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The paper studies existence, uniqueness, and stability of large-amplitude periodic cycles arising in Hopf bifurcation at infinity of autonomous control systems with bounded nonlinear feedback. We consider systems with functional nonlinearities of Landesman-Lazer type and a class of systems with hysteresis nonlinearities. The method is based on the technique of parameter functionalization and methods of monotone concave and convex operators. (C) 2001 Academic Press.

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This article describes a new approach in the Intelligent Training of Operators in Power Systems Control Centres, considering the new reality of Renewable Sources, Distributed Generation, and Electricity Markets, under the emerging paradigms of Cyber-Physical Systems and Ambient Intelligence. We propose Intelligent Tutoring Systems as the approach to deal with the intelligent training of operators in these new circumstances.

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ABSTRACT: Carotid bodies (CB) are peripheral chemoreceptor organs sensing changes in arterial blood O2, CO2 and pH levels. Hypoxia and acidosis or hypercapnia activates CB chemoreceptor cells, which respond by releasing neurotransmitters in order to increase the action potential frequency in their sensory nerve, the carotid sinus nerve (CSN). CSN activity is integrated in the brainstem to induce a fan of cardiorespiratory reflex responses, aimed at normalising the altered blood gases. Exogenously applied adenosine (Ado) increases CSN chemosensory activity inducing hyperventilation through activation of A2 receptors. The importance of the effects of adenosine in chemoreception was reinforced by data obtained in humans, in which the intravenous infusion of Ado causes hyperventilation and dyspnoea, an effect that has been attributed to the activation of CB because Ado does not cross blood-brain barrier and because the ventilatory effects are higher the closer to the CB it is injected. The present work was performed in order to establish the functional significance of adenosine in chemoreception at the carotid body in control and chronically hypoxic rats. To achieve this objective we investigated: 1) The release of adenosine from a rat carotid body in vitro preparation in response to moderate hypoxia and the specificity of this release. We also investigated the metabolic pathways of adenosine production and release in the organ in normoxia and hypoxia; 2) The modulation of adenosine/ATP release from rat carotid body chemoreceptor cells by nicotinic ACh receptors; 3) The effects of caffeine on peripheral control of breathing and the identity of the adenosine receptors involved in adenosine and caffeine effects on carotid body chemoreceptors; 4) The interactions between dopamine D2 receptors and adenosine A2B receptors that modulate the release of catecholamines (CA) from the rat carotid body; 5) The effect of chronic caffeine intake i.e. the continuous blockage of adenosine receptors thereby simulating a caffeine dependence, on the carotid body function in control and chronically hypoxic rats. The methodologies used in this work included: molecular biology techniques (e.g. immunocytochemistry and western-blot), biochemical techniques (e.g. neurotransmitter quantification by HPLC, bioluminescence and radioisotopic methods), electrophysiological techniques (e.g. action potential recordings) and ventilatory recordings using whole-body plethysmography. It was observed that: 1) CB chemoreceptor sensitivity to hypoxia could be related to its low threshold for the release of adenosine because moderate acute hypoxia (10% O2) increased adenosine concentrations released from the CB by 44% but was not a strong enough stimulus to evoke adenosine release from superior cervical ganglia and arterial tissue; 2) Acetylcholine (ACh) modulates the release of adenosine/5’-adenosine triphosphate (ATP) from CB in moderate hypoxia through the activation of nicotinic receptors with α4 and ß2 receptor subunits, suggesting that the excitatory role of ACh in chemosensory activity includes indirect activation of purinergic receptors by adenosine and ATP, which strongly supports the hypothesis that ATP/adenosine are important mediators in chemotransduction; 3) adenosine increases the release of CA from rat CB chemoreceptor cells via A2B receptors; 4) the inhibitory effects of caffeine on CB chemoreceptors are mediated by antagonism of postsynaptic A2A and presynaptic A2B adenosine receptors indicating that chemosensory activity elicited by hypoxia is controlled by adenosine; 5) The release of CA from rat CB chemoreceptor cells is modulated by adenosine through an antagonistic interaction between A2B and D2 receptors, for the first time herein described; 6) chronic caffeine treatment did not significantly alter the basal function of CB in normoxic rats assessed as the dynamics of their neurotransmitters, dopamine, ATP and adenosine, and the CSN chemosensory activity. In contrast, the responses to hypoxia in these animals were facilitated by chronic caffeine intake because it increased the ventilatory response, slightly increased CSN chemosensory activity and increased dopamine (DA) and ATP release; 7) In comparison with normoxic rats, chronically hypoxic rats exhibited an increase in several parameters: ventilatory hypoxic response; basal and hypoxic CSN activity; tyrosine hydroxylase expression, CA content, synthesis and release; basal and hypoxic adenosine release; and in contrast a normal basal release and diminished hypoxia-induced ATP release; 8) Finally, in contrast to chronically hypoxic rats, chronic caffeine treatment did not alter the basal CSN chemosensory activity. Nevertheless, the responses to mild and intense hypoxia, and hypercapnia, were diminished. This inhibitory effect of chronic caffeine in CB output is compensated by central mechanisms, as the minute ventilation parameter in basal conditions and in response to acute hypoxic challenges remained unaltered in rats exposed to chronic hypoxia. We can conclude that adenosine both in acute and chronically hypoxic conditions have an excitatory role in the CB chemosensory activity, acting directly on adenosine A2A receptors present postsynaptically in CSN, and acting presynaptically via A2B receptors controlling the release of dopamine in chemoreceptor cells. We suggest that A2B -D2 adenosine / dopamine interactions at the CB could explain the increase in CA metabolism caused by chronic ingestion of caffeine during chronic hypoxia. It was also concluded that adenosine facilitates CB sensitisation to chronic hypoxia although this effect is further compensated at the central nervous system.