156 resultados para Penicilina


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Se realizaron tentativas de inhibir la producción de las enterotoxinas estafilocóccicas por las cepas ATCC 13565, ATCC 14458, S 6 y S 100 con los antibióticos penicilina y estreptomicina. Los resultados obtenidos parecen demonstrar que la penicilina no impide la formación de proteínas enterotóxicas, siendo que por otro lado la estreptomicina a partir de la dosis de 500 myg por ml de medio impide en casi todas las cepas la producción de enterotoxinas. Con la dosis de 1000 myg/ml no se pudo demonstrar presencia de enterotoxina en ninguno de los cultivos realizados con las diversas cepas. Se indican las posibles explicaciones para estos resultados.

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O efeito de concentrações subinibitórias de penicilina sobre a produção do antígeno grupo-específico e da hialuronidase extracelular foi avaliado em uma amostra de estreptococo pertencente ao grupo G de Lancefield. Em todas as concentrações uma maior quantidade de antígeno grupo-específico foi extraída das células e a atividade específica de hialuronidase se mostrou aumentada em até 1400% nos sobrenadantes das culturas. O maior aumento na expressão de ambos os antígenos foi observado em 1/2 da CMI.

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FUNDAMENTO: Penicilina G benzatina a cada 3 semanas é o protocolo padrão para a profilaxia secundária para febre reumática recorrente. OBJETIVO: Avaliar o efeito da penicilina G benzatina em Streptococcus sanguinis e Streptococcus oralis em pacientes com doença valvular cardíaca, devido à febre reumática com recebimento de profilaxia secundária. MÉTODOS: Estreptococos orais foram avaliados antes (momento basal) e após 7 dias (7º dia) iniciando-se com penicilina G benzatina em 100 pacientes que receberam profilaxia secundária da febre reumática. Amostras de saliva foram avaliadas para verificar a contagem de colônias e presença de S. sanguinis e S. oralis. Amostras de saliva estimulada pela mastigação foram serialmente diluídas e semeadas em placas sobre agar-sangue de ovelhas seletivo e não seletivo a 5% contendo penicilina G. A identificação da espécie foi realizada com testes bioquímicos convencionais. Concentrações inibitórias mínimas foram determinadas com o Etest. RESULTADOS: Não foram encontradas diferenças estatísticas da presença de S. sanguinis comparando-se o momento basal e o 7º dia (p = 0,62). No entanto, o número existente de culturas positivas de S. oralis no 7º dia após a Penicilina G benzatina apresentou um aumento significativo em relação ao valor basal (p = 0,04). Não houve diferença estatística existente entre o momento basal e o 7º dia sobre o número de S. sanguinis ou S. oralis UFC/mL e concentrações inibitórias medianas. CONCLUSÃO: O presente estudo mostrou que a Penicilina G benzatina a cada 3 semanas não alterou a colonização por S. sanguinis, mas aumentou a colonização de S. oralis no 7º dia de administração. Portanto, a susceptibilidade do Streptococcus sanguinis e Streptococcus oralis à penicilina G não foi modificada durante a rotina de profilaxia secundária da febre reumática utilizando a penicilina G. (Arq Bras Cardiol. 2012; [online].ahead print, PP.0-0)

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The A. studied the use of "crescilin", a residual byproduct of penicillin manufacture. It has been recommended the proportion of 1 per cent and proclaimed to supply 400,000 U. O. per kg. The results obtained permited to conclude that 1 per cent of crescilin did not increase the growth of pigs.

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Nesta nota-prévia, são referidos os primeiros resultados obtidos no tratamento de 7 doentes de bouba (framboesia, pian, yaws). Obteve-se a cura clínica e bacterioscópica de todos os casos entre 12 e 44 dias. 60 dias depois do tratamento, as reações sorológicas se mostravam negativas em todos os casos. Os doentes continuarão em observação nos próximos 6 meses, com contrõles imunológicos semanais. O tratamento consistiu em injeções de penicilina de 4 em 4 ou de 6 em 6 horas, empregando-se em média 200 unidade Oxford de cada vez. A dose total de unidades para cada doente variou entre 9.600 a 52.000. Apesar da freqüência e do número elevado das injeções, não foi observada nenhuma manifestação tóxica.

