258 resultados para Legítima
Resumo:
o Acórdão do Tribunal Constitucional português n.º 353/2012, de 5 de Julho de 2012, ao declarar a respectiva inconstitucionalidade com força obrigatória geral, colocou em evidência a existência de bens jurídicos individuais e bens jurídicos colectivos, bens jurídicos supra-individuais, bens jurídicos comunitários. Bens jurídicos estes que devem e têm que ser tutelados e protegidos. A legítima defesa pode existir quer em relação à agressão actual e ilícita de bens jurídicos individuais, quer em relação à agressão actual e ilícita de bens jurídicos colectivos, bens jurídicos supra-individuais e/ou bens jurídicos comunitários? Parte muito substancial e importante da Doutrina indica que sim. Mas, então, como reagir, no contexto da hipotética legítima defesa, face à eventual agressão actual e ilícita dos bens jurídicos tutelados, agora com valor reforçado, pelo próprio Tribunal Constitucional? E qual o papel do direito constitucional de resistência? Este artigo pretende fornecer um muito breve contributo para a solução das correspondentes questões. A questão dos Direitos Fundamentais, o Desenvolvimento e a modernidade. § the Sentence of the (Portuguese) Constitutional Court n. 353/2012 of July 5, 2012, declaring its generally binding unconstitutionality, has highlighted the existence of individual legal goods and collective legal goods, supra-individual legal goods, community legal goods. These legal goods, that should and must be defended and protected. Legitimate defense can be either relative to the current and illicit aggression to individual legal goods, whether in relation to the current and illicit aggression to collective legal goods, supra-individual legal goods or community legal goods? Very substantial and important part of the Doctrine would appear so. But then how to respond, in the context of hypothetical self-defense, in the face of possible current and illicit aggression of the protected legal goods, now with enhanced value, by the Constitutional Court? And what is the role of the constitutional right of resistance? This article is intended to provide a very brief contribution to the solution of the corresponding questions. The question of Fundamental Rights, Development and modernity.
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Investigació en torn als fonaments del dret de llegítima, i de les diferencies en la seva configuració als diferents ordenaments espanyols. Aquesta diversa configuració, que en alguns casos arribaria a buidar de significat la institució, vol dir què és un dret convencional? Quina és la finalitat de la llegítima, com y per què va sorgir? Aquest treball cerca donar resposta a aquestes qüestions, així com qüestionar-se la actual validesa del sistema de llegítimes del nostre ordenament.
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La legítima defensa, com a causa de justificació que permet l’ús de la violència entre individus per la defensa de la pròpia vida i béns, és el reflex de la conceptualització filosòfica de la societat i dels principis en el cuals es funda. Partint de la premissa que la societat és una exigència natural dels individus, els principis que s'adeqüen a ella, així com a una correcta fonamentació de la legítima defensa, són els de responsabilitat i solidaritat. El primer com a contrapartida de la llibertat individual per a organitzar la pròpia esfera, el segon com a conseqüència dels vincles que existeixen entre els individus i que fan possible l'existència objectiva de la comunitat. Ambdós principis fonamenten, ordenen i limiten els conflictes propis de la legítima defensa. La seva estructura típica és la d'un subjecte que agredeix il•legítimament a un altre, originant-se per a aquest últim un dret a la defensa que, d'una banda, està limitada per deures de solidaritat i, per una altra, ha de ser tolerada per l'agressor en la mesura de la seva responsabilitat. Les variacions en aquesta estructura tenen el seu origen en raons institucionals, com és la pertinença a un vincle familiar, i també a raons organitzatives, per la qual s'imposa un deure de respondre per la pròpia conducta quan es lesionen interessos aliens. Partint d'aquest esquema, la mesura que cadascun dels subjectes pot actuar en la defensa dels seus interessos ve determinada per la confluència relativa dels següents factors: en primer lloc, el grau de responsabilitat de l'agressor (tipus subjectiu/culpabilitat) pel conflicte li imposa diferents nivells de tolerància respecte a l'acció defensiva, al mateix temps que influïx en el tipus de solidaritat (mínima o reforçada) que se li exigeix a l'agredit en l'exercici de la seva defensa; d'altra banda, l'existència de deures de solidaritat reforçats o posicions de garantia amb rellevància en el conflicte introduïx noves conseqüències en l'estructura. Per tant, les diferents tipologies del conflicte defensiu es solucionen mitjançant l'aplicació d'ambdós principis i amb la següent lògica: a major responsabilitat de l'agressor pel conflicte, menor serà la solidaritat exigida a l'agredit en la defensa dels seus interessos. L'objectiu és, en definitiva, garantir la defensa dels béns atacats al mateix temps que es tracta de retornar a la situació conforme a dret a uns subjectes que, excepcionalment, resolen un conflicte jurídic mitjançant la violència privada.