-------- RESUMO: Os corpos carotídeos (CB) são pequenos orgãos emparelhados localizados na bifurcação da artéria carótida comum. Estes órgãos são sensíveis a variações na PaO2, PaCO2, pH e temperatura sendo responsáveis pela hiperventilação que ocorre em resposta à hipóxia, contribuindo também para a hiperventilação que acompanha a acidose metabólica e respiratória. As células quimiorreceptoras (tipo I ou glómicas) do corpo carotídeo respondem às variações de gases arteriais libertando neurotransmissores que activam as terminações sensitivas do nervo do seio carotídeo (CSN) conduzindo a informação ao centro respiratório central. Está ainda por esclarecer qual o neurotransmissor (ou os neurotransmissores) responsável pela sinalização hipóxica no corpo carotídeo. A adenosina é um neurotransmissor excitatório no CB que aumenta a actividade eléctrica do CSN induzindo a hiperventilação através da activação de receptores A2. A importância destes efeitos da adenosina na quimiorrecepção, descritos em ratos e gatos, foi reforçada por resultados obtidos em voluntários saudáveis onde a infusão intravenosa de adenosina em induz hiperventilação e dispneia, efeito atribuído a uma activação do CB uma vez que a adenosina não atravessa a barreira hemato-encefálica e o efeito é quanto maior quanto mais perto do CB for a administração de adenosina. O presente trabalho foi realizado com o objectivo de esclarecer qual o significado funcional da adenosina na quimiorrecepção no CB em animais controlo e em animais submetidos a hipoxia crónica mantida. Para alcançar este objectivo investigou-se: 1) o efeito da hipóxia moderada sobre a libertação de adenosina numa preparação in vitro de CB e a especificidade desta mesma libertação comparativamente com outros tecidos não quimiossensitivos, assim como as vias metabólicas de produção e libertação de adenosina no CB em normoxia e hipóxia; 2) a modulação da libertação de adenosina/ATP das células quimiorreceptoras do CB por receptores nicotínicos de ACh; 3) os efeitos da cafeína no controlo periférico da ventilação e a identidade dos receptores de adenosina envolvidos nos efeitos da adenosina e da cafeína nos quimiorreceptores do CB; 4) as interacções entre os receptores D2 de dopamina e os receptores A2B de adenosina que modulam a libertação de catecolaminas (CA) no CB de rato e; 5) o efeito da ingestão crónica de cafeína, isto é, o contínuo bloqueio e dos receptores de adenosina, simulando assim o consumo crónico da cafeína, tal como ocorre na população humana mundial e principalmente no ocidente, na função do corpo carotídeo em ratos controlo e em ratos submetidos a hipoxia crónica. Os métodos utilizados neste trabalho incluíram: técnicas de biologia molecular como imunocitoquímica e western-blot; técnicas bioquímicas, tais como a quantificação de neurotransmissores por HPLC, bioluminescência e métodos radioisotópicos; técnicas electrofisiológicas como o registro de potenciais eléctricos do nervo do seio carotídeo in vitro; e registros ventilatórios in vivo em animais não anestesiados e em livre movimento (pletismografia). Observou-se que: 1) a especificidade dos quimiorreceptores do CB como sensores de O2 está correlacionada com o baixo limiar de libertação de adenosina em resposta à hipóxia dado que a libertação de adenosina do CB aumenta 44% em resposta a uma hipóxia moderada (10% O2), que no entanto não é um estímulo suficientemente intenso para evocar a libertação de adenosina do gânglio cervical superior ou do tecido arterial. Observou-se também que aproximadamente 40% da adenosina libertada pelo CB provém do catabolismo extracelular do ATP quer em normóxia quer em hipóxia moderada, sendo que PO2 reduzidas induzem a libertação de adenosina via activação do sistema de transporte equilibrativo ENT1. 2) a ACh modula a libertação de adenosina /ATP do CB em resposta à hipoxia moderada sugerindo que o papel excitatório da ACh na actividade quimiossensora inclui a activação indirecta de receptores purinérgicos pela adenosina e ATP, indicando que a adenosina e o ATP poderiam actuar como mediadores importantes no processo de quimiotransducção uma vez que: a) a activação dos receptores nicotínicos de ACh no CB em normóxia estimula a libertação de adenosina (max 36%) provindo aparentemente da degradação extracelular do ATP. b) a caracterização farmacológica dos receptores nicotínicos de ACh envolvidos na estimulação da libertação de adenosina do CB revelou que os receptores nicotínicos de ACh envolvidos são constituídos por subunidades α4ß2. 3) a adenosina modula a libertação de catecolaminas das células quimiorreceptoras do CB através de receptores de adenosina A2B dado que: a)a cafeína, um antagonista não selectivo dos receptores de adenosina, inibiu a libertação de CA quer em normóxia quer em resposta a estímulos de baixa intensidade sendo ineficaz na libertação induzida por estímulos de intensidade superior; b) o DPCPX e do MRS1754 mimetizaram os efeitos da cafeína no CB sendo o SCH58621 incapaz de induzir a libertação de CA indicando que os efeitos da cafeína seriam mediados por receptores A2B de adenosina cuja presença nas células quimiorreceptoras do CB demonstramos por imunocitoquímica. 4) a aplicação aguda de cafeína inibiu em 52% a actividade quimiossensora do CSN induzida pela hipóxia sendo este efeito mediado respectivamente por receptores de adenosina A2A pós-sinápticos e A2B pré-sinápticos indicando que a actividade quimiossensora induzida pela hipóxia é controlada pela adenosina. 