8 resultados para Isqu


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A agenesia do ligamento cruzado anterior é uma condição extremamente rara. Dada a importância desta estrutura na função muscular, cinética e cinemática do joelho, especula-se que muitas serão as alterações decorrentes desta patologia . Perante o caso de uma atleta com agenesia do ligamento cruzado anterior, este trabalho pretendeu estudar os possíveis défices resultantes desta condição e, perceber se as alterações encontradas no membro com agenesia constituem uma estratégia de compensação eficaz, para um joelho com ausência do ligamento cruzado anterior. Desta forma , foi realizada uma avaliação da força dos músculos quadricípite e isquiotib iais , num dinamómet ro isocinético, a 60°/s e 180°/s. Fo i também recolhido o sinal electromiográfico do vasto medial, bicípite femural e gastrocnémio medial, durante a realização do salto vertical e horizontal. Os dados foram comparados bilateralmente. Os resultados evidenciaram um défice de força dos extensores do joelho com agenesia do LCA. No entanto, para os isqu iotibiais esse défice não foi evidente. A electromiografia não revelou uma estratégia de compensação consistente. Contudo, os resultados realçaram a importância dos flexores do joelho e plantares na estabilização dinâmica de um joelho com ausência do ligamento cruzado anterior. Concluiu-se que as alterações encontradas não formam uma adaptação eficiente .

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Fundamento: O papel dos polimorfismos genéticos da enzima de conversão da angiotensina na insuficiência cardíaca, como preditor de desfechos ecocardiográficos, ainda não está estabelecido. é necessário identificar o perfil local para observar o impacto desses genótipos na população brasileira, sendo inédito o estudo da insuficiência cardíaca de etiologia exclusivamente não isquêmica em seguimento mais longo que 5 anos. Objetivo: Determinar a distribuição das variantes do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina e sua relação com a evolução ecocardiográfica de pacientes com insuficiência cardíaca de etiologia não isquêmica. Métodos: Análise secundária de prontuários de 111 pacientes e identificação das variantes do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina, classificadas como DD (Deleção/Deleção), DI (Deleção/Inserção) ou II (Inserção/Inserção). Resultados: As médias da coorte foram: seguimento de 64,9 meses, idade de 59,5 anos, 60,4% eram homens, 51,4% eram brancos, 98,2% faziam uso de betabloqueadores e 89,2% de inibidores da enzima de conversão da angiotensina ou de bloqueador do receptor da angiotensina. A distribuição do polimorfismo genético da enzima de conversão da angiotensina foi: 51,4% de DD; 44,1% de DI; e 4,5% de II. Não se observou nenhuma diferença das características clínicas ou de tratamento entre os grupos. O diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo final foi a única variável ecocardiográfica isolada significativamente diferente entre os polimorfismos genéticos da enzima de conversão da angiotensina: 59,2 ± 1,8 para DD versus 52,3 ± 1,9 para DI versus 59,2 ± 5,2 para II (p = 0,029). No seguimento ecocardiográfico, todas as variáveis (diferença entre a fração de ejeção do ventrículo esquerdo da última e da primeira consulta; diferença entre o diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo da última e da primeira consulta; e diferença entre o diâmetro diastólico do ventrículo esquerdo da última e da primeira consulta) diferiram entre os genótipos (p = 0,024; p = 0,002; e p = 0,021, respectivamente). Conclusão: A distribuição dos polimorfismos genéticos da enzima de conversão da angiotensina foi diferente de outros estudos com baixíssimo número de II. O genótipo DD foi associado de forma independente à pior evolução ecocardiográfica e DI ao melhor perfil ecocardiográfico (aumento da fração de ejeção do ventrículo esquerdo e diminuição de diâmetros do ventrículo esquerdo).

