5 resultados para Stagonospora


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The research presented indicates that lucerne crown and root rot caused by Stagonospora meliloti is prevalent in southern New South Wales, whereas Acrocalymma medicaginis is the more commonly observed pathogen in Queensland. Although both pathogens cause reddening of internal root and crown tissue of lucerne, they can be distinguished by symptomatology. S. meliloti causes a diffuse red blotching of the internal tissue accompanied by the presence of an external lesion, whereas A. medicaginis causes red streaking at the extremity of wedge-shaped, dry-rotted tissue. Inoculation of propagules of a susceptible lucerne clone indicated that S. meliloti was the more aggressive pathogen. Although A. medicaginis does not cause leaf disease, there was a strong relationship between the leaf and root reaction of clones to S. meliloti. Inheritance of resistance to S. meliloti in lucerne appeared to be conditioned by a single dominant gene, based on segregations observed in S-1 and F-1 populations, but not in a backcross population from the same family where an excess of susceptible individuals (74% v. expected of 50%) was obtained in a cross of a resistant F-1 individual to the susceptible parent. Resistance appears to be highly heritable, however, and amenable to population improvement by breeding. A conclusion of the research is that breeding for resistance to S. meliloti for lucernes to be grown in southern Australia would appear to be a worthwhile objective. Presently, no highly resistant cultivars exist anywhere in the world.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Em experimento de campo, foram avaliados os efeitos de práticas culturais na incidência de manchas foliares, causadas por Drechslera tritici-repentis, Bipolaris sorokiniana e Stagonospora nodorum, e no rendimento de grãos de trigo. Foram comparados quatro sistemas de manejo de solo (plantio direto, cultivo mínimo, preparo convencional do solo com arado de discos + grade de discos e preparo convencional do solo com arado de aivecas + grade de discos) e três sistemas de rotação de culturas (trigo/soja; trigo/soja e ervilhaca/milho ou sorgo; e trigo/soja, aveia-preta ou aveia-branca/soja e ervilhaca/milho ou sorgo). O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com parcelas subdivididas e três repetições. A parcela principal foi constituída pelos sistemas de manejo de solo, e as subparcelas, pelos sistemas de rotação de culturas. A incidência de manchas foliares de trigo foi mais elevada sob monocultura e sob plantio direto do que nos sistemas de rotação de culturas. A rotação de culturas viabilizou o plantio direto, em relação ao controle de manchas foliares, e garantiu a estabilidade do rendimento de grãos de trigo.

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A cultura do trigo é uma das opções mais importantes para cultivo na safra de inverno. Entre as doenças foliares a mancha-amarela da folha, a mancha marrom e a septoriose são citadas como as mais frequentes em trigo. Este trabalho teve como objetivo identificar e quantificar os fungos fitopatogênicos associados a sintomas de manchas foliares em cultivares de trigo, nas Regiões tritícolas de Valor de Cultivo e Uso (VCU). Foram analisadas 162 amostras coletadas nas safras 2008 a 2011, oriundas dos Estados do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Discos foliares assépticos, 25 por amostra, foram distribuídos em gerbox, constituindo uma câmara úmida e incubados a temperatura de 25ºC e fotoperíodo de 12 horas. Após um período de incubação de oito dias, foi realizada a avaliação, identificando e quantificando a incidência dos fungos presentes nos discos foliares. Constatou-se a ocorrência de Bipolaris sorokiniana, Drechslera tritici-repentis, D. siccans e Stagonospora nodorum associados às lesões foliares em trigo. Verificou-se na safra 2008, a predominância de D. siccans com incidência de 0 a 75 % nas amostras avaliadas, sendo o primeiro relato desta espécie, em trigo, no Brasil. Na média das safras avaliadas B. sorokiniana apresentou incidência de 7,6 % e frequência de 53,1%, D. tritici-repentis apresentou incidência de 59,2 % e frequência de 90,6 %, D. siccans incidência de 11,0 % e freqüência de 48,1 % e S. nodorum com incidência e frequência de 1,55 % e de 2,2 %, respectivamente.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)