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Os A. A., visando aplicar a bartonelose do rato albino esplenectomizado como teste para o estudo das funções do baço, uma vez que há evidência de um mecanismo de proteção de natureza hormonal, estudam a evolução da anemia nesse animal após a esplenectomia. Discutem aspectos e trabalhos sôbre o assunto. Comparam a anemia da bartonelose à da fenilhidrazina e discutem a influência dos traumatismos inespecíficos sôbre o desencadeiamento dessa infecção. Aproveitam o material para a verificação do efeito terapêutico da penicilina bárica, fabricada no Instituto Oswaldo Cruz, na bartonelose experimental do rato albino. Descrevem os métodos e concluem sôbre a extrema sensibilidade dos animais utilizados e da ineficácia da penicilina, pelo menos na dose empregada.

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The authors described the experiments with Penicillin Merck-Sodium Salt n. 135 in order to verify the curative action on the experimental disesase of the guineapig. I - They found that small doses, of 1,600 units, Oxford, when inoculated during the first 24 or 48 hours of the appearance of the feverish reaction are impotent to modify the course of the disease, whether in the thermic curve, or the testicular or esplenomegalic manifestations. II - Penicillin, when used in larger doses, from 25,000 to 30,000 units, Oxford, in 24 hours through peritonial cavity is capable of normalising the temperature, modifying to a certain degree the virulence of the virus in guinea-pigs. III - In large doses, even when injected later, it causes the temperature to fall, in all animals, attenuating the viceral manifestations. IV - Direct contact of Penicillin with the virus, during many hours, cause it to loose its virulence.

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Os AA. apresentam dois casos de Osteomilite crônica submetidos durante anos a diversos tratamentos, sem resultado. Pela associação da assepsia integral com a Penicilina intra-arterial (via ainda não usada), conseguiram a cura após sutura primitiva num caso e secundária no outro. Por serem fátos excepcionais acham que devem ficar registrado.

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Seis sifiliticos foram tratados com penicilina em doses baixas, no Hospital Evandro Chagas, do Instituto Oswaldo Cruz. Protossifilomas foram bacterioscópicamente negativos entre 3 e 6 dias e cicatrizaram completamente entre 10 e 13 idas, com a aplicação de 1.200 a 2.400 unidades Oxford por 24 horas. Condilomas sifiliticos e placas mucosas hipertróficos tiveram bacterioscopia negativa entre 6 e 8 dias, cicatrizaram completamente entre 10 e 20 dias, com a aplicação de 1.200 unidades por 24 horas. Porém, doses de 4.800 unidades, no mesmo espaço de tempo, forma insuficientes para controlar outras manifestações luéticas secundárias (roséolas, placas mucosas). Em 3 casos sob contrõle sorológico, verificou-se que a negatividade das reações não acompanha imediatamente a cura clínica. Além disso, conforme já foi observado também com a bouba, os resultados dos testes sorológicos oscilam mezes a fio, negativando e voltando à positividade.

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Five patients of yaws were treated with american Penicillin (Squibb, Winthrop and Lilly), in small dosis. The treatment has been performed, using 200 Oxford units each 4 hours. The total amount of units "per" subject, has varied from 24.000 to 54.000. A complete disappearence of the external lesions was obtained between the 12th and the 25th day of treatment.

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Six patients of terciary yaws, were treated with Penicillin in small dosis at Evandro Chagas Hospital of the Oswaldo Cruz Institute. The lesions presented by the patients were: gummatous ulcerations, periostitis, osteitis, osteoporosis and gangoza (rhinopharyngitis mutilans). In all cases, clinic recovery were obtained, the time of treatment varying from 2 to 8 months. The total amount of oxford units 'per" subject varied from 48.000 to 586.800 Patients with bone lesions, ever after the treatment, has not showed complete recomposition of the bone structure, ever so aparently healing and with negative sorologics tests. Identical results has been observed in patient showing the same lesions and treated with neo-arsphenamine. The patients are still under observations at the Hospital.

