999 resultados para GASTOS FAMILIARES
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El presente trabajo investigativo pretende comprobar una hipótesis ampliamente difundida : ¿Son las mujeres mejores administradoras de sus microempresas?; en este afán, la investigación parte de la recolección de datos de fuentes primarias, tanto de encuestas de campo realizadas en la ciudad de Quito, así como del análisis de base de datos de clientes de crédito de una cooperativa de ahorro y crédito controlada por la Superintendencia de Bancos y Seguros y de datos suministrados por un buró de crédito. El estudio recoge también, como base de partida, un estudio realizado por USAID‐ECUADOR, en el año 2004, tal vez el estudio más completo sobre el sector microempresarial ecuatoriano hasta la fecha realizado; de la conjunción de estos datos se pretende dar solución a la hipótesis planteada. El estudio parte de una leve introducción de la definición de microempresa y su connotación en la economía ecuatoriana, resaltando sobre todo la importancia social y económica en la generación de recursos que aportan al PIB y al generación de empleo, el estudio en esta parte resalta la trascendente importancia del sector microempresarial e importancia social y humana que este representa en el Ecuador. Profundizando ya la investigación, el estudio se centrará en comprobar bajo cinco parámetros financieros y económicos, si las microempresas de propiedad de mujeres son mejor administradas que las que tienen como propietarios a hombres, estos cinco factores son: nivel de ventas, rentabilidad sobre ventas, rentabilidad sobre activos, generación de empleo y acceso a crédito a través de instituciones financieras formales; del análisis de cada uno de estos aspectos se determinará que las microempresas de propiedad de mujeres en la actualidad destacan en dos elementos: rentabilidad sobre activos y acceso a crédito formal, sobre todo por ser las mujeres mejores pagadoras que los hombres; sin embargo presentan todavía desventajas respecto de los negocios administrados por hombres en cuanto a ventas, rentabilidad sobre ventas y generación de empleo, pero el mismo estudio hace consciencia en el hecho de que las mujeres propietarias de pequeños negocios han presentado una evolución importante en estos indicadores en estos últimos seis años, lo que posibilita creer que en corto plazo los indicadores financieros analizados serán favorables a las microempresas “femeninas” en desmedro de las administradas por hombres, puesto que la tendencia así lo señala. El estudio entonces se centra en analizar las principales características de los negocios microempresariales administrados por mujeres a fin de entender sus características particulares tales como experiencia de las microempresarias en este tipo de negocios, antigüedad de los mismos, tiempo destinado a la atención del negocio, destino de ingresos a gastos familiares y personales , factores por los cuales decidió ser microempresaria y el análisis de las variables cualitativas que caracterizan a las mujeres emprendedoras. Finalmente el estudio presenta las conclusiones del mismo, donde es trascendente resaltar la importancia que tienen las microempresas para el sostén de la economía familiar, aspecto de principal interés para las mujeres puesto que ellas son en gran medida responsables del desarrollo y crecimiento de sus familias e hijos.
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Cada vez mais se reconhece que as diferentes categorias do orçamento familiar disputam recursos limitados de uma família. Isto sugere uma visão mais ampla e sistêmica de concorrência, já que os gastos dos consumidores em um determinado setor poderão ser melhor compreendidos se relacionados com os de outros setores. Faz sentido, então, concentrar estudos na própria manifestação do comportamento de compra, expressa pelo orçamento familiar, visto que as decisões mais prioritárias (vitais) estão estabelecidas na forma como o consumidor distribui seus recursos nas grandes categorias de despesa (alimentação, habitação, transporte, vestuário, lazer etc). Neste contexto delineia-se o principal objetivo desta tese que é investigar o fenômeno da alocação de despesas que compõem o orçamento familiar, identificando padrões, segmentos de mercado e suas implicações para o Marketing. O referencial teórico divide-se em três grandes partes: a segmentação de mercado, o orçamento familiar e os fatores econômicos e sócio-demográficos que se relacionam com o orçamento familiar. A clássica Hierarquia das Necessidades de Maslow é abordada, além de temas oriundos da literatura de economia como as Leis de Engel e elasticidade-renda da demanda. Utilizando dados de uma amostra de famílias do estado de São Paulo e valendo-se da técnica de análise de agrupamentos, a tese busca trazer um olhar mais influenciado pelos paradigmas do conhecimento mercadológico por meio da identificação e caracterização de segmentos de mercado com padrões distintos de orçamento familiar. Foi construída uma taxonomia composta por seis padrões assim nomeados: sobrevivência, enfermo, econômico, caseiro, bem-estar e automotor. A análise do perfil de cada padrão ressalta semelhanças e diferenças econômicas e sócio-demográficas que exigem a atenção dos pesquisadores e estrategistas de marketing quanto aos problemas de generalização, podendo resultar em erros nas estratégias de segmentação de mercado. Discussões dos resultados são tecidas a respeito da Teoria de Maslow e das Leis de Engel. Além disso, é proposta uma taxonomia de despesas familiares classificadas pelas elasticidades-renda entre os seis padrões de orçamento familiar identificados. Esta taxonomia ajuda a clarear as mudanças no comportamento de consumo segundo o impacto das alterações de renda na composição do orçamento familiar. Por fim, os resultados reforçam a tese de que padrões de alocação das despesas familiares se apresentam como uma dimensão inovadora e útil para os estudos de segmentação de mercado.
