124 resultados para Teta
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This study analyzed the involvement of tetA and tetE genes in the tetracycline resistance of 16 strains of genus Aeromonas, isolated from clinical and food sources. Polymerase chain reactions revealed that 37.5% of the samples were positive for tetA, and also 37.5% were tetE positive. One isolate was positive for both genes. Only the isolate A. caviae 5.2 had its resistance associated to the presence of a plasmid, pSS2. The molecular characterization of pSS2 involved the construction of its restriction map and the determination of its size. The digestion of pSS2 with HindIII originated two fragments (A and B) that were cloned separately into the pUC18 vector. The tetA gene was shown to be located on the HindIII-A fragment by PCR. After transforming a tetracycline-sensitive strain with pSS2, the transformants expressed the resistance phenotype and harbored a plasmid whose size was identical to that of pSS2. The results confirmed the association between pSS2 and the tetracycline resistance phenotype, and suggest a feasible dissemination of tetA and tetE among strains of Aeromonas. This study suggests the spreading tetA and tetE genes in Aeromonas in Brazil and describes a resistance plasmid that probably contributes to the dissemination of the resistance.
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Tesis ( Maestro en Ciencias de la Ingeniería Mecánica con Especialidad en Materiales) U.A.N.L.
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The processing of spatial and episodic information during memory tasks depends on hippocampal theta oscillations. In the present study, I investigated the relationship between theta power and choice selection during spatial decision-making. I recorded local field potentials from the CA1 region of rats retrieving reward locations in a 4-arm maze. In trained but not in naïve animals, I observed a significant increase in theta power during decision-making, which could not be explained by changes in locomotion speed. Furthermore, a Bayesian decoder based on theta power predicted choice outcomes in speed-matched trials. The decoding time course revealed that performance increased above chance before the decision moment exclusively for theta power, remaining flat for other frequency bands. These results occurred for trained animals, but no significant prediction could be made for naïve animals. Altogether, the data support a mnemonic function of theta rhythm during spatial decision-making, indicating that these oscillations correlate with the retrieval of memories required for successful decisions
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Pós-graduação em Ciência dos Materiais - FEIS
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Recent work has suggested that the chromosomally encoded TetA(L) transporter of Bacillus subtilis, for which no physiological function had been shown earlier, not only confers resistance to low concentrations of tetracycline but is also a multifunctional antiporter protein that has dominant roles in both Na+- and K+-dependent pH homeostasis and in Na+ resistance during growth at alkaline pH. To rigorously test this hypothesis, TetA(L) has been purified with a hexahistidine tag at its C terminus and reconstituted into proteoliposomes. The TetA(L)–hexahistidine proteoliposomes exhibit high activities of tetracycline–cobalt/H+, Na+/H+, and K+/H+ antiport in an assay in which an outwardly directed proton gradient is artificially imposed and solute uptake is monitored. Tetracycline uptake depends on the presence of cobalt and vice versa, with the cosubstrates being transported in a 1:1 ratio. Evidence for the electrogenicity of both tetracycline–cobalt/H+ and Na+/H+ antiports is presented. K+ and Li+ inhibit Na+ uptake, but there is little cross-inhibition between Na+ and tetracycline–cobalt uptake activities. The results strongly support the conclusion that TetA(L) is a multifunctional antiporter. They expand the roster of such porters to encompass one with a complex organic substrate and monovalent cation substrates that may have distinct binding domains, and provide the first functional reconstitution of a member of the 14-transmembrane segment transporter family.
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Mode of access: Internet.
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Some vols. issued in parts.
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Estudou-se os atributos físicos, hídricos e químicos de um Latossolo sob sistema de agroflorestal na região Amazônica. O solo foi descrito morfologicamente e amostras com estrutura deformada foram coletadas para caracterização física e química. A análise das propriedades hidráulicas foi realizada a partir de amostras indeformadas coletadas a cada camada de 0,10 m até 1,00 m de profundidade com 5 repetições para determinação da condutividade hidráulica do solo saturado (Ko) pelo método do permeâmetro de carga decrescente e determinação das curvas de retenção (fim(teta)), utilizando as tensões de 1, 2 e 4 kPa (funis de placa porosa) e 10, 30, 50, 100, 500 e 1500 kPa (câmaras de pressão com placa porosa). As demais análises foram realizadas até 1,50 m de profundidade. Os valores de Ko nas camadas apresentaram grande homogeneidade estando compreendido entre 2,22 a 3,20 cm dia-1, sendo relacionados com variação da densidade do solo e porosidade. A retenção hídrica demonstra que o solo tem a capacidade de reter elevada quantidade de água, mesmo quando submetido a elevados potenciais, indicando uma baixa disponibilidade para as plantas. As curvas de retenção não apresentaram um bom ajuste pela equação de van Genuchten , sugerindo uma distribuição de poros bimodal.