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A presente monografia aborda, de um modo geral, acompanhado de actuais orientações doutrinárias e jurisprudenciais, assim como dos respectivos regimes jurídico-penais, a temática da legítima defesa e do seu excesso, e, de um modo especial, a natureza do tratamento jurídico-penal dado, após a entrada em vigor do actual Código Penal, pelo Tribunal da Comarca da Praia à respectiva causa de justificação e, consequentemente, ao seu excesso. Propõe-se, portanto, averiguar, através da análise crítica de algumas das questões dirigidas a um grupo de magistrados afectos à matéria crime naquele tribunal, se estará ou não, de facto, o respectivo órgão de soberania a dar à legítima defesa, assim como ao seu excesso, um adequado tratamento.
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Aquest Treball de Fi de Carrera es un estudi sobre una figura legal determinant en el dret successori, la legitima. S’analitzarà la seva naturalesa, característiques i subjectes d’aquesta figura, argumentant si és necessari avui en dia un sistema de legítimes creat en un context social radicalment diferent en quant a la familia, costums, i negocis. A través de l’estudi de la legitima i de la seva comparació amb altres drets forals d’España, s’arribarà a entendre si la legitima actua com a mesura de protecció dels descendents del testador, o bé com a limitació al causant a l’hora de dispondre del seu patrimoni.
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Tesis (Maestría en Ciencias Penales) U.A.N.L.
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UANL
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Este trabajo analiza la responsabilidad patrimonial del legislador en Colombia por vulneración del principio de confianza legítima en el tratamiento de exenciones tributarias.
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Concretamente, desde una perspectiva meramente académica, analizaremos la guerra contra Iraq y Afganistán por parte de los Estados Unidos, así como de los países que suscribieron Estatuto de Roma que apoyaron esta empresa militar, a fin de determinar si en cada una de las guerras se puede hablar de una conducta amparada por la causal eximente de responsabilidad, o por el contrario, existieron excesos en el ataque, y en consecuencia, los países que participaron cometieron un delito de agresión en contra de los países atacados.
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El autor reflexiona sobre la asunción de las responsabilidades legítimas que corresponden a las entidades sociales en relación a cualquier servicio de bienestar social, de atención y promoción de las personas.
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Este trabalho é composto por 5(cinco)capítulos, sendo feita no primeiro uma breve introdução ao instituto da legitima Defesa como excludente de antijuricidade.No segundo, procurou-se conceituar o que vem a ser antijuricidade e mostrar quais as suas causas de exclusão.No terceiro, é feita uma análise sobre cada uma dessas causas, como Estado de Necessidades, Estrito Cumprimento do Dever Legal e Exercício Regular de Direito, assim como a junção de jurisprudências acerca dos temas para melhor entendimento.O quarto capítulo foi utilizado especialmente para tratar com mais afinco sobre o tema principal do trabalho, que é a Legítima Defesa, seus aspectos históricos, natureza jurídica, requisitos, e também foi criado um sub-item somente para tratar sobre a Legítima Defesa da Honra, mostrando os conflitos sobre a sua aplicabilidade ao longo da história.Por fim, quinto capítulo faz uma referência sobre a Legitima Defesa e o Desarmamento, através do Referendo sobre a venda de armas que acontecerá agora em outubro no país.