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El principal objetivo de este estudio es analizar los efectos potenciales de diversas políticas climáticas sobre la distribución del ingreso en América Latina. Este análisis se realizó con base en un meta-análisis y su meta-regresión y el análisis de las encuestas de ingreso gasto de diversos países de América Latina. Los principales resultados obtenidos de este análisis muestran que en general existe una tendencia a identificar efectos regresivos derivados de la instrumentación de políticas públicas orientadas a la mitigación. Sin embargo, la revisión de la literatura y de las encuestas de ingreso gasto muestran que los resultados son heterogéneos por países y que dependen de factores tales como el instrumento aplicado, la inclusión de estrategias de reciclaje fiscal y del nivel de desarrollo.
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OBJETIVO: Identificar as estruturas de consumo alimentar no Município de São Paulo, de 1990 a 1996, e compará-las com as derivadas de cestas de alimentos balanceados (CA). MÉTODOS: Por meio de pesquisas de orçamentos familiares, foram verificados os percentuais dos gastos domiciliares com três grupos de alimentos: semi-elaborados, industrializados e in natura (este foi enfocado com particular ênfase). Um índice de preços ao consumidor permitiu avaliar as variações nos custos relativos dos produtos. As CA foram elaboradas pela Programação Linear. RESULTADOS: De 1990 a 1996, aumentou a proporção dos gastos domiciliares com alimentos industrializados; tendência inversa foi constatada para os semi-elaborados; a percentagem referente aos in natura apresentou importante redução (35%). Essas mudanças não são explicadas satisfatoriamente pela variação nos preços relativos. As estruturas de consumo familiar mostraram-se diferentes das que são propostas pelas CA, e estas apresentaram, em geral, custos inferiores aos gastos domésticos com alimentos. CONCLUSÕES: Infere-se a existência de uma provável inadequação dietética nos domicílios de São Paulo e de riscos associados a uma ingestão insuficiente de legumes, verduras e frutas.
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OBJETIVO: Analisar as características da alimentação fora do domicílio e os gastos com o seu consumo. MÉTODOS: Foi analisada uma amostra complexa de 48.470 domicílios brasileiros, selecionados a partir da base de dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares de 2002-2003. O consumo de alimentos fora do domicílio foi definido como a aquisição de, pelo menos, um tipo de alimento para consumo fora de domicílio no período de sete dias. Foram estimadas freqüências de consumo de alimentos fora do domicílio segundo idade, sexo, nível de escolaridade, renda mensal familiar per capita, número de moradores por domicílio, regiões brasileiras, situação do domicílio (urbano/rural) e capital ou outro município. Nove grupos de alimentos foram estudados: bebidas alcoólicas, refrigerantes, biscoitos, frutas, doces, leite e derivados, refeições, fast foods e salgados fritos e assados. RESULTADOS: A freqüência de consumo de alimentos fora do domicílio foi de 35%, sendo maior na região Sudeste (38,8%) e menor na região Norte (28,1%). A freqüência foi maior entre os indivíduos de 20 a 40 anos (42%), do sexo masculino (39% vs. 31%), com maior nível de renda (52%) e maior escolaridade (61%). Os alimentos mais freqüentemente consumidos fora do domicílio foram: refrigerantes (12%), refeições (11,5%), doces (9,5%), salgados fritos e assados (9,2%) e fast foods (7,2%). O consumo dos grupos de alimentos cresceu linearmente com a renda, exceto para frutas e biscoitos. Os gastos médios semanais foram menores para biscoitos (R$ 1,79) e doces (R$ 2,02) e maiores para refeições (R$ 21,56). CONCLUSÕES: O consumo de alimentos fora do domicílio é freqüente em todas as regiões do Brasil. As políticas públicas devem incorporar essa dimensão ao propor estratégias de alimentação saudável.