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Na aplicação do X2-teste devemos distinguir dois casos : Á) Quando as classes de variáveis são caracterizadas por freqüências esperadas entre p = 0,1 e p = 0,9, podemos aplicar o X2-teste praticamente sem restrição. É talvez aconselhável, mas não absolutamente necessário limitar o teste aos casos nos quais a freqüência esperada é pelo menos igual a 5. e porisso incluimos na Táboa II os limites da variação de dois binômios ( 1/2 + 1/2)n ( 1/4 + 3/4)n para valo r es pequenos de N e nos três limites convencionais de precisão : ,5%, 1% e 0,1%. Neste caso, os valores dos X2 Índividuais têm apenas valor limitado e devemos sempre tomar em consideração principalmente o X2 total. O valor para cada X2 individual pode ser calculado porqualquer das expressôe seguintes: x2 = (f obs - f esp)²> f. esp = ( f obs - pn)2 pn = ( f obs% - p)2.N p% (100 - p%) O delta-teste dá o mesmo resultado estatístico como o X2-teste com duas classes, sendo o valor do X2-total algébricamente igual ao quadrado do valor de delta. Assim pode ser mais fácil às vezes calcular o X2 total como quadrado do desvio relativo da. variação alternativa : x² = ( f obs -pn)² p. (1-p)N = ( f obs - p %)2.N p% (100 - p%) B) Quando há classes com freqüência esperada menor do que p = 0,1, podemos analisar os seus valores individuais de X2, e desprezar o valor X2 para as classes com p maior do que 0,9. O X2-teste, todavia, pode agora ser aplicado apenas, quando a freqüência esperada for pelo menos igual ou maior do que 5 ou melhor ainda, igual ou maior do que 10. Quando a freqüência esperada for menor do que 5, a variação das freqüências observadas segue uma distribuição de Poisson, não sendo possível a sua substituição pela aproximação Gausseana. A táboa I dá os limites da variação da série de Poisson para freqüências esperadas (em números) desde 0,001 até 15. A vantagem do emprego da nova táboa I para a comparação, classe por classe, entre distribuições esperadas e observadas é explicada num exemplo concreto. Por meio desta táboa obtemos informações muito mais detablhadas do que pelo X2-teste devido ao fato que neste último temos que reunir as classes nas extremidades das distribuições até que a freqüência esperada atinja pelo menos o valor 5. Incluimos como complemento uma táboa dos limites X2, pára 1 até 30 graus de liberdade, tirada de um outro trabalho recente (BRIEGER, 1946). Para valores maiores de graus da liberdade, podemos calcular os limites por dois processos: Podemos usar uma solução dada por Fischer: √ 2 X² -√ 2 nf = delta Devem ser aplicados os limites unilaterais da distribuição de Gauss : 5%:1, 64; 1%:2,32; 0,1%:3,09: Uma outra solução podemos obter segundo BRIEGER (1946) calculando o valor: √ x² / nf = teta X nf = teta e procurando os limites nas táboas para limites unilaterais de distribuições de Fischer, com nl = nf(X2); n2 = inf; (BRIEGER, 1946).
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The accurate estimation of total daily energy expenditure (TEE) in chronic kidney patients is essential to allow the provision of nutritional requirements; however, it remains a challenge to collect actual physical activity and resting energy expenditure in maintenance dialysis patients. The direct measurement of TEE by direct calorimetry or doubly labeled water cannot be used easily so that, in clinical practice, TEE is usually estimated from resting energy expenditure and physical activity. Prediction equations may also be used to estimate resting energy expenditure; however, their use has been poorly documented in dialysis patients. Recently, a new system called SenseWear Armband (BodyMedia, Pittsburgh, PA) was developed to assess TEE, but so far no data have been published in chronic kidney disease patients. The aim of this review is to describe new measurements of energy expenditure and physical activity in chronic kidney disease patients.