771 resultados para Semistructured Interview


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Purpose – The purpose of this paper is to demonstrate how strategy is developed and implemented within a subsidiary of a global organization, the relationship between subsidiary and headquarters and the need for continuous change and adaption to remain relevant. Furthermore, this case study describes a successful process of invention and adoption. Design/methodology/approach – The paper draws on documentary evidence and a semistructured interview with Jill McDonald CEO and President of McDonald’s Northern Europe Division with responsibility for the UK, Sweden, Finland, Denmark, Norway and the Republic of Ireland. Management research rarely captures the views of the top executive, yet the top executives have a broad picture and are key strategic decision makers. Findings – The case study and interview offers a unique insight into factors contributing to McDonald’s unprecedented success (it has paid an increased dividend for the past 37 years). It also sheds light on its successful internationalization strategy. Originality/value – The case study draws on published material and augments this with an in-depth interview with the Chief Executive. Very few case studies offer insight into the thinking of a Chief Executive managing a subsidiary of a global organization. Its value lies in the lessons that managers and students of management can draw on the approach adopted by a highly successful global organization.

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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física

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Developed, piloted, and examined the psychometric properties of the Child and Adolescent Social and Adaptive Functioning Scale (CASAFS), a self-report measure designed to examine the social functioning of young people in the areas of school performance, peer relationships, family relationships, and home duties/self-care. The findings of confirmatory and exploratory factor analysis support a 4-factor solution consistent with the hypothesized domains. Fit indexes suggested that the 4-correlated factor model represented a satisfactory solution for the data, with the covariation between factors being satisfactorily explained by a single, higher order factor reflecting social and adaptive functioning in general. The internal consistency and 12-month test-retest reliability of the total scale was acceptable. A significant, negative correlation was found between the CASAFS and a measure of depressive symptoms, showing that high levels of social functioning are associated with low levels of depression. Significant differences in CASAFS total and subscale scores were found between clinically depressed adolescents and a matched sample of nonclinical controls. Adolescents who reported elevated but subclinical levels of depression also reported lower levels of social functioning in comparison to nonclinical controls.

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Nosso objetivo foi compreender o juízo da representação da ação de plágio de estudantes do segundo e terceiro anos do ensino médio, provenientes de escolas públicas e particulares de Vitória, Espírito Santo. Participaram 40 discentes entre 16 a 18 anos, que frequentavam três escolas públicas e duas privadas da cidade de Vitória-ES, divididos igualmente quanto a sexo e tipo de instituição. Nosso instrumento de pesquisa foi a um roteiro de entrevista semiestruturado, contendo uma história-fictícia que envolveu o comportamento de plágio. As entrevistas foram realizadas individualmente, em consonância com o método clínico piagetiano e, como procedimento de análise dos protocolos, utilizamos a sistematização de categorias proposta por Delval. Avaliamos os juízos dos adolescentes com relação a representação da ação de plágio do personagem da história-fictícia contada, nos seguintes aspectos: se consideravam a ação certa ou errada, se o plagiário deve ou não ser punido e qual (is) a (s) penalidade (s) sugerida (s). Foram solicitadas as justificativas de todos os aspectos anteriormente mencionados. A partir dos dados encontrados, constatamos que a maior parte dos estudantes: 1) considerou que o plágio é uma atitude errada; 2) justificou ser errado, principalmente pela “negligência do aluno no cumprimento do trabalho”, pela “possibilidade de consequência negativa” e pela “ação ser incorreta”; 3) afirmou que o personagem “deve ser punido”; 4) analisou, como castigo para este ato, “fazer um novo trabalho”, uma “conversa” e “receber nota zero no trabalho” plagiado e, por fim, 5) justificou as sanções sugeridas em virtude da “oportunidade de aprendizado e/ou reflexão do aluno com a punição” da “adequabilidade da punição” e da “possibilidade de consequência negativa para o aluno”. Por outro lado, as razões dos poucos escolares que consideravam que o personagem da história “não deve ser penalizado” foram a favor da “ausência de especificação e/ou proibição pelo docente” e por causa do plágio ser um “fato rotineiro”. De maneira geral, os dados de nossa pesquisa mostram que os participantes sabem que é errado plagiar, reconhecem que não se deve fazer este ato e a maioria dos estudantes penalizou a conduta investigada. Esse trabalho pode contribuir para a ampliação dos estudos na área da moralidade e colaborar com subsídios teóricos para a elaboração de projetos de educação em valores morais que contemplem, de uma forma geral, o enfrentamento da desonestidade acadêmica e, especificamente, o plágio. Consideramos que a inserção desse conteúdo nas propostas de educação em valores morais contemporâneas poderá enriquecer a formação moral dos estudantes. Assim, esperamos, a partir dos resultados encontrados na presente pesquisa, subsidiar e promover a realização de outros estudos e propiciar discussões e ações sobre o referido tema, principalmente na Psicologia e na Educação.

