968 resultados para Policy Networks
Resumo:
The central assumption in the literature on collaborative networks and policy networks is that political outcomes are affected by a variety of state and nonstate actors. Some of these actors are more powerful than others and can therefore have a considerable effect on decision making. In this article, we seek to provide a structural and institutional explanation for these power differentials in policy networks and support the explanation with empirical evidence. We use a dyadic measure of influence reputation as a proxy for power, and posit that influence reputation over the political outcome is related to vertical integration into the political system by means of formal decision-making authority, and to horizontal integration by means of being well embedded into the policy network. Hence, we argue that actors are perceived as influential because of two complementary factors: (a) their institutional roles and (b) their structural positions in the policy network. Based on temporal and cross-sectional exponential random graph models, we compare five cases about climate, telecommunications, flood prevention, and toxic chemicals politics in Switzerland and Germany. The five networks cover national and local networks at different stages of the policy cycle. The results confirm that institutional and structural drivers seem to have a crucial impact on how an actor is perceived in decision making and implementation and, therefore, their ability to significantly shape outputs and service delivery.
Resumo:
DUE TO COPYRIGHT RESTRICTIONS ONLY AVAILABLE FOR CONSULTATION AT ASTON UNIVERSITY LIBRARY AND INFORMATION SERVICES WITH PRIOR CONSULTATION
Resumo:
By switching the level of analysis and aggregating data from the micro-level of individual cases to the macro-level, quantitative data can be analysed within a more case-based approach. This paper presents such an approach in two steps: In a first step, it discusses the combination of Social Network Analysis (SNA) and Qualitative Comparative Analysis (QCA) in a sequential mixed-methods research design. In such a design, quantitative social network data on individual cases and their relations at the micro-level are used to describe the structure of the network that these cases constitute at the macro-level. Different network structures can then be compared by QCA. This strategy allows adding an element of potential causal explanation to SNA, while SNA-indicators allow for a systematic description of the cases to be compared by QCA. Because mixing methods can be a promising, but also a risky endeavour, the methodological part also discusses the possibility that underlying assumptions of both methods could clash. In a second step, the research design presented beforehand is applied to an empirical study of policy network structures in Swiss politics. Through a comparison of 11 policy networks, causal paths that lead to a conflictual or consensual policy network structure are identified and discussed. The analysis reveals that different theoretical factors matter and that multiple conjunctural causation is at work. Based on both the methodological discussion and the empirical application, it appears that a combination of SNA and QCA can represent a helpful methodological design for social science research and a possibility of using quantitative data with a more case-based approach.
Resumo:
This study aims to explore the position of diffusion oriented support mechanisms in European Community (EC) innovation policy. With the shift from the traditional linear model towards an integrative approach to innovation, the role of diffusion of technologies and knowledge, achieved greater weight. This shift in both the thinking of academic experts, and of national policy makers, induced EC policy makers to appeal for similar changes in Community innovation policy. From the mid-1980s, the Commission of the European Communities, the key actor in EC policy making, thought to move its innovation policy away from the traditional science push approach. This study shows that in the implementation of programmes for research, technology and innovation, the traditional linear model is still dominant. The core research and technological development programmes still operate from a science push concept of innovation, mainly due to their pre-competitive nature. The case of SPRINT illustrates that policy programmes with an integrated innovation perspective can be successful at Community level. However the programme operates in a relatively isolated position from overall research and technological development policy. The case of BRITE-EURAM illustrates the difficulties of collaborative research programmes, the bulk of EC support mechanisms, to move away from the traditional model. The study shows how conflicting policy objectives arising from the different policy networks that shape EC policy making, in combination with a lack of co-ordination in those policy domains, hinder the emergence of the integrated approach. Consequently EC diffusion policy, implemented from the perspective of the linear model, will have a sub-optimal impact on the competitiveness of European industries.
Resumo:
Brazilian social thought draws on the inspiration of past masters the common denominator of whose work is probably a deep humanism. Confronting the challenges of a fluid, ever-changing reality is now a matter of survival. The idea of climate change has made the environment, long relegated to second place, a matter of much wider interest and concern. The other great problem is poverty, and here, while there have been undeniable advances, much remains to be done. The main challenge is producing forms of social organization that will allow ordinary citizens to have an impact on what really matters. Developing policy in these areas has engaged the efforts of a wide range of experts from a variety of fields. Whereas university-educated intellectuals once formed an intelligentsia, today they are engaged in practical politics and much more often function as agents who link social actors together than as mere elaborators of theories.