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This report belongs to the series of works carried out Oswaldo Cruz Ins¬titute, on the treatment of treponematosis with penicillin. The present report deals with investigations performed in order to ascer¬tain the following points: 1) the mininal curative dosis for the initial lesions of yaws; 2) the effect of reduction of the number of injections each day, to verifie the possibility of application of penicillin in the prophylaxis of yaws in rural zones; 3) reduction of the time of treatment by application of high dosis. 1) With dosis of 150 and 100 Oxford units each four hours, clinical reco¬very was obtained after 17 days of treatment. With 50 O.u. during 40 days clinical recovery was not obtained. 2) a) With 3 injections of 400 O.u. each day (6,12 and 18 hoórs clocks) clinical recovery was obtained after 14 to 16 days; b) with 2 injections of 400 O.u. each day (6 and 18 hoors clocks), clinical recovery was obtained after 16 to 23 days; c) with 1 injection of 1.600 and 3.200 each day, clinical recovery was obtained after 30 and 20 days. 3) With dosis of 33.3 and 46.7 O.u. by each kilo of weight each four hours, during 15 days, clinical recovery was obtained more or less in 25 days. The same result was obtained with the dosis of 61.5 and 166.7 O.u. by each kilo of weight, each four hours, during 4 days. But with 100.000 O.u. in fine dosis of 20.000 in a day ou by, clinical recovery was not obtained.

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It is described in this papaer the pilot-plant, for the production of Penicillin, with a capacity of, aproximately, sixty million Oxford units per month, used at the Oswaldo Cruz Institute. With this plant it has been possible to produce the active material for several clinical observations and the treatment of more than thousand pacients during the war time. Particularly, this refers to the results obtained in the treatmetne of the desease Framboesis pian, Yaws (4,5) and in others deseases, by the use of very small dosis of Penicillin.