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Este estudo tem por objetivo analisar poemas transcritos em livros didáticos do Ensino Médio adotados por escolas públicas, a partir do ano 2012, o estudo que as obras fazem dos poemas, o conteúdo das obras relacionado à poesia e à literatura e o trabalho que os professores fazem com os poemas em suas aulas, para verificar o possível potencial desestabilizador desses textos, relacionado à orientação dos discentes quanto à desigualdade e à exclusão social, em consonância com a ideologia de um Projeto Educativo Emancipatório sugerido por Boaventura de Sousa Santos. A pesquisa fundamenta-se nos pressupostos do “método crítico” de Bloch e as análises efetivadas possuem aspecto quantitativo e qualitativo. As informações dos docentes foram colhidas por meio de uma entrevista semiestruturada. Foi possível identificar que os poemas, em geral, nas duas obras, ocorrem em grande quantidade, contudo, em um número reduzido, se considerados aqueles que abordam situações de desigualdade e exclusão social; que há fragilidades importantes no estudo que as obras fazem deles, como uma pobre ou inexistente exploração do sentido textual, que dificulta um trabalho educativo crítico com os alunos; que os conteúdos relacionados à poesia e à literatura estão dispostos de forma fragmentada e desarticulada nas obras, comprometendo a aquisição de um conhecimento global pelos alunos; e que há, por parte dos docentes, um significativo trabalho com poemas, em geral, e um considerável trabalho com poemas do livro didático no sentido de orientar os alunos quanto à realidade social. Concluímos, então, que, apesar das inconsistências indicadas, nos poemas e nas obras, se os professores, conforme nos orienta Dalvi, encararem o livro didático como espaço de rasura e construírem novas visões sobre os seus conteúdos, de maneira a “trapacear” a “trapaça” que ele faz, podem torná-lo mais acessível e educativo para os alunos. Afinal, temos a potência da poesia do livro didático e a possibilidade dos docentes, que sinalizam para a possível tarefa de mostrar aos discentes situações de desigualdade e exclusão do passado, com o intuito de desestabilizá-los, no presente, em consonância com a ideia do supracitado Projeto.

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Esta pesquisa é um estudo sobre as audiências públicas da Lei Orçamentária Anual (LOA) realizadas pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) no período de 2007 até 2014. O tema central deste trabalho é a efetividade da participação das audiências, ancorada em duas dimensões: o momento deliberativo e os resultados das audiências. Partimos do pressuposto que, apesar da dificuldade de mensurar efeitos práticos, as Instituições Participativas, tais como as audiências da LOA, atuam em um propósito de aprofundamento da democracia, especialmente na destinação de recursos de acordo com demandas da sociedade. Dentro desse cenário, o presente trabalho analisa elementos constituintes das audiências (perfil dos legisladores, desenho institucional, perfil dos participantes, influência do poder Executivo e as emendas parlamentares) para avaliar a efetividade da participação. Para esta análise, utilizamos uma abordagem multimétodo com a combinação de três ferramentas de pesquisa: análise documental (relatórios da LOA, legislações e vídeos das audiências públicas), survey (aplicado a participantes das audiências de 2014) e entrevista semiestruturada (com os parlamentares que fazem parte da Comissão de Finanças). A análise aponta para a baixa efetividade das audiências a partir da combinação de vários fatores, entre eles a baixa institucionalização, a influência do poder Executivo no processo a partir de sua relação com os parlamentares e o uso das emendas parlamentares como estratégia eleitoral.