Resumo:
As reformas do setor p??blico ajudaram a torn??-lo mais eficiente e eficaz, mas tamb??m geraram v??rios problemas. Tanto as reformas ao estilo do New Public Management quanto da governan??a contribu??ram para os problemas contempor??neos no ato de governar. Tais problemas t??m sido em grande parte pol??ticos, refletindo a tend??ncia de se enfatizar valores administrativos em detrimento dos valores democr??ticos. Os governos come??aram a reagir aos problemas reais e percebidos no setor p??blico desenvolvendo diversos instrumentos de ???meta-governan??a??? que podem ajudar a governar organiza????es p??blicas, mas que envolvem menos comando e controle diretos. Este artigo aborda as fun????es de governan??a contempor??neas na restaura????o da dire????o e coer??ncia nas pol??ticas e, ao mesmo tempo, no apoio ?? autonomia das organiza????es pol??ticas e no envolvimento de redes de pol??ticas no ato de governar.
Resumo:
O artigo analisa o processo de implementa????o e o modelo de gest??o do Programa Bolsa Fam??lia (PBF), no cerne do debate de centraliza????o-descentraliza????o. A hip??tese do estudo ?? que o PBF n??o apenas caminhou para o fortalecimento da descentraliza????o, superando alguns desafios da consolida????o do ???pacto federativo???, como tamb??m construiu uma configura????o mais complexa, pr??xima ?? gest??o em redes. Para tanto, ?? apresentada uma discuss??o te??rica acerca do federalismo, da descentraliza????o das pol??ticas sociais e do conceito de redes de pol??ticas p??blicas. Em seguida, s??o discernidos os princ??pios que fundamentaram a concep????o do programa, bem como as principais estrat??gias de implementa????o. Como conclus??o, argumenta-se que apesar de ainda persistirem desafios ?? gest??o compartilhada, a implementa????o do PBF se pautou n??o apenas no princ??pio da descentraliza????o, como tamb??m na transpar??ncia, controle e participa????o popular.
Resumo:
A incompreensão sobre como funcionam os processos que conduzem às decisões na União Europeia (UE) e que representam hoje, principalmente, uma panóplia legislativa com impacto significativo no dia-a-dia dos cidadãos, das empresas e dos governos, é reconhecida pela própria Comissão Europeia a par duma existente desconfiança das pessoas na política, e o seu consequente distanciamento entre elas e as instituições. Para esta situação muito contribui o complexo xadrez de instituições da UE (Comissão Europeia, Parlamento Europeu, Conselho Europeu, Conselho da União Europeia, Tribunal de Justiça da União Europeia, Banco Central Europeu, Comité das Regiões, agências da União Europeia, etc.) com fronteiras pouco claras entre si no que respeita às áreas de intervenção, responsabilidades e competências, assim como a forma como são nomeados e/ou eleitos os seus representantes. Todas estas dúvidas por parte dos cidadãos acentuam não só um legítimo desconhecimento pelos mecanismos de decisão, pois variam de instituição para instituição e a informação e regras de funcionamento encontram-se dispersas por vários documentos, bem como enraízam uma desconfiança sobre os verdadeiros interesses nas decisões tomadas e, ainda, sobre os actores que nelas estão envolvidos. Procurámos no nosso estudo, em primeiro lugar, estabelecer a relação entre os processos de decisão na UE e a forma como com ele interagem redes de partes interessadas – stakeholders. Em segundo lugar, à luz dum quadro teórico desenvolvido em torno do estudo do ciclo político das decisões no quadro comunitário, tentámos fazer a correlação deste com um processo de decisão específico. Foi nossa intenção perceber se o decurso e o envolvimento dos stakeholders no processo de decisão estudado se coaduna com a bibliografia que aponta os processos de decisão da UE como sendo abertos e inclusivos.
