46 resultados para Machismo


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Tesis (Maestría en Ciencias con Especialidad en Violencia Familiar) UANL, 2011.

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Tesis (Maestría en Ciencias de Enfermería) UANL, 2014.

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Resumen tomado de la publicación en catalán. Este artículo forma parte del monográfico: Violencia, género y educación (Violència, genere i educació)

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Mostrar, mediante el análisis de textos escolares, la discriminación de sexos. 22 libros de texto sobre 253 escogidos al azar en las áreas de Ciencias Sociales y Lenguaje de primera y segunda etapa de EGB. Documentación del tema en los aspectos de la Educación, Antropología, Lenguaje e Imagen. Análisis de los libros objeto de estudio. Contabilizar nombres propios, comunes, adjetivos y pronombres. Imágenes y acción de la imagen. Análisis de contenidos. Percentiles. Subsiste la discriminación sexista y existe el machismo en los textos escolares. Se propone, no sólo un cambio de mentalidad en los individuos que constituyen estas instituciones, sino una nueva forma de comportamiento y un nuevo modo de actuación a fin de vencer, a través de la educación, el miedo a la igualdad.

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Documento para profesionales sanitarios, padres y educadores que, ofrece una informaci??n extensa sobre el fen??meno de la violencia de g??nero ejercida sobre las ni??as, adolescentes y mujeres j??venes que muestra c??mo el inicio de la violencia hacia las mujeres comienza en las primeras etapas de la vida. As?? mismo trata sobre los efectos sobre la salud de estas mujeres y da claves para su prevenci??n.

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Análise sociológica do machismo, definido como um sistema de representação-dominação ligado à intimidade sexual- Caracterização da estrutura da prática das relações entre os agentes sexuais.

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OBJETIVO: Compreender a percepção de profissionais de saúde sobre a violência física cometida contra a mulher por parceiro íntimo. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS: Trata-se de estudo qualitativo com 30 profissionais de três unidades de saúde vinculadas ao Sistema Único de Saúde no município de Natal (RN), realizado em 2006. Foram conduzidas entrevistas semi-estruturadas em três núcleos temáticos: idéias associadas à violência física sofrida pela mulher, atuação dos profissionais de saúde e papel dos serviços de saúde. O roteiro das entrevistas incluiu questões referentes à percepção dos profissionais sobre relações de gênero, violência física, atuação como profissional de saúde e papel dos serviços de saúde. Foram extraídas categorias desses núcleos pela técnica de análise de conteúdo temática categorial. RESULTADOS: Os profissionais de saúde indicaram vários fatores que influenciam situações de violência doméstica, dentre os quais machismo, baixas condições econômicas, alcoolismo e experiências anteriores de violência no âmbito familiar. Foram relatadas falta de capacitação para discutir a temática com a população e a necessidade de os serviços de saúde desenvolverem atividades educativas com essa finalidade. CONCLUSÕES: Os resultados indicam a necessidade de sistematização e efetivação de ações voltadas para humanização da assistência às mulheres em situação de violência.

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Os séculos XX e XXI corresponderam ao agudizar de processos globalizantes potenciados pelas novas tecnologias, quer no âmbito comunicacional, quer industrial, sublinhando dinâmicas de desruralização e de construção de tecidos urbanos densos onde o anonimato se tornou possível na vivência de experiências, outrora reconduzidas ao silêncio do sujeito socialmente isolado. A diferença, enquanto experiência vivida, tornou-se comunitariamente possível, surgindo grupos que delimitam geograficamente determinadas áreas urbanas a que correspondem afinidades eróticas ou de práticas sexuais, inicialmente de gays e lésbicas. Quebra-se na prática a uni-direccionalidade entre sexo e género, entre sexo e sexualidade, questionando-se esquemas de relações assimétricas e modelos de pensamento enraizados (heterossexualidade, patriarcado, machismo, etc.). Rubin (1975 in Lewin 2006, in Vance, 1984) propõe a existência de dois sistemas diferenciados de sexo e género que tornam plausível, sob o ponto de vista analítico, a não correspondência entre sexo, género e sexualidade. O paradigma máximo desta autonomia sistémica alcança-se na construção de uma identidade travesti. Esta identidade mutante, mutável e instável parece acompanhar um mundo de fluxos intensos e interdependências múltiplas. É na sociedade global que as travestis encontram espaço para a vivência comunitária da sua experiência, constituindo-se como um grupo com práticas transnacionais, marcado pela mobilidade de género e geográfica, primeiramente dentro das fronteiras brasileiras e depois para a Europa. Cidade, prostituição e migração surgem como factores chave da disseminação geográfica e identitária desta comunidade. Este projecto tomado sob uma perspectiva global mantêm ou reinventa relações com a estrutura, que aparentemente as apaga enquanto actores sociais e da qual, aparentemente, se auto-excluem.

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Tesis (Maestría en Letras Españolas) U.A.N.L.