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1) Depois de 2 anos de observação após o tratamento com penicilina em doses baixas, verificou-e que de 30 pacientes tratados com lesões boubáticas primo-secundárias, 13 mantinham-se curados clínica e sorològicamente. Quatro pacientes continuavam com cura clínica, mas com R. Wa. positiva. Os 13 doentes acima citados ofereceram as seguintes médias: Média das idades [...] 9 anos. Média da duração do tratamento [...] 30 dias. Média das doses totais de penicilina [...] 45.000 unidades. Média dos intervalos da injeções [...] 6/6 horas. Entretanto, doses variando de 72.000 a 200.000 unidades, em tratamento de 1 a 4 dias fracassaram. A distribuição dos 30 tratados segundo a duração do tratamento, mostra que os resultados mais favoráveis foram obtidos com os tratamento mais longos. A distribuição segundo a dose, demonstra o mesmo para aquelas compreendidas entre 21.000 e 50.000 unidades. A distribuição em grupos etários, revela o mesmo para aquele de 1 a 8 anos e finalmente a distribuição segundo a frequencia das injeções, indica o mesmo para o grupo de 8/8 a 12/12 horas. Êste último fato, justificou a abolição das aplicações noturnas. Os resultados mais favoráveis nas idades mais baixas, demonstraram, seja insuficiência das dosagens, seja u'a maior resistência ao tratamento por parte dos casos de mais longa duração. 2) Depois de 2 anos de observação após o tratamento com penicilina em doses baixas, de 6 pacientes com lesões boubáticas terciáras, 5 continuavam curados clínica e sorològicamente. O doente restante continuava com cura clínica, mas com R. Wa. positiva. Êste doente fôra superinoculado experimentalmente e não recebera tratamento em seguida, havendo probabilidade de a experiência ter concorrido para a permanência da sorologia positiva. A duração do tratamento variou de 1 mês e 27 dias a 8 meses e 22 dias e as doses totais de penicilina de 164.000 a 586.000 unidades. 3) Depois de 2 anos de observação após tratamento com néo-arsfenamina, de 4 boubáticos com lesões terciárias, apenas 2 continuavam curados clínica e sorològicamente. Os outros 2, não apresentavam sinais de doença mas continuavam com a R. Wa positiva. A duração do tratamento variou de 1 mês e 15 dias a 14 meses e a dosagem do medicamento de 2.10 grs. a 17.10 gr. 4) Depois de um ou dois anos de observação após o tratamento com penicilina isolada por via oral, 3 pacientes com lesões primo-secundárias, foram encontrados com recidiva clínica e sorológica. A duração do tratamento foi de 10 dias com a dosagem total de 100.000 unidade, os pacientes tendo 5, 8 e 10 anos respectivamente. Em quatro outros doentes, de 10 a 17 anos tratados durante 10 dias, com 150.000 unidades de penicilina associadas a citrato de sódio, os tratamentos foram considerados <>, isto é, até 20 dias depois do tratamento, não apresentaram cura clínica. Com exceção dêstes quatro últimos casos os resultados imediatos dos tratamentos já foram publicados. 5) Depois de 1 ano ou mais de observação após o tratamento, de 6 doentes de 1 a 10 anos de idade, tratados durante 10 dias com 120.000 unidades de penicilina, todos menos um se mantinham comcura clínica e sorológica. No mesmo período de observação, de 6 doentes de 14 a 25 anos de idade com lesões semelhantes e tratados com 180.000 unidades também em 10 dias, quatro se mantinham curados clínica e sorològicamente, e os outrso dois, embora com cura clínica, continuavam com R. Wa. positiva. 6) Depois de 1 ano de observação após o tratamento de lesões boubáticas terciárias, de 5 doentes que receberam 600.000 unidades de penicilina durante 20 a 60 dias, todos se mantinham com cura clínica e apenas um não apresentava cura sorológica. No mesmo período de observação, de 3 doentes com lesões semelhantes e que receberam 900.000 unidade em 60 e 105 dias, todos continuavam com cura clínica, mas um permanecia com R. Wa. positiva. Ainda no mesmo período de observação, de 2 doentes também de lesões terciárias, e que receberam 1.200.000 unidades de 3 a 5 meses, ambos continuavam com cura clínica mas apenas um permanecia com R. Wa. negativa. Uma paciente com gangoza que recebera 1.750.000 unidades em 5 meses e 10 dias continuava com cura clínica, mas com R. Wa. fortemente positiva. Êste caso foi suspeito de penicilinorresistente. 7) Depois de 2 anos de observação após o tratamento, 2 boubáticos com lesões primo-secundárias tratados com néo arsfenamina em 6 e 7 mese e com 5.45 grs. e 14.55 grs. respectivamente, mantinham-se curados clínica e sorològicamente. No mesmo período de observação, de 3 doentes com lesões terciárias tratados com néo-arsfenamina e que receberam de 4.80 grs. a 29.15 grs. em 2 a 14 meses de tratamento, 2 se mantinham curados clínica e sorològicamente, e o restante teve recidiva, sendo tratado em seguida com penicilina. O caso que recebeu 20.15 grs. de néo-arfenamina em 14 meses de tratamento foi particularmente rebelde à terapêutica. 8) Experiências com penicilina dissolvida em óleo de amendoim mais cêra de ablha deram os seguintes resultados: a) Uma única injeção de 100.000 unidade em 6 pacientes de 8 a 11 anos foi completamente falha. b) Uma única injeção de 200.0000 unidades em 6 pacientes de 12 a 15 anos também falhou. c) Duas injeções de 100.000 unidades cada uma, em 2 dias em pacientes de 16 a 21 anos, deram cura clínica provável a apenas 2 doentes de 6 tratados. d) Três injeções de 100.000 unidades cada uma, em 3 dias, em pacientes de 8 a 11 anos, deram cura clínica a 3 doentes de 6 tratados. e) Todos êsses doentes referidos como curados clinicamente, permaneciam com sorologia positiva. 8) Experiências realizadas empregando a penicilina associada à néo-arsfenamina em 6 dias de tratamento deram os seguintes resultados, após 6 meses de observação. A) Três doentes com secundarismo boubático, de 10 a 13 anos de idade tratados com 100.000 unidades amis 0,30 gr., mantinham-se curados clínica e sorològicamente;.b) de três doentes de 15 a 19 anos também com secundarismo,tratados...