1000 resultados para Forma legal
Resumo:
Mode of access: Internet.
Resumo:
This work test the relationship of performance and legal form of microfinance institutions (MFI), in our work MFI can be banks, non-governmental organizations (NGO), cooperatives, non-banks financial institutions (NBFI) or rural banks. We use linear regression model, panel data and variables dummy for the legal forms. Our samples are 243 MFI from all continents, except North America, in the period from 2007 to 2012. We found that bigger MFI generates higher profit, higher returns and higher self-sufficiency rates, so the growing can be a way for consolidation of MFI. For smaller MFI a way can be assimilation or merging with other MFI. Cooperatives, non-bank financial institutions and rural banks can serve more customers, causing greater impact on society, and get higher returns. This suggests the most appropriate legal form for microfinance market can be cooperatives, non-banks financial institutions or rural banks balancing social orientation and profit orientation.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Mestrado em Contabilidade e Análise Financeira
Resumo:
Atualmente, o contexto de atuação das empresas tem sido cada vez mais desafiante dado o binómio de competitividade e crise financeira. Desta forma, a exploração de novas soluções e identificação de lacunas ou desequilíbrios no mercado torna-se imperial para o desenvolvimento das novas entidades. É com base nesta premissa que emerge o conceito de Start-Up, sendo o seu propósito o desenvolvimento de novos produtos e modelos de negócios inovadores. Como resultado, estas empresas tornam-se num elemento revitalizador do tecido económico dos países em que estão inseridas. De forma a possibilitar a potenciação das atividades desenvolvidas por estas entidades é crucial a identificação das diversas fontes de recursos financeiros e as consequentes contrapartidas exigidas. No entanto, dado o seu caráter inovador obviamente que vários são os riscos lhes estão associados, pelo que estas empresas deparam-se com mais dificuldades no momento de acesso aos recursos financeiros que pretendem. Desta forma, a presente dissertação analisa as tendências de financiamento das Start-Up tendo como motivação o facto desta temática ainda não se encontrar devidamente explorada e dado o desconhecimento desta realidade em Portugal. Neste sentido, e aliando a problemática existente com a motivação para a concretização da presente dissertação foram realizados um conjunto de inquéritos os quais foram aliados com o desenvolvimento de modelos empíricos multivariados aplicados aos dados seccionais e em painel. Os resultados alcançados com a investigação empírica permitiram concluir a influência de um conjunto de variáveis bem como justificar a orientação e estrutura de financiamento das Start-Up portuguesas. Das variáveis investigadas de ressalvar a influência significativa da Dimensão da Empresa, Estrutura de Ativos e Forma Legal no financiamento das Start-Up nacionais.
Resumo:
Relatório de atividade profissional de mestrado em Direito Judiciário
Resumo:
A afluência de imigrantes a Portugal, nas últimas três décadas transformou radicalmente todo o tecido social português, caracterizando-se hoje pela sua heterogeneidade. Até ao início da década de 90 do século XX, os fluxos migratórios provinham essencialmente dos Países de Língua Oficial Portuguesa, com maior incidência de Cabo Verde, Brasil e Angola. É nessa década que se registam movimentos bastante significativos de imigrantes provenientes da Europa Central e Oriental, principalmente da Ucrânia, Rússia, Roménia e Moldávia, assim como da Ásia, destacando-se os naturais da China, Índia, Paquistão e das antigas repúblicas soviéticas. De acordo com a análise apresentada pelo Instituto Nacional de Estatística em Dezembro de 2006, residiam de forma legal em Portugal 329 898 cidadãos de nacionalidade estrangeira, sendo as maiores comunidades de Cabo Verde (57 349), Brasil (41 728) e Angola (28 854). A sociedade portuguesa do século XXI, distancia-se cada vez mais do conceito de monolinguismo, tal como se evidencia no Projecto Gulbenkian “Diversidade Linguística na Escola Portuguesa”, que, segundo o estudo feito, onze por cento dos alunos residentes na área da Grande Lisboa nasceram fora de Portugal e têm como línguas maternas cinquenta e oito idiomas. É urgente uma intervenção diferente no que corresponde a