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Possui como objetivo compreender a relação entre os conteúdos de ensino com a especificidade da Educação Física. Se caracteriza pela abordagem plurimetodológica qualitativa/quantitativa e foi delineada em três capítulos que dialogam entre si, considerando a natureza das fontes estudadas e os pressupostos teórico-metodológicos assumidos. Do tipo “estado do conhecimento”, o primeiro capítulo investiga as produções acadêmicas que versam sobre os conteúdos de ensino da Educação Física escolar, no período de 1981 a 2010. Os 146 artigos mapeados encontram-se distribuídos em 14 periódicos, analisados por meio de indicadores bibliométricos (MUGNAINI; CARVALHO; CAMPANATTI-OSTIZ, 2006). A pesquisa indica os autores que se constituem como referência numérica na área e sua relação com os Programas de Pós-Graduação, suas linhas de estudo e os grupos de pesquisa que oferecem suporte teórico-metodológico. O segundo capítulo, de natureza quali-quantitativa, discute a opinião de 266 professores de Educação Física do Estado do Espírito Santo sobre os processos de seleção e sistematização dos conteúdos de ensino, expressos em um questionário elaborado com perguntas fechadas e semiabertas. Dá visibilidade às aproximações dos conteúdos com a cultura local e às implicações das lógicas de escolarização na escolha do que e quando ensinar. O terceiro capítulo se caracteriza por ser uma pesquisa narrativa (CERTEAU, 2002; RIBEIRO; SOUZA, 2010) e evidencia o modo como os professores de Educação Física trabalham com os conteúdos de ensino. Possui como colaboradores 14 docentes de Educação Física atuantes na Educação Básica da Microrregião Metropolitana do Estado do Espírito Santo e, para a produção das fontes, utiliza uma entrevista semiestruturada, um grupo focal e três a cinco narrativas individuais orais. Os professores explicitam os saberes privilegiados por essa disciplina como aqueles incorporados pela imbricação do Eu na situação e pela distanciação-regulação (CHARLOT, 2000). Ao dar visibilidade aos projetos de ensino desenvolvidos pelos professores, a pesquisa apresenta possibilidades de se constituir uma integração curricular, por meio de temas que perpassam diferentes disciplinas

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Neste trabalho, analisamos aspectos relacionados a como a tecnologia computacional é utilizada no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e como se deu a formação de professores para utilizar esses recursos. Para tanto, delimitamos os seguintes objetivos específicos: investigar a utilização da tecnologia assistiva (TA) computacional no âmbito das salas de recursos multifuncionais (SRM); problematizar as tensões, dificuldades e possibilidades relacionadas à TA com ênfase na tecnologia computacional para o AEE; analisar a formação do professor de educação especial para o AEE tendo como recurso a TA com ênfase na tecnologia computacional, visando à mediação dos processos de aprendizagem. O aporte teórico deste trabalho foi a abordagem histórico-cultural, tomando por referência os estudos de Vigotski e seus colaboradores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que fez uso de diferentes instrumentos metodológicos como, os grupos focais, o questionário online e a entrevista semiestruturada. Para desenvolvê-lo, realizamos a coleta de dados em diferentes contextos, começando pelos grupos focais da pesquisa inaugural do Oneesp, que serviram como dispositivo para esta pesquisa, seguida da aplicação de um questionário aos professores participantes da pesquisa-formação desenvolvida como um desdobramento no estado do Espírito Santo da pesquisa inaugural do Oneesp pelos integrantes do Oeeesp e da aplicação in loco de entrevistas semiestruturadas com professores de educação especial, de uma SRM do Tipo II. Foram oitenta e nove professores participantes na pesquisa do Oneesp, trinta professores na pesquisa-formação do Oeeesp e dois professores para aplicação da entrevista semiestruturada in loco, respectivamente. Esses dois professores participaram tanto da pesquisa do Oneesp como da pesquisa do Oeeesp. Analisamos esses três momentos, dos quais emergiram os apontamentos que nos proporcionaram pensar, com base nas narrativas orais e escritas dos professores: sua formação para uso da TA computacional; seu entendimento sobre sua formação para este fim; seus anseios por uma formação mais direcionada; a forma como utilizam a tecnologia na sala de recursos; seus entendimentos sobre as dificuldades e possibilidades relacionadas a TA com ênfase na tecnologia computacional para o AEE. Após essas análises, concluímos que poucos professores que atuam nas SRM tiveram uma formação que possibilitasse a aplicação das tecnologias computacionais em sua mediação pedagógica, aliando teoria e prática, com momentos de formação que privilegiassem os momentos presenciais e em laboratórios, onde possam interagir com os computadores e suas ferramentas simbólicas. Sem essa familiaridade com os recursos computacionais, os professores acabam sentindo-se inseguros para utilizá-los, deixando de potencializar, pela via desses recursos, os processos de ensinoaprendizagem do aluno com deficiência. Faz-se necessário um investimento nesse tipo de formação e, mais do que isso, que se viabilize para os professores que atuam ou que pretendem atuar nas SRM. A partir de uma formação apropriada é possível fazer com que os professores utilizem os recursos computacionais como mediadores dos processos de ensino-aprendizagem de seus alunos.

