1000 resultados para Programa Ci


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Este trabalho apresenta uma an??lise do processo de implementa????o do Programa Sistema Brasileiro de Tecnologia ??? SIBRATEC, programa do MCTI cujo objetivo geral ?? promover extens??o tecnol??gica para solucionar pequenos gargalos na gest??o tecnol??gica, adapta????o de produtos e processos e a melhoria da gest??o da produ????o das micro, pequenas e m??dias empresas, bem como desenvolver o fomento ?? expans??o do conhecimento cient??fico nas empresas.O objetivo deste trabalho foi avaliar o formato e a adequa????o dessa modalidade do programa a partir da contextualiza????o da implementa????o de pol??ticas que visam ao desenvolvimento da Ci??ncia Tecnologia e Inova????o ??? C T&I no Brasil, da caracteriza????o da pol??tica p??blica lan??adas e da coleta de dados, por meio de question??rio, sobre a percep????o dos coordenadores das redes apoiados pelo programa. A pesquisa permitiu concluir que o programa est?? alinhado ??s caracter??sticas da pol??tica atual de C T&I e que sua implementa????o ?? centrada na avalia????o ex-post. O programa foi considerado bastante adequado pelos coordenadores dos projetos de pesquisa apoiados. Em contrapartida, a continua????o do programa necessita de ajustes para que os objetivos previstos sejam alcan??ados em sua totalidade e a sistematiza????o da avalia????o do programa poder?? se constituir em uma ferramenta bastante ??til na gera????o dos subs??dios necess??rios para a tomada de decis??o sobre os novos rumos do Programa Sibratec

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Esta programa????o teve como fulcro o Programa Nacional de Treinamento do Servidor P??blico (PNTS), cujo decreto de cria????o estabelece que ele deve promover a????es voltadas para a qualifica????o e a profissionaliza????o dos servidores da administra????o direta, aut??rquica e fundacional. Ela se reveste de car??ter estrat??gico, como instrumento de mobiliza????o dos servidores, no esfor??o de eleva????o dos n??veis de efici??ncia e efic??cia da a????o governamental. A programa????o ora apresentada resultou de levantamentos realizados pela Subsecretaria de Recursos Humanos da Secretaria da Administra????o Federal e a ENAP, em conjunto com os ??rg??os de recursos humanos do SIPEC

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O presente artigo incorpora a experi??ncia de integra????o regional amaz??nica sob a ??gide do Acordo Amaz??nico de Ci??ncia, Tecnologia e Inova????o em Sa??de. Reconhecendo a import??ncia estrat??gica dessa regi??o detentora de inestim??veis patrim??nios em s??cio e biodiversidades, o Governo Federal declara, em 2003, a Amaz??nia uma prioridade para o combate ??s desigualdades e ao desenvolvimento socioecon??mico, articulando, desde ent??o, f??runs com minist??rios e institui????es regionais, embasados no Programa de Desenvolvimento Sustent??vel da Amaz??nia. Com o objetivo de implementar a????es para produ????o de saber cient??fico voltado ?? realidade local e para a integra????o da pesquisa b??sica e aplicada, ensino e tecnologia, incentiva-se a coopera????o com outras institui????es afins regionais, nacionais e internacionais. Uma dessas a????es resultou, em 2004, na formaliza????o do Acordo Multilateral de Coopera????o T??cnico-Cient??fica em Sa??de das Institui????es da Amaz??nia, cuja proposta baseia-se na constitui????o de uma rede de pesquisa, forma????o de recursos humanos, coopera????o t??cnica com gestores do SUS e coopera????o internacional em sa??de, objetivando desenvolver atividades de investiga????o conjunta para conhecer as realidades s??cios sanit??rias e epidemiol??gicas da regi??o e implementar respostas do sistema de sa??de e de ci??ncia, tecnologia e inova????o.

