Problemas (EMEP) e Inventário de Qualidade de Vida (WHOQOL-Breve). As participantes integravam um grupo de trinta pacientes assistidas no ambulatório de reumatologia de um hospital público. Foram distribuídas em dois grupos, de acordo com o uso ou não de medidas orientadas pelo médico: Adesão (n=17) e Não Adesão (n=13). O grupo Adesão, independentemente da idade e do tempo de diagnóstico, apresentou menores níveis de depressão se comparado com o grupo Não Adesão. Os resultados sugerem que, em ambos os grupos, nos primeiros cinco meses de convivência da paciente com o LES, o aspecto físico, a dor e o estado geral de saúde são percebidos como fatores difíceis de lidar. Entretanto, é possível afirmar que, nesse mesmo período, se o paciente não adere às prescrições médicas, o desconforto em relação aos fatores citados é intensificado. A correlação entre o domínio Vitalidade, o domínio Aspectos sociais (medidos pelo SF-36) e a adesão ao tratamento apresentou-se válida, pois as participantes do grupo Adesão também relataram que se sentiam amparadas, tanto pelo seu grupo social quanto pela equipe de saúde. Os resultados sugerem que o comportamento depressivo pode ocorrer pelo longo tempo de convivência dessas pacientes com a incontrolabilidade dos sintomas da doença, e também por conta das seqüelas do LES, que as atinge severamente, comprometendo órgãos vitais como rins, coração, pulmões, prejudicando a qualidade de vida das mesmas. Discutem-se as vantagens e limitações do uso de instrumentos para identificação de variáveis relevantes no estudo da adesão ao tratamento em doenças crônicas. Sugere-se a realização de estudos longitudinais, com delineamento do sujeito como seu próprio controle para investigar a relação entre estados depressivos, controle de sintomas e adesão ao tratamento.
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A Análise do Comportamento oferece diversas explicações para o fenômeno denominado depressão, uma das quais envolve a referência ao modelo do desamparo aprendido. O desamparo aprendido é definido como a dificuldade de aprendizagem resultante da exposição a estímulos aversivos incontroláveis. Como produtos desta exposição, surgiriam padrões comportamentais comuns àqueles observados em indivíduos depressivos, a exemplo de inatividade. Em razão do paralelo entre os efeitos da experiência com incontrolabilidade sobre o repertório comportamental em humanos e não-humanos, o desamparo aprendido tem sido apontado como um modelo animal de depressão. Frequentemente, menções à experiência com incontrolabilidade são encontradas na literatura em associação com o desamparo aprendido, cuja ocorrência é estritamente vinculada àquela condição. A incontrolabilidade também parece relevante para a instalação de respostas identificadas com a depressão. No presente trabalho, descrevem-se as definições de incontrolabilidade referidas por publicações da área comportamental experimental e clínica, discutindo-se a pertinência deste conceito em explicações funcionais da depressão na Análise do Comportamento, bem como suas possíveis contribuições para um modelo de intervenção clínica da depressão à luz desta abordagem. A relação entre incontrolabilidade e depressão é tratada a partir de cinco categorias de análise: 1) Variabilidade de fenômenos investigados, de resultados produzidos e de definições oferecidas; 2) Efeitos diferenciais da incontrolabilidade frente a estímulos aversivos e apetitivos; 3) Enfoques transversais das variáveis relevantes: instaladoras x mantenedoras, históricas x atuais, exclusivas x sobrepostas a outros fenômenos; 4) Incontrolabilidade em Humanos: suposições numerosas, evidências empíricas escassas e Contingências Verbais; 5) Tratamento da depressão: pontos de contato e de distanciamento frente à investigação empírica. Diferentes usos do conceito de incontrolabilidade são assinalados, indicando-se como a mesma topografia verbal é emitida por diversos autores sob controle de eventos distintos. Variáveis relevantes para a generalidade do desamparo aprendido – enquanto modelo experimental e equivalente animal da depressão – são discutidas, justificando-se a necessidade de maior investigação de aspectos como: correspondência entre o conceito de incontrolabilidade e a condição experimentalmente estabelecida no laboratório; efeitos de diferentes tipos de estimulação incontrolável; produção de desamparo aprendido em humanos e participação de processos verbais; diferentes efeitos da sinalização pré-aversiva de estímulos incontroláveis. Assinala-se que, em geral, o tratamento analítico-comportamental da depressão é constituído por procedimentos com foco sobre a aprendizagem de que responder controla o ambiente e pode disponibilizar reforçadores. É examinado o papel da incontrolabilidade na instalação da depressão, constatando-se, por fim, que se apresenta como condição suficiente, porém não necessária para a ocorrência e/ou manutenção do fenômeno.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Este artigo oferece uma análise dos diferentes usos do conceito de incontrolabilidade vinculados ao modelo do desamparo aprendido, apontado como um modelo animal de depressão, indicando como a mesma topografia verbal é emitida sob controle de eventos distintos. Discute-se a generalidade do conceito de desamparo aprendido a partir de dados obtidos com humanos, abordando-se também aspectos relativos à participação de contingências verbais na ocorrência do efeito. Variáveis relevantes para a generalidade do desamparo aprendido – enquanto modelo experimental e equivalente animal da depressão na análise do comportamento – são discutidas, justificando-se a necessidade de maior investigação da correspondência entre o conceito de incontrolabilidade e a condição experimentalmente estabelecida em laboratório e da produção de desamparo aprendido em humanos com participação de processos verbais.
