209 resultados para Morrer


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Este artigo discute os principais temas e pesquisas na área da Tanatologia, estudos sobre a morte e o morrer. São apresentados os autores pioneiros que escreveram as primeiras obras de sistematização da Tanatologia entre os quais: Herman Feifel, Robert Kastenbaum e Elizabeth Kübler-Ross, e os principais temas de estudo: luto, violência e guerra, a morte e a TV, cuidados a pacientes gravemente enfermos, além da formação de profissionais da área de saúde e educação para lidar com pessoas vivendo situações de perdas e morte. São feitas propostas de estudos para o futuro desenvolvimento da Tanatologia em nosso país.

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Foram apresentados o risco relativo (RR) e o risco atribuível percentual (RAP) ao fator favelado de morrer, no primeiro ano de vida, em quatro setores de Porto Alegre, RS (Brasil), em 1980. O risco relativo médio de morrer no primeiro ano de vida foi de 2,4 a 3,62 vezes maior para o favelado, considerado um intervalo de confiança de 95%. O RAP ao favelado de morrer no primeiro ano de vida variou de 23,2% a 33,0% considerado um intervalo de confiança de 95%. O estudo dos cinco principais grupos de causas revelou que com exceção dos óbitos por anomalias congênitas, o risco relativo por essas causas foi sempre superior para o favelado; 1,8 vezes maior para afecções perinatais, 5,9 para a doença infecciosa intestinal, 6,1 para pneumonia e gripe e 8,0 para septicemia. Houve setores, como o intermediário sul, em que o risco relativo de morrer por septicemia foi 18,2 vezes maior para o favelado. Quanto ao risco atribuível, verificou-se que em média 28% da mortalidade infantil é atribuível a 18% de favelados. Considerados os principais grupos de causas, o RAP ao fator favelado foi de 12,8% para a mortalidade perinatal, 47,7% para doença infecciosa intestinal, 48,7% para pneumonia e gripe e 56,7% para septicemia. Mesmo levando em conta que o problema social e econômico é o principal determinante do fato de um indivíduo ser favelado, recomenda-se verificar a qualidade da assistência à saúde prestada às populações faveladas, pois é possível obter-se redução de morbi-mortalidade por aquelas causas, através da aplicação de cuidados médicos adequados, dirigidos prioritariamente às populações em piores condições de vida.

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Coorte constituída por 4.876 crianças nascidas vivas, em hospitais do Município de Maringá-PR (Brasil), em 1989, foi acompanhada com a finalidade de estimar a probabilidade de morrer no primeiro ano de vida. As variáveis de estudo foram sexo, peso ao nascer, idade da mãe, subgrupos etários e causa básica de morte. A probabilidade de morte no primeiro ano de vida foi estimada em 19,9 por mil, sendo que 77,3% dos óbitos ocorreram no período neonatal. As causas perinatais, juntamente com as anomalias congênitas, responderam por mais de 80% dos óbitos, e as doenças infecciosas e parasitárias, por apenas 1,1%. A probabilidade de morrer no primeiro ano de vida devido às afecções originadas no período perinatal foi superior nas crianças nascidas de parto normal (20,3 por mil) em relação à das nascidas por cesárea (9 por mil). O risco de morrer foi maior nos filhos de mulheres adolescentes, nas crianças nascidas com peso inferior a 2.500g. Os resultados chamam a atenção para a necessidade de melhorar a qualidade da assistência pré-natal, ao parto e ao recém-nascido e sugerem possível associação entre maior mortalidade e pior nível socioeconômico.

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Polissema: Revista de Letras do ISCAP 2002/N.º 2 Linguagens

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Trata-se da apresentação da primeira fase de uma pesquisa sobre as representações de estudantes de enfermagem sobre a morte e o morrer. A mesma tem caráter exploratório e foi realizada junto a estudantes do primeiro ano do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo. Teve por objetivos conhecer as impressões dos estudantes acerca do assunto "morte e o morrer" e subsidiar a segunda fase da pesquisa. Foi realizada por meio de uma dinâmica com uma questão norteadora, junto ao programa da disciplina curricular Psicologia Aplicada à Saúde. Para interpretação dos dados foi utilizado o método da Análise de Conteúdo, obtendo as seguintes categorias: medo da morte; conceitos; atitude diante da morte e o morrer; crença enquanto elemento interveniente.

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Trata-se de um estudo qualitativo, cujo objetivo foi conhecer as representações das estudantes do curso de graduação em Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, sobre as questões que envolvem a morte e o morrer. Os sujeitos foram 40 estudantes do sexo masculino e feminino que freqüentavam a 2.ª, 3.ª e 4.ª séries do curso de graduação em Enfermagem. Como metodologia, foram utilizadas as premissas das Representações Sociais, usando a técnica de entrevista com duas questões norteadoras não estruturadas. Os resultados deste estudo foram organizados e dispostos em uma árvore máxima, tendo como núcleo central da representação o evento morte e como representações periféricas mais importantes: conceitos, medo da morte e relacionamento aluno-paciente.