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A arteriopatia periférica (AP) é uma doença com uma prevalência relativamente alta na população em geral. Entre 12% a 20% dos atingidos têm idade superior a 60 anos e apresentam sintomas clínicos, como claudicação intermitente (CI), dor, perda de força e incapacidade funcional. Vários autores referem os efeitos benéficos de um programa de exercício físico nas consequências funcionais da AP. O objectivo deste estudo foi o de verificar o efeito de um programa de exercício físico domiciliário supervisionado (PD) em indivíduos com CI por arteriopatia periférica do membro inferior (APMI) e determinar o número médio de passos diários nesta população. Participaram no estudo 14 indivíduos (idade média 72,4±6,7 anos) com CI. O PD consistiu na execução diária de três exercícios musculares para os membros inferiores (MI) e uma caminhada, durante 8 semanas. Através do teste de 6 minutos de marcha, avaliamos a distância de claudicação (DC) (até ao início da dor), distância máxima de marcha (DMM) (até à dor incapacitante) e a capacidade funcional (CF). Avaliamos ainda a intensidade de esforço percebida (IEP) com CR10 de Borg e o número máximo de repetições de elevação dos calcanhares (NREC). Os resultados mostram aumento da DC (178,8±75,5 vs 259,6±116,7; p=0,01), DMM (255,7±104,4 vs 326,5±137,9; p=0,008), CF (299,1±115,1 vs 389,6±102,1; p=0,000) e NREC (42,1±14,7 vs 59,9±21,6; p=0,002) e diminuição da IEP (3,1±1,1 vs 2,6±0,6). O número de passos percorridos e observados com um podómetro foi de 4990±1872 passos por dia. Conclusões – Um PD com supervisão semanal, tendo como base uma caminhada e exercícios musculares para os MI, mostrou ser eficaz na melhoria dos sintomas de CI destes pacientes.

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OBJETIVO: Avaliar programa de prevenção do tabagismo para adolescentes. MÉTODOS: O programa foi realizado entre 1999 e 2002 em escolas do Distrito de Lisboa, Portugal e integrou atividades na escola, na família e na comunidade. Estudo quasi-experimental, longitudinal, baseado em ensaio de intervenção comunitária, com condição de controlo (CC) e de intervenção (CI) definidas aleatoriamente. Foram aplicados quatro questionários, no início do 7º(T1), 8º(T2) e 9º(T3) e no fim do 9º(T4) anos de escolaridade a 1.205 adolescentes, com idade média de 13 anos, dos quais 57% eram meninas e 55% pertenciam à condição de intervenção. A exposição às atividades de prevenção, os determinantes psicossociais do comportamento e o comportamento tabágico foram as variáveis consideradas na avaliação do programa. Utilizou-se análise de variância e regressão logística para testar as diferenças nas duas condições do estudo. RESULTADOS: A CI obteve melhores resultados nos determinantes psicossociais do tabagismo e no comportamento. Ao final do projeto, 41,8% dos participantes da CI e 53,3% da CC iniciaram o consumo de tabaco (OR = 0,62; IC95% 0,49;0,80), e passaram a ser fumantes regulares 8,0% e 12,4%, respectivamente (OR = 0,59; IC95% 0,40;0,87). CONCLUSÕES: O programa diminuiu a iniciação e o tabagismo regular. Os resultados surgiram no segundo ano e melhoraram no terceiro. A efetividade de programas de prevenção do tabagismo depende de implementação continuada ao longo da adolescência e de integração de medidas dirigidas directamente aos adolescentes e indirectamente, por via do seu contexto social (escola, família e comunidade).

