154 resultados para Forca explosiva
Resumo:
O presente trabalho teve como objetivo estudar a eficiência na aplicação de força a um barco “skiff” com dois tipos de pás de remo (“standard” e cutelo) e verificar se a utilização desses dois tipos de pás produziam alterações na técnica da remada. Um barco “skiff” foi preso por seis cabos de aço às bordas de uma piscina coberta. Um dinamômetro foi instalado a um destes cabos para coletar os dados de força, enquanto a técnica da remada foi estudada por meio de um sistema de cinemetria. A amostra consistiu-se de 5 remadores de diferentes clubes de Porto Alegre. Cada atleta remou um total de cinco minutos com cada pá de remo, mantendo uma voga de 10 remadas por minuto. Não houveram mudanças aparentes na técnica da remada. Um ganho médio de 13,13% de força foi observado a favor do remo cutelo, bem como um aumento de 2,19% no comprimento do percurso do cabo do remo na remada quando este remo foi utilizado. Essas evidências demonstram que o remo cutelo é mais eficiente que o remo “standard” na situação estudada. Assumindo-se que a velocidade de um barco tem relação com a força a ele aplicada, os resultados do presente estudo sugerem que o remo cutelo pode imprimir uma velocidade maior ao barco do que o remo “standard” pela sua maior aplicação de força e maior comprimento de remada.
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação Física
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A pesquisa busca mostrar como o discurso religioso do gênero sermão, na voz do enunciador Frei Gregório José Maria de Bene, pode influir na estratégia de adesão e convencimento dos escravos da região de Serra, província do Espírito Santo, para a construção da igreja do Queimado. O sermão citado é o recorte fundamental do discurso literário O Templo e a Forca (1999), recriado por Luiz Guilherme Santos Neves, analisado a partir de cena englobante legitimadora. O trabalho insere-se nos estudos da Analise do Discurso (AD) de linha francesa, pelo referencial teórico de Dominique Maingueneau, que nos orientará quanto às cenografias do padre, sua imagem de enunciador, as condições de produção do sermão, ressaltando elementos que interagem no embate, visando à sociedade da época e às questões culturais dos envolvidos na eclosão da revolta. O principal objetivo é examinar as cenas de enunciação e como se constrói o ethos religioso em cada cena e suas variadas funções. É elementar dizer que o religioso se reconstrói a cada momento a partir do comprometimento com as situações de comunicação. Para maior entendi-mento, dizemos que essas diversas reconstruções apresentam nos discursos diferentes encenações desse tão fomentado religioso com suas estratégias de adesão, apresentando-se ora com a imagem daquele que fala em nome de Deus, preza a docilidade da vida do campo à sombra das andirobeiras gigantes onde se pode sentir o silêncio que convida à contemplação e à prece; ora aquele comprometido com seus propósitos interesseiros e pessoais. Fala para não ser entendido, e o que vale é erguer a casa de São José sem poupar a carne e o sangue das mortes que virão. Importa ressaltar que sempre há possibilidade de olhar ingênuo sobre texto religioso, que, conforme Main-gueneau (2010), só é legível relacionado a vasto intertexto que contribuirá para estruturar o discurso. Para enriquecer ainda mais este estudo, afora o gênero sermão usamos recortes que estruturam o discurso de Neves e sinalizam as variadas cenografias e a forma como se constituem enquanto gêneros: Diálogo interior – momentos solitários do frade – Visão do frade e Monólogo; Diálogo Compartilhado – segmenta diálogos entre o enunciador e seus vários co-enunciadores, que estruturam os acontecimentos do discurso; e o gênero exortação, do padre aos escravos. Os recortes são momentos de grandes embates recriados pelo autor, em discurso leve fazendo seu leitor transitar prazerosamente junto ao frade entre as suas variadas imagens nos discursos. Levando o leitor a acreditar tratar-se de cenas relacionadas ao gênero cômico. E talvez o fosse, se não terminasse em revolta.
Modelação numérica do carregamento de uma estrutura confinada sujeita a uma onda de choque explosiva
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A ocorrência de explosões em indústrias e em infraestruturas civis quer acidentais quer devido a ataques terroristas, vêm colocando à engenharia cada vez maiores desafios relativos à conceção de soluções que aumentem a proteção dessas infraestruturas contra os efeitos das explosões. Neste trabalho, utilizou-se um hidrocódigo comercial, o LS-DYNA, no tratamento e simulação de problemas envolvendo ondas de choque explosivas tendo-se realizado um estudo paramétrico do efeito da detonação de um alto explosivo no interior de um compartimento fechado, de geometria prismática retangular, em que as dimensões foram sendo variadas. Foi necessário calibrar previamente o modelo geométrico escolhido bem como os parâmetros utilizados para gerar a onda de choque explosiva, de forma a assegurar a consistência dos resultados, dado que não foi possível a realização de ensaios experimentais. Foi utilizada uma malha multimaterial Arbitrária Lagrangiana-Euleriana (MMALE), com recurso a elementos sólidos com um único ponto de integração, recorrendo ao método das diferenças finitas centrais para as integrações em relação ao tempo, tendo-se utilizado como base de calibração a literatura consultada. Os dados obtidos no estudo paramétrico foram tratados recorrendo a métodos estatísticos de regressão de forma a se obter uma relação fenomenológica para prever as pressões máximas dentro de um compartimento.
