4 resultados para Lisping


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Introduction: The literature suggests that individuals with history of cleft lip and palate who present with midfacial growth deficiency are at higher risk of presenting lisping. The relationship between distortions during production of linguoalveolar fricative sounds and the severity of malocclusion, however, has not been established for the population with cleft. Objective: To study the association between lisping and dental arch relationship. Methodology: Speech samples and dental arch casts were obtained from 106 children with operated unilateral cleft lip and palate (UCLP) during the stage of mixed dentition and before orthodontic treatment. Videotaped productions of the phrase/u saci saiw sedu/were rated by speech-language pathologists for the identification of lisping during [s]. Dental arch casts were rated by orthodontists using the Goslon Yardstick and the Five-Year Index to establish dental arch relationship. Results: Multiple logistic regression showed no significant association between lisping and dento-occlusal index (p = .802) and age (p = .662). Substantial interjudge agreement during auditory-perceptual ratings was found (kappa = .63). Almost perfect agreement was found between orthodontists while establishing the dental arch relationship (kappa = .81). Discussion: This study failed to reveal an association between lisping and dental arch relationship in children with operated UCLP. Multiple variables may play a role in determining occurrence of lisping, warranting further investigation.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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OBJETIVOS: investigar a ocorrência do ceceio em fricativas produzidas por crianças com alterações oclusais e analisar a influência do contexto silábico da fricativa no julgamento auditivo do ceceio. M ÉTODO: estudo prospectivo, em que as gravações de 428 palavras, produzidas por 15 crianças (idade média de 5 anos e 1 mês) foram julgadas auditivamente por três fonoaudiólogos com experiência no julgamento de alterações de fala. As palavras utilizadas foram constituídas pelas consoantes fricativas não vozeadas, alveolar e pós-alveolar, inseridas em posição tônica, precedida das vogais [i, a, u]. Obteve-se concordância intra-juiz (quase perfeita) e inter-juiz (total, 100%) previamente à análise dos aspectos de interesse. RESULTADOS: embora presente na fala de todas as crianças, identificou-se ceceio em 25,23% do total das palavras. Houve aumento significante do ceceio para: (a) fricativa alveolar em ataque inicial, (b) fricativa alveolar em ataque inicial em relação à coda medial (p=0,001) e (c) fricativa alveolar em relação à fricativa pós- alveolar (p<0,001). Não se observou diminuição do ceceio em relação às vogais co-articuladas. CONCLUSÃO: a ocorrência do ceceio é dependente do contexto silábico, (com maior ocorrência na fricativa alveolar, em posição de ataque inicial), devendo o mesmo ser considerado para fins clínicos e de pesquisa sobre o ceceio.