esta nova realidade linguística em Portugal e sobretudo no que concerne à integração do “outro”, reconhecendo e respeitando as várias línguas maternas e culturas, como também a sua preservação a fim de possibilitar o desenvolvimento íntegro e harmonioso da identidade. A heterogeneidade da actual sociedade portuguesa impõe um olhar atento para com esta nova realidade no país, sobretudo em muitas das escolas onde a par do uso da língua portuguesa outras línguas são também usadas como forma de comunicação entre os mesmos pares, situação esta perfeitamente desajustada da realidade escolar madeirense Estudo de caso: O uso da Língua Portuguesa por jovens oriundos de outros países nos domínios privado, público e educativo. 10 de inícios da década de 90 do século XX, à excepção dos alunos provenientes da Venezuela, os denominados luso-descendentes. A escola mudara, tudo se alterara, havia que tentar perceber o que estava a ocorrer, um novo Mundo “invadira” as turmas, prontas a aprender, a saber, a descobrir. Era preciso preencher o silêncio expectante. Aprender uma nova língua, a portuguesa, decorrente da obrigatoriedade implícita de tratar-se da língua oficial, obrigava a repensar o ensino, a continuamente desvendar novos caminhos possibilitadores de encontro entre a língua materna e a segunda, de reencontro com a identidade linguística e cultural que não se quer perdidas, só tornado possível na diferença. A par de uma escola que se apresentava de forma diferente, cuja intervenção teria de ser oposta à de então, uma vez que a aprendizagem do português era feita como língua segunda (L2), muitas foram e são as inquietações, um turbilhão de interrogações decorriam deste contacto constante de uma língua que se diz minha, fonte de partilha com outros jovens. O uso da língua portuguesa confinar-se-á unicamente à escola com os professores e colegas ou despoletará curiosidades, vontades, interesses, motivados por objectivos confinados ao percurso e à história humana? Muitas são as interrogações que ocorrem, muitos são também os momentos de sabedoria mútua de línguas e países a desvendar num contínuo ininterrupto e é essa constante procura que determina a busca de respostas. Entre muitas interrogações uma afigurava-se de forma latente, quiçá fonte de resposta para outras interrogações inerentes à língua portuguesa como língua segunda. A sua utilização por parte dos alunos de outras nacionalidades nos domínios privado, público e educativo engloba domínios diversos capazes de informar acerca do uso dessa mesma língua. Importa no entanto reforçar que estes alunos constituem um grupo heterogéneo sob diversos pontos de vista: etário, linguístico e cultural. Do ponto de vista linguístico a população que tem o português como língua segunda abrange alunos falantes de diferentes línguas maternas, umas mais próximas, outras mais afastadas do português, propiciando diferentes graus de transferência de conhecimentos linguísticos e de experiências comunicativas, como também em diferentes estádios de aquisição e que fora da escola o usam em maior ou menor número de contextos e com um grau de frequência desigual. Estudo de caso: O uso da Língua Portuguesa por jovens oriundos de outros países nos domínios privado, público e educativo. 11 Dispõem também de diferentes capacidades individuais para discriminar, segmentar e produzir sequências linguísticas. Já do ponto de vista cultural apresentam diferentes hábitos de aprendizagem, bem como diferentes representações e expectativas face à escola. Todos estes factores determinarão ritmos de progressão distintos no que respeita à aprendizagem do português como língua segunda. As oportunidades de aprendizagem e de uso que cada indivíduo tem ao longo da vida, determinantes no processo de aquisição, desenvolvimento e aprendizagem de uma língua, variam bastante de indivíduo para indivíduo. Os alunos podem viver num mesmo contexto no entanto razões variadíssimas determinarão diferentes oportunidades de aprendizagem e de uso. Viver-se num contexto de imersão não é suficiente para que todos tenham o mesmo grau de exposição a material linguístico rico e variado da L2. Essas oportunidades também se relacionam com a distância linguística entre língua primeira (L1) e a língua segunda, quanto mais afastadas são as duas línguas mais os falantes da L2 se refugiam na sua língua materna, assim como também se associam aos hábitos culturais da comunidade e da família.
