905 resultados para Musculo temporal
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Pós-graduação em Odontologia - FOA
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Pós-graduação em Odontologia - FOA
Efeito do exercício muscular sobre temperatura e atividade elétrica dos músculos masseter e temporal
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Pós-graduação em Odontologia - FOA
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Objetivo: Describir la incidencia de la incapacidad temporal por contingencia común (ITcc) y profesional (ITcp) iniciada en 2009 en afiliados a la Seguridad Social (SS) que forman parte de la Muestra Continua de Vida Laboral.Métodos: Cohorte formada por 873.008 afiliados a la SS en España que registraron 163.008 episodios de IT con un tiempo acumulado total en riesgo de 675.923,6 trabajadores-año. Se estimó la tasa de incidencia de todos los primeros episodios de IT y por trastornos musculo-esqueléticos (TME) según variables demográficas y laborales. Posteriormente se calcularon las razones de tasas crudas (RTc) y ajustadas (RTa) mediante un modelo de regresión Poisson.Resultados: La incidencia de la ITcc e ITcp fue de 23,1 y 1,0 casos por 100 trabajadores-año, respectivamente. La incidencia por ITcc fue superior en mujeres, en menores de 26 años y en Navarra (32,8 casos por 100 trabajadores-año), y por ITcp las mayores incidencias se observaron en hombres y en Galicia. Por diagnóstico, los TME presentaron 424,7 casos y 3,6 casos por 10.000 trabajadores-año según contingencia común y profesional respectivamente. Por otra parte, los trabajadores temporales tuvieron más riesgo de desarrollar ITcp (RTa=1,09;IC95%=1,04-1,15) e ITcc (RTa=1,02;IC95%=1,01-1,03) respecto a los permanentes.Conclusiones: La incidencia de la IT sigue un mismo patrón según edad, régimen de afiliación y relación laboral. Por tipo de contingencia se observaron diferencias en la ocupación, sexo, tamaño de empresa, comunidad autónoma y actividad económica. Es necesario estudiar con más detenimiento las diferencias observadas por actividad económica y tipo de relación contractual.
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This study intended to compare the circadian rhythm and circadian profile between patients with juvenile myoclonic epilepsy (JME) and patients with temporal lobe epilepsy (TLE). We enrolled 16 patients with JME and 37 patients with TLE from the Outpatient Clinic of UNICAMP. We applied a questionnaire about sleep-wake cycle and circadian profile. Fourteen (87%) out of 16 patients with JME, and 22 out of 37 (59%) patients with TLE reported that they would sleep after seizure (p < 0.05). Three (19%) patients with JME, and 17 (46%) reported to be in better state before 10:00 AM (p < 0.05). There is no clear distinct profile and circadian pattern in patients with JME in comparison to TLE patients. However, our data suggest that most JME patients do not feel in better shape early in the day.
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The aim of this research was to analyze temporal auditory processing and phonological awareness in school-age children with benign childhood epilepsy with centrotemporal spikes (BECTS). Patient group (GI) consisted of 13 children diagnosed with BECTS. Control group (GII) consisted of 17 healthy children. After neurological and peripheral audiological assessment, children underwent a behavioral auditory evaluation and phonological awareness assessment. The procedures applied were: Gaps-in-Noise test (GIN), Duration Pattern test, and Phonological Awareness test (PCF). Results were compared between the groups and a correlation analysis was performed between temporal tasks and phonological awareness performance. GII performed significantly better than the children with BECTS (GI) in both GIN and Duration Pattern test (P < 0.001). GI performed significantly worse in all of the 4 categories of phonological awareness assessed: syllabic (P = 0.001), phonemic (P = 0.006), rhyme (P = 0.015) and alliteration (P = 0.010). Statistical analysis showed a significant positive correlation between the phonological awareness assessment and Duration Pattern test (P < 0.001). From the analysis of the results, it was concluded that children with BECTS may have difficulties in temporal resolution, temporal ordering, and phonological awareness skills. A correlation was observed between auditory temporal processing and phonological awareness in the suited sample.
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Objective Patients with mesial temporal lobe epilepsy (MTLE) may present unstable pattern of seizures. We aimed to evaluate the occurrence of relapse-remitting seizures in MTLE with (MTLE-HS) and without (MTLE-NL) hippocampal sclerosis. Method We evaluated 172 patients with MTLE-HS (122) or MTLE-NL (50). Relapse-remitting pattern was defined as periods longer than two years of seizure-freedom intercalated with seizure recurrence. Infrequent seizures was considered as up to three seizures per year and frequent seizures as any period of seizures higher than that. Results Thirty-seven (30%) MTLE-HS and 18 (36%) MTLE-NL patients had relapse-remitting pattern (X2, p = 0.470). This was more common in those with infrequent seizures (X2, p < 0.001). Twelve MTLE-HS and one MTLE-NL patients had prolonged seizure remission between the first and second decade of life (X2, p = 0.06). Conclusion Similar proportion of MTLE-HS or MTLE-NL patients present relapse-remitting seizures and this occurs more often in those with infrequent seizures.
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Este estudo caracteriza-se epidemiológico-descritivo com objetivo de descrever a evolução temporal dos casos de dengue em Ribeirão Preto, São Paulo, no período de 1994 a 2003, segundo mês de ocorrência e sexo. Os dados foram obtidos junto às fichas de notificação compulsória fornecidas pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde do município. Foram obtidos os coeficientes de incidência por 100.000 habitantes, segundo estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O município viveu uma epidemia de dengue no ano de 2001, quando o coeficiente de incidência chegou a 619,65 casos/100.000 habitantes, sendo que dentre os 5.553 casos encontrados no período estudado, 0,07% ocorreram no ano de 1994, 3,68% em 1995, 4,52% em 1996, 2,40% em 1997, 1,82% em 1998, 5,73% em 1999, 3,75% em 2000, 57,37% em 2001, 6,25% em 2002 e, 14,39% em 2003 . Os meses do ano de maior ocorrência da doença foram de janeiro a maio. Em relação à variável sexo, a proporção entre o número de casos foi de aproximadamente 1:1, mostrando pequenas flutuações de casos de dengue entre homens e mulheres, para todo período estudado. Os resultados apontam a necessidade do desenvolvimento de estudos sobre a temática e reforçam o papel das instituições de ensino na questão da dengue no nosso país.