984 resultados para Necrosis Tubular Aguda


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BACKGROUND Renal ischemia/reperfusion (I/R) injury is manifested by acute renal failure (ARF) and acute tubular necrosis (ATN). The aim of this study was to evaluate the effectiveness of preconditioning with 3, 3, 5 triiodothyronine (T3) to prevent I/R renal injury. METHODOLOGY/PRINCIPAL FINDINGS THE RATS WERE DIVIDED INTO FOUR GROUPS: sham-operated, placebo-treated (SO-P), sham-operated T3- treated (SO- T3), I/R-injured placebo-treated (IR-P), and I/R-injured T3-treated (IR- T3) groups. At 24 h before ischemia, the animals received a single dose of T3 (100 μg/kg). Renal function and plasma, urinary, and tissue variables were studied at 4, 24, and 48 h of reperfusion, including biochemical, oxidative stress, and inflammation variables, PARP-1 immunohistochemical expression, and ATN morphology. In comparison to the SO groups, the IR-P groups had higher plasma urea and creatinine levels and greater proteinuria (at all reperfusion times) and also showed: increased oxidative stress-related plasma, urinary, and tissue variables; higher plasma levels of IL6 (proinflammatory cytokine); increased glomerular and tubular nuclear PARP-1 expression; and a greater degree of ATN. The IR-T3 group showed a marked reduction in all of these variables, especially at 48 h of reperfusion. No significant differences were observed between SO-P and SO-T3 groups. CONCLUSIONS This study demonstrates that preconditioning rats with a single dose of T3 improves the clinical signs and ATN of renal I/R injury. These beneficial effects are accompanied by reductions in oxidative stress, inflammation, and renal PARP-1 expression, indicating that this sequence of factors plays an important role in the ATN induced by I/R injury.

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We test the hypothesis that PARP inhibition can decrease acute tubular necrosis (ATN) and other renal lesions related to prolonged cold ischemia/reperfusion (IR) in kidneys preserved at 4°C in University of Wisconsin (UW) solution. Material and Methods. We used 30 male Parp1(+/+) wild-type and 15 male Parp1(0/0) knockout C57BL/6 mice. Fifteen of these wild-type mice were pretreated with 3,4-dihydro-5-[4-(1-piperidinyl)butoxyl]-1(2H)-isoquinolinone (DPQ) at a concentration of 15 mg/kg body weight, used as PARP inhibitor. Subgroups of mice were established (A: IR 45 min/6 h; B: IR + 48 h in UW solution; and C: IR + 48 h in UW solution plus DPQ). We processed samples for morphological, immunohistochemical, ultrastructural, and western-blotting studies. Results. Prolonged cold ischemia time in UW solution increased PARP-1 expression and kidney injury. Preconditioning with PARP inhibitor DPQ plus DPQ supplementation in UW solution decreased PARP-1 nuclear expression in renal tubules and renal damage. Parp1(0/0) knockout mice were more resistant to IR-induced renal lesion. In conclusion, PARP inhibition attenuates ATN and other IR-related renal lesions in mouse kidneys under prolonged cold storage in UW solution. If confirmed, these data suggest that pharmacological manipulation of PARP activity may have salutary effects in cold-stored organs at transplantation.

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We test the hypothesis that PARP inhibition can decrease acute tubular necrosis (ATN) and other renal lesions related to prolonged cold ischemia/reperfusion (IR) in kidneys preserved at 4°C in University of Wisconsin (UW) solution. Material and Methods. We used 30 male Parp1(+/+) wild-type and 15 male Parp1(0/0) knockout C57BL/6 mice. Fifteen of these wild-type mice were pretreated with 3,4-dihydro-5-[4-(1-piperidinyl)butoxyl]-1(2H)-isoquinolinone (DPQ) at a concentration of 15 mg/kg body weight, used as PARP inhibitor. Subgroups of mice were established (A: IR 45 min/6 h; B: IR + 48 h in UW solution; and C: IR + 48 h in UW solution plus DPQ). We processed samples for morphological, immunohistochemical, ultrastructural, and western-blotting studies. Results. Prolonged cold ischemia time in UW solution increased PARP-1 expression and kidney injury. Preconditioning with PARP inhibitor DPQ plus DPQ supplementation in UW solution decreased PARP-1 nuclear expression in renal tubules and renal damage. Parp1(0/0) knockout mice were more resistant to IR-induced renal lesion. In conclusion, PARP inhibition attenuates ATN and other IR-related renal lesions in mouse kidneys under prolonged cold storage in UW solution. If confirmed, these data suggest that pharmacological manipulation of PARP activity may have salutary effects in cold-stored organs at transplantation.