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Em relação ao processo de morrer e a morte, cada sociedade tem sua própria cultura, hábitos, crenças e valores, que a aproxima ou a diferencia de outras, oferece aos indivíduos uma orientação de como devem se comportar e o que devem ou não fazer diante desse fato. O objetivo deste estudo foi identificar as concepções culturais relacionadas ao processo de morrer e à morte no contexto de trabalho dos profissionais de enfermagem de UTIs. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais e grupo focal e analisados segundo técnicas qualitativas. As narrativas mostram múltiplas dimensões determinantes das atitudes e ações profissionais, que vão além do conhecimento técnico. Fica evidente que esses profissionais procuram refúgio nas suas crenças e valores para suportar um trabalho que lhes impõe tantas cargas.

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As novas diretrizes da educação para cursos de graduação da área da saúde trazem a necessidade da formação de um profissional preparado para enfrentar a vida e a morte. Investigar a morte e o morrer, no contexto da formação do enfermeiro, significa contribuir para humanizar o estar educando e formar profissionais críticos e humanistas. Realizamos entrevistas individuais com docentes, de forma que cada um pudesse revelar o seu pensar sobre a vivência da morte e do morrer na prática educativa entre o enfermeiro/docente e o acadêmico de Enfermagem, no campo hospitalar. Para análise, nos aproximamos de algumas idéias de Heidegger, evidenciando que o educar para a morte parece somente se fazer possível a partir da reflexão do existir humano, do pensar e aceitar a finitude. Compreendendo a própria morte e o próprio existir será possível projetar possibilidades de educar para cuidar no processo de morte.

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A Morte é uma realidade comum a todos os seres vivos. É um facto que acontece quase sempre no Hospital, sendo o enfermeiro responsável pela garantia de cuidados prestados. Considera-se que os cuidados humanizados surgiram como uma necessidade premente dos utentes no processo da morte. Nesta ordem de ideias, achou-se importante desenvolver um estudo intitulado “O Enfermeiro e a Humanização de Cuidados na Morte e no Morrer no Contexto Hospitalar”, com o objectivo geral de identificar conhecimentos sobre a humanização dos cuidados de enfermagem no processo da morte e do morrer, na perspectiva dos Enfermeiros do Serviço de Medicina do Hospital Baptista de Sousa, visando melhorar a qualidade dos serviços prestados e a satisfação dos utentes. Como requisito metodológico, optou-se por um estudo de carácter qualitativo, através de pesquisas bibliográficas e da aplicação de uma entrevista, com a finalidade de recolher informações coerentes sobre a respectiva temática. Como instrumento de recolha de dados, optou-se por um Guião de entrevista semiestruturada, na qual participaram seis enfermeiros do Serviço de Medicina. Com a pesquisa bibliográfica foi possível aprofundar os conhecimentos necessários para uma melhor compreensão dos conceitos relacionados com o tema. Dos resultados obtidos, para além da caracterização demográfica dos enfermeiros de saúde entrevistados, constatou-se que estes têm alguma noção da humanização de cuidados no processo da morte. Na prática aplicam as noções de humanização nos cuidados, proporcionando melhor qualidade de vida aos utentes. Contudo, constatou-se que a maioria nunca teve uma preparação para enfrentar a morte. Esta pesquisa nos demonstra a realidade vivida pelos enfermeiros perante a morte e os sentimentos que experimentam após a ocorrência da morte de um utente, nomeadamente: solidão, tristeza, impotência, raiva, frustração, etc. Os resultados desta investigação, poderão servir como fonte de informação para o Serviço de Medicina, na adopção de novas medidas que visam melhorar os cuidados de enfermagem prestados, como também, contribuir para a satisfação dos utentes. Uma das medidas que poderão vir a ser adoptadas é a formação específica na área, que poderá ser ministrada no hospital ou nas universidades. Seminários sobre o tema poderão também ser de capital importância.

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A compreensão do papel da morte como uma condição intrínseca e inegável da vida sempre foi de grande relevância para o mundo ocidental, levando a diferentes atitudes, especialmente entre aqueles que precisam encarar a morte como parte de sua rotina profissional. Isto é particularmente aplicável aos médicos, que, muitas vezes, se acham diante da responsabilidade de tomar decisões sobre as condições de saúde e a vida de seus pacientes. Os objetivos deste estudo foram verificar o comportamento do estudante de Medicina e do médico recém-formado diante da morte e do morrer, identificar as condições e deficiências da relação médico-paciente-morrer-morte, comparar tais posturas entre os estudantes de Medicina e os médicos recém-formados, e propor atividades que possibilitem a sensibilização quanto aos processos internos com base em teoria, prática e desenvolvimento pessoal. Isso foi feito por meio da aplicação de questionários aos 100 alunos do terceiro ano e aos 120 residentes do CCMB-PUC-SP.

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Este estudo teve como objetivo conhecer como os acadêmicos de Medicina percebem que a graduação os prepara para o enfrentamento da morte, bem como compreender o que significa para estes alunos o enfrentamento da morte e do morrer em sua prática formativa. Trata-se de estudo qualitativo de caráter exploratório e descritivo. Foram utilizadas, como técnica de coleta de dados, entrevistas semiestruturadas com cinco estudantes de Medicina que já estão no internato, analisadas a partir da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados aqui apresentados se referem apenas a uma das categorias de análise criadas para o estudo - "sentir-se preparado frente à morte e ao morrer". Como principal conclusão deste estudo, em relação a esta categoria, podemos citar o sentimento de não preparação assinalado pelos acadêmicos entrevistados, sobretudo em função da necessária objetividade e do distanciamento "profissional" do paciente que está morrendo.