5) existe uma interacção entre os receptores A2B e D2 que controla a libertação de CA do corpo carotídeo de rato uma vez que: a) os antagonistas dos receptores D2, domperidona e haloperidol, aumentaram a libertação basal e evocada de CA das células quimiorreceptoras confirmando a presença de autorreceptores D2 no CB de rato que controlam a libertação de CA através de um mecanismo de feed-back negativo. b) o sulpiride, um antagonista dos receptores D2, aumentou a libertação de CA das células quimiorreceptoras revertendo o efeito inibitório da cafeína sobre esta mesma libertação; c) a propilnorapomorfina, um agonista D2 inibiu a libertação basal e evocada de CA sendo este efeito revertido pela NECA, um agonista dos receptores A2B. O facto de a NECA potenciar o efeito do haloperidol na libertação de CA sugere que a interacção entre os receptores D2 e A2B poderia também ocorrer ao nível de segundos mensageiros, como o cAMP. 6) a ingestão crónica de cafeína em ratos controlo (normóxicos) não alterou significativamente a função basal do CB medida como a dinâmica dos seus neurotransmissores, dopamina, ATP e adenosina e como actividade quimiossensora do CSN. Contrariamente aos efeitos basais, a ingestão crónica de cafeína facilitou a resposta à hipóxia, dado que aumentou o efeito no volume minuto respiratórioapresentando-se também uma clara tendência para aumentar a actividade quimiossensora do CSN e aumentar a libertação de ATP e dopamina.7) após um período de 15 dias de hipóxia crónica era evidente o fenómeno de aclimatização dado que as respostas ventilatórias à hipóxia se encontram aumentadas, assim como a actividade quimiossensora do CSN basal e induzida pela hipóxia. As alterações observadas no metabolismo da dopamina, assim como na libertação basal de dopamina e de adenosina poderiam contribuir para a aclimatização durante a hipoxia crónica. A libertação aumentada de adenosina em resposta à hipóxia aguda em ratos hipóxicos crónicos sugere um papel da adenosina na manutenção/aumento das respostas ventilatórias à hipóxia aguda durante a hipóxia crónica. Observou-se também que a libertação de ATP induzida pela hipóxia aguda se encontra diminuída em hipóxia crónica, contudo a ingestão crónica de cafeína reverteu este efeito para valores similares aos valores controlo, sugerindo que a adenosina possa modular a libertação de ATP em hipóxia crónica. 8) a ingestão crónica de cafeína em ratos hipóxicos crónicos induziu o aumento do metabolismo de CA no CB, medido como expressão de tirosina hidroxilase, conteúdo, síntese e libertação de CA. 9) a ingestão crónica de cafeína não provocou quaisquer alterações na actividade quimiossensora do CSN em ratos hipóxicos crónicos no entanto, as respostas do CSN à hipóxia aguda intensa e moderada e à hipercapnia encontram-se diminuídas. Este efeito inibitório que provém da ingestão crónica de cafeína parece ser compensado ao nível dos quimiorreceptores centrais dado que os parâmetros ventilatórios em condições basais e em resposta à hipoxia aguda não se encontram modificados em ratos expostos durante 15 dias a uma atmosfera hipóxica. Resumindo podemos assim concluir que a adenosina quer em situações de hipoxia aguda quer em condições de hipoxia crónica tem um papel excitatório na actividade quimiossensora do CB actuando directamente nos receptores A2A presentes pós-sinapticamente no CSN, assim como facilitando a libertação de dopamina pré-sinapticamente via receptores A2B presentes nas células quimiorreceptoras. A interacção negativa entre os receptores A2B e D2 observadas nas células quimiorreceptoras do CB poderia explicar o aumento do metabolismo de CA observado após a ingestão crónica de cafeína em animais hipóxicos. Conclui-se ainda que durante a aclimatização à hipóxia a acção inibitória da cafeína, em termos de resposta ventilatória, mediada pelos quimiorreceptores periféricos é compensada pelos efeitos excitatórios desta xantina ao nível do quimiorreceptores centrais.------- RESUMEN Los cuerpos carotídeos (CB) son órganos emparejados que están localizados en la bifurcación de la arteria carótida común. Estos órganos son sensibles a variaciones en la PaO2, en la PaCO2, pH y temperatura siendo responsables de la hiperventilación que ocurre en respuesta a la hipoxia, contribuyendo también a la hiperventilación que acompaña a la acidosis metabólica y respiratoria. Las células quimiorreceptoras (tipo I o glómicas) del cuerpo carotídeo responden a las variaciones de gases arteriales liberando neurotransmissores que activan las terminaciones sensitivas del nervio del seno carotídeo (CSN) llevando la información al centro respiratorio central. Todavía esta por clarificar cual el neurotransmisor (o neurotransmisores) responsable por la señalización hipóxica en el CB. La adenosina es un neurotransmisor excitatório en el CB ya que aumenta la actividad del CSN e induce la hiperventilación a través de la activación de receptores de adenosina del subtipo A2. La importancia de estos efectos de la adenosina en la quimiorrecepción, descritos en ratas y gatos, ha sido fuertemente reforzada por resultados obtenidos en voluntarios sanos en los que la infusión intravenosa de adenosina induce hiperventilación y dispnea, efectos estés que han sido atribuidos a una activación del CB ya que la adenosina no cruza la barrera hemato-encefalica y el efecto es tanto más grande cuanto más cercana del CB es la administración. Este trabajo ha sido realizado con el objetivo de investigar cual el significado funcional de la adenosina en la quimiorrecepción en el CB en animales controlo y en animales sometidos a hipoxia crónica sostenida. Para alcanzar este objetivo se ha estudiado: 1) el efecto de la hipoxia moderada en la liberación de adenosina en una preparación in vitro de CB y la especificidad de esta liberación en comparación con otros tejidos no-quimiosensitivos, así como las vías metabólicas de producción y liberación de adenosina del órgano en normoxia y hipoxia; 2) la modulación de la liberación de adenosina/ATP de las células quimiorreceptoras del CB por receptores nicotínicos de ACh; 3) los efectos de la cafeína en el controlo periférico de la ventilación y la