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OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo avaliar a evolução de pacientes com lesão renal aguda (LRA) por Necrose Tubular Aguda internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP. MÉTODOS: Trata-se de estudo de coorte retrospectivo, no qual foram avaliados 477 pacientes maiores de 18 anos, no período de janeiro de 2001 a dezembro de 2008. LRA foi definida de acordo com os valores de creatinina sérica, conforme proposto pelo Acute Kidney Injury Network (AKIN). RESULTADOS: A média de idade da população estudada foi de 65,5 ± 16,2 anos, com predomínio de homens (62%) e com idade > 60 anos (65,2%). Diabetes mellitus ocorreu em 61,9%, hipertensão arterial em 44,4% e doença renal crônica em 21,9%. A mortalidade foi de 66%. Após análise multivariada, foram variáveis associadas ao óbito a necessidade de diálise, internação em UTI, idade > 60 anos e menor tempo de acompanhamento nefrológico. A recuperação renal entre os sobreviventes foi de 96,9%. CONCLUSÃO: Este trabalho mostra que a evolução dos pacientes com LRA provenientes de enfermarias clínica e cirúrgica é semelhante à literatura. Porém, a alta mortalidade do grupo mostra a necessidade da identificação de fatores de risco para o desenvolvimento de LRA nesses pacientes e capacitação da equipe assistente para o diagnóstico precoce dessa síndrome.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Background: Acute kidney injury in the pandemic swine origin influenza A virus (H1N1) infection has been reported as coursing with severe illness, although renal pathogenic mechanisms and histologic features are still being characterised. Case Report: We present two patients admitted with H1N1 pneumonia, sepsis, acute respiratory distress syndrome and need for invasive mechanical ventilation who developed acute kidney injury and became dialysis-dependent. In both cases a kidney biopsy was performed to establish a definitive diagnosis. Severe acute tubular necrosis was identified, with no further abnormalities. Conclusion: This report seems to confirm that the acute kidney injury in H1N1 infection is focused on the tubular cells. Our cases corroborate the renal histopathologic findings of other studies, highlighting the central role of the tubular cell. We bring new evidence of the histopathology of AKI in H1N1 infection since our data were collected in living patients and not via post-mortem studies.

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Nas últimas décadas, houve um declínio marcado da incidência global da insuficiência renal aguda (IRA) associada a causas obstétricas nos países desenvolvidos, devendo-se à melhoria significativa dos cuidados perinatais e à diminuição do número de abortos sépticos. Não obstante, a IRA ainda ocorre, tendo uma mortalidade elevada durante o período agudo, não sendo rara a progressão para insuficiência renal terminal. A IRA durante a gravidez pode ter várias causas, as quais são diferentes na primeira e na segunda metades da gravidez. Numa fase inicial da gravidez os problemas mais comuns são a doença prérenal devido à hiperémese gravídica e a necrose tubular aguda resultante do aborto séptico. Nos estadios mais tardios, pode ser causada por necrose tubular aguda ou necrose cortical renal, as quais podem ser originadas no contexto de várias situações, tais como a pré-eclampsia e/ou eclampsia, o descolamento prematuro da placenta, a placenta prévia, a hemorragia pós parto, o fígado gordo da gravidez e a embolia do líquido amniótico. Pode ainda ser causada pelo síndrome hemolítico-urémico pós-parto e a obstrução do aparelho urinário, entre outras. Na abordagem terapêutica da IRA na gravidez, é preconizada a colaboração estreita entre obstetra e nefrologista, devendo o tratamento ser individualizado.

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A leptospirose é a zoonose mais importante do mundo. Os pacientes são tipicamente homens jovens. Vários fatores estão envolvidos na insuficiência renal aguda (IRA) na leptospirose, incluindo ação nefrotóxica direta da leptospira, hiperbilirrubinemia, rabdomiólise e hipovolemia. Os principais achados histológicos são nefrite intersticial aguda e necrose tubular aguda. A IRA na leptospirose é geralmente não oligúrica e hipocalêmica. Alterações da função tubular precedem a queda na taxa de filtração glomerular, o que poderia explicar a alta frequência de hipocalemia. O tratamento antibiótico é eficaz nas fases precoces e tardias e/ou graves. Para pacientes críticos com IRA na leptospirose, as seguintes condutas são recomendadas: hemodiálise precoce e diária; baixa infusão de volume (devido ao risco de hemorragia pulmonar), e estratégias de proteção pulmonar. A mortalidade na IRA associada à leptospirose está em torno de 22%.