Resumo:
Olli Rehn
Resumo:
Cette thèse porte sur le rôle des organismes communautaires entre 1994 et 2002 dans l’élaboration de politiques pour lutter contre la pauvreté au Québec et en Irlande et ce, dans un contexte de gouvernance. Au cours de années 1980 et 1990, des gouvernements, dont ceux du Québec et de l’Irlande, ont fait appel à des organismes communautaires pour que ceux-ci participent à la gestion des services sociaux ainsi qu’à la formulation des politiques sociales. Cette participation s’est inscrite dans le cadre de nouveaux arrangements politiques, soit des nouvelles formes de gouvernance alors que les gouvernements éprouvaient des difficultés à remédier à l’accroissement des inégalités sociales. Cependant, il demeure difficile de discerner en quoi l’établissement de ces nouvelles formes de gouvernance a façonné le rôle des organismes communautaires dans l’élaboration des politiques pour lutter contre la pauvreté. De plus, les partenariats sociaux en Irlande relèvent d’un processus davantage institué que la concertation au Québec, ce qui a entraîné des différences au plan des mobilisations sociales. L’objectif de cette thèse est donc celui de mieux cerner le lien entre les nouvelles formes de gouvernance et la mobilisation sociale des organismes communautaires dans l’élaboration de politiques pour lutter contre la pauvreté. L’hypothèse mise en avant est que l’efficacité de l’action collective dépend de la manière dont les organismes communautaires s’y prennent pour pallier l’incertitude qui caractérise les modes de gouvernance. Sur le plan théorique, cette thèse mise sur les interactions entre acteurs et, plus particulièrement, sur la formation de réseaux de politiques publiques. Cela implique plus précisément de cerner comment les acteurs coordonnent des activités entre eux et se rallient autour d’un même thème, comme celui de la lutte contre la pauvreté. Lorsque la coordination des activités est forte et que le ralliement autour d’un même thème est important, on parle de coalition de cause. La nécessité de former une coalition se produit dans le contexte d’un champ institutionnel incertain, comme c’est le cas pour les mécanismes de concertation au Québec. Mais le caractère incertain du champ institutionnel entraîne aussi des divergences à l’intérieur de la coalition instaurée à cette occasion, ayant pour effet d’affaiblir la mobilisation sociale. Ainsi, l’interprétation que font les organismes communautaires des nouvelles formes de gouvernance façonne la manière dont ces organismes vont définir la lutte contre la pauvreté et élaborer leurs stratégies. Sur le plan méthodologique, le choix des cas de l’Irlande et du Québec repose dans les différences qui existent en termes de gouvernance et ce, alors qu’ils partagent de fortes similarités. Tant l’Irlande que le Québec sont caractérisés par des économies de marché ouvertes, des régimes d’État-providence de type libéral ainsi que l’emprise, par le passé, de l’Église catholique dans les services sociaux. Cependant, ces deux cas diffèrent en ce qui concerne le rôle de l’État, le système électoral, le statut juridico-politique, le caractère de leur économie et la place occupée par le milieu communautaire par rapport à l’État. Ces différences permettent de rendre compte du moins en ce qui concerne le Québec et l’Irlande, de la manière dont l’action collective découle de la relation entre les stratégies des acteurs et le contexte dans lequel ils se situent. Cette thèse montre comment, dans un processus davantage institué, comme c’est le cas des partenariats sociaux en Irlande, la mobilisation sociale s’avère plus efficace que lorsqu’elle se situe dans le cadre d’un processus moins institué, comme ce qu’on peut observer avec la concertation au Québec. Bien que, dans les deux cas, l’influence du milieu communautaire en matière des politiques sociales demeure mitigée, la mobilisation sociale des organismes communautaires irlandais s’est avérée plus efficace que celle de leurs homologues québécois eu égard de la formulation de politiques pour lutter contre la pauvreté. Au Québec, bien que les organismes communautaires sont parvenus à former une coalition, soit le Collectif pour une loi sur l’élimination de la pauvreté, leur mobilisation s’est trouvée affaiblie en raison de la prédominance de divergences entre acteurs communautaires. De telles divergences étaient aggravées en raison du caractère incertain du champ institutionnel lié à la concertation. En Irlande, bien que les organismes communautaires ont dû faire face à des contraintes qui rendaient difficiles la formation d’une coalition, ceux-ci ont pu néanmoins se mobiliser autrement, notamment en raison de liens formés avec des fonctionnaires dans le cadre des ententes partenariales.