identidad de los receptores de adenosina involucrados en los efectos de la adenosina y cafeína en los quimiorreceptores del CB; 4) las interacciones entre los receptores D2 de dopamina y los receptores A2B de adenosina que modulan la liberación de catecolaminas (CA) en el CB de rata y; 5) el efecto de la ingestión crónica de cafeína, es decir, el bloqueo sostenido de los receptores de adenosina, simulando la dependencia de cafeína observada en la populación mundial del occidente, en la función del CB en ratas controlo y sometidas a hipoxia crónica sostenida. Los métodos utilizados en este trabajo incluirán: técnicas de biología molecular como imunocitoquímica y western-blot; técnicas bioquímicas, tales como la cuantificación de neurotransmissores por HPLC, bioluminescencia y métodos radioisotópicos; técnicas electrofisiológicas como el registro de potenciales eléctricos del nervio do seno carotídeo in vitro; y registros ventilatórios in vivo en animales no anestesiados y en libre movimiento (pletismografia). Se observó que: 1) la sensibilidad de los quimiorreceptores de CB esta correlacionada con un bajo umbral de liberación de adenosina en respuesta a la hipoxia ya que en respuesta a una hipoxia moderada (10% O2) la liberación de adenosina en el CB aumenta un 44%, sin embargo esta PaO2 no es un estimulo suficientemente fuerte para inducir la liberación de adenosina del ganglio cervical superior o del tejido arterial; se observó también que aproximadamente 40% de la adenosina liberada del CB proviene del catabolismo extracelular del ATP en normoxia y en hipoxia moderada, y que bajas PO2 inducen la liberación de adenosina vía activación del sistema de transporte equilibrativo ENT1. 2) la ACh modula la liberación de adenosina /ATP del CB en respuesta a la hipóxia moderada lo que sugiere que el papel excitatório de la ACh en la actividad quimiosensora incluye la activación indirecta de receptores purinérgicos por la adenosina y el ATP, indicando que la adenosina y el ATP pueden actuar como mediadores importantes en el proceso de quimiotransducción ya que: a) la activación de los receptores nicotínicos de ACh en el CB en normoxia estimula la liberación de adenosina (max 36%) que aparentemente proviene de la degradación extracelular del ATP. Se observó también que este aumento de adenosina en el CB en hipoxia ha sido antagonizado parcialmente por antagonistas de estos mismos receptores; b) la caracterización farmacológica de los receptores nicotínicos de ACh involucrados en la estimulación de la liberación de adenosina del CB ha revelado que los receptores nicotínicos de ACh involucrados son constituidos por sub-unidades α4ß2. 3) la adenosina modula la liberación de CA de las células quimiorreceptoras del CB a través de receptores de adenosina A2B ya que: a) la cafeína, un antagonista no selectivo de los receptores de adenosina, ha inhibido la liberación de CA en normoxia y en respuesta a estímulos de baja intensidad siendo ineficaz en la liberación inducida por estímulos de intensidad superior; b) el DPCPX y el MRS1754 ha mimetizado los efectos de la cafeína en el CB y el SCH58621 ha sido incapaz de inducir la liberación de CA lo que sugiere que los efectos de la cafeína son mediados por receptores A2B de adenosina que están localizados pré-sinapticamente en las células quimiorreceptoras del CB. 4) la aplicación aguda de cafeína ha inhibido en 52% la actividad quimiosensora del CSN inducida por la hipoxia siendo este efecto mediado respectivamente por receptores de adenosina A2A pós-sinápticos y A2B pré-sinápticos lo que indica que la actividad quimiosensora inducida por la hipoxia es controlada por la adenosina. 5) existe una interacción entre los receptores A2B y D2 que controla la liberación de CA del CB de rata ya que: a) el sulpiride, un antagonista de los receptores D2, ha aumentado la liberación de CA de las células quimiorreceptoras revertiendo el efecto inhibitorio de la cafeína sobre esta misma liberación; b) los antagonistas de los receptores D2, domperidona y haloperidol, han aumentado la liberación basal e evocada de CA de las células quimiorreceptoras confirmando la presencia de autorreceptores D2 en el CB de rata que controlan la liberación de CA a través de un mecanismo de feed-back negativo; c) la propilnorapomorfina, un agonista D2, ha inhibido la liberación basal e evocada de CA sendo este efecto revertido por la NECA, un agonista de los receptores A2B. Ya que la NECA potencia el efecto del haloperidol en la liberación de CA la interacción entre los D2 y A2B puede también ocurrir al nivel de segundos mensajeros, como el cAMP. 6) la ingestión crónica de cafeína en ratas controlo (normóxicas) no ha cambiado significativamente la función basal del CB medida como la dinámica de sus neurotransmisores, dopamina, ATP y adenosina y como actividad quimiosensora del CSN. Al revés de lo que pasa con los efectos básales, la ingestión crónica de cafeína facilitó la respuesta a la hipóxia, ya que ha aumentado la respuesta ventilatória medida como volumen minuto presentando también una clara tendencia para aumentar la actividad quimiosensora del CSN y aumentar la liberación de ATP y dopamina. 7. Después de un período de 15 días de hipoxia crónica se puede observar el fenómeno de climatización ya que las respuestas ventilatórias a la hipoxia están aumentadas, así como la actividad quimiosensora del CSN basal e inducida por la hipoxia. Los cambios observados en el metabolismo de la dopamina, así como en la liberación basal de dopamina y de adenosina podrían contribuir para la climatización en hipoxia crónica. El aumento en la liberación de adenosina en respuesta a la hipoxia aguda en ratas sometidas a hipoxia crónica sugiere un papel para la adenosina en el mantenimiento/aumento de las respuestas ventilatórias a la hipoxia aguda en hipoxia crónica sostenida. Se ha observado también que la liberación de ATP inducida por la hipoxia aguda está disminuida en hipoxia crónica y que la ingestión crónica de cafeína reverte este efecto para valores similares a los valores controlo, sugiriendo que la adenosina podría modular la liberación de ATP en hipoxia crónica. 