257 resultados para TSH
Resumo:
Background: Much is known about how genes regulated by nuclear receptors (NRs) are switched on in the presence of a ligand. However, the molecular mechanism for gene down-regulation by liganded NRs remains a conundrum. The interaction between two zinc-finger transcription factors, Nuclear Receptor and GATA, was described almost a decade ago as a strategy adopted by the cell to up-or down-regulate gene expression. More recently, cell-based assays have shown that the Zn-finger region of GATA2 (GATA2-Zf) has an important role in down-regulation of the thyrotropin gene (TSH beta) by liganded thyroid hormone receptor (TR). Methodology/Principal Findings: In an effort to better understand the mechanism that drives TSH beta down-regulation by a liganded TR and GATA2, we have carried out equilibrium binding assays using fluorescence anisotropy to study the interaction of recombinant TR and GATA2-Zf with regulatory elements present in the TSH beta promoter. Surprisingly, we observed that ligand (T3) weakens TR binding to a negative regulatory element (NRE) present in the TSH beta promoter. We also show that TR may interact with GATA2-Zf in the absence of ligand, but T3 is crucial for increasing the affinity of this complex for different GATA response elements (GATA-REs). Importantly, these results indicate that TR complex formation enhances DNA binding of the TR-GATA2 in a ligand-dependent manner. Conclusions: Our findings extend previous results obtained in vivo, further improving our understanding of how liganded nuclear receptors down-regulate gene transcription, with the cooperative binding of transcription factors to DNA forming the core of this process.
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Diversas alterações na concentração sérica dos hormônios tiroidianos têm sido descritas em associação a doenças crônicas não-tiroidianas. Com relação às doenças hepáticas crônicas, a síndrome do T3 baixo foi descrita em pacientes cirróticos, enquanto a síndrome do T4 elevado foi encontrada em esquistossomóticos com a forma hepatoesplênica compensada. Com o intuito de verificar se as alterações relatadas na esquistossomose mansônica eram de origem "periférica" ou "central", realizamos a prova do TRH-TSH em 12 pacientes esquistossomóticos "puros" (6 hepatointestinais e 6 hepatoesplênicos compensados) e em 5 indivíduos controle. Os resultados obtidos demonstram que o eixo hipotálamo-hipofisário é normal nas formas crônicas da esquistossomose e que provavelmente as alterações previamente relatadas devem ser '"periféricas" e não " centrais".
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Neste trabalho os AA avaliam a sensibilidade, especificidade e valor predictivo do doseamen to dos anticorpos anti-receptor da TSH (TRAb) no diagnóstico da doença de Graves. A população estudada incluiu 80 doentes com doença de Graves recentemente diagnosticada e sem tratamento prévio (grupo 1), 63 doentes com outras patologias tiroideias (grupo II) e 60 indivíduos sem patologia tiroideia (grupo III). Utilizaram uma técnica de radioreceptor, o kit TRAK Henning, que considera positividade> 14 U TRAb L, negatividade 9 e zona cinzenta entre estes 2 valores. No grupo 1, 11 doentes tinham TRAb negativo e 7 situavam-se na zona cinzenta. No grupo II apenas 2 doentes tinham TRAb de 9 e todos os indivíduos do grupo controlo tinham TRAb negativo. Para efeito estatístico foram excluidos os doentes com valores na zona cinzenta. Os valores de sensibilidade e especificidade para o método ensaiado foram respectivamente de 84,5° o e 10000. O valor predictivo foi de 1000 o, o que permite afirmar com segurança que um doente com hipertiroidismo e TRAb positivo tem doença de Graves.
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Apresenta-se um caso clínico de hipertiroidismo por secreção inapropriada não tumoral de TSH, numa mulher de 31 anos, investigado na sequência do achado de T3 e TSH elevados após tiroidecto mia. A resposta exagerada de TSH à TRH e a supressão parcial após triiodotironina aliadas à normal expressão morfológica tomodensitométrica da região selar confirmaram o diagnóstico. As terapêuticas com bromocriptina e ocjreotido revelaram-se ineficazes na supressa da TSH. O ensaio com 3-5-3’ ácido triiodotiroacético ficou deferido pela ocorrência de gravidez e aleitamento.
