87 resultados para Lyotard
Resumo:
L"any 1979 Jean-François Lyotard (1924-1998) publicava a París La condition postmoderne. Rapport sur le savoir, editat per Les Éditions de Minuit, obra en què es retratava l"home postmodern i que amb el pas dels anys s"ha convertit en una mena de clàssic del pensament contemporani. La tesi de fons del llibre -una obra encarregada per les autoritats del Quebec- és ben coneguda: el saber canvia d"estatut al mateix temps que les societats entren en l"era anomenada postindustrial, segons havien anunciat Daniel Bell i Alain Touraine. Per tant, la qüestió del saber en aquesta època postindustrial -que a grans trets coincideix amb un esperit d"època (Zeitgeist) que es pot identifi car amb la postmodernitat- cal situar-la en la perspectiva de les societats industrials avançades.
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De acordo com Lyotard, não poderíamos mais contar com o apoio de um sistema filosófico para fundamentar nosso conceito de justiça. A pluralidade é a grande marca da experiência do pensamento no nosso tempo e, por isso, deveríamos considerar o problema da justiça a partir dessa pluralidade e não contra ela. Isso não significa reduzir a questão da justiça ao jogo de opinião e das relações de dominação, mas significa concebê-la a partir de uma Idéia que é capaz de reconstituir a universalidade e também a finalidade na forma da coexistência das diferenças. Essa Idéia teria uma função reguladora sobre a diversidade das opiniões e se basearia no fato de que o julgar transcende a determinação do presente, pois projeta o porvir da humanidade. Se, por um lado, a Idéia é incapaz de gerar um conceito unitário de justiça, capaz de garantir a paz entre os diferentes, por outro, ela, ao menos, evita que se confundam unificação e dominação, promovendo acordos que sustentem a coexistência das diferenças.
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O presente artigo aborda a dimensão ética no pensamento de Jean-François Lyotard. Como conceito decisivo para essa relação, é aqui proposto o conceito de receptividade (passibilité). Partindo dele, deseja-se mostrar que é possível reconstruir uma concepção de responsabilidade ética no pensamento do filósofo francês, a qual se coloca em sentido diametralmente oposto à concepção de autonomia: a obrigação ética se torna por conta disso afetiva, fundada e repousando na capacidade de se deixar falar. Com vistas a uma determinação mais acurada dessa posição, serão consultadas as reflexões de Lyotard acerca da filosofia da linguagem em Le Differénd: a concepção do “acontecimento da fase” se deixa mostrar na ética do diálogo, que deixa espaço para a assimetria, alteridade e transformação. O pensamento do conflito insolúvel (différend) mostra-se como plenamente implicado com essa ética.
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El artículo examina las relaciones entre filosofía y literatura, partir de un examen de la noción de Archipiélago de Lyotard. Lyotard propone una comprensión del lenguaje como la multitud de las formas de constitución de los discursos. La obra literaria se toma como la posibilidad de la convivencia de la multitud de los discursos. Entonces se examinan las propuestas de Bajtín y Derrida, para mostrar cómo la filosofía se apropia del texto literario. Bajtín habla de una polifonía de la obra literaria, en la cual diversas voces confluyen al interior del texto. Derrida se apropia de esta polifonía, y su filosofía es una construcción de espacios para la convivencia de muchas y contradictorias escrituras al interior de sus obras. De esta forma, la literatura se entiende como una manera de habitar el lenguaje, que pretende abrirse hacia diferentes voces, diferentes otredades. La filosofía, al aproximarse a estas escrituras, se abre ella misma hacia la experiencia de un afuera en el que residen multitudes de otros.
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Jean-François Lyotard's 1973 essay ‘Acinema’ is explicitly concerned with the cinematic medium, but has received scant critical attention. Lyotard's acinema conceives of an experimental, excessive form of film-making that uses stillness and movement to shift away from the orderly process of meaning-making within mainstream cinema. What motivates this present paper is a striking link between Lyotard's writing and contemporary Hollywood production; both are concerned with a sense of excess, especially within moments of motion. Using Charlie's Angels (McG, 2000) as a case study – a film that has been critically dismissed as ‘eye candy for the blind’ – my methodology brings together two different discourses, high culture theory and mainstream film-making, to test out and propose the value of Lyotard's ideas for the study of contemporary film. Combining close textual analysis and engagement with key scholarship on film spectacle, I reflexively engage with the process of film analysis and re-direct attention to a neglected essay by a major theorist, in order to stimulate further engagement with his work.
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Pós-graduação em Educação - FFC
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El presente trabajo de investigación está orientado a comprender el arte posmoderno desde la perspectiva estética de Jean François Lyotard.La categoría principal que abordamos es lo sublime y su vinculación con la producción artística. Para esto realizamos un breve estudio histórico de esta categoría, hasta el pensamiento del filósofo francés. Luego ahondamos en la posmodernidad según Lyotard, pues es el contexto de sus reflexiones. El germen de lo que hoy se conoce como mundo posmoderno, fue identificado por Lyotard en la década de los setenta. Llamó condición posmoderna a la deslegitimación de los metarrelatos modernos y al auge de las tecnologías como un apoyo al capitalismo. En su conceptualización recurriría a lo sublime y establecería una relación con las artes de las vanguardias, de aquí se desprenden dos acepciones: lo sublime moderno y lo sublime posmoderno.