702 resultados para Museus


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Hoje, no que diz respeito sua interface direta com o pblico, os museus so considerados, em teoria, instituies com objetivos variados, como educao, lazer, informao e incluso social. Neste contexto, as exposies aparecem como elemento fundamental da relao entre museus e sociedade, e a expografia torna-se, portanto, ferramenta de comunicao essencial para a efetividade do processo de divulgao. Mas, como se d a comunicao nestes espaos? Trata-se o presente, de uma reflexo acerca das estratgias de comunicao nas exposies em museus de cincias e sua eficcia. Foram selecionadas trs temticas, a primeira delas a dos tipos de exposio, e entre as numerosas possibilidades de categorizao, optou-se por aquelas descritas por Dean (2003) e Davallon (1986 e 1989). Outra questo discutida a do uso do objeto, tido, dentre as diferentes mdias a que se pode recorrer em uma exposio, como o diferencial do museu. Por fim, discute-se a questo da interatividade, por vezes reduzida manipulao, a partir dos nveis propostos por Wagensberg (2000). Apontam-se exemplificaes dessas temticas na exposio de longa durao Pesquisa em Zoologia: a biodiversidade sob o olhar do zologo, inaugurada pelo Museu de Zoologia da Universidade de So Paulo em setembro de 2002.

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O objetivo desse artigo ?? investigar como a ren??ncia fiscal ?? utilizada na ??rea de museus. A fundamenta????o te??rica faz breve apresenta????o da literatura sobre implementa????o e descreve o uso da ren??ncia fiscal na ??rea de museus mediante an??lise de seis vari??veis: incentivos, autonomia, informa????o, apoio institucional, apoio social e etapas e tempo. A metodologia utilizada foi a an??lise documental e entrevistas. A an??lise foi feita com ajuda do programa NVIVO9. As principais conclus??es s??o que embora haja incentivos e autonomia em graus suficientes para permitir boa implementa????o via ren??ncia fiscal, h?? quest??es informacionais e referentes ??s etapas e tempo que dificultam sua implementa????o. Al??m disso, a ren??ncia fiscal ?? concentradora, desigual e apresenta baixa participa????o de empresas do setor privado. Esses problemas parecem diminuir a capacidade de a implementa????o de museus mediante o uso da ren??ncia fiscal alcan??ar os efeitos almejados.

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O objecto de estudo definido para este trabalho estruturado pelas relaes triangulares estabelecidas ao longo dos eixos do tempo e do espao entre desenvolvimento territorial, turismo e museus. A problematizao da geometria dessas relaes levou ao estabelecimento de um conjunto limitado de hipteses de partida, as quais serviram de fio condutor ao desenvolvimento da pesquisa. Duas hipteses principais, embora de alcance diferenciado, foram definidas: a) Num plano mais geral - As orientaes e as dinmicas do desenvolvimento territorial (nas suas vertentes econmicas, polticas, sociais e culturais) tm uma correspondncia evidente nas transformaes verificadas no mbito do turismo e dos museus, quer em termos conceptuais, quer ao nvel das prticas. b) Num plano mais especfico - Os museus podem contribuir para a definio de um novo modelo de desenvolvimento turstico com fortes implicaes ao nvel da coeso territorial e social. No sentido de melhor operacionalizar as hipteses de partida, as mesmas foram traduzidas num conjunto de questes que lhes esto intimamente associadas. Destas salientamos: i) Quais as relaes entre desenvolvimento, turismo e museus? No plano terico? Nas prticas? Ao longo do perodo analisado? Nas vrias escalas de anlise consideradas? ii) Qual o papel especfico dos museus no quadro de um novo modelo de desenvolvimento turstico susceptvel de promover o progresso e o bem-estar das comunidades locais (o seu desenvolvimento) numa perspectiva integrada? Neste quadro de referncia, o trabalho foi organizado em trs partes, a primeira, incidindo sobre a discusso do tringulo turismo, museus e desenvolvimento territorial em contextos terico-conceptuais diferentes dos pontos de vista temporal e espacial; a segunda, incidindo sobre o estudo de caso tendo em mente testar, ao nvel local e numa realidade concreta, a matriz terica e conceptual entretanto estabelecidas; a terceira, incorporando uma juno das concluses parciais obtidas anteriormente e uma avaliao das hipteses colocadas inicialmente. Tendo por referncia que o conceito de desenvolvimento tem experimentado alteraes de monta ao longo do tempo, desde uma dimenso inicial fundamentalmente econmica, at uma perspectiva holstica de bem estar, que engloba as vertente sociais e da justia societria, a liberdade de aco e de pensamento e a criatividade, definimos (...)

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Cadernos de Sociomuseologia Centro de Estudos de Sociomuseologia

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Antropologia Culturas em cena e Turismo

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Cincias da Informao e da Documentao Arquivstica

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Trabalho de Projecto apresentado para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Museologia

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Trabalho de Projecto apresentado para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Museologia

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Museologia.