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En este proyecto se propone: 1- Formular y analizar los problemas actuales en las técnicas de inyección de fallas para estimar SER (Single Event Response) en los circuitos integrados, aplicandolas luego para evaluar la tolerancia a fallos de diferentes circuitos integrados analógicos/digitales. El objetivo general que se persigue es proporcionar una solución que permita realizar, de forma rápida, eficaz y a bajo costo, la inyección de fallos en los circuitos analógicos y digitales. 2- Estudiar una aproximación no intrusita de detección de fallos en CI, combinando técnicas de hardware y software para detectar errores transitorios en circuitos analógicos y digitales. Este tipo de fallos transitorios tienen una influencia importante en sistemas de microprocesadores, que afectan al flujo de datos y a la etapa de control. Con el fin de proteger el sistema, un módulo de hardware orientado a la aplicación se generará automáticamente, reconfigurándose en el sistema durante el tiempo de ejecución. Cuando se combina esto con técnicas de tolerancia a fallas basadas en programación (Software), esta solución ofrece una protección total del sistema contra fallos transitorios. La campaña de inyección de fallas se planea realizar en un microprocesador MIPS, ejecutando algún programa de evaluación, con ayuda de una plataforma genérica y versátil desarrollada en TIMA (Francia). 3- Comparar los resultados obtenidos del estudio de las técnicas de inyección con los resultados experimentales, a partir de ensayos de radiación (aceleradores de partículas, micro rayos, etc.) al exponer a los circuitos a posibles fuentes de fallas.

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FUNDAMENTO: Determinar la prevalencia de la infección tuberculosa y por el VIH, así como los factores asociados, en la población de usuarios del programa de reducción de riesgos de la ciudad de Lleida. MÉTODOS: La muestra la formaron los nuevos usuarios del programa en el período abril-junio de 1996, entre los los cuales se realizó un cuestionario para la recogida de datos de las variables: edad, sexo, resultado de la prueba de la tuberculina, vacunación BCG, conocimiento de la serología frente al VIH, ingreso en prisión y años de consumo de heroína. Se calculó la prevalencia de la infección tuberculosa y por el VIH, con el intervalo de confianza (IC) del 95%. La asociación de ambas variables con el resto de variables del estudio se determinó mediante la odds ratio (OR) y su IC del 95% . RESULTADOS: Acudieron 150 pacientes diferentes, de los cuales 45 eran nuevos usuarios. De ellos, el 80,0% eran varones, con una edad media de 31,1 años. La prevalencia de la coinfección fue del 8,9% (IC 95% 2,8-22,1). La prevalencia de la infección tuberculosa fue de 27,3% (IC 95% 12,4-43,0), siendo superior en los que tenían antecedentes de ingreso en prisión (OR=3,4; IC 95% 0,5-27,4). La prevalencia de la infección por el VIH fue del 36,1% (IC 95% 21,3-53,8), siendo superior en los que tenían una antigüedad, en el consumo de heroína, superior a los 11 años ( OR = 7,3; IC 95% 1,0-65,9). CONCLUSIONES: El antecedente de ingreso en prisión es el principal factor de riesgo de la infección tuberculosa. Los años de consumo se asocian con la infección por el VIH, especialmente a partir de los 11 años. Los programas de reducción de riesgos de nuestro país deberían realizar actividades de control de la infección tuberculosa y por VIH.