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Thyroid-stimulating hormone-receptor autoantibodies normally causes hyperthyroidism. However, they might have blocking activity causing hypothyroidism. A 11-year-old girl followed due to type 1 diabetes mellitus, celiac disease and euthyroid lymphocytic thyroiditis at diagnosis. Two years after the initial evaluation, thyroid-stimulating hormone was suppressed with normal free T4; nine months later, a biochemical evolution to hypothyroidism with thyroid-stimulating hormone-receptor autoantibodies elevation was seen; the patient remained always asymptomatic. Chinese hamster ovary cells were transfected with the recombinant human thyroid-stimulating hormone -receptor, and then exposed to the patient's serum; it was estimated a 'moderate' blocking activity of these thyroid-stimulating hormone-receptor autoantibodies, and concomitantly excluded stimulating action. In this case, the acknowledgment of the blocking activity of the serum thyroid-stimulating hormone-receptor autoantibodies, supported the hypothesis of a multifactorial aetiology of the hypothyroidism, which in the absence of the in vitro tests, we would consider only as a consequence of the destructive process associated to lymphocytic thyroiditis.
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A reduced secretion of thyroid hormones with age has been documented in humans and animals with no substantial increase in TSH secretion, which may be indicative of an age-related impairment of the pituitary sensitivity to the negative control exerted by thyroid hormones. We have evaluated in rats the influence of sex and age on pituitary T3 nuclear receptors--known to be determinant in the regulation of TSH secretion--as well as on T3 concentration in the pituitary gland. As regards sex, the density of T3 receptors and the concentration of T3 in pituitary gland and plasma were greater in females than in males whereas pituitary and plasma TSH concentrations were less. As for age, the density of T3 receptors was greater in old male rats than in young ones with no changes in pituitary T3 and plasma TSH concentrations. In old female rats in contrast, there was no significant increase in T3 receptors but pituitary T3 was less and plasma TSH greater than in young female rats. In both sexes plasma thyroid hormones and pituitary TSH were reduced with age whereas TSH response to TRH was not altered. These results illustrate sex and age differences in pituitary T3 receptors and pituitary T3 concentration as well as in TSH secretion. In young animals of both sexes an inverse correlation is observed between the density of pituitary T3 receptors and plasma TSH. In contrast, in old animals the absence of this correlation is suggestive of an age-related impairment of T3 action on the thyrotrophs or of changes pertaining to other factors modulating TSH secretion.
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El diseño de una estragia implica el conocimiento del problema; a qué nos enfrentamos. Y la visión estratégica de la Guardia Civil ante el fenómeno de la Trata de Seres Humanos pasa a través del Crimen Organizado. Entendemos, que en la investigación de los delitos de Trata de Seres Humanos, deben utilizarse métodos y procedimientos propios de la investigación de crimen organizado. Obviamente, hay singularidades ante las cuales la Institución se ha adaptado. TSH es, o puede ser, Crimen Organizado. También las particularidades que este tipo de delito tiene y las posibles conexiones internacionales. En la TSH, la víctima es sujeto pasivo a la vez el resultado del delito (cosificación); y por ello, el nudo gordiano de la investigación. La grandes líneas de investigación se trazan sobre el reclutamiento, el traslado, los fines de explotación o el sometimiento.
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Estacas apicais herbáceas de ramos plagiotrópicos do cacaueiro (clones CEPEC 42, TSH 516 e TSH 1188) foram tratadas com 0 e 6.000 mg.kg-1 do ácido indolbutírico (AIB) e estaqueadas em tubetes de 288 cm³ contendo como substrato uma mistura de Plantmax® e fibra de coco triturada (1:1), enriquecido com Osmocote® (19-06-20) e PG mix® (14-16-18). Os tubetes foram acondicionados em bandejas e estas foram mantidas em câmaras de nebulização. Na avaliação, realizada aos 78 dias após o estaqueamento, verificou-se que, independentemente da aplicação de AIB, as estacas dos clones avaliados apresentaram índices de enraizamento superiores a 87%, mas o tratamento das estacas com AIB aumentou os índices de sobrevivência e de estacas enraizadas de todos os clones, número de raízes (clones TSH 516 e TSH 1188), matéria seca de raízes (Clones CEPEC 42 e TSH 516) e matéria seca da parte aérea (Clones TSH 566 e TSH 1188).