Resumo:
A afluência de imigrantes a Portugal, nas últimas três décadas transformou radicalmente todo o tecido social português, caracterizando-se hoje pela sua heterogeneidade. Até ao início da década de 90 do século XX, os fluxos migratórios provinham essencialmente dos Países de Língua Oficial Portuguesa, com maior incidência de Cabo Verde, Brasil e Angola. É nessa década que se registam movimentos bastante significativos de imigrantes provenientes da Europa Central e Oriental, principalmente da Ucrânia, Rússia, Roménia e Moldávia, assim como da Ásia, destacando-se os naturais da China, Índia, Paquistão e das antigas repúblicas soviéticas. De acordo com a análise apresentada pelo Instituto Nacional de Estatística em Dezembro de 2006, residiam de forma legal em Portugal 329 898 cidadãos de nacionalidade estrangeira, sendo as maiores comunidades de Cabo Verde (57 349), Brasil (41 728) e Angola (28 854). A sociedade portuguesa do século XXI, distancia-se cada vez mais do conceito de monolinguismo, tal como se evidencia no Projecto Gulbenkian “Diversidade Linguística na Escola Portuguesa”, que, segundo o estudo feito, onze por cento dos alunos residentes na área da Grande Lisboa nasceram fora de Portugal e têm como línguas maternas cinquenta e oito idiomas. É urgente uma intervenção diferente no que corresponde a esta nova realidade linguística em Portugal e sobretudo no que concerne à integração do “outro”, reconhecendo e respeitando as várias línguas maternas e culturas, como também a sua preservação a fim de possibilitar o desenvolvimento íntegro e harmonioso da identidade. A heterogeneidade da actual sociedade portuguesa impõe um olhar atento para com esta nova realidade no país, sobretudo em muitas das escolas onde a par do uso da língua portuguesa outras línguas são também usadas como forma de comunicação entre os mesmos pares, situação esta perfeitamente desajustada da realidade escolar madeirense Estudo de caso: O uso da Língua Portuguesa por jovens oriundos de outros países nos domínios privado, público e educativo. 10 de inícios da década de 90 do século XX, à excepção dos alunos provenientes da Venezuela, os denominados luso-descendentes. A escola mudara, tudo se alterara, havia que tentar perceber o que estava a ocorrer, um novo Mundo “invadira” as turmas, prontas a aprender, a saber, a descobrir. Era preciso preencher o silêncio expectante. Aprender uma nova língua, a portuguesa, decorrente da obrigatoriedade implícita de tratar-se da língua oficial, obrigava a repensar o ensino, a continuamente desvendar novos caminhos possibilitadores de encontro entre a língua materna e a segunda, de reencontro com a identidade linguística e cultural que não se quer perdidas, só tornado possível na diferença. A par de uma escola que se apresentava de forma diferente, cuja intervenção teria de ser oposta à de então, uma vez que a aprendizagem do português era feita como língua segunda (L2), muitas foram e são as inquietações, um turbilhão de interrogações decorriam deste contacto constante de uma língua que se diz minha, fonte de partilha com outros jovens. O uso da língua portuguesa confinar-se-á unicamente à escola com os professores e colegas ou despoletará curiosidades, vontades, interesses, motivados por objectivos confinados ao percurso e à história humana? Muitas são as interrogações que ocorrem, muitos são também os momentos de sabedoria mútua de línguas e países a desvendar num contínuo ininterrupto e é essa constante procura que determina a busca de respostas. Entre muitas interrogações uma afigurava-se de forma latente, quiçá fonte de resposta para outras interrogações inerentes à língua portuguesa como língua segunda. A sua utilização por parte dos alunos de outras nacionalidades nos domínios privado, público e educativo engloba domínios diversos capazes de informar acerca do uso dessa mesma língua. Importa no entanto reforçar que estes alunos constituem um grupo heterogéneo sob diversos pontos de vista: etário, linguístico e cultural. Do ponto de vista linguístico a população que tem o português como língua segunda abrange alunos falantes de diferentes línguas maternas, umas mais próximas, outras mais afastadas do português, propiciando diferentes graus de transferência de conhecimentos linguísticos e de experiências comunicativas, como também em diferentes estádios de aquisição e que fora da escola o usam em maior ou menor número de contextos e com um grau de frequência desigual. Estudo de caso: O uso da Língua Portuguesa por jovens oriundos de outros países nos domínios privado, público e educativo. 11 Dispõem também de diferentes capacidades individuais para discriminar, segmentar e produzir sequências linguísticas. Já do ponto de vista cultural apresentam diferentes hábitos de aprendizagem, bem como diferentes representações e expectativas face à escola. Todos estes factores determinarão ritmos de progressão distintos no que respeita à aprendizagem do português como língua segunda. As oportunidades de aprendizagem e de uso que cada indivíduo tem ao longo da vida, determinantes no processo de aquisição, desenvolvimento e aprendizagem de uma língua, variam bastante de indivíduo para indivíduo. Os alunos podem viver num mesmo contexto no entanto razões variadíssimas determinarão diferentes oportunidades de aprendizagem e de uso. Viver-se num contexto de imersão não é suficiente para que todos tenham o mesmo grau de exposição a material linguístico rico e variado da L2. Essas oportunidades também se relacionam com a distância linguística entre língua primeira (L1) e a língua segunda, quanto mais afastadas são as duas línguas mais os falantes da L2 se refugiam na sua língua materna, assim como também se associam aos hábitos culturais da comunidade e da família.