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La investigación va encaminada a resolver el problema de la escolarización Preescolar en la población rural diseminada. Impulsa la participación activa y orientada de la familia. Con la colaboración especial de los padres se pretende contribuir a perfeccionar las posibilidades educativas de la familia, a mejorar su nivel pedagógico por el contacto con los profesionales y a influir en la educación cultural de la comunidad a la que pertenece mediante el conocimiento práctico de los problemas educativos, sociales y sanitarios de sus hijos. Niños en edad preescolar y familiares pertenecientes a áreas de poblacion rural diseminada dentro del término municipal de Montefrío, Granada. La experiencia es llevada a cabo por profesores 'animadores' coordinados por la directora del equipo técnico del Programa Andalucía y el Inspector de Educación Básica del Estado, encargado de dicha zona. El plan de trabajo se programa en dos partes: 1. Elaboración del currículo de Preescolar, en base a una investigación sobre aspectos biofísicos, antropológicos, sociológicos, etc. 2. Desarrollo y aplicación del currículum. Entrevistas, charlas, observación participante. Se pasan una serie de tests que sirven de diagnóstico para evaluar el nivel de CI, nivel de expresión plástica, nivel de expresión y comprensión verbal de los niños. El 100 por cien de los niños ha superado más del 75 por ciento de los objetivos programados para este curso. Opiniones favorables de los padres. Es necesario que este tipo de experiencias educativas y programas se amplíe a otras zonas del medio rural. Para los profesionales tiene un gran valor social y cultural para zonas de escasas posibilidades de formación de sus integrantes, aunque necesita un mayor apoyo institucional. La Educación Preescolar de niños de población rural diseminada puede ser conseguida a través de la formación de padres. La promoción cultural familiar implica la promoción de la comunidad local. La acción educativa realizada en Preescolar, favorece la formación integral del niño. El sistema abierto de enseñanza que proponemos favorece en el niño el sentido de su libertad, el dominio de sí mismo y el respeto por los demás.

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El objetivo del programa Partnership es trabajar problemas medioambientales en diversos centros escolares de diferentes pa??ses europeos para que se tome consciencia que los problemas del medio ambiente no son locales sino que nos afectan a todos. Se trata de un proyecto interdisciplinar en el que est??n implicados alumnos y profesores de diferentes departamentos. Las comunicaciones entre los centros participantes son una parte importante del proyecto. En las Baleares participan cuatro institutos de ense??anza secundaria, entre ellos el IES Josep Sureda i Blanes, que trata la problem??tica del agua potable en Palma. Este instituto se ha asociado con centros de caracter??sticas similares de Dinamarca, Inglaterra y Gibraltar, que trabajan el mismo tema. El art??culo recoge las aportaciones de este IES al proyecto a partir del an??lisis de la ciudad de Palma de Mallorca, especialmente el an??lisis sensorial de la salinidad del agua. Se concluye que la experiencia ha sido positiva para el alumnado en tanto ha servido para tomar conciencia de un problema ambiental local y las soluciones adoptadas para resolverlo.

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Demostrar que existen diferencias en el empleo de estrategias de resolución de problemas verbales aritméticos entre niños discalcúlicos y con retraso en aritmética. Compuesta por 148 sujetos de 2 y 3 de Primaria (procedentes de zona urbana y nivel socioeconómico medio), de colegios públicos. De la muestra, 24 niñas y 36 niños eran discalcúlicos, 22 niñas y 22 niños tenían retraso en aritmética, 15 niñas y 29 niños eran clasificados con rendimiento normal en aritmética. Los que tenían alteraciones sensoriales u otros problemas se excluyeron. El trabajo se dividió en tres clases de