996 resultados para Foliar anatomy
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This work aimed to describe the foliar anatomy of seven species of Eucalyptus, emphasizing the characterization of secretory structures and the chemical nature of the compounds secreted and /or present in the leaves. Anatomical characterization and histochemical evaluation to determine the nature and localization of the secondary compounds were carried out in fully expanded leaves, according to standard methodology. Anatomical differences were verified among the species studied, especially in E. pyrocarpa. Sub-epidermal cavities were the only secretory structures found in the seven species studied, with higher density in E. pellita and lower in E. pilularis. The following compounds were histochemically detected: lipophilic compounds, specifically lipids of the essential or resin-oil type and sesquiterpene lactones found in the lumen of the cavities of the seven species; and hydrophilic compounds, of the phenolic compound type found in the mesophyll of all the species studied and on the epidermis of some of them. The results confirmed the complexity of the product secreted by the cavities, stressing the homogeneous histochemistry nature of these compounds among the species. However, the phenolic compounds results may be an indication of important variations in adaptations and ecological relations, since they show differences among the species.
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The species Lantana camara, commonly used as ornamental, has spread worldwide becoming one of the world's most important weeds. To develop new methods of control of this plant, it is essential to distinguish it from other species of the same genus, and this is usually accomplished through taxonomic studies of fertile samples. Considering the similarity between L. camara and L. radula, and the consequent difficulty in distinguishing one from the other when only sterile samples are available, this work aimed to investigate the use of the anatomical characteristics of the leaves of both species as tools for supporting correct classification. The leaves of L. camara and L. radula were anatomically examined by light microscopy and scanning electron microscopy. The major differences were observed in the petiole, which presented secretory idioblasts in L. camara. Secretory idioblasts were observed in the leaf blades of L. camara and Crystalliferou idioblasts were found in L. radula. Glandular and nonglandular trichomes as well as the abaxial surface are different in each species. Such results can support the strategies aiming at the control of L. camara without interfering with L. radula.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Foi feito o estudo anatômico da folha de Eugenia florida DC., espécie arbórea da família Myrtaceae, coletada no Campus da Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, RJ. A espécie apresenta importantes propriedades farmacológicas, incluindo-se atividade antiviral. O presente estudo teve como objetivo fornecer dados, revelados através da microscopia óptica e da microscopia eletrônica de varredura, que possam contribuir para o conhecimento da espécie e, conseqüentemente, para a segurança em sua identificação. Anatomicamente, a folha é hipostomática, com organização dorsiventral do mesofilo. Apresenta tricomas simples apenas sobre a nervura mediana da face adaxial. As células epidérmicas apresentam contorno sinuoso em vista frontal e cutícula estriada. O parênquima paliçádico destaca-se pela grande quantidade de cristais prismáticos de oxalato de cálcio. Em posição subepidérmica ocorrem cavidades secretoras de óleos essenciais, pouco numerosas, nas duas faces da lâmina foliar. As células epidérmicas situadas sobre as estruturas secretoras constituem característica de valor diagnóstico e são reconhecíveis pela célula de topo, que é reniforme, circundada pelas adjacentes, que apresentam disposição radiada. A comparação entre folhas de sol e de sombra revela que, nas primeiras, as estruturas secretoras são completamente diferenciadas, ao contrário das folhas de sombra, além de apresentarem maior concentração de compostos ergásticos.
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O objetivo desse estudo foi selecionar caracteres que possam auxiliar na taxonomia das espécies de Pteridaceae ocorrentes no PERD. Durante levantamento preliminar realizado no PERD, foram coletadas 15 famílias, 27 gêneros e 57 espécies de Pteridophyta. A família que apresentou maior número de representantes foi Pteridaceae com 17 espécies, distribuídas em quatro gêneros (Adiantum, Hemionitis, Pityrogramma e Pteris). As folhas destas espécies apresentam pecíolo glabro, piloso ou escamoso cuja epiderme é uniestratificada, córtex constituído por esclerênquima e parênquima e o sistema vascular representado por um meristelo, em Pteris e Hemionitis, e dois ou três meristelos em Adiantum e Pityrogramma. Na região distal do pecíolo, esses meristelos são classificados como do tipo "Onoclea" e "Asterochlaena" em Adiantum, "Grammitis" em Hemionitis, "Onoclea" em Pityrogramma e "Loxsoma" e "Pteris podophylla" em Pteris. A lâmina foliar apresenta epiderme uniestratificada com idioblastos esclerenquimáticos paralelos, oblíquos ou restritos às nervuras, em Adiantum e Pityrogramma e reforçando as margens, em Pteris; os idioblastos estão ausentes em Hemionitis. Algumas espécies apresentam a lâmina foliar pilosa ou escamosa. Os estômatos ocorrem na face abaxial das pínulas sendo anomocíticos, às vezes associados a diacíticos, em Adiantum, Hemionitis e Pityrogramma e polocíticos, associados a copolocíticos, em Pteris. O mesofilo homogêneo é constituído por células braciformes, na maioria das espécies de Adiantum, ou por células lobadas, tendendo a isodiamétricas, nos demais gêneros. Os caracteres anatômicos mais relevantes para a identificação das Pteridaceae do PERD foram: presença de pêlos ou escamas; tipos de estômatos; presença e distribuição de idioblastos na epiderme e tipo e disposição do(s) feixe(s) vascular(es) no pecíolo.