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar e comparar o conhecimento, as atitudes e opiniões dos estudantes de Medicina quanto ao aborto no Brasil durante o evoluir do curso. MÉTODOS: Estudo transversal envolvendo 174 estudantes de Medicina. Foi aplicado um questionário cujas variáveis dependentes foram: o grau de informação sobre o aborto, incluindo seus aspectos jurídicos no Brasil, as situações em que concordaria com a ampliação do permissivo legal do aborto, o conhecimento de alguém submetido ao abortamento e o desconforto em realizar o procedimento de forma legal. As variáveis independentes estudadas foram: dados sociodemográficos, religião e situação acadêmica (primeira ou segunda metade do curso). Para análise dos dados foram utilizados os testes do χ2 e exato de Fischer, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Entre os entrevistados, 59,8% foram considerados bem informados acerca do tema. Os estudantes demonstraram conhecimento a respeito das complicações decorrentes do abortamento, sem diferenças com o evoluir do curso. O conhecimento dos aspectos legais do abortamento no Brasil foi demonstrado por 48,9% da amostra, sendo significativamente superior entre os alunos da segunda metade do curso (34,0 e 68,9% respectivamente; p<0,001). A vivência de situações do abortamento clandestino foi significativamente maior entre os alunos da metade final do curso (35,0 e 59,4% respectivamente p<0,001), o mesmo ocorrendo quanto ao conhecimento de alguém que tenha sido submetida ao procedimento de forma ilegal (5,0 e 18,9% respectivamente; p<0,001). A ampliação do permissivo legal do abortamento no Brasil foi concordado por 86,2% da amostra, porém 54,6% dos estudantes relataram que se sentem desconfortáveis em realizar o procedimento mesmo de forma legal, ambos sem significância estatística com o evoluir do curso. CONCLUSÕES: A vivência do abortamento e o conhecimento de seus aspectos jurídicos foram significativamente maiores entre os alunos da segunda metade do curso, não se observando mudanças nas atitudes e opiniões sobre o aborto com as competências durante a formação médica.
Resumo:
Intentar aclarar una serie de preguntas tales como: ¿quiénes participan?, ¿cómo participan? y ¿por qué participan?. Nuestra motivación se debe, al interés en general, del tema de la participación en el sector educativo, concretándolo en las Ikastolas. La participación en las Ikastolas. 20 entrevistas personales entre cuatro Ikastolas diferentes: Altzaga, Asti-Leku, el Karmelo y Lauros. Las respuestas provienen de padres, profesores, alumnos y miembros de la dirección. La investigación está dividida en: elaboración de un esquema de participación por apartados en las diversas Ikastolas. Elaborar una serie de conclusiones y obtener una relación de variables e hipótesis que influyen en la participación.. Entrevistas semidirigidas no estructuradas. Análisis teórico. La nota característica de las Ikastolas estudiadas es que la forma legal adoptada es la de Sociedad Cooperativa y quizás que este tipo de estructuras previene la existencia de un interés generalizado por la participación en todos los ámbitos de la Ikastola. Los socios cooperativistas son atraídos a la participación ante la amenaza de un encarecimiento de las cuotas, sobre todo en aspectos tales como obras y mantenimiento, consiguiendo disminuir los costos. Aunque la diferencia de participación entre unas Ikastolas y otras es notoria, se puede observar una asunción del hecho de la participación como algo natural y como derecho innato a los estamentos de padres, profesores y alumnos. En dos Ikastolas han sido transgredidas las limitaciones legales impuestas a la participación del profesorado. La participación del profesorado es aceptable, superior a los centros estatales y que existe interés por tomar parte de las decisiones y marcha del centro. Existe una buena disposición del alumnado hacia la participación, fundamentalmente en aspectos que les resultan altamente atractivos como viajes de estudios, teatro, etc. Aunque no se da el mismo grado de interés ante otros temas.