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It has been previously shown that the implicit affiliation motive – the need to establish and maintain friendly relationships with others – leads to chronic health benefits. The underlying assumption for the present research was that the implicit affiliation motive also moderates the salivary cortisol response to acute psychological stress when some aspects of social evaluation and uncontrollability are involved. By contrast we did not expect similar effects in response to exercise as a physical stressor. Fifty-nine high school students aged M = 14.8 years were randomly assigned to a psychosocial stress (publishing the results of an intelligence test performed), a physical stress (exercise intensity of 65–75% of HRmax), and a control condition (normal school lesson) each lasting 15 min. Participants’ affiliation motives were assessed using the Operant Motive Test and salivary cortisol samples were taken pre and post stressor. We found that the strength of the affiliation motive negatively predicted cortisol reactions to acute psychosocial but not to physical stress when compared to a control group. The results suggest that the affiliation motive buffers the effect of acute psychosocial stress on the HPA axis.
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Stereotypies are repetitive and relatively invariant patterns of behavior, which are observed in a wide range of species in captivity. Stereotypic behavior occurs when environmental demands produce a physiological response that, if sustained for an extended period, exceeds the natural physiological regulatory capacity of the organism, particularly in situations that include unpredictability and uncontrollability. One hypothesis is that stereotypic behavior functions to cope with stressful environments, but the existing evidence is contradictory. To address the coping hypothesis of stereotypies, we triggered physiological reactions in 22 horses affected by stereotypic behavior (crib-biters) and 21 non-crib-biters (controls), using an ACTH challenge test. Following administration of an ACTH injection, we measured saliva cortisol every 30min and heart rate (HR) continuously for a period of 3h. We did not find any differences in HR or HR variability between the two groups, but crib-biters (Group CB) had significantly higher cortisol responses than controls (Group C; mean±SD: CB, 5.84±2.62ng/ml, C, 4.76±3.04ng/ml). Moreover, crib-biters that did not perform the stereotypic behavior during the 3-hour test period (Group B) had significantly higher cortisol levels than controls, which was not the case of crib-biters showing stereotypic behavior (Group A) (B, 6.44±2.38ng/ml A, 5.58±2.69ng/ml). Our results suggest that crib-biting is a coping strategy that helps stereotypic individuals to reduce cortisol levels caused by stressful situations. We conclude that preventing stereotypic horses from crib-biting could be an inappropriate strategy to control this abnormal behavior, as it prevents individuals from coping with situations that they perceive as stressful.
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In this paper I will reflect on the emergence of the distinct figure of the child asylum seeker which has entered public and political debates in Switzerland within the last 2 years. It is a figure that is identified through certain attributes such as youth, trauma, lostness or need for protection, and it is a figure that is imbued with certain rights (namely children’s rights). While this has helped young people to receive special treatment, the question arises what the repercussions are for those who do not fit within these categories. What, for example, happens, when different notions of youth, childhood and adolescence clash and disrupt ideals of innocence and childhood? And given that negative public discourses are largely focussed on the apparent danger and uncontrollability of male, single asylum seekers, what happens when categories mix and mingle? In this paper I will shed light on the interplay of institutional expectations of what constitutes a 'proper' child refugee and the ways young people themselves play with, test and contest these norms.
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This paper examines the relationship between medical and hospital accounting discourses during the two decades after the 1946 National Health Service (NHS) Act for England and Wales. It argues that the departmental costing system introduced into the NHS in 1957 was concerned with the administrative aspects of hospital costliness as contemporary hospital accountants suggested that the perceived incomparability, immeasurability and uncontrollability of medical practice precluded the application of cost accounting to the clinical functions of hospitals. The paper links these suggestions to medical discourses which portrayed the practice of medicine as an intuitive and experience-based art and argues that post-war conceptions of clinical medicine represented this domain in a manner that was neither susceptible to the calculations of cost accountants nor to calculating and normalising intervention more generally. The paper concludes by suggesting that a closer engagement with medical discourses may enhance our understanding of historical as well as present day attempts to make medicine calculable.