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Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Ensino do 1.º e 2.º Ciclo do Ensino Básico

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Educação Artística – especialização em Teatro na Educação

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OBJECTIVES: Religious issues may be neglected by clinicians who are treating psychotic patients, even when religion constitutes an important means of coping. This study examined the spirituality and religious practices of outpatients with schizophrenia compared with their clinicians. Clinicians' knowledge of patients' religious involvement and spirituality was investigated. METHODS: The study sample included 100 patients of public psychiatric outpatient facilities in Geneva, Switzerland, with a diagnosis of nonaffective psychosis. Audiotaped interviews were conducted with use of a semistructured interview about spirituality and religious coping. The patients' clinicians (N=34) were asked about their own beliefs and religious activities as well as their patients' religious and clinical characteristics. RESULTS: Sixteen patients (16 percent) had positive psychotic symptoms reflecting aspects of their religious beliefs. A majority of the patients reported that religion was an important aspect of their lives, but only 36 percent of them had raised this issue with their clinicians. Fewer clinicians were religiously involved, and, in half the cases, their perceptions of patients' religious involvement were inaccurate. A few patients considered religious practice to be incompatible with treatment, and clinicians were seldom aware of such a conflict. CONCLUSIONS: Religion is an important issue for patients with schizophrenia, and it is often not related to the content of their delusions. Clinicians were commonly not aware of their patients' religious involvement, even if they reported feeling comfortable with such an issue.

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Although the use of assisted reproductive technology has today become more familiar, the suffering associated with the experience of infertility remains. This study assesses the emotional resolution of couples faced with an infertility diagnosis by examining their narratives. Fifty-seven couples were recruited from fertility clinics to participate in a semistructured interview prior to in vitro fertilization. Two aspects of the couples' reactions to the infertility diagnosis were assessed: (1) each individual's capacity to acknowledge the emotional reality of the diagnosis (diagnosis resolution) and (2) the couple's ability to construct a shared meaning of the infertility diagnosis experience (narrative co-construction). Associations between these aspects and self-reported marital satisfaction, infertility-related stress, and diagnosis-related variables were analyzed. 73.7% of women and 61.4% of men had acknowledged the emotional reality of the diagnosis, and their scores for narrative co-construction were comparable to reference samples. Marital satisfaction, but not infertility-related stress, was associated with diagnosis resolution and narrative co-construction. The results indicate the importance of detecting couples with fewer individual and marital resources needed to face the reality of the diagnosis. A couple's capacity to perceive the infertility diagnosis as a shared problem is also essential for dealing with this common life event.

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PURPOSE: Human immunodeficiency virus (HIV)-positive adolescents face a number of challenges in dealing with their disease, treatment, and developmental tasks. This qualitative study describes some of the reasons why, and the extent to which, adolescents may or may not disclose their condition to others. METHODS: A semistructured interview lasting 40-110 minutes was conducted with each of 29 adolescents 12-20 years old, 22 female and seven male) living in Switzerland. Interviews were tape recorded and transcribed verbatim. The analysis of the content of interviews allowed us to identify salient topics (e.g., disclosure), which were then explored in detail. RESULTS: Of 29 participants, eight had not disclosed their condition to anyone outside the family, 19 had disclosed it to good friends, and 16 had disclosed it to some teachers. Four participants had engaged in public disclosure, and six of 10 sexually active teenagers disclosed their status to their partners. The attitudes toward disclosure among younger adolescents were mostly related to those of the parents, particularly the mother. Older adolescents, engaged in their search for autonomy, tended to decide independently what to say and to whom. Although foster/adoptive parents would often encourage disclosure, biological parents, especially HIV-positive mothers, insisted on not disclosing the adolescent's status for fear of stigma. CONCLUSION: The health care team should systematically address the issue of disclosure with the adolescent and his family (or foster parents), the aim being to balance the right of the adolescent and that adolescent's family to maintain privacy against the concerns of sexual partners, as well as the adolescent's interest in divulging HIV status to relatives, school staff, and friends.