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OBJETIVO: Determinar a freqüência de elevação da dosagem sérica do hormônio tireoestimulante (TSH) em pacientes submetidos à lobectomia da tireóide, em um período de até 12 semanas após a operação, buscando fatores associados à sua ocorrência. MÉTODO: Foram analisados retrospectivamente 88 pacientes submetidos à lobectomia da tireóide no Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital das Clínicas da FMUSP, no período de setembro de 2002 a setembro de 2004. Realizaram-se dosagens de hormônios tireoideanos a partir de quatro semanas após a cirurgia. Excluíram-se os pacientes com dosagens hormonais pré-operatórias alteradas, os casos que necessitaram de totalização da tireoidectomia e também aqueles em que houve perda do seguimento pós-operatório. Foram analisados os dados quanto à idade e ao sexo dos pacientes, quanto à presença de tireoidite no estudo histopatológico da tireóide e quanto ao tempo de aparecimento do hipotireoidismo. A análise estatística dos dados obtidos foi realizada através do teste qui-quadrado de Pearson. RESULTADOS: Dos 88 pacientes, 71 (80,7%) eram mulheres. A idade média foi de 41,7 anos. Observou-se elevação do TSH em 20 (22,73%) dos 88 pacientes estudados. Não foi observada diferença estatisticamente significante na incidência de elevação do TSH, quando analisados quanto ao sexo, à idade ou à presença de tireoidite. CONCLUSÃO: A elevação do TSH é freqüente após lobectomias da tireóide e ocorre, muitas vezes, precocemente após a cirurgia. Não se encontraram, neste estudo, fatores que pudessem predizer sua ocorrência a curto prazo.
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Introducción: la asfixia perinatal es la tercera causa de muerte en menores de 5 años. Las secuelas neurológicas suponen una carga importante para las familias y los sistemas de salud (1). Los estudios que relacionan el efecto de la asfixia perinatal sobre las hormonas tiroideas son escasos. El estudio sobre predictores de asfixia es un tema de investigación permanente. El objetivo principal fue determinar la prevalencia de TSH de cordón elevada y su relación con factores perinatales asociados a asfixia. Métodos: estudio descriptivo retrospectivo. La muestra estuvo conformada por todos los recién nacidos con TSH de cordón elevada y un segundo grupo seleccionado de forma aleatoria con TSH de cordón normal. Tomada de una población de neonatos atendidos en una clínica de Bogotá durante el 2012. Resultados: la prevalencia de TSH de cordón elevada fue de 14,7%. Los resultados sugieren una posible asociación entre alteraciones en las pruebas de bienestar fetal, presencia de infección materna, parto distócico, dificultad respiratoria y APGAR bajo y la presencia de TSH elevada p<0,05. Discusión: La alta prevalencia de TSH de cordón elevada podría relacionarse con las características de alto riesgo que presenta esta población. La elevación transitoria de la TSH neonatal de cordón en neonatos con alteraciones del bienestar fetal asociada a eventos hipóxicos agudos, sugiere que esta hormona podría ser un marcador de asfixia perinatal.
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Whereas it is well known that T3 inhibits TSH beta gene transcription, its effects on TSH beta mRNA stability and translation have been poorly investigated. This study examined these possibilities, by evaluating the TSH beta transcripts poly(A) tail length, translational rate and binding to cytoskeleton, in pituitaries of thyroidectomized and sham-operated rats treated with T3 or saline, and killed 30 min thereafter. The hypothyroidism induced an increase of TSH beta transcript poly(A) tail, as well as of its content in ribosomes and attachment to cytoskeleton. The hypothyroid rats acutely treated with T3 exhibited a reduction of TSH beta mRNA poly(A) tail length and recruitment to ribosomes, indicating that this treatment decreased the stability and translation rate of TSH beta mRNA. Nevertheless, acute T3 administration to sham-operated rats provoked an increase of TSH beta transcripts binding to ribosomes. These data add new insight to an important role of T3 in rapidly regulating TSH gene expression at posttranscriptional level. (C) 2010 Elsevier Ireland Ltd. All rights reserved.
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We tested the values of antithyroid peroxidase antibody and thyrotropin levels for the development of thyroid dysfunction in 109 diabetic patients. Baseline thyrotropin level was a predictor of thyroid dysfunction in diabetic patients, excluding nodular disease. The antithyroid peroxidase antibody had no predictive value for thyroid dysfunction.