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Prejuízos das funções cognitivas ocorrem com frequência na doença renal crônica (DRC). As condições mais associadas a esses prejuízos são depressão, delirium, comprometimento cognitivo leve e demência. Os mecanismos envolvidos ainda não estão estabelecidos, mas alguns fatores, como dano neuronal induzido pelas toxinas urêmicas, lesões cerebrovasculares isquêmicas, estresse oxidativo, inflamação crônica, anemia, hiper-homocisteinemia e disfunção endotelial, podem ser importantes. O desempenho neuropsicológico tende a melhorar com o início da diálise, apesar de algumas disfunções cognitivas permanecerem alteradas mesmo após a instituição do tratamento, principalmente nos domínios de atenção, flexibilidade cognitiva, memória e aprendizagem. O transplante renal pode melhorar e, inclusive, reverter alguns déficits cognitivos, apesar de prejuízos na memória verbal e nas funções executivas poderem permanecer. O diagnóstico do declínio cognitivo nos pacientes renais crônicos pode ter impacto no manejo e no prognóstico. Este artigo apresenta uma atualização sobre declínio das funções cognitivas nos pacientes com DRC.

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La Aulas Abiertas han sido creadas en Extremadura con objeto de ofrecer a las familias y a los alumnos con necesidades educativas especiales una atenci??n educativa de car??cter extraordinario, un apoyo extenso y generalizado en todas las ??reas del curr??culo. Se describe la experiencia llevada a cabo en el Aula Abierta creada en el CEIP General Navarro y Alonso de Celada (Valencia de Alc??ntara, C??ceres) con tres alumnas: una con discapacidad intelectual profunda, otra con s??ndrome de down asociado a un trastorno del espectro autista y la ??ltima con una encefalopat??a de car??cter hip??xica-isqu??mica

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What impact do international state-building missions have on the domestic politics of states they seek to build, and how can we measure this impact with confidence? This article seeks to address these questions and challenge some existing approaches that often appear to assume that state-builders leave lasting legacies rather than demonstrating such influence with the use of carefully chosen empirical evidence. Too often, domestic conditions that follow in the wake of international state-building are assumed to follow as a result of international intervention, usually due to insufficient attention to the causal processes that link international actions to domestic outcomes. The article calls for greater appreciation of the methodological challenges to establishing causal inferences regarding the legacies of state-building and identifies three qualitative methodological strategies—process tracing, counterfactual analysis, and the use of control cases—that can be used to improve confidence in causal claims about state-building legacies. The article concludes with a case study of international state-building in East Timor, highlighting several flaws of existing evaluations of the United Nations' role in East Timor and identifying the critical role that domestic actors play even in the context of authoritative international intervention

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Existing research on the legitimacy of the UN Security Council is conceptual or theoretical, for the most part, as scholars tend to make legitimacy assessments with reference to objective standards. Whether UN member states perceive the Security Council as legitimate or illegitimate has yet to be investigated systematically; nor do we know whether states care primarily about the Council's compliance with its legal mandate, its procedures, or its effectiveness. To address this gap, our article analyzes evaluative statements made by states in UN General Assembly debates on the Security Council, for the period 1991–2009. In making such statements, states confer legitimacy on the Council or withhold legitimacy from it. We conclude the following: First, the Security Council suffers from a legitimacy deficit because negative evaluations of the Council by UN member states far outweigh positive ones. Nevertheless, the Council does not find itself in an intractable legitimacy crisis because it still enjoys a rudimentary degree of legitimacy. Second, the Council's legitimacy deficit results primarily from states' concerns regarding the body's procedural shortcomings. Misgivings as regards shortcomings in performance rank second. Whether or not the Council complies with its legal mandate has failed to attract much attention at all.

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Why do new EU democracies engage in multilateralism? The dominant explanation proposes that new democracies use international treaties to lock in domestic reforms. This article offers a novel explanation as to why new EU democracies participate in multilateral treaties. We argue that ratifying a treaty serves three external signaling purposes (addressing recognition concerns; increasing strategic autonomy, and pleasing the EU). We test our argument through a mix of quantitative and qualitative methods. First, we apply event history analysis. Drawing on a new ratification data set comprising 76 multilateral treaties, we illustrate the prominent role of new EU democracies in multilateralism as compared to other new democracies. Second, to assess the importance of external signaling in the decision to ratify multilateral treaties, we examine parliamentary ratification debates in selected Central and Eastern European countries. Third, we compare parliamentary discussions across European and non-European new democracies to demonstrate the different motives driving their approaches toward multilateralism.