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INTRODUÇÃO: O vírus Influenza A (H1N1) foi primeiramente descrito em abril de 2009 e, desde então, diversos estudos relataram as características pertinentes à apresentação clínica e ao acometimento pulmonar da doença. Contudo, informações precisas referentes à insuficiência renal aguda (IRA) e às alterações histopatológicas renais nesses pacientes ainda são escassas. OBJETIVO: O objetivo deste estudo é descrever os achados histopatológicos renais de seis pacientes comprovadamente infectados pelo H1N1, que desenvolveram IRA e realizaram biópsia renal, correlacionando-os com os aspectos clínicos. MÉTODOS: Avaliamos seis pacientes do Hospital de Clínicas da UFPR com diagnóstico de H1N1 por PCR viral em 2009 que evoluíram com IRA e que foram submetidos à biópsia renal. Foram revisados os seus prontuários e das lâminas da biópsia renal. RESULTADOS: Todos os casos estudados apresentaram dados clínicos e/ou laboratoriais de IRA, sendo que somente um não apresentou oligúria. À biópsia renal, dois pacientes apresentaram alterações glomerulares: um deles, portador de lupus eritematoso sistêmico, apresentou lesões compatíveis com nefrite lúpica classe III A-C da ISN/RPS 2003 e microangiopatia trombótica focal; outro paciente apresentou glomerulosclerose nodular intercapilar, porém, sem comemorativos clínicos ou laboratoriais de diabetes. Todos os pacientes mostraram graus variáveis de alterações degenerativas vacuolares dos túbulos, com focos de oxalose em dois casos. Dois pacientes possuíam arteriosclerose em grau discreto a moderado. CONCLUSÃO: Em nosso estudo, todos os pacientes apresentarem graus variáveis de alteração degenerativa vacuolar, contudo, não foram encontrados sinais evidentes de necrose tubular aguda, parecendo existir um componente pré-renal como a causa principal de IRA nestes pacientes.

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O transplante renal representa atualmente a melhor opção terapêutica e de reabilitação para o paciente com insuficiência renal crônica terminal. As rejeições são as principais causas de perda dos rins transplantados e, entre essas, as rejeições agudas são as que apresentam maior relevância clínica. Desta maneira, a monitorização do transplante renal com vistas ao diagnóstico precoce da rejeição e seu rápido tratamento é de grande relevância no manejo adequado desses pacientes. Como a rejeição celular aguda é mediada predominantemente por linfócitos T e, visto que, a enzima adenosina deaminase (ADA) é encontrada principalmente, a nível de sangue periférico, em linfócitos, objetivou-se com esse estudo, verificar a possível associação entre atividade sérica da ADA e a rejeição aguda do enxerto renal. Buscou-se, também, determinar a sua utilidade como método diagnóstico de rejeição celular aguda. Foram acompanhados até 1 mês de internação 35 pacientes transplantados renais. Dosagens da atividade de ADA sérica foram feitas cinco vezes por semana e sempre que houvesse suspeita clínica de rejeição aguda. O diagnóstico de rejeição aguda foi estabelecido por 2 nefrologistas, aos quais foram omitidos os resultados dos níveis séricos ADA. Estes médicos tinham todas informações clínicas e laboratoriais, incluindo valores séricos de creatinina e ciclosporina, cintilografias, ecografias, citologia aspirativa, punção biópsia renal quando esta era realizada e resposta aos diferentes tratamentos imunossupressores usados. A análise estatística foi feita utilizando-se testes de Mann-Whitney e Qui-quadrado. O nível p menor do que 0,05 foi considerado como significativo. A mediana dos episódios de rejeição celular aguda ficou entre o sexto e sétimo dia pós-transplante, havendo diferença estatisticamente significativa nos valores de ADA no sexto dia de seguimento entre os pacientes com rejeição (60.16), em relação aos que não tiveram rejeição celular aguda (24,55) (p=0,021 MW). Para se avaliar a eficácia da atividade sérica de ADA com método diagnóstico de rejeição aguda, empregou-se pontos de corte de valores de ADA>35,>40,>45, >50 e > que 30% dos valores do período pré-rejeição. Houve associação estatisticamente significativa entre ADA>30% e rejeição celular aguda (p=0.035 MW). Verificou-se, também, aumento significativos da atividade sérica de ADA em pacientes anti-HCV positivos e com necrose tubular aguda, sem interferência sobre os resultados dos episódios de rejeição celular aguda. Usando esses pontos de corte como parâmetros de diagnóstico para rejeição aguda observou-se: sensibilidade = 55,5%, especificidade = 82,3%, valor preditivo positivo = 76,9%, valor preditivo negativo = 63,6% e acurácia = 69,0%. Conclui-se que há um aumento significativo da atividade sérica da ADA durante os episódios de rejeição aguda de enxertos renais humanos, encontrando-se associação significativa entre o aumento de 30% dos valores de ADA pré-rejeição e o diagnóstico de rejeição celular aguda.