estudio. Estudio I: Selección y análisis de la muestra; donde se determinan los tres grupos que forman la muestra y se analizan las variables: sexo, edad, rendimiento en aritmética, memoria e inteligencia en relación a los grupos. Estudio II: Rendimiento de los grupos en los Problemas Verbales Aritméticos; donde se analizó entre otras cosas, la influencia de las variables: grupo, sexo, curso, categoría semántica y tipo de sentencia según el lugar ocupado por la incógnita en relación con el rendimiento de los sujetos en la resolución de Problemas Verbales Aritméticos. Como también se analizó el comportamiento de cada grupo de sujetos en relación a la dificultad de cada una de las 4 categorías semánticas de Problemas Verbales Aritméticos no canónicos. Y finalmente estudio III: Análisis cualítativo de estrategias; donde se analizan cualitativamente las estrategias tanto a nivel inter como intragrupo. Pruebas de Scheffe. Test de de aptitud para el cálculo (BADYG). Escala de Inteligencia de Weschler. Programa estadístico SPSS. Existen diferencias entre los grupos en cuanto al perfil intelectual. Los niños sin discrepancia obtienen puntuaciones de inteligencia más bajas que los discrepantes y los de rendimiento normal, excepto en algunos subtests de rendimiento en aritmética donde no había muchas diferencias. Se confirma la existencia de un rendimiento pobre en tareas de memoria de trabajo que implican recuerdo numérico, o en las que está implicado el conteo, en niños con DA en aritmética. Tanto los niños discrepantes como no discrepantes manifiestan déficits en estas capacidades. No hay diferencias entre discrepantes y no discrepantes en su competencia al solucionar problemas verbales aritméticos, y tampoco entre los dos grupos de bajo rendimiento en función de la estructura semántica ni del lugar ocupado por la incógnita en los problemas. Los niños con rendimiento normal resuelven mejor los problemas en función de estas variables. Los problemas en los que la incógnita no está en el resultado, ocasionan las diferencias entre los niños competentes e incompetentes independientemente de la estructura semántica. Los fallos de los niños con pobre rendimiento aritmético, están fundamentalmente basados en un análisis superficial del problema,lo que les impide hacer una adecuada representación. Las diferencias individuales en la resolución de problemas verbales aritméticos, se explican tanto por la influencia de la estructura semántica como por el lugar que ocupa la incógnita. A los alumnos con bajo rendimiento en aritmética les afecta por igual la estructura semántica como el lugar que ocupa la incógnita. Hay diferencias en el uso de estrategias de cuantificación, entre alumnos con rendimiento normal y con bajo rendimiento (discriminantes y no-discriminantes) en la resolución de problemas verbales aritméticos. En el análisis de errores en la resolución de problemas verbales aritméticos, los alumnos con bajo rendimiento, se caracterizan por el empleo de operaciones inadecuadas cuando son comparados con alumnos que alcanzan un rendimiento normal. No se encuentra suficiente apoyo empírico sobre la validez del criterio de discrepancia CI-rendimiento en el diagnóstico de las dificultades de aprendizaje en aritmética.

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Analizar el proceso de aplicación de la Evaluación Dinámica del Potencial de Aprendizaje (EDPA), así como comprobar la validez, eficacia y utilidad de los datos que proporciona. Comprobar la influencia de la aplicación del Programa de Enriquecimiento Instrumental (PEI) sobre la percepción que el sujeto tiene de sí mismo y sobre su adaptación social y escolar. Se trabajó con 19 sujetos de entre 10 y 13 años que presentaban un cuadro puro de deprivación sociocultural, es decir, bajo rendimiento académico, bajo nivel de funcionamiento intelectual (CI inferior a 85) y ausencia de transtornos neurológicos, conductuales, afectivos y familiares. La investigación sigue un diseño pre-experimental de grupo único con pretest y postest. En la primera