995 resultados para Falls eficacy scale
Resumo:
OBJECTIVE: To determine the psychometric properties of an adapted version of the Falls Efficacy Scale (FES) in older rehabilitation patients. DESIGN: Cross-sectional survey. SETTING: Postacute rehabilitation facility in Switzerland. PARTICIPANTS: Seventy elderly persons aged 65 years and older receiving postacute, inpatient rehabilitation. INTERVENTIONS: Not applicable. MAIN OUTCOME MEASURES: FES questions asked about subject's confidence (range, 0 [none]-10 [full]) in performing 12 activities of daily living (ADLs) without falling. Construct validity was assessed using correlation with measures of physical (basic ADLs [BADLs]), cognitive (Mini-Mental State Examination [MMSE]), affective (15-item Geriatric Depression Scale [GDS]), and mobility (Performance Oriented Mobility Assessment [POMA]) performance. Predictive validity was assessed using the length of rehabilitation stay as the outcome. To determine test-retest reliability, FES administration was repeated in a random subsample (n=20) within 72 hours. RESULTS: FES scores ranged from 10 to 120 (mean, 88.7+/-26.5). Internal consistency was optimal (Cronbach alpha=.90), and item-to-total correlations were all significant, ranging from .56 (toilet use) to .82 (reaching into closets). Test-retest reliability was high (intraclass correlation coefficient, .97; 95% confidence interval, .95-.99; P<.001). Subjects reporting a fall in the previous year had lower FES scores than nonfallers (85.0+/-25.2 vs 94.4+/-27.9, P=.054). The FES correlated with POMA (Spearman rho=.40, P<.001), MMSE (rho=.37, P=.001), BADL (rho=.43, P<.001), and GDS (rho=-.53, P<.001) scores. These relationships remained significant in multivariable analysis for BADLs and GDS, confirming FES construct validity. There was a significant inverse relationship between FES score and the length of rehabilitation stay, independent of sociodemographic, functional, cognitive, and fall status. CONCLUSIONS: This adapted FES is reliable and valid in older patients undergoing postacute rehabilitation. The independent association between poor falls efficacy and increased length of stay has not been previously described and needs further investigations.
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Introdução: O declínio do equilíbrio, da força dos membros inferiores e o medo de cair são fatores de risco de queda associados ao envelhecimento e a sua avaliação pode ser realizada pelo teste One Leg Standing (OLS), Sit to Stand (STS) e pela Falls Eficacy Scale (FES), respetivamente. As aplicações para smartphone constituem uma alternativa para a avaliação dos fatores de risco de queda no envelhecimento. Objetivo: Analisar a capacidade de uma aplicação para smartphone na avaliação dos testes STS, OLS e FES. Metodologia: Realizou-se um estudo analítico numa amostra de 27 voluntários com idade ≥ 60 anos. Realizaram-se os testes STS, OLS e a FES (versão iconográfica, apresentada no smartphone). Os dados foram recolhidos simultaneamente por um smartphone e pelo Qualisys Motion Capture Systems associado a uma plataforma de forças. Foi utilizado o r de Pearson ou Spearman para analisar as possíveis correlações. Resultados: No STS obteve-se uma correlação muito forte (rp=0.97) no número de repetições de ciclos Sit Stand Sit (SLS) e forte na duração média do SLS (rp=0.85) e das subfases Sit to Stand (rp=0.69) e Stand to Sit (rp=0.778), com p<0.001. As medidas de inclinação do tronco apresentaram correlações fortes, com exceção do ângulo inicial (p≥0.05). No OLS, verificou-se uma correlação moderada entre o deslocamento do centro de pressão peak to peak médio-lateral (rs=0.45; p=0.017) e antero-posterior (rs=0.39; p=0.046), root mean square médio-lateral (rs=0.39; p=0.046) e antero-posterior (rs=0.46; p=0.017) e área do estatocinesiograma (rs=0.45; p=0.018). Na FES obteve-se uma correlação moderada em três categorias: ‘tomar banho/duche’ (rs=0.49; p=0.010), ‘deitar/levantar da cama (rs=0.43; p=0.024) e ‘chegar aos armários’ (rs=0.38; p=0.050). Conclusão: A aplicação para smartphone parece avaliar corretamente os ciclos e a variação da inclinação do tronco no STS, porém parece necessitar de ser reajustada na FES e na velocidade do deslocamento do centro de pressão, no OLS.
