777 resultados para Job-Organization


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Les pratiques relationnelles de soin (PRS) sont au cœur même des normes et valeurs professionnelles qui définissent la qualité de l’exercice infirmier, mais elles sont souvent compromises par un milieu de travail défavorable. La difficulté pour les infirmières à actualiser ces PRS qui s’inscrivent dans les interactions infirmière-patient par un ensemble de comportements de caring, constitue une menace à la qualité des soins, tout en créant d’importantes frustrations pour les infirmières. En mettant l’accent sur l’aspect relationnel du processus infirmier, cette recherche, abordée sous l'angle du caring, renvoie à une vision novatrice de la qualité des soins et de l'organisation des services en visant à expliquer l’impact du climat organisationnel sur le façonnement des PRS et la satisfaction professionnelle d’infirmières soignantes en milieu hospitalier. Cette étude prend appui sur une adaptation du Quality-Caring Model© de Duffy et Hoskins (2003) qui combine le modèle d’évaluation de la qualité de Donabedian (1980, 1992) et la théorie du Human Caring de Watson (1979, 1988). Un devis mixte de type explicatif séquentiel, combinant une méthode quantitative de type corrélationnel prédictif et une méthode qualitative de type étude de cas unique avec niveaux d’analyse imbriqués, a été privilégié. Pour la section quantitative auprès d’infirmières soignantes (n = 292), différentes échelles de mesure validées, de type Likert ont permis de mesurer les variables suivantes : le climat organisationnel (global et cinq dimensions composites) ; les PRS privilégiées ; les PRS actuelles ; l’écart entre les PRS privilégiées et actuelles ; la satisfaction professionnelle. Des analyses de régression linéaire hiérarchique ont permis de répondre aux six hypothèses du volet quantitatif. Pour le volet qualitatif, les données issues des sources documentaires, des commentaires recueillis dans les questionnaires et des entrevues effectuées auprès de différents acteurs (n = 15) ont été traités de manière systématique, par analyse de contenu, afin d’expliquer les liens entre les notions d’intérêts. L’intégration des inférences quantitatives et qualitatives s’est faite selon une approche de complémentarité. Nous retenons du volet quantitatif qu’une fois les variables de contrôle prises en compte, seule une dimension composite du climat organisationnel, soit les caractéristiques de la tâche, expliquent 5 % de la variance des PRS privilégiées. Le climat organisationnel global et ses dimensions composites relatives aux caractéristiques du rôle, de l’organisation, du supérieur et de l’équipe sont de puissants facteurs explicatifs des PRS actuelles (5 % à 11 % de la variance), de l’écart entre les PRS privilégiées et actuelles (4 % à 9 %) ainsi que de la satisfaction professionnelle (13 % à 30 %) des infirmières soignantes. De plus, il a été démontré, qu’au-delà de l’important impact du climat organisationnel global et des variables de contrôle, la fréquence des PRS contribue à augmenter la satisfaction professionnelle des infirmières (ß = 0,31 ; p < 0,001), alors que l’écart entre les PRS privilégiées et actuelles contribue à la diminuer (ß = - 0,30 ; p < 0,001) dans des proportions fort similaires (respectivement 7 % et 8 %). Le volet qualitatif a permis de mettre en relief quatre ordres de facteurs qui expliquent comment le climat organisationnel façonne les PRS et la satisfaction professionnelle des infirmières. Ces facteurs sont: 1) l’intensité de la charge de travail; 2) l’approche d’équipe et la perception du rôle infirmier ; 3) la perception du supérieur et de l’organisation; 4) certaines caractéristiques propres aux patients/familles et à l’infirmière. L’analyse de ces facteurs a révélé d’intéressantes interactions dynamiques entre quatre des cinq dimensions composites du climat, suggérant ainsi qu’il soit possible d’influencer une dimension en agissant sur une autre. L’intégration des inférences quantitatives et qualitatives rend compte de l’impact prépondérant des caractéristiques du rôle sur la réalisation des PRS et la satisfaction professionnelle des infirmières, tout en suggérant d’adopter une approche systémique qui mise sur de multiples facteurs dans la mise en oeuvre d’interventions visant l’amélioration des environnements de travail infirmier en milieu hospitalier.