fase de medidas iniciales (pretest) se evaluaron las siguientes variables: Inteligencia (CI), Adaptación (Personal, Escolar y Social), Personalidad (Ajuste-ansiedad, Introversión-extroversión y Calma-excitabilidad), Mapa Cognitivo e Índice de Modificabilidad. En la segunda fase se aplicó el programa PEI, a la vez que se recogían diversas medidas de las 26 variables del Mapa Cognitivo. Finalmente, en la fase de medidas finales (postest) se volvieron a evaluar Inteligencia, Adaptación y Personalidad. Test de Factor 'G' de R.B. Cattell y A.K.S. Cattell. Test Autoevaluativo Multifactorial de Adaptación Infantil (TAMAI) de Pedro Hernández. Cuestionario de Personalidad para niños (CPQ) de R.B. Porter y R.B: Cattell. Test de Matrices Progresivas de J.C. Raven. Se realiza un doble análisis: por sujetos y por variables. El análisis por sujetos es de tipo descriptivo, basado en datos tanto cuantitativos como cualitativos. En el análisis de variables se presenta un análisis descriptivo global (media, desviación, máximo y mínimo). Posteriormente se aplican análisis de varianza por grupos, de correlaciones, de diferencia de medias y de varianza de medidas repetidas. Del análisis por sujetos se desprende que hay diferencias individuales entre todos los sujetos, aunque se pueden detectar pautas de comportamiento intelectual que permiten agrupar a los sujetos en tres categorías: carencia de instrumentos verbales, procesamiento cognitivo impulsivo y problemática dispersa. Todos ellos, presentaron un momento crítico de mejora a lo largo del proceso de intervención. En el análisis por variables se comprueba que la muestra es homogénea en cuanto a las variables por las que fue seleccionada. Además se encontraron diferencias altamente significativas entre las medidas pre y postest en Inteligencia y Adaptación y no tan significativas en Personalidad. También las disfunciones cognitivas mejoraron globalmente. Por otra parte, el índice de modificabilidad se muestra como un buen predictor de la ganancia en Inteligencia, pero no de la Adaptación ni de la personalidad. Tanto la EDPA como el PEI se revelan como metodología de evaluación e intervención eficaces y apropiadas en el tratamiento educativo de la deprivación sociocultural. Sin embargo, hay aspectos como la adaptación escolar o algunos factores de personalidad que no mejoran todo lo que sería deseable. Cambiar esto requeriría de algo más que una intervención sobre los sujetos; probablemente, sería necesario un cambio en el sistema, un cambio en la escuela..

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Trata de comprobar con un nuevo programa denominado progresint (Programas de Estimulaci??n de la Inteligencia), la mejorabilidad en CI medido con los test Raven Colon e IGF. 31 estudiantes de segundo de EGB, de nivel socio-cultural bajo, de un colegio de Mejorada del Campo, situado en un entorno semi-rural. Despu??s de una revisi??n te??rica del concepto de inteligencia desde planteamientos filos??ficos, psicom??tricos y evolutivos hasta el actual enfoque del procesamiento de la informaci??n, se analizan algunos programas de entrenamiento como el Proyecto de Inteligencia de Harvard y el de Enriquecimiento Instrumental de Fenerstein. Se termina la parte expositiva con un intento de integraci??n te??rica del progresint, junto a un an??lisis de las principales ??reas de intervenci??n, ejercicios y procedimientos de ense??anza. En la intervenci??n experimental se trabaja un total de 102 bloques de 45 minutos cada uno. Dise??o factorial 2 x 3, con tiempo de medida (pre-intervenci??n y post-intervenci??n) y tratamiento en estrategias con tres niveles: 1 grupo experimental y 2 grupos de control. Se realiza un an??lisis de varianza para dise??os mixtos con un factor intergrupo tratamiento-experimental y otro intragrupo pretest-posttest. El an??lisis de datos se realiza con las t??cnicas de MONOVA y SPSS. Los sujetos sometidos al programa de entrenamiento Progresint manifiestan una tendencia general clara hacia un incremento en muchas pruebas de aptitudes.