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Actualmente, as quedas e as consequências destas na população idosa constituem um problema de saúde pública de grande impacto social e económico enfrentado por todos os países em que ocorre um expressivo envelhecimento populacional. O estudo teve como objectivo determinar o risco de quedas nos idosos que frequentam os centros comunitários e ginásios do Funchal. Foi realizado com uma amostra constituída por 151 pessoas idosas seleccionadas aleatoriamente dos centros comunitários e ginásios do Funchal. Para recolha de dados utilizou-se um questionário sóciodemográfico, o teste de Tinetti para avaliar o equilíbrio e a escala do Falls Eficacy Scale – FES para avaliar o medo de cair. A análise estatística dos dados foi feita por intermédio de estatística descritiva, inferencial e correlacional. Resultados: Os idosos apresentaram múltiplos factores de risco de quedas entre os quais, debilidades ao nível do equilíbrio e da mobilidade, antecedentes de queda, polimedicação e polipatologias. Cerca de 15,9% dos idosos apresentaram risco de quedas baixo, 47,7% risco moderado e 36,4% risco alto. Não se identificou medo de cair nos idosos da amostra. Encontrou-se uma correlação significativa entre o equilíbrio e o medo de cair. As variáveis idade, história anterior de queda e polimedicação demonstraram influenciar negativa e significativamente o equilíbrio e o medo de cair. A prática de exercício físico demonstrou influenciar de forma positiva e significativa o equilibro e o medo de cair. Conclusão: Os resultados do presente estudo demonstram a necessidade de um programa de intervenção ao nível da prevenção de quedas na população dos centros comunitários e ginásios do Funchal que contribua para a redução dos índices de quedas e para um envelhecimento activo numa população com expectativa de viver cada vez mais. Consideramos o presente estudo como ponto de partida e de reflexão para futuras investigações neste âmbito na Região Autónoma da Madeira.
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Introduction: Falls efficacy, defined as confidence in performing activities without falling, is a measure of fear of falling associated with gait impairment, falls and functional decline in frail older people. This relationship has not been well studied in high-functioning older people. Objective: To evaluate the relationship between falls efficacy and gait performance in a cohort of high-functioning older people. Methods: Subjects (N = 864) were a subsample of communitydwelling older people aged 65 to 70 years, enrolled in the "Lc65+" cohort, who completed gait assessment at baseline. Data were collected on demographics, functional, cognitive, affective, and health status. Falls efficacy was assessed using the Falls Efficacy Scale- International (FES-I) that measures confidence in performing 16 activities of daily life (ADL) without falling (score from 16 to 64, higher score indicates lower confidence). Gait parameters were measured over a 20 m walk at preferred gait speed using Physilog, an ambulatory gait monitoring system. Results: Participants (mean age 68.0 ± 1.4 years, 55.0% women) had excellent physical (92.2% independent in basic ADL, mean gait speed 1.13 ± 0.16 m/sec) and cognitive (98.0% with MMSE 024) performance. Nevertheless, 22.1% reported depressive symptoms and 16.1% one or more fall in the previous year. Mean FES-I score was 18.8 ± 4.1. Falls efficacy was associated with gait speed (Spearman rho -0.23, P <.001) and gait variability (Spearman rho 0.10, P = .006), measured by the coefficient of variation of stride velocity. These associations remained in multivariate analysis for both gait speed (adj [beta] coeff: -0.008, 95%CI -0.005 to -0.010, P <.001) and gait variability (adj [beta] coeff 0.024, 95%CI 0.003 to 0.045, P = .023) independent of gender, falls, functional, affective, cognitive, and frailty (Fried's criteria) status. On average, compared to subjects with poor confidence in performing one ADL without falling, those with full confidence had a 0.02 m/sec (2%) faster gait speed and a 2% decrease in gait variability. Conclusion: Even in high-functioning older people, poor falls efficacy is associated with reduced gait speed and stability, independent of health, functional, and frailty status. The direction of this relationship needs to be investigated prospectively to determine causality and design interventions to improve gait performance, reduce fall risk, and prevent functional decline.