8. la ingestión crónica de cafeína ha inducido el aumento del metabolismo de CA en el CB en ratas hipóxicas crónicas, medido como expresión de la tirosina hidroxilase, contenido, síntesis y liberación de CA. 9. la ingestión crónica de cafeína no ha inducido cambios en la actividad quimiosensora del CSN en ratas hipóxicas crónicas sin embargo las respuestas do CSN a una hipoxia intensa y moderada y a la hipercapnia están disminuidas. Este efecto inhibitorio que es debido a la ingestión crónica de cafeína es compensado al nivel de los quimiorreceptores centrales ya que los parámetros ventilatórios en condiciones básales y en respuesta a la hipoxia aguda no están modificados en ratas expuestas durante 15 días a una atmósfera hipóxica. Resumiendo se puede concluir que la adenosina en situaciones de hipoxia aguda así como en hipoxia crónica tiene un papel excitatório en la actividad quimiosensora del CB actuando directamente en los receptores A2A localizados pós-sinapticamente en el CSN, así como controlando la liberación de dopamina pré-sinaptica vía receptores A2B localizados en las células quimiorreceptoras. Las interacciones entre los receptores A2B y D2 observadas en las células quimiorreceptoras del CB podrían explicar el aumento del metabolismo de CA observado después de la ingestión crónica de cafeína en animales hipóxicos. Por fin, pero no menos importante se puede concluir que durante la climatización a la hipoxia la acción inhibitoria de la cafeína, medida como respuesta ventilatória, mediada por los quimiorreceptores periféricos es compensada por los efectos excitatórios de esta xantina al nivel de los quimiorreceptores centrales.

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Human MRE11 is a key enzyme in DNA double-strand break repair and genome stability. Human MRE11 bears a glycine-arginine-rich (GAR) motif that is conserved among multicellular eukaryotic species. We investigated how this motif influences MRE11 function. Human MRE11 alone or a complex of MRE11, RAD50, and NBS1 (MRN) was methylated in insect cells, suggesting that this modification is conserved during evolution. We demonstrate that PRMT1 interacts with MRE11 but not with the MRN complex, suggesting that MRE11 arginine methylation occurs prior to the binding of NBS1 and RAD50. Moreover, the first six methylated arginines are essential for the regulation of MRE11 DNA binding and nuclease activity. The inhibition of arginine methylation leads to a reduction in MRE11 and RAD51 focus formation on a unique double-strand break in vivo. Furthermore, the MRE11-methylated GAR domain is sufficient for its targeting to DNA damage foci and colocalization with gamma-H2AX. These studies highlight an important role for the GAR domain in regulating MRE11 function at the biochemical and cellular levels during DNA double-strand break repair.

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SUMMARY LATS2 is a member of the Lats tumour suppressor gene family. The human LATS2 gene is located at chromosome 13q11-12, which has been shown to be a hot spot (67%) for LOH in nonsmall cell lung cancer. Both lats mosaic flies and LATS1 deficient mice spontaneously develop tumours, an observation that is explained by the function of LATS1 in suppressing tumourigenesis by negatively regulating cell proliferation by modulating Cdc2/Cyclin A activity. LATS1 also plays a critical role in maintenance of ploidy through its action on the spindle assembly checkpoint. Initial insights into the function of LATS2 reveals that the protein is involved in the G2/M transition of the cell cycle, whereby it controls the phosphorylation status of Cdc25C. The aim of the present study was to identify LATS2 interacting partners that would provide a more thorough understanding of the molecular pathways in which the protein is involved. The yeast two-hybrid system identified a number of candidate genes that interact with LATS2. Most of the interactions were confirmed biochemically by GST-pull down assays that enabled us to demonstrate that LATS2 is an integral component of the Signalosome complex. The Signalosome is thought to be required for the establishment of functional Cullin-based E3 ubiquitin ligases, the substrate-recognition elements of the ubiquitin-mediated protein proteolytic pathway. The findings that LATS2 also interacts with all of the components of the E3 enzymes allows us to postulate that LATS2 is probably involved in the regulation of this Signalosome-E3 super-complex. In addition, the discovery that LATS2 associates with multiple protein kinases localised at the cellular membrane and in various signalling cascades supports the idea that LATS2 functions as an integrator of signals which allows it to monitor the activity of these pathways and translate these signals through its action on the Signalosome. Furthermore, the observation that a kinase-dead LATS2 mutant arrests at the G2/M phase of the cell cycle, demonstrates that the protein, through the action of its kinase domain, is crucial for progression through the cell cycle, an action in accordance to its proposed role as a regulator of E3 ubiquitin ligases. The findings presented herein provide evidence that LATS2 associates with the Signalosome-E3 ubiquitin ligases super-complex which governs protein stability. Any alteration of the protein would have a strong impact on pathways that modulate cell proliferation, as shown by its implication in tumourigenesis. RESUME LATS2 est un membre de la famille de gènes suppresseurs de tumeurs LATS. Le gène humain LATS2 est situé sur le chromosome 13q11-12, une région qui s'est avérée être un point sensible (67%) dans la perte d'hétérozigosité (LOH) notamment pour le cancer du poumon. Le fait que des tumeurs se développent spontanément chez les souris qui sont déficientes pour le gène LATS1 ainsi que dans des cellules mutantes pour LATS chez la Drosophile, est expliqué Par la fonction de LATS1, qui est de supprimer l'apparition de tumeurs en réprimant la prolifération cellulaire à travers sa capacité à réguler l'activité de Cdc2/Cyciine A. LATS1 joue également un rôle important au niveau du