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Hypolytrum Rich. (subfamília Mapanioideae) tem distribuição pantropical e está representado por 16-21 espécies na região Neotropical, das quais grande parte ocorre no Brasil habitando diferentes ecossistemas. São apresentados dados de anatomia foliar com maior relevância taxonômica para 10 espécies do gênero. Entre eles, destacam-se: formato da folha em secção transversal; presença de grânulos, provavelmente de sílica, em células epidérmicas; aspectos da cutícula, da hipoderme e do parênquima lacunoso; número de camadas e origem (hipodérmica e epidérmica) das células buliformes; presença de células epidérmicas papilosas; e ocorrência de parênquima radiado nos feixes menores. Os estudos de anatomia foliar mostram-se relevantes na delimitação genérica e específica, porém não apoiam as secções taxonômicas estabelecidas.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Adult leaves of Melissa officinalis L. (Lamiaceae) harvested during the time of budding had been used in the study of the leaf anatomy in the identification of the secretory structures. The material was fixed in FAA 50%, dehydrated in alcoholic series (ethyl), infiltrated in paraffin, sectioned at 13 mm, staining and later analyzed through optic microscopy. Also it was carried through a study in gaseous chromatography for attainment of the rude essential oil. Analyses of transversal sections of the leaf of Melissa officinalis, has identified the presence of two types of trichomes secretory: peltate and capitate, beyond the presence of trichome tector. Trichome capitate, identified in literature as (type I), presents variations in its morphology in relation to the cells number stalk and the head secretory cells number. The chromatographic analysis of the essential oil identified the presence of monoterpenes, in two major components, responsible for more than 87.8% of the relative composition in the rude oil, beyond sesquiterpenes in smaller proportions.
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(Morpho-anatomical studies of seeds and seedlings of wild indigo, ""anileira"", Indigofera-Leguminosae). The common name ""wild indigo"" specifies Indigofera will L., I. suffruticosa Mill. (legitimate name) and I. truxillensis Kunth (legitimate name) that are very similar due to their external morphology. This work analyzed diagnostic characteristics of seeds and seedlings of these species since such features are widely used in taxonomic approaches within Leguminosae. We studied surface features and morpho-anatomy of seeds and cotyledons with scanning electronic microscopy and light microscopy, and described seedling phases. Although seedlings are similar, seed characteristics (size, shape, surface ornamentation, shape of the hilum and embryo size) and cotyledon characteristics (shape, trichome ornamentation, organization of spongy parenchyma along central veins and metabolite distribution in the tissues) have diagnostic features for the species. I. anil differs from I. suffruticosa in its larger seeds and acuminate-margined cotyledons. I. truxillensis is recognized by its cylindrical seeds and kidney-shaped cotyledons with large oil drops. We assume that the characteristics examined, plus fruit morphology and foliar anatomy suggest that I. anil, I. suffruticosa and I. truxillensis should not be synonymized.