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Contm artigos de: Helena Barranha - Introduo: manifestos por um museu sem lugar (pp.3-8); Natalie Bookchin e Alexei Shulgin - Introduo net.art (1994-1999) [1999] (pp.11-18); Andreas Broegger - Net Art, web art, online art, net.art? [2000] (pp.19-24); Josephine Berry - Humano, demasiado Ps-Humano? A Net Art e os seus crticos [2000] (pp.25-33); Jon Ippolito - Dez mitos sobre a Internet Art [2002] (pp.34-44); Manuel Castells - Os museus na era da informao: conectores culturais de tempo e espao [2001] (pp.47-62); Yehuda Kalay e John Marx - Arquitectura e Internet: projectar lugares no ciberespao [2005] (pp.63-87); Erkki Huhtamo - Nas (ou para alm das) pontas dos dedos: arte contempornea, prticas expositivas e tactilidade [2008] (pp.88-102); Domenico Quaranta - Perdido na traduo. Ou trazer a Net Art para outro lugar desculpem, contexto [2008] (pp.103-120); Marisa Olson - Ps-Internet: A Arte depois da Internet [2011] (pp.123-136); Fred Forest - A arte cosa mentale. Do visvel ao invisvel e da realidade a uma realidade... diferente. [2012] (pp.137-141); Hito Steyerl - Demasiado mundo: a Internet morreu? [2012] (pp.142-158); Excertos das entrevistas realizadas, no mbito do projecto unplace, a artistas, curadores e investigadores (pp.159-196).

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A presente dissertao tem como objetivo analisar em que medida os grupos dos amigos dos museus podem ser um vetor estratgico para os museus. O espao museolgico encontra-se em profunda transformao e tem hoje novos desafios. Em muitos casos, os museus descobrem nas associaes de afiliao cultural a possibilidade de revitalizao. O presente trabalho dirige a sua ateno para os grupos dos amigos dos museus (GAM), pois torna-se essencial potenciar uma estrutura que deve ser considerada um vetor estratgico para o museu um piv indispensvel para os museus conseguirem dar resposta s expectativas e necessidades do pblico e dos stakeholders. Os grupos de amigos tm hoje novos desafios: s tarefas tradicionais de angariao de novas peas para os acervos, do restauro de obras ou da angariao de fundos e mecenas, junta-se a difcil tarefa de atrair pblico, que cada vez mais diversificado. A afiliao cultural pode assim ter um papel fundamental na democratizao do acesso cultura por vrios grupos do tecido social. Para tal, desenvolvemos um enquadramento terico sobre o papel do associativismo, a fim de perceber qual o seu impacto na vida cultural das pessoas, e a importncia da comunicao estratgica podem ter no contexto museolgico. Apesar de os museus utilizarem cada vez mais as ferramentas das relaes pblicas e do marketing, esta adoo revela-se complexa e morosa para a generalidade dos museus. No desenvolvimento da nossa dissertao, compreendemos que h uma nova rea de atuao por parte dos grupos de amigos, quer ao nvel do networking, quer ao nvel da responsabilidade social uma vez que estes podem tornar o museu mais inclusivo, mais integrador e mais influente. Para tal, fundamental que estes grupos sejam ativados de modo a que possam adaptar-se s mudanas j sentidas pelos museus. Fizemos uma correlao entre a necessidade de atualizao e as oportunidades que delas podem surgir. Na ltima parte da dissertao elabormos um estudo sobre o Grupo de Amigos do Museu de Arte Antiga, cuja histria acompanha a evoluo da museologia em Portugal. Este estudo pretende demonstrar a importncia que o grupo tem na vida do museu e de que modo a adoo destas novas medidas podem permitir a sustentabilidade do museu e do grupo.

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Em 2004 Gail Anderson afirmava haver uma clara necessidade de os museus conquistarem novas audincias, especialmente os jovens. Onze anos depois, os especialistas de estudos culturais identificam o mesmo problema. No entanto, com o desenvolvimento constante das tecnologias digitais mveis e, em particular, as redes sociais, as instituies museolgicas devem adaptar os seus recursos e aproveitar esta oportunidade (Drotner e Schodner, 2003), de modo a criar uma relao mais prxima com os jovens, a faixa taria mais ligada a estes novos media. A Fundao Calouste Gulbenkian, em particular o Museu Gulbenkian, para alm da importncia visvel que tem no mundo cultural em Portugal, uma das instituies culturais que mais aposta na divulgao digital, nomeadamente nas redes sociais onde est presente. Atravs de um questionrio online realizado a 160 jovens entre os 13 e os 25 anos foi possvel identificar que os inquiridos vo a museus com pouca frequncia; que gostariam de ver os museus como espaos interativos que incentivem participao e ao dilogo; que esto presentes nas redes sociais e que, atravs dos contedos certos, apesar de mais de metade afirmar visitar o Museu Gulbenkian menos de uma vez por ano, tivessem vontade de o fazer mais frequentemente. Atravs da opinio de um conservador do Museu Gulbenkian e da responsvel pela comunicao digital da Fundao Calouste Gulbenkian, foi possvel concluir que ambos acham que o Museu Gulbenkian no um espao desenhado para os jovens e que as redes sociais so um meio fundamental para alcanar esta faixa etria. Com os resultados dos inquritos realizados aos jovens e as propostas de soluo para este problema dadas pelos entrevistados, possvel sugerir quatro estratgias de comunicao que tornem os museus um lugar para se estar, do ponto de vista dos jovens: apostar e desenvolver a aplicao mobile; fazer um passe que combine uma entrada no museu e um menu numa das cafeterias; realizar atravs das redes sociais passatempos para ganhar bilhetes para as exposies; apostar em eventos noturnos inseridos no Museu.