maintient de la ploïdie de la cellule, au travers de son action sur les points de contrôle de l'assemblage du fuseau mitotique. Les premières études du gène LATS2 indiquent que la protéine est, par son contrôle des réactions de phosphorylation de la Cdc25C, impliquée dans la transition 021M. Le but de cette étude était d'identifier les protéines qui interagissent avec LATS2, en vue d'obtenir une compréhension plus approfondie des mécanismes moléculaires dans lesquels LATS2 se trouve engagée. Le système de double-hybride chez la levure a permis l'identification d'un grand nombre de gènes qui interagissent avec LATS2. La plupart des interactions ont été confirmées par GST «pull clown», une technique in vitro qui a permis de démontrer que LATS2 est un composant intégral du Signalosome. Ce complexe est supposé réguler l'activité des E3 ubiquitine-rigases, les éléments responsables du recrutement des substrats qui doivent être recyclés par la voie de dégradation ubiquitine-dépendante. Les résultats obtenus indiquent également que LATS2 interagit avec tous les composants des enzymes E3, ce qui nous permet de soumettre l'idée selon laquelle la protéine LATS2 est en fait impliquée dans la régulation du complexe Signalosorne-E3. De plus, la découverte que LATS2 se trouve associée à plusieurs protéines kinases localisées au niveau de la membrane cellulaire, ainsi que dans diverses voies de transduction, confirment l'idée que LATS2 fonctionne en tant que molécule qui intègre les signaux en provenance de ces différentes voies cellulaires. De ce fait, il lui serait possible de coordonner la destruction des protéines au moyen du complexe Signalosome, permettant ainsi de réprimer l'activité des voies de signalisation. En outre, l'introduction d'une mutation dans le domaine kinase de LATS2 résulte en l'arrêt du cycle cellulaire en G2/M, ce qui montre que la protéine, au travers de son domaine kinase, est cruciale pour le bon fonctionnement du cycle cellulaire, ceci en accord avec son rôle proposé comme régulateur des E3 ubiquitine-ligases. Les résultats présentés dans ce manuscrit démontrent que la protéine LATS2 se trouve associée au complexe Signalosome-E3 qui régule la dégradation des protéines. La moindre modification de la protéine engendrerait des répercussions importantes au niveau des voies de transduction qui contrôlent fa prolifération ceilulaire, ce qui atteste du rôle déterminant que joue LAT32 dans la tumorigénèse.

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Individuals carrying BRCA2 mutations are predisposed to breast and ovarian cancers. Here, we show that BRCA2 plays a dual role in regulating the actions of RAD51, a protein essential for homologous recombination and DNA repair. First, interactions between RAD51 and the BRC3 or BRC4 regions of BRCA2 block nucleoprotein filament formation by RAD51. Alterations to the BRC3 region that mimic cancer-associated BRCA2 mutations fail to exhibit this effect. Second, transport of RAD51 to the nucleus is defective in cells carrying a cancer-associated BRCA2 truncation. Thus, BRCA2 regulates both the intracellular localization and DNA binding ability of RAD51. Loss of these controls following BRCA2 inactivation may be a key event leading to genomic instability and tumorigenesis.

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One of the key emphases of these three essays is to provide practical managerial insight. However, good practical insight, can only be created by grounding it firmly on theoretical and empirical research. Practical experience-based understanding without theoretical grounding remains tacit and cannot be easily disseminated. Theoretical understanding without links to real life remains sterile. My studies aim to increase the understanding of how radical innovation could be generated at large established firms and how it can have an impact on business performance as most businesses pursue innovation with one prime objective: value creation. My studies focus on large established firms with sales revenue exceeding USD $ 1 billion. Usually large established firms cannot rely on informal ways of management, as these firms tend to be multinational businesses operating with subsidiaries, offices, or production facilities in more than one country. I. Internal and External Determinants of Corporate Venture Capital Investment The goal of this chapter is to focus on CVC as one of the mechanisms available for established firms to source new ideas that can be exploited. We explore the internal and external determinants under which established firms engage in CVC to source new knowledge through investment in startups. We attempt to make scholars and managers aware of the forces that influence CVC activity by providing findings and insights to facilitate the strategic management of CVC. There are research opportunities to further understand the CVC phenomenon. Why do companies engage in CVC? What motivates them to continue "playing the game" and keep their active CVC investment status. The study examines CVC investment activity, and the importance of understanding the influential factors that make a firm decide to engage in CVC. The main question is: How do established firms' CVC programs adapt to changing internal conditions and external environments. Adaptation typically involves learning from exploratory endeavors, which enable companies to transform the ways they compete (Guth & Ginsberg, 1990). Our study extends the current stream of research on CVC. It aims to contribute to the literature by providing an extensive comparison of internal and external determinants leading to CVC investment activity. To our knowledge, this is the first study to examine the influence of internal and external determinants on CVC activity throughout specific expansion and contraction periods determined by structural breaks occurring between 1985 to 2008. Our econometric analysis indicates a strong and significant positive association between CVC activity and R&D, cash flow availability and environmental financial market conditions, as well as a significant negative association between sales growth and the