2 resultados para FlamMap


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Los regímenes de fuegos forestales están cambiando en Gran Canaria y los grandes incendios forestales son más probables que antiguamente. Esto es un cambio importante en el régimen de perturbaciones y una grave amenaza a la biodiversidad. El Plan de Prevención de Incendios Forestales de Gran Canaria, año 2002 dejó clara la obligación de cambiar las estructuras de vegetación de la Isla en dos ámbitos: paisaje y protección de zonas sensibles. El uso de fuego prescrito (años 2002-2005) ha resultado ser una herramienta especialmente eficiente en este ámbito y muy adecuada para compatibilizar las acciones de prevención de incendios con el mantenimiento de los procesos ecológicos. Estas primeras experiencias en Gran Canaria muestran la idoneidad de los tratamientos para establecer rodales resistentes al paso del fuego en zonas estratégicas (deducidas tras simulación con Farsite y FlamMap). Y revelan lo conveniente que es que estos rodales resistentes estén distribuidos por nuestros montes de modo que los incendios potencialmente grandes encuentren zonas en las que sea factible controlar los perímetros. Este control se pudo hacer eficientemente en el incendio de las Mesas de 17 de agosto de 2004.

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O fogo é um processo frequente nas paisagens do norte de Portugal. Estudos anteriores mostraram que os bosques de azinheira (Quercus rotundifolia) persistem após a passagem do fogo e ajudam a diminuir a sua intensidade e taxa de propagação. Os principais objetivos deste estudo foram compreender e modelar o efeito dos bosques de azinheira no comportamento do fogo ao nível da paisagem da bacia superior do rio Sabor, localizado no nordeste de Portugal. O impacto dos bosques de azinheira no comportamento do fogo foi testado em termos de área e configuração de acordo com cenários que simulam a possível distribuição destas unidades de vegetação na paisagem, considerando uma percentagem de ocupação da azinheira de 2.2% (Low), 18.1% (Moderate), 26.0% (High), e 39.8% (Rivers). Estes cenários tiveram como principal objetivo testar 1) o papel dos bosques de azinheira no comportamento do fogo e 2) de que forma a configuração das manchas de azinheira podem ajudar a diminuir a intensidade da linha de fogo e área ardida. Na modelação do comportamento do fogo foi usado o modelo FlamMap para simular a intensidade de linha do fogo e taxa de propagação do fogo com base em modelos de combustível associados a cada ocupação e uso do solo presente na área de estudo, e também com base em fatores topográficos (altitude, declive e orientação da encosta) e climáticos (humidade e velocidade do vento). Foram ainda usados dois modelos de combustível para a ocupação de azinheira (áreas interiores e de bordadura), desenvolvidos com base em dados reais obtidos na região. Usou-se o software FRAGSATS para a análise dos padrões espaciais das classes de intensidade de linha do fogo, usando-se as métricas Class Area (CA), Number of Patches (NP) e Large Patches Index (LPI). Os resultados obtidos indicaram que a intensidade da linha de fogo e a taxa de propagação do fogo variou entre cenários e entre modelos de combustível para o azinhal. A intensidade média da linha de fogo e a taxa média de propagação do fogo decresceu à medida que a percentagem de área de bosques de azinheira aumentou na paisagem. Também foi observado que as métricas CA, NP e LPI variaram entre cenários e modelos de combustível para o azinhal, decrescendo quando a percentagem de área de bosques de azinheira aumentou. Este estudo permitiu concluir que a variação da percentagem de ocupação e configuração espacial dos bosques de azinheira influenciam o comportamento do fogo, reduzindo, em termos médios, a intensidade da linha de fogo e a taxa de propagação, sugerindo que os bosques de azinhal podem ser usados como medidas silvícolas preventivas para diminuir o risco de incêndio nesta região.