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L’objectiu d’aquest estudi és comparar els efectes de dos mitjans de treball sobre la força explosiva en 9 atletes de nivell autonòmic i nacional (19,6 ± 2,6 anys, 1,76 ± 7 m i 68,9 ± 3,5 kg) que entrenaren durant el període competitiu, 6 setmanes amb una freqüència de 2 cops per setmana, seguint una periodització creixent. Els subjectes varen ser dividits en 3 grups de 3 atletes cada un, però utilitzant diferents mitjans d’entrenament: el grup experimental combinant la plataforma vibratòria i les màquines inercials (1), amb un temps d’exposició a la vibració de 30’’, a una intensitat de 45 Hz i una amplitud de 5 mm amb una pausa d’1’. I de 3 sèries de 8 repeticions executades a màxima velocitat en la fase concèntrica i controlant aquesta en la fase excèntrica, amb una pausa de 3’ en les màquines io-io. El grup experimental de pesos lliures (2), va realitzar 4 exercicis: ½ squat, pliometria (CEE), multisalts horitzontals i acceleracions, seguint les pautes d’un treball de força explosiva proposat per Badillo i Gorostiaga (1995). I un grup control (3), que no realitzà cap entrenament de força. Abans i després del període d’intervenció és realitzaren els següents tests: salt sense contramoviment (SJ) i salt amb contramoviment (CMJ). Els resultats indicaren que el grup (1), (2) i (3) disminuïren significativament el SJ i el CMJ. Es conclou que l’entrenament, tant en el de combinació d’estímuls vibratoris amb màquines inercials com el de pesos lliures pareix ser un mitja que s’ha de controlar i perioditzar molt bé ja que en el període competitiu l’atleta acumula uns nivells de fatiga tant muscular com fisiològics molt superiors que en altres períodes de la temporada.
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La principal fita dels ciclistes ha estat sempre l’entrenament per millorar les seves condicions i prestacions fisiològiques. Al llarg dels anys, el ciclisme com pràcticament tot l’esport s’ha anat modernitzant, no només tecnològicament. Això ha provocat l’aparició d’especialistes, corredors destinats a destacar, només en unes determinades condicions, per sobre els demés. Una d’aquestes condicions més restringides son les arribades massives, terreny dels anomenats esprinters, els quals brillen per sobre els demés degut a la seva potència, velocitat punta i arrancada. L’entrenament d’aquesta tipologia d’especialitat ha deixat entreveure varies ambigüitats i algunes problemàtiques de fonament teòric. L’esprint en el ciclisme es dona després d’un gran desgast de les reserves energètiques i de fatiga muscular. Per tant, entrenar-lo amb blocs de velocitat no té lògica. Tampoc es una opció viable el recurs que molts equips utilitzen: agafar corredors joves de la pista, i que la seva genètica (fibres ràpides) i les seves característiques de pistard1 facin la resta, perquè al pas dels anys perden aquesta exclusivitat. Aquest estudi es proposa buscar una manera de treballar i potenciar l’esprint del ciclista a partir de la força explosiva, garantint preservar les condicions aeròbiques per tal de que no perjudiqui per altra banda la seva resistència. Per tal d’aconseguir-ho, s’efectuaran uns tests. Un focalitzat en mesurar les prestacions en un esprint dels subjectes. L’altra es basarà en avaluar la força explosiva d’aquets, a partir de salts verticals. Un cop obtinguts els resultats de la primera tanda, els subjectes seran sotmesos a un entrenament combinat de sobrecàrrega, per tal de observar, en la segona tanda, si els resultats son significatius. Com a conclusió, es podria destacar el fet de millora en la majoria d’aspectes en tots els tests per part de tots els subjectes, i que probablement, hi ha una correlació significativa entre la força explosiva i la capacitat per esprintar, tot i que s’haurien de corroborar els resultats amb una mostra més gran.
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Tesis (Maestría en Ciencias del Ejercicio con Especialidad en Deporte de Alto Rendimiento) UANL, 2012.
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Resumen tomado del autor
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