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A organização do trabalho constitui-se a partir da caracterização de sua estrutura e dos respectivos impactos do desempenho de papéis profissionais. O relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho reflete o grau de participação e colaboração dos indivíduos. Os indivíduos diferem uns dos outros pelas suas atitudes em relação a um trabalho "estimulante" ou não. O valor prático do estudo, busca analisar o grau de satisfação I insatisfação dos indivíduos em relação a si próprios e em relação a empresa. Também foi feito um estudo das abordagens motivacionais e suas ligações com os indivíduos acima citados. A maior parte dos autores que contribuíram ao desenvolvimento dos temas considerados neste estudo parecem ter querido conciliar dois imperativos: aumentar a rendimento dos trabalhadores e elevar o seu nível de satisfação no trabalho (este segundo imperativo foi reformulado recentemente em termos de melhora da qualidade de vida no trabalho). Ainda no corpo do trabalho foram apresentados resultados da pesquisa realizada e discutidas algumas das abordagens motivacionais, com a finalidade de fundamentar teoricamente a questão principal que é a forma de administração da empresa o que se trata de satisfação I motivação na empresa TREE TOOLS, escolhida como agente deste estudo de caso.

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O presente estudo visa investigar a psicodinâmica de profissionais executivos e as suas relações com o trabalho, segundo a teoria da adaptação de Ryad Simon. Os objetivos foram: 1. avaliar a eficácia adaptativa de uma amostra de executivos; 2. verificar a influência do setor Produtividade na eficácia adaptativa; 3. identificar os micro-fatores internos e externos, positivos ou negativos determinantes dessa adaptação; 4. relacionar os micro-fatores à situação profissional desses executivos. O método utilizado foi o clínico e a técnica, a entrevista preventiva e não diretiva. Foram entrevistados 19 executivos de média gerência que trabalham em empresas industriais. Os dados de entrevista foram avaliados clinicamente e operacionalizados por meio da Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada EDAO. Os diagnósticos encontrados foram: Grupo 1, Adaptação Eficaz, 04 executivos; em Crise Adaptativa, 01; Grupo 2, Adaptação Ineficaz Leve, 03; Grupo 3, Adaptação Ineficaz Moderada, 08; Grupo 4, Adaptação Ineficaz Severa, 01; e Grupo 5, Adaptação Ineficaz Grave, 02. O setor Produtividade mostrou ter uma importância central e atual na vida desses homens influenciando todos os setores adaptativos, de forma positiva ou negativa. Pela análise dos micro-fatores internos e externos avaliamos que o setor Afetivo-Relacional também influi na adaptação através de sentimentos internalizados e projetados e na forma deles encararem o mundo e as relações com o trabalho; observamos que os sujeitos mostram uma dependência psicológica forte com as organizações as quais pertencem, e sentimentos de amor e ódio, prazer e sofrimento em relação ao trabalho. Concluímos que para esta amostra de executivos, o trabalho tem um significado central nas suas vidas e, os sentimentos internalizados, advindos do próprio trabalho, podem aumentar ou diminuir a disposição, afetar relações e, conseqüentemente, provocar mudanças graduais ou súbitas em sua eficácia adaptativa.

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O presente estudo visa investigar a psicodinâmica de profissionais executivos e as suas relações com o trabalho, segundo a teoria da adaptação de Ryad Simon. Os objetivos foram: 1. avaliar a eficácia adaptativa de uma amostra de executivos; 2. verificar a influência do setor Produtividade na eficácia adaptativa; 3. identificar os micro-fatores internos e externos, positivos ou negativos determinantes dessa adaptação; 4. relacionar os micro-fatores à situação profissional desses executivos. O método utilizado foi o clínico e a técnica, a entrevista preventiva e não diretiva. Foram entrevistados 19 executivos de média gerência que trabalham em empresas industriais. Os dados de entrevista foram avaliados clinicamente e operacionalizados por meio da Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada EDAO. Os diagnósticos encontrados foram: Grupo 1, Adaptação Eficaz, 04 executivos; em Crise Adaptativa, 01; Grupo 2, Adaptação Ineficaz Leve, 03; Grupo 3, Adaptação Ineficaz Moderada, 08; Grupo 4, Adaptação Ineficaz Severa, 01; e Grupo 5, Adaptação Ineficaz Grave, 02. O setor Produtividade mostrou ter uma importância central e atual na vida desses homens influenciando todos os setores adaptativos, de forma positiva ou negativa. Pela análise dos micro-fatores internos e externos avaliamos que o setor Afetivo-Relacional também influi na adaptação através de sentimentos internalizados e projetados e na forma deles encararem o mundo e as relações com o trabalho; observamos que os sujeitos mostram uma dependência psicológica forte com as organizações as quais pertencem, e sentimentos de amor e ódio, prazer e sofrimento em relação ao trabalho. Concluímos que para esta amostra de executivos, o trabalho tem um significado central nas suas vidas e, os sentimentos internalizados, advindos do próprio trabalho, podem aumentar ou diminuir a disposição, afetar relações e, conseqüentemente, provocar mudanças graduais ou súbitas em sua eficácia adaptativa.