decision to engage into CVC. The analysis of this study reveals that CVC investment is highly volatile, as demonstrated by dramatic fluctuations in CVC investment activity over the past decades. When analyzing the overall cyclical CVC period from 1985 to 2008 the results of our study suggest that CVC activity has a pattern influenced by financial factors such as the level of R&D, free cash flow, lack of sales growth, and external conditions of the economy, with the NASDAQ price index as the most significant variable influencing CVC during this period. II. Contribution of CVC and its Interaction with R&D to Value Creation The second essay takes into account the demands of corporate executives and shareholders regarding business performance and value creation justifications for investments in innovation. Billions of dollars are invested in CVC and R&D. However there is little evidence that CVC and its interaction with R&D create value. Firms operating in dynamic business sectors seek to innovate to create the value demanded by changing market conditions, consumer preferences, and competitive offerings. Consequently, firms operating in such business sectors put a premium on finding new, sustainable and competitive value propositions. CVC and R&D can help them in this challenge. Dushnitsky and Lenox (2006) presented evidence that CVC investment is associated with value creation. However, studies have shown that the most innovative firms do not necessarily benefit from innovation. For instance Oyon (2007) indicated that between 1995 and 2005 the most innovative automotive companies did not obtain adequate rewards for shareholders. The interaction between CVC and R&D has generated much debate in the CVC literature. Some researchers see them as substitutes suggesting that firms have to choose between CVC and R&D (Hellmann, 2002), while others expect them to be complementary (Chesbrough & Tucci, 2004). This study explores the interaction that CVC and R&D have on value creation. This essay examines the impact of CVC and R&D on value creation over sixteen years across six business sectors and different geographical regions. Our findings suggest that the effect of CVC and its interaction with R&D on value creation is positive and significant. In dynamic business sectors technologies rapidly relinquish obsolete, consequently firms operating in such business sectors need to continuously develop new sources of value creation (Eisenhardt & Martin, 2000; Qualls, Olshavsky, & Michaels, 1981). We conclude that in order to impact value creation, firms operating in business sectors such as Engineering & Business Services, and Information Communication & Technology ought to consider CVC as a vital element of their innovation strategy. Moreover, regarding the CVC and R&D interaction effect, our findings suggest that R&D and CVC are complementary to value creation hence firms in certain business sectors can be better off supporting both R&D and CVC simultaneously to increase the probability of generating value creation. III. MCS and Organizational Structures for Radical Innovation Incremental innovation is necessary for continuous improvement but it does not provide a sustainable permanent source of competitiveness (Cooper, 2003). On the other hand, radical innovation pursuing new technologies and new market frontiers can generate new platforms for growth providing firms with competitive advantages and high economic margin rents (Duchesneau et al., 1979; Markides & Geroski, 2005; O'Connor & DeMartino, 2006; Utterback, 1994). Interestingly, not all companies distinguish between incremental and radical innovation, and more importantly firms that manage innovation through a one-sizefits- all process can almost guarantee a sub-optimization of certain systems and resources (Davila et al., 2006). Moreover, we conducted research on the utilization of MCS along with radical innovation and flexible organizational structures as these have been associated with firm growth (Cooper, 2003; Davila & Foster, 2005, 2007; Markides & Geroski, 2005; O'Connor & DeMartino, 2006). Davila et al. (2009) identified research opportunities for innovation management and provided a list of pending issues: How do companies manage the process of radical and incremental innovation? What are the performance measures companies use to manage radical ideas and how do they select them? The fundamental objective of this paper is to address the following research question: What are the processes, MCS, and organizational structures for generating radical innovation? Moreover, in recent years, research on innovation management has been conducted mainly at either the firm level (Birkinshaw, Hamel, & Mol, 2008a) or at the project level examining appropriate management techniques associated with high levels of uncertainty (Burgelman & Sayles, 1988; Dougherty & Heller, 1994; Jelinek & Schoonhoven, 1993; Kanter, North, Bernstein, & Williamson, 1990; Leifer et al., 2000). Therefore, we embarked on a novel process-related research framework to observe the process stages, MCS, and organizational structures that can generate radical innovation. This article is based on a case study at Alcan Engineered Products, a division of a multinational company provider of lightweight material solutions. Our observations suggest that incremental and radical innovation should be managed through different processes, MCS and organizational structures that ought to be activated and adapted contingent to the type of innovation that is being pursued (i.e. incremental or radical innovation). More importantly, we conclude that radical can be generated in a systematic way through enablers such as processes, MCS, and organizational structures. This is in line with the findings of Jelinek and Schoonhoven (1993) and Davila et al. (2006; 2007) who show that innovative firms have institutionalized mechanisms, arguing that radical innovation cannot occur in an organic environment where flexibility and consensus are the main managerial mechanisms. They rather argue that radical innovation requires a clear organizational structure and formal MCS.