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1) Diseñar un programa de intervención basado en el juego cooperativo-creativo para niños y niñas de tercer ciclo de educación primaria, que tiene por finalidad promover la conducta prosocial. 2) Realizar una implementación experimental del programa durante un curso escolar. 3) Evaluar sus efectos en factores socio-emocionales del desarrollo infantil relacionados con la educación en valores y prevención de la violencia, así como sus efectos en factores cognitivos como la inteligencia o la creatividad. 86 sujetos (34 varones y 52 mujeres) de 10 a 11 años distribuidos en 4 grupos, 2 asignados aleatoriamente a la condición experimental (54 sujetos) y otros 2 grupos a la de control (32) pertenecientes a dos centros escolares de la provincia de Guipúzcoa. Los sujetos pertenecían a un ámbito socio-económico y cultural medio. Se utilizaron dos tipos de metodologías de evaluación: una evaluación pretest-postest, sumativa del resultado, del cambio producido por el programa de juego en el desarrollo y otra, una evaluación formativa, del proceso, una evaluación continua del programa mediante técnicas observacionales. El procedimiento de aplicación de los tests se llevó a cabo en 7 sesiones de evaluación de una hora de duración, en cada una de las fases. Se administraron las sesiones pretest al inicio del curso escolar y las postest durante las últimas semanas del curso. Los padres y los profesores recibieron los cuestionarios que debían cumplimentar disponiendo de 3 semanas para observar y responder en cada fase de la evaluación. En la fase postest se incorporó un cuestionario de evaluación del programa que tuvo por finalidad recoger la opinión y la percepción subjetiva del cambio de los miembros del grupo que participó en la experiencia de juego. 1)BAS 3. Batería de socialización (Silva y Martorell 1989) 2) AD. Cuestionario de conductas antisociales-delictivas (Seisdedos, 1988/1995). 3) CP. Cuestionario de conducta prosocial. (Weir y Duveen, 1981) (profesores y padres) 4) CS. Cuestionario Sociométrico: compañero prosocial y creativo (Moreno, 1934/1972) 5) CABS. Escala de comportamiento asertivo para niños. (Wood, Michelson y Fliynn, 1978/1983) 6) EIS. Cuestionario de estrategias cognitivas de resolución de situaciones sociales (Garaigordobil, 2000) 7) LAEA. Listados de adjetivos para la evaluación del autoconcepto global y creativo (Garaigordobil, en prensa-a) 8) DFH. El test del dibujo de la figura humana (Koppitz, 1976) 9) K-BIT. Test breve de inteligencia (Kaufman y Kaufman, 1994/1997) 10) EPC. Escala de Personalidad Creadora (Garaigordobil, en prensa-a). Evaluación padres profesores. Autoevaluación. 11)TAP. Test de asociación de palabras (Garaigordobil, en presa-a) 12) TPCT. Test de pensamiento creativo de Torrance. The Torrance test of creative thinking (Torrance, 1974/1990) 13) CC. Creación libre de un cuadro. Evaluación interjueces de un producto creativo. (Garaigordobil, en prensa-a). Se administraron 13 instrumentos de evaluación que disponen de adecuadas garantías psicométricas (fiabilidad, validez). La evaluación empleó multiinformantes (niños, padres y profesores), y multitécnicas para la valoración de las variables dependientes (autoinformes, técnicas subjetivas, cuestionarios abiertos). El programa de juego tuvo un impacto positivo tanto en factores sociales y emocionales como intelectuales. En cuanto al desarrollo social y emocional el programa potenció: 1) Un aumento de las conductas asertivas y una disminución de las conductas agresivas con otros niños en situaciones sociales normales. 2) Una disminución de las conductas antisociales y de las conductas delictivas. 3) Un incremento de las conductas de autocontrol, de respeto por las normas de la sociabilidad y de las conductas de liderazgo, ascendencia, asociadas al espíritu de servicio y la popularidad. 4) Un aumento de la conducta prosocial, desde la observación de los padres. 5) Una mejora de la imagen de los compañeros del grupo aumentado el número de compañeros que fueron considerados como prosociales. 6) Un aumento de las estrategias cognitivas asertivos y la cantidad total de estrategias disponibles para interactuar en situaciones sociales conflictivas. 7) Una elevación del autoconcepto global, aumentando los adjetivos positivos con los que definirse y disminuyendo los negativos, así como un aumento del autoconcepto creativo potenciando un incremento de la autoimagen como personas creativas. Un incremento de la estabilidad emocional evidenciado en la disminución de indicadores signo de problemas emocionales. En cuanto al desarrollo intelectual y de la creatividad potenció un incremento de: 1) La inteligencia verbal del CI verbal de la capacidad de conceptualización verbal. 