998 resultados para Recorder Data
Resumo:
The continuous plankton recorder (CPR) survey is the largest multi-decadal plankton monitoring programme in the world. It was initiated in 1931 and by the end of 2004 had counted 207,619 samples and identified 437 phyto- and zoo-plankton taxa throughout the North Atlantic. CPR data are used extensively by the research community and in recent years have been used increasingly to underpin marine management. Here, we take a critical look at how best to use CPR data. We first describe the CPR itself, CPR sampling, and plankton counting procedures. We discuss the spatial and temporal biases in the Survey, summarise environmental data that have not previously been available, and describe the new data access policy. We supply information essential to using CPR data, including descriptions of each CPR taxonomic entity., the idiosyncrasies associated with counting many of the taxa, the logic behind taxonomic changes in the Survey, the semi-quantitative nature of CPR sampling, and recommendations on choosing the spatial and temporal scale of study. This forms the basis for a broader discussion on how to use CPR data for deriving ecologically meaningful indices based on size, functional groups and biomass that can be used to support research and management. This contribution should be useful for plankton ecologists, modellers and policy makers that actively use CPR data. (c) 2005 Elsevier Ltd. All rights reserved.
Resumo:
Here we present a new, pan-North-Atlantic compilation of data on key mesozooplankton species, including the most important copepod, Calanus finmarchicus. Distributional data of eight representative zooplankton taxa, from recent (2000-2009) Continuous Plankton Recorder data, are presented, along with basin-scale data of the phytoplankton colour index. Then we present a compilation of data on C. finmarchicus, including observations of abundance, demography, egg production and female size, with accompanying data on temperature and chlorophyll. . This is a contribution by Canadian, European and US scientists and their institutions.
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The standard GTM (generative topographic mapping) algorithm assumes that the data on which it is trained consists of independent, identically distributed (iid) vectors. For time series, however, the iid assumption is a poor approximation. In this paper we show how the GTM algorithm can be extended to model time series by incorporating it as the emission density in a hidden Markov model. Since GTM has discrete hidden states we are able to find a tractable EM algorithm, based on the forward-backward algorithm, to train the model. We illustrate the performance of GTM through time using flight recorder data from a helicopter.
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A atuação eficaz dos trabalhadores da saúde no atendimento imediato da parada cardiorrespiratória possibilita o efetivo processo de implementação da hipotermia terapêutica, reduzindo possíveis danos cerebrais e proporcionando um melhor prognóstico para o paciente. O presente estudo objetivou conhecer o processo de implementação da hipotermia terapêutica pós-parada cardiorrespiratória em hospitais do extremo sul do Brasil. Tratou-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, do tipo descritiva. O cenário do estudo foram duas Unidades de Terapia Intensiva de dois hospitais onde a hipotermia terapêutica pós-parada cardiorrespiratória é realizada. Os sujeitos do estudo foram médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem atuantes nas referidas unidades. A coleta de dados foi composta por dois momentos. Primeiramente, foi desenvolvida uma pesquisa retrospectiva nos prontuários dos pacientes e, posteriormente, foram aplicadas entrevistas semiestruturadas por meio de roteiro de entrevista com os profissionais citados, as quais foram gravadas com aparelho digital. A coleta de dados ocorreu durante o mês de outubro de 2014. Para interpretação dos dados, foi utilizada a análise textual discursiva, construindo-se três categorias. Na primeira categoria, “processo de implementação da hipotermia terapêutica”, constatou-se que o hospital com uma implementação sistematizada e organizada utiliza um protocolo escrito e, em relação às fases de aplicação da hipotermia terapêutica, ambas as instituições utilizam os métodos tradicionais de indução, manutenção e reaquecimento. A segunda categoria, “facilidades e dificuldades vivenciadas pela equipe de saúde durante a aplicação da hipotermia terapêutica”, identifica a estrutura física, harmonia da equipe, equipamentos para a monitorização constante das condições hemodinâmicas dos pacientes e a otimização do tempo de trabalho como facilitadores. No que tange às dificuldades, constatou-se a aquisição de materiais, como o gelo e o BIS; disponibilidade de um único termômetro esofágico; inexistência de EPI’s; conhecimento insuficiente e inaptidão técnica; ausência de educação permanente e dimensionamento inadequado dos profissionais de enfermagem. Na terceira categoria, “efeitos adversos e complicações encontradas pela equipe de saúde durante a aplicação da hipotermia terapêutica e cuidados de enfermagem realizados”, verificou-se, como efeitos adversos, a ocorrência de tremores, bradicardia e hipotensão e de complicações como hipotermia excessiva e queimaduras de pele. Os cuidados de enfermagem direcionam-se aos cuidados com a pele e extremidades, uso do gelo, sedação, higiene, conforto e preparo de material para monitorização. Concluiu-se que a hipotermia terapêutica é possível de ser aplicada, na realidade das instituições pesquisadas, de maneira segura, eficaz e de baixo custo.