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Este trabalho é composto por 5(cinco) caoítulos, sendo feita no primeiro uma breve introdução ao instituto da Légitima Defesa como excludente de antijuricidade.No segundo, procurou-se conceituar o que vem a ser antijuricidade e mostrar quais as suas causas de exclusão.No terceiro, é feita uma análise sobre cada uma dessas causas, como EStado de Necessidade, Estrito Cumprimento do Dever Legal e Exercício Regular de Direito, assim como a junção de jurisprudência acerca dos temas para melhor entendimento.O quarto capítulo foi utilizado especilamente para tratar com mais afinco sobre o tema principal do trabalho,que é a Legítima Defesa, seus aspectos históricos, natureza jurídica, requisitos, e também foi criado um sub-item somente para tratar sobre a Legítima Defesa da Honra, mostrando os conflitos sobre a sua aplicabilidade ao longo da História.Por fim, o quinto capítulo faz uma referência sobre a Legítima Defesa e o Desarmamento, através do Referendo sobre a venda de armas que acontecerá agora em outubro no país
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A dimensão de conflito relacionada à problemática ambiental, enquanto um problema social, é o elemento instigador do exercício de pesquisa proposto. Dotada de uma flexibilidade na formulação e estabelecimento de possíveis contornos e de uma inegável presença e relevância no cenário contemporâneo, a disputa pela definição legítima da problemática ambiental instala-se em distintos campos sociais. No presente exercício de pesquisa, a disputa por uma caracterização legítima da problemática ambiental é utilizada como a “porta-de-entrada”, através da qual objetiva-se uma aproximação com a dinâmica de disputa particular do campo tecnocientífico, vinculado às “ciências rurais” e delimitado pelo recorte estadual do Rio Grande do Sul. Pretende-se distinguir os macro posicionamentos envolvidos em uma disputa e, concomitantemente, resgatar estratégias peculiares a cada um destes, destacando a constante interação existente entre as mesmas. Um momento final é reservado à tentativa de estabelecer o vínculo entre uma disputa pela problemática ambiental no campo tecnocientífico e o confronto entre distintas construções da noção de desenvolvimento rural. Foram entrevistados mediadores técnicos gaúchos vinculados às instituições de pesquisa, ensino e extensão considerados de relevância no cenário. Para a seleção dos agentes entrevistados, bem como para a delimitação das instituições, recorreu-se ao auxílio de informantes qualificados. Estabelecido um panorama inicial este foi, freqüentemente, refinado e consagrado na etapa de campo através da confirmação/complementação proporcionada pelos próprios agentes entrevistados. Utilizou-se um roteiro de entrevistas subdividido em quatro blocos: origem e trajetória social; problemática ambiental e agricultura; ciência e tecnologia e desenvolvimento rural. A polaridade principal estabelece-se entre os agentes, dominantes no campo, simpatizantes do modelo de modernização da agricultura e, no pólo oposto, os dominados, partidários da agroecologia. A problemática ambiental é percebida, do lado dos dominantes, sob o ponto de vista dos impactos no meio físico, estes passíveis de serem contornados através de técnicas de menor impacto ambiental e cientificamente embasadas. Já, por parte dos dominados, ressalta-se o elo entre a problemática ambiental e um modelo de modernização da agricultura, este reconhecido como insustentável. A disputa prossegue em um jogo de estratégias em constante interação, tendo por objetivo circunscrever aos domínios de cada grupo as abordagens particulares da problemática ambiental e, em decorrência, a tentativa de dotá-las de autoridade/legitimidade no campo tecnocientífico. Da seqüência de estratégias utilizadas destaca-se o forte apelo, por parte dos dominantes no campo, à denominada “boa ciência”, sendo esta considerada a instância legítima. No pólo oposto, os dominados esforçamse por consagrar sua proposição central, a agroecologia. Igualmente, no exercício discursivo em torno do desenvolvimento rural, os agentes resgatam a polaridade “boa ciência” x agroecologia.