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Aims: To describe the drinking patterns and their baseline predictive factors during a 12-month period after an initial evaluation for alcohol treatment. Methods CONTROL is a single-center, prospective, observational study evaluating consecutive alcohol-dependent patients. Using a curve clustering methodology based on a polynomial regression mixture model, we identified three clusters of patients with dominant alcohol use patterns described as mostly abstainers, mostly moderate drinkers and mostly heavy drinkers. Multinomial logistic regression analysis was used to identify baseline factors (socio-demographic, alcohol dependence consequences and related factors) predictive of belonging to each drinking cluster. ResultsThe sample included 143 alcohol-dependent adults (63.6% males), mean age 44.6 ± 11.8 years. The clustering method identified 47 (32.9%) mostly abstainers, 56 (39.2%) mostly moderate drinkers and 40 (28.0%) mostly heavy drinkers. Multivariate analyses indicated that mild or severe depression at baseline predicted belonging to the mostly moderate drinkers cluster during follow-up (relative risk ratio (RRR) 2.42, CI [1.02-5.73, P = 0.045] P = 0.045), while living alone (RRR 2.78, CI [1.03-7.50], P = 0.044) and reporting more alcohol-related consequences (RRR 1.03, CI [1.01-1.05], P = 0.004) predicted belonging to the mostly heavy drinkers cluster during follow-up. Conclusion In this sample, the drinking patterns of alcohol-dependent patients were predicted by baseline factors, i.e. depression, living alone or alcohol-related consequences and findings that may inform clinicians about the likely drinking patterns of their alcohol-dependent patient over the year following the initial evaluation for alcohol treatment.

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Background: Recent research based on comparisons between bilinguals and monolinguals postulates that bilingualism enhances cognitive control functions, because the parallel activation of languages necessitates control of interference. In a novel approach we investigated two groups of bilinguals, distinguished by their susceptibility to cross-language interference, asking whether bilinguals with strong language control abilities ('non-switchers") have an advantage in executive functions (inhibition of irrelevant information, problem solving, planning efficiency, generative fluency and self-monitoring) compared to those bilinguals showing weaker language control abilities ('switchers"). Methods: 29 late bilinguals (21 women) were evaluated using various cognitive control neuropsychological tests [e.g., Tower of Hanoi, Ruff Figural Fluency Task, Divided Attention, Go/noGo] tapping executive functions as well as four subtests of the Wechsler Adult Intelligence Scale. The analysis involved t-tests (two independent samples). Non-switchers (n = 16) were distinguished from switchers (n = 13) by their performance observed in a bilingual picture-naming task. Results: The non-switcher group demonstrated a better performance on the Tower of Hanoi and Ruff Figural Fluency task, faster reaction time in a Go/noGo and Divided Attention task, and produced significantly fewer errors in the Tower of Hanoi, Go/noGo, and Divided Attention tasks when compared to the switchers. Non-switchers performed significantly better on two verbal subtests of the Wechsler Adult Intelligence Scale (Information and Similarity), but not on the Performance subtests (Picture Completion, Block Design). Conclusions: The present results suggest that bilinguals with stronger language control have indeed a cognitive advantage in the administered tests involving executive functions, in particular inhibition, self-monitoring, problem solving, and generative fluency, and in two of the intelligence tests. What remains unclear is the direction of the relationship between executive functions and language control abilities.

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Background: Recent research based on comparisons between bilinguals and monolinguals postulates that bilingualism enhances cognitive control functions, because the parallel activation of languages necessitates control of interference. In a novel approach we investigated two groups of bilinguals, distinguished by their susceptibility to cross-language interference, asking whether bilinguals with strong language control abilities ('non-switchers") have an advantage in executive functions (inhibition of irrelevant information, problem solving, planning efficiency, generative fluency and self-monitoring) compared to those bilinguals showing weaker language control abilities ('switchers"). Methods: 29 late bilinguals (21 women) were evaluated using various cognitive control neuropsychological tests [e.g., Tower of Hanoi, Ruff Figural Fluency Task, Divided Attention, Go/noGo] tapping executive functions as well as four subtests of the Wechsler Adult Intelligence Scale. The analysis involved t-tests (two independent samples). Non-switchers (n = 16) were distinguished from switchers (n = 13) by their performance observed in a bilingual picture-naming task. Results: The non-switcher group demonstrated a better performance on the Tower of Hanoi and Ruff Figural Fluency task, faster reaction time in a Go/noGo and Divided Attention task, and produced significantly fewer errors in the Tower of Hanoi, Go/noGo, and Divided Attention tasks when compared to the switchers. Non-switchers performed significantly better on two verbal subtests of the Wechsler Adult Intelligence Scale (Information and Similarity), but not on the Performance subtests (Picture Completion, Block Design). Conclusions: The present results suggest that bilinguals with stronger language control have indeed a cognitive advantage in the administered tests involving executive functions, in particular inhibition, self-monitoring, problem solving, and generative fluency, and in two of the intelligence tests. What remains unclear is the direction of the relationship between executive functions and language control abilities.

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The aims of this study were to evaluate the effectiveness of diquat, copper hydroxide, copper oxychloride and their associations diquat + 0.1% copper oxychloride and diquat + 0.1% copper hydroxide to control Cerathophyllum demersum. Therefore, the concentrations used were 0.1, 0.3, 0.5, 0.7, 1.0 and 1.5 mg L-1 oxychloride and copper hydroxide and 0.2, 0.4, 0.8 and 1.2 mg L-1 diquat and their associations with 0.1% copper oxychloride and 0.1% copper and a control hydroxide. The experimental design was completely randomized with ten replications for 45 days. For evaluation we used a scale of 0-100% control of notes and rated the weight (g) and length (cm) of pointers at the end of the trial period. Diquat showed 100% efficacy at 30 DAA, associations in 21 DAA and copper sources promoted regrowth of C. demersum. Diquat and its associations were more effective in controlling C. demersum. The use of herbicide in combination with a copper source is more efficient for the control of submerged weeds because it potentiates the effect of the herbicide in weed control

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A parallel structure is suggested for feedback control systems. Such a technique can be applied to either single or multi-sensor environments and is ideally suited for parallel processor implementation. The control input actually applied is based on a weighted summation of the different parallel controller values, the weightings being either fixed values or chosen by an adaptive decision-making mechanism. The effect of different controller combinations is a field now open to study.

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