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O presente estudo visa investigar a psicodinâmica de profissionais executivos e as suas relações com o trabalho, segundo a teoria da adaptação de Ryad Simon. Os objetivos foram: 1. avaliar a eficácia adaptativa de uma amostra de executivos; 2. verificar a influência do setor Produtividade na eficácia adaptativa; 3. identificar os micro-fatores internos e externos, positivos ou negativos determinantes dessa adaptação; 4. relacionar os micro-fatores à situação profissional desses executivos. O método utilizado foi o clínico e a técnica, a entrevista preventiva e não diretiva. Foram entrevistados 19 executivos de média gerência que trabalham em empresas industriais. Os dados de entrevista foram avaliados clinicamente e operacionalizados por meio da Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada EDAO. Os diagnósticos encontrados foram: Grupo 1, Adaptação Eficaz, 04 executivos; em Crise Adaptativa, 01; Grupo 2, Adaptação Ineficaz Leve, 03; Grupo 3, Adaptação Ineficaz Moderada, 08; Grupo 4, Adaptação Ineficaz Severa, 01; e Grupo 5, Adaptação Ineficaz Grave, 02. O setor Produtividade mostrou ter uma importância central e atual na vida desses homens influenciando todos os setores adaptativos, de forma positiva ou negativa. Pela análise dos micro-fatores internos e externos avaliamos que o setor Afetivo-Relacional também influi na adaptação através de sentimentos internalizados e projetados e na forma deles encararem o mundo e as relações com o trabalho; observamos que os sujeitos mostram uma dependência psicológica forte com as organizações as quais pertencem, e sentimentos de amor e ódio, prazer e sofrimento em relação ao trabalho. Concluímos que para esta amostra de executivos, o trabalho tem um significado central nas suas vidas e, os sentimentos internalizados, advindos do próprio trabalho, podem aumentar ou diminuir a disposição, afetar relações e, conseqüentemente, provocar mudanças graduais ou súbitas em sua eficácia adaptativa.

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Correlations between absenteeism and work attitudes such as job satisfaction have often been found to be disappointingly weak. As prior work reveals, this might be due to ignoring interactive effects of attitudes with different attitude targets (e.g. job involvement and organizational commitment). Drawing on basic principles in personality research and insights about the situational variability of job satisfaction judgments, we proposed that similar interactions should be present also for attitudes with the same target. More specifically, it was predicted that job involvement affects absenteeism more if job satisfaction is low as this indicates a situation with weak constraints. Both attitudes were assessed in a sample of 436 employees working in a large civil service organization, and two indexes of absence data (frequency and time lost) were drawn from personnel records covering a 12-month period following the survey. Whereas simple correlations were not significant, a moderated regression documented that the hypothesized interaction was significant for both indicators of absence behaviour. As a range of controls (e.g. age, gender, job level) were accounted for, these findings lend strong support to the importance of this new, specific form of attitude interaction. Thus, we encourage researchers not only to consider interactions of attitudes with a different focus (e.g. job vs. organization) but also interactions between job involvement and job satisfaction as this will yield new insights into the complex function of attitudes in influencing absenteeism. © 2007 The British Psychological Society.