Resumo:
Este manual es el documento oficial del Programa Nacional de Estudios (National Currículo) para las escuelas primarias, desde septiembre de 2000. En él se establece, de forma legal, el derecho a la educación para todos los alumnos; se determina el contenido de lo que se enseña, y garantiza el cumplimiento de unos objetivos: los niños de edades comprendidas entre cinco y once años, deben aprender unos conocimientos esenciales de lectura, escritura, comprensión y aritmética. Igualmente, dispone que la forma de ejecución de este programa de estudios sea evaluable, y procedan informes al respecto.
Resumo:
Resumen basado en el de la publicación
Resumo:
Introducir la orientación educativa y la acción tutorial, como una parte central y esencial del proceso de la enseñanza, incluyéndolas dentro de las estructuras organizadas de los centros. Alumnos de primero,segundo y tercero de BUP y COU del I.B. Llorenç Garcias i Font (Arta). Definen la orientación educativa como un proceso que permite establecer los medios, recursos y situaciones necesarias para conseguir una realidad socialmente progresista, existencialmente humana y didácticamente eficaz, de las personas y del entorno educativo. Partiendo de este concepto la experiencia consta de las siguientes partes: 1. Constitución del Gabinete de Orientación en el centro de acuerdo con el claustro. 2. Programación general de las actividades para el curso 83-84 que principalmente son, ofrecer a los tutores los instrumentos que posibilitan el desenvolvimiento y puesta en práctica de aquellas funciones que de forma legal le son encomendadas. 3. Problemática para llevar a término las actividades (horario, material, credibilidad). 4. Acción tutorial (legislación, funciones, recursos materiales). 5. Descripción de las actividades llevadas a término en el curso 84-85: la orientacion escolar, cuyo objetivo principal es incidir sobre el fracaso escolar; la orientación profesional, destinada a los alumnos de segundo, tercero de BUP y COU, con la finalidad de potenciar la reflexión y autoelección profesional y la orientación personal, que pretende la educación positiva de la efectividad. Tanto para la orientación escolar, como profesional o personal se han realizado algunos tests y seminarios. Prueba psicotécnica para evaluar los hábitos y técnicas de estudio de primero de BUP (POZAR, TEA), seminario de técnicas de estudio, test de aptitudes diferenciales (DAT, TEA), test de intereses profesionales (Kuder-C), cuestionario de orientación profesional, cuestionario de adaptación para adolescentes (BELL, TEA), cuestionario de adaptación escolar (CDE). A corto plazo sólo se puede hacer una apreciación cualitativa de la experiencia. Aunque se puede señalar a modo de conclusión, los siguientes puntos: Se ha logrado implicar a parte del claustro a través de las tutorías. Se ha informado al profesorado respecto a la importancia que supone la orientación educativa, una mejora del rendimiento académico y una disminución del fracaso escolar. Se ha iniciado la adquisición de material bibliográfico necesario para la orientación. Se ha dado a conocer al alumnado la existencia de técnicas y habitos de estudio. Se ha dado a entender a los padres la necesidad de la orientación de cara a un mejor tratamiento de la problemática escolar de sus hijos, así como para su prevención. Se ha mejorado el nivel de la acción tutorial en el centro. Se ha realizado la orientación profesional de los alumnos de tercero de BUP y COU. Se ha orientado a los alumnos de segundo de BUP en base a la adquisición de criterios adecuados para una óptima elección de las distintas opciónes a cursar en tercero de BUP. Se han tratado individualmente los casos de fracaso escolar.
Resumo:
Monográfico con el título: 'Sociedad de la Información, lenguas minoritarias y educación en bilingüismo'. Resumen basado en el de la publicación
Resumo:
Monogr??fico con el t??tulo: 'La participaci??n en los Consejos Escolares de Centro'. Resumen basado en el de la publicaci??n