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No ecossistema aquático há uma faixa de umidade gradiente no solo que interfere diretamente na ocupação das espécies à margem da lâmina de água. Essa zonação ecológica reflete os graus de adaptação que as plantas apresentam para tolerar o alagamento ou a dessecação. O presente trabalho visou apresentar a análise morfoanatômica de cinco espécies de Cyperaceae encontradas em diferentes zonas no entorno da represa Alagados, em Ponta Grossa-PR, Brasil: Cyperus giganteus, Rhynchospora corymbosa var. aspérula, Cyperus densicaespitosus, Cyperus rigens e Eleocharis sp. Estruturas caulinares e foliares das cinco espécies de Cyperaceae foram analisadas a partir de cortes histológicos. Concluiu-se que, das cinco plantas analisadas, somente três caracterizam-se como plantas aquáticas, sendo duas classificadas como plantas emergentes e uma como submersa fixa devido às características adaptativas que apresentam para obter sucesso nesse ambiente.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Dahlstedtia Malme (Leguminosae) is a neotropical genus, native to the Brazilian Atlantic Forest, and comprises two species, D. pinnata (Benth.) Malme and D. pentaphylla (Taub.) Burk., although it has been considered a monotypic genus by some authors. Leaf anatomy was compared to verify the presence of anatomical characters to help delimit species. Foliar primordium, leaflet, petiolule, petiole and pulvinus were collected from cultivated plants (Campinas, SP, Brazil) and from natural populations (Picinguaba, Ubatuba and Caraguatatuba, SP, Brazil - D. pinnata; Antonina, PR, Brazil - D. pentaphylla). Studies on leaflet surface assessment (Scanning Electron Microscopy), as well as histology and venation analyses were carried out of dehydrated, fresh and fixed material from two species. Leaflet material was macerated for stomatal counts. Histological sections, obtained by free-hand cut or microtome, were stained with Toluidine Blue, Safranin/Alcian Blue, Ferric Chloride, Acid Phloroglucin. Secretory cavities are present in the lamina, petiolule, petiole, pulvinus and leaf primordium in D. pentaphylla, but not in D. pinnata, and can be considered an important character for species diagnosis. Other leaf characters were uninformative in delimiting Dahlstedtia species. There is cambial activity in the petiolule, petiole and pulvinus. This study, associated with other available data, supports the recognition of two species in Dahlstedtia.
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Folhas de Myrcia multiflora (Lam.) DC. são usadas na medicina popular como hipoglicemiantes. O objetivo deste trabalho foi caracterizar morfológica e anatomicamente as folhas desta planta, de modo que os dados obtidos possam ser utilizados como referência em exames de controle de qualidade de amostras de fármacos, com vistas a verificar a autenticidade. Folhas inteiras foram diafanizadas e coradas para o estudo da nervação. Secções transversais do pecíolo e transversais e paradérmicas da lâmina foliar foram analisadas em microscópio óptico (MO) e a superfície do limbo foi observada, também, em microscopia eletrônica de varredura (MEV). Foram aplicados testes histoquímicos em material fresco, para identificação e localização de glicídios, amido, taninos, lignina, cristais e sílica. Morfologicamente, a folha é simples, oval-elíptica, com margem inteira, base aguda, ápice acuminado e textura cartácea. A venação é do tipo camptódromo-broquidódromo. Anatomicamente, a folha é hipostomática, com mesofilo compacto e dorsiventral, com três estratos de parênquima paliçádico. A epiderme é uniestratificada, silicificada em algumas regiões e as células exibem paredes anticlinais retas. Em posição subepidérmica ocorrem numerosas cavidades secretoras de óleos essenciais. Os feixes vasculares são colaterais e acompanhados por séries cristalíferas. Os dados obtidos são comparados com os de outras espécies de Myrtaceae e conclui-se que as características morfológicas e anatômicas de M. multiflora contribuem para a diagnose.
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A qualidade de luz pode alterar a morfogênese das plantas por meio de uma série de processos mediados por receptores de luz, principalmente na região do vermelho e azul. O objetivo do presente estudo foi verificar alterações anatômicas foliares e características biométricas de Cattleya loddigesii 'Tipo', cultivadas in vitro, sob diferentes malhas coloridas com nível de radiação de 50% de sombreamento. Plântulas oriundas de autopolinização e sementes germinadas in vitro, com aproximadamente 1,0cm de comprimento e com raízes, foram inoculadas em meio WPM e submetidas a diferentes condições de incubação. Testou-se o efeito de sombrites coloridos (vermelho e azul) sobre os frascos cultivados em casa de vegetação (CV) e sala de crescimento (SC), além dos tratamentos, nos dois ambientes, sem utilização das telas coloridas. A avaliação foi efetuada 180 dias após inoculação. Com os resultados obtidos, observou-se que o ambiente de cultivo promove alterações anatômicas e biométricas em plântulas de Cattleya loddigesii 'Tipo' micropropagadas. As alterações promovidas pelo cultivo em luz natural evidenciam maior capacidade fotossintética, por meio de maior diferenciação dos tecidos clorofilianos, promovendo uma superfície foliar anatomicamente adaptada à fase de aclimatização.