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The process of Competences Recognition, Validation and Certification , also known as Accreditation of Prior Learning (APL), is an innovative means of attaining school certificates for individuals without an academic background. The main objective of this process is to validate what people have learned in informal contexts, in order to attribute academic certificates. With the increasing interest of the qualification of workers and governmental support, more and more Portuguese organizations promote this process within their facilities and their work hours. This study explores the relationship between the promotion of this Human Resource Development Programme and employee’s attitudes (Job Satisfaction and Organizational Commitment) and behaviours (Extra-role Organizational Citizenship Behaviours) towards the organization they work for. Results of a cross-sectional survey of Portuguese Industrial Workers (N=135) showed that statistical significant results are in the higher levels of Voice Behaviours (a dimension of Extra-role Organizational Citizenship Behaviour in the groups of workers who were involved or had graduated from the firm promoted APL process.

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Strategy execution has been a heated topic in the management world in recent years. However, according to a survey done by the Conference Board (2014), the chief executives are so concerned about the execution in their companies and have rated it as the No.1 or No.2 most challenging issue. Many of them choose to invest in training with a purpose to harvest the most for strategy execution. Therefore, this research is trying to find out a model to design training programs that can at most contribute to the success of strategy execution with three real-life training cases done by BTS Consulting Service. It was found that strategy execution could be greatly supported by training programs that take into consideration the four factors, namely Alignment, Mindset to Change, Capability and Organization Support. Main implications of the findings are presented and discussed. Key

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The paper assesses the relationship between the use of alternative workplace practices (AWP) and job satisfaction. Using a unique employeremployee data set with rich information on both firm and employee characteristics we test whether there is a positive impact of AWPs on job satisfaction (motivation hypothesis) or it is negative (intensification hypothesis). We expand a growing empirical literature focusing on small and medium size firms from a southern European area. Our results show an overall positive effect, depending on the specific practice considered. We also obtain some sort of time-dependence with the effects turning from negative to positive once the practice has been implemented for some time. Keywords: Job satisfaction, work organization, unobserved heterogeneity.

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This article tests different P-E fit dimensions in order to assess their impact on three work outcomes: job satisfaction; organizational commitment; and stress perception. Findings shows that P-E fit dimensions have differentiated effects on its dependent variables. This study contributes to several important academic discussions. The first concerns the model tested, which contains several P-E fit dimensions. The second scientific contribution is to consider P-E fit dimensions as antecedents of three job outcomes. The third contribution concerns the development and testing of a new P-E fit dimension called "person-reforms" fit.

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The general objective of the study was to empirically test a reciprocal model of job satisfaction and life satisfaction while controlling for some social demographic variables. 827 employees working in 34 car dealerships in Northern Quebec (56% responses rate) were surveyed. The multiple item questionnaires were analysed using correlation analysis, chi square and ANOVAs. Results show interesting patterns emerging for the relationships between job and life satisfaction of which 49.2% of all individuals have spillover, 43.5% compensation, and 7.3% segmentation type of relationships. Results, nonetheless, are far richer and the model becomes much more refined when social demographic indicators are taken into account. Globally, social demographic variables demonstrate some effects on each satisfaction individually but also on the interrelation (nature of the relations) between life and work satisfaction.

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Introduction: Evidence-based medicine (EBM) improves the quality of health care. Courses on how to teach EBM in practice are available, but knowledge does not automatically imply its application in teaching. We aimed to identify and compare barriers and facilitators for teaching EBM in clinical practice in various European countries. Methods: A questionnaire was constructed listing potential barriers and facilitators for EBM teaching in clinical practice. Answers were reported on a 7-point Likert scale ranging from not at all being a barrier to being an insurmountable barrier. Results: The questionnaire was completed by 120 clinical EBM teachers from 11 countries. Lack of time was the strongest barrier for teaching EBM in practice (median 5). Moderate barriers were the lack of requirements for EBM skills and a pyramid hierarchy in health care management structure (median 4). In Germany, Hungary and Poland, reading and understanding articles in English was a higher barrier than in the other countries. Conclusion: Incorporation of teaching EBM in practice faces several barriers to implementation. Teaching EBM in clinical settings is most successful where EBM principles are culturally embedded and form part and parcel of everyday clinical decisions and medical practice.