Sobrecarga de familiares de pacientes psiquiátricos: comparação entre diferentes tipos de cuidadores
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OBJETIVO: Investigar a sobrecarga objetiva e subjetiva em três diferentes tipos de cuidadores. MÉTODO: A Escala de Avaliação da Sobrecarga de Familiares (FBIS-BR) foi aplicada a 30 pais, 30 irmãos e 30 cônjuges de pacientes diagnosticados com transtornos do espectro de esquizofrenia ou transtornos do humor. RESULTADOS: Sete itens apresentaram diferenças significativas entre os grupos. Os pais apresentaram maior sobrecarga do que os irmãos quanto à frequência com que preparavam as refeições dos pacientes e os aconselhavam a ocupar seu tempo livre. Sentiam também maior grau de incômodo por ter que fazer compras para eles e tinham impressão de maior peso financeiro. Comparativamente aos cônjuges, os pais tinham que lidar mais frequentemente com os comportamentos agressivos dos pacientes, tinham maiores gastos com eles e ainda eram mais preocupados com o seu futuro. Já a sobrecarga dos cônjuges foi maior do que a dos irmãos quanto à impressão de peso financeiro. CONCLUSÕES: As diferenças encontradas apontam para a necessidade de planejamento de intervenções que considerem as particularidades de cada tipo de cuidador.
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Resumen tomado de la publicación
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Se analizan las sumas dedicadas por los hogares a la función de enseñanza en su conjunto. Los gastos que se analizan están ligados a la educación de todos los miembros de la familia que realizan estudios, independientemente del nivel escolar, de su edad o de su relación con la actividad económica. En primer lugar, se aborda el presupuesto de enseñanza de los hogares desde un punto de vista descriptivo. El objetivo es seguir la evolución en el tiempo de la financiación tanto privada como pública de la educación. En segundo lugar, se detallan los distintos tipos de gastos de enseñanza producidos a lo largo de un año por la presencia en el hogar de individuos escolarizados. Y, por último, se examina la elasticidad respecto a la renta de cada rúbrica de gastos del presupuesto de enseñanza de los hogares.
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Valorar las desigualdades en los gastos privados de Educación en relación con las características socio-económicas de las familias y completar los escasos conocimientos en este tema. Analizar la evolución y cuantía de los gastos directos y anejos de las familias y de la inversión estatal producidos a lo largo de un año. La utilizada en los estudios del INE. Datos estadísticos y reclasificación de los mismos. Variables de cruce: renta familiar, componentes de la familia, hijos escolarizados, sexo, educación del padre, hábitat y categoría social. Análisis macro y microeconómicos. El concepto de gasto en Educación se operativiza como pagos a Centros y material didáctico (gastos directos). Desarrollo de modelos econométricos lineales explicativos: como variables exógenas utilizan los gastos anuales totales del hogar (como aprox. a la renta familiar).. Encuestas de presupuestos familiares realizadas entre 1964-81 por el INE.. Estadística descriptiva. Datos directos. Índices econométricos (coeficientes T de Student, elasticidad, etc). Desarrollo de modelos: estimación por mínimos cuadrados. Durante el período 1964-74 el gasto se triplica, estabilizándose en el período 1975-81. En éste, la financiación del Estado aumenta un 20 por ciento. Hay grandes diferencias debidas al status socio-económico y al lugar de residencia. A) Los gastos privados suponen un 80 por ciento del total. Anejos suponen un 19'6 por ciento. Los gastos peor explicados por la renta familiar son los anejos. B) El gasto crece con el nivel educativo a excepción de la Preescolar que es más cara que la EGB y el BUP. La renta explica entre el 37 y el 57 por ciento del gasto total, descendiendo esta cifra conforme se avanza en sistema escolar. Variabilidad en el gasto debida a las características socio-económicas de las familias. Se observan diferencias sociales muy marcadas, que disminuyen con el nivel educativo.