2) La capacidad de pensamiento asociativo verbal en los indicadores fluidez de ideas y originalidad de las mismas, relacionadas con la creatividad verbal. 3) Las conductas características de las personas creadoras, autoevaluadas y evaluadas por los profesores y desarrollar rasgos de personalidad creadora. 4) El número de compañeros del grupo que son considerados personas creativas, es decir, se produce una mejora de la imagen de los iguales. 5) La creatividad verbal, de la originalidad de tareas o actividades de creatividad verbal, es decir, de aportar ideas novedosas. 6) La creatividad gráfico-figurativa. El programa fue eficaz para los sujetos experimentales que antes de empezar el programa de juego tenían problemas de desarrollo socio-emocial y/o bajo nivel de desarrollo socio-emocional. También ha sido beneficioso para participantes con problemas de socialización, de desarrollo emocional, y de desarrollo intelectual, lo que pone de relieve el efecto terapéutico de esta intervención. En relación a la influencia de género en los efectos del programa los resultados muestran que apenas se observa un efecto diferencial de la intervención. El trabajo aporta evidencia empírica de las contribuciones de juego al desarrollo infantil y ratifica la propuesta de muchos profesionales de la psicología y la educación que enfatizan la inclusión de actividades lúdicas grupales como instrumento preventivo y de desarrollo en contextos clínicos y educativos. El trabajo valida el programa diseñado y aporta un instrumento de intervención psicológica para fomentar el desarrollo social, emocional e intelectual infantil en estos grupos de edad, donde se observa una gran ausencia de programas de este tipo y completa una línea de intervención con juego prosocial y creativo para estimular el desarrollo infantil de 6 a 14 años..

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1- Averiguar cuáles son los procesos cognitivos deficitarios condicionantes de los aprendizajes de la lectura, escritura y cálculo del niño deficiente ligero, analizando, a su vez, las zonas de desarrollo potencial de los mismos. 2- Comprobar la validez de unos programas de desarrollo individual específicamente diseñados para esta investigación, cuya finalidad es lograr unos niveles mínimos en una serie de repertorios cognitivo conductuales condicionantes de ciertos aprendizajes instrumentales. 3- Estudiar la interacción entre estilo cognitivo y programa de intervención. 19 Sujetos (7 mujeres y 12 varones) entre 7 y 9 años, con CI entre 50 y 70. Para cumplimentar el primer objetivo se aplican una serie de pruebas de madurez lectora (Badimale) y se comparan las puntuaciones en los distintos factores de sujetos deficientes ligeros y normales. Para lograr el segundo objetivo se implanta un programa de desarrollo individual y se comparan las puntuaciones pre y post-tratamiento. El diseño experimental corresponde a los diseños pretest-posttest de un sólo grupo. El diseño estadístico es factorial 2x2x2. Las variables definidas son: madurez lectora y estilos cognitivos (independencia-dependencia de campo y reflexivilidad-impulsividad). Tests de inteligencia para determinar el CI de los sujetos: WISC y matrices progresivas de Raven. Pruebas de madurez lectora (pruebas criterio): Badimale y dictado de palabras. Test de conceptos básicos de Boehm. Análisis de correlación: coeficiente de correlación biserial siempre que se operaba con las puntuaciones del test criterio 'dictado de palabras' y, en los demás casos coeficiente de correlación de Pearson. Análisis de regresión lineal múltiple para determinar el porcentaje de varianza que podía ser explicado por los estilos cognitivo y los efectos del tratamiento. Análisis factorial. Pruebas de diferencias de medias. Se observan puntuaciones significativamente más bajas en los niños deficientes en todos los factores de madurez lectora analizados, así como una estructura interna de los mismos diferente. Se observa una mejora significativa en las puntuaciones del posttest despues de la aplicación del programa respecto a las del pretest, aunque al no existir un grupo control no se puede afirmar que esta mejora se deba al tratamiento. De los resultados hallados en esta investigación no se desprende que los efectos beneficiosos obtenidos tras la aplicación del programa de entrenamiento sean transferibles al aprendizaje de la lectura y la escritura.