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Introdução: As quedas são um dos mais sérios problemas de saúde pública associado à idade. Objectivo: Analisar a influência de um programa de exercícios específicos, realizado no domicílio, em idosos, na força muscular dos membros inferiores, no equilíbrio, no medo de cair e na autonomia. Métodos: Foi realizado um estudo quase-experimental, com a duração de 3 meses, em dois grupos de mulheres idosas, o grupo experimental (n=6), que foi submetido ao programa de exercícios e o grupo controlo (n=6), que apenas recebia visitas mensais para ser submetido às avaliações. Para avaliar os factores de risco de queda foram utilizados o Five-Times-Sit-to-Stand-Test para avaliar a força muscular dos membros inferiores, o Functional Reach Test para avaliar o equilíbrio, a Falls Efficacy Scale para avaliar o medo de cair e a Medida de Independência Funcional para avaliar a autonomia das participantes. Resultados: Verificou-se uma melhor prestação do grupo experimental na realização do FTSST, conseguindo melhorar cerca de 9 segundos em média ao longo do estudo. Os resultados obtidos através do FRT demonstraram uma melhoria da média e mediana entre o 1º e 2º momento de avaliação, nos dois grupos, piorando progressivamente após esse momento. Inicialmente, o número de participantes com medo de cair era superior no grupo experimental (66,7%), sendo apenas 33% no final do estudo, verificando-se um aumento na média das pontuações no grupo experimental até ao 3º momento de avaliação,. Através dos resultados da MIF verificou-se que os dois grupos se encontravam na classificação de independência completa, não se tendo observado influência do programa de exercícios na independência das idosas. Conclusão: O exercício físico específico melhorou a força muscular dos membros inferiores e o medo de cair.
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Introdução: A sequência de movimento de sentado para de pé (SPP) exige um elevado controlo postural (CP). Em indivíduos com doença de Parkinson (DP), os circuitos que envolvem os ajustes posturais antecipatórios (APA’s) parecem estar afetados, refletindo-se numa diminuição do CP com repercussões nesta sequência de movimento. Objetivo: Avaliar o comportamento dos APA’s na tibio-társica na sequência de movimento SPP em indivíduos com DP. Métodos: Recorreu-se ao estudo de 4 casos com DP, com tempo de evolução entre os 3 e 17 anos, objeto de uma intervenção de fisioterapia baseada nos princípios do Conceito de Bobath durante 12 semanas. Antes (M0) e após (M1) a intervenção procedeu-se ao registo eletromiográfico dos músculos tibial anterior (TA) e solear (SOL) bilateralmente e durante a sequência de SPP. Adicionalmente foram também utilizadas a Escala de Equilíbrio de Berg, a Modified Falls Efficacy Scale (MFES) e a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), para, indiretamente, averiguar o impacto funcional da reorganização dos APA’s. Resultados: Em M0 os resultados sugerem uma diminuição APA’s, uma vez que se observou: 1) diferentes tempos de ativação do TA e do SOL entre membros e 2) uma ativação prévia do SOL ao TA para os participantes A, C e D. Em M1, observou-se uma aproximação ao comtemplado para os APA’s para a maioria dos indivíduos. Os resultados na escala de Berg e MFES, de M0 para M1, sugerem um aumento do equilíbrio e da capacidade de confiança na maioria dos participantes (A, 21/42 pontos, B manteve a pontuação final 31 pontos, C, 50/54 pontos e D 45/53 pontos na escala de Berg; A, 30/43 pontos, B, 21/18 pontos, C, 70/68 pontos e D, 40/64 pontos na MFES;). Também se observaram melhorias nas atividades e participação da CIF. Conclusão: nos indivíduos em estudo verificou-se, de uma forma geral, uma modificação no sentido da aproximação do período comtemplado para os APA’s, em M1. Nos sujeitos A, C, e D verificou-se uma modificação do tempo de activação do SOL em função da actividade do TA em M1. No individuo B, à esquerda não se verificou o mesmo comportamento, verificou-se a activação inversa do SOL ao TA.
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Introdução: O padrão de recrutamento temporal inerente a uma sequência de ativação muscular (SAM), permite a organização multi-segmentar para a realização de uma tarefa motora. Este depende da conexão neural entre estruturas corticais e sub-corticais, incluindo os núcleos da base (NB), podendo, assim, estar comprometido em indivíduos com Doença de Parkinson (DP). As SAM poderão ser melhoradas através de uma intervenção baseada no conceito de Bobath (CB). Objetivo: Estudar o potencial da intervenção, baseada no CB, a longo prazo, nas SAM ao nível da tibio-társica (TT), durante as tarefas motoras sit-to-stand (SitTS) e o stand-to-sit (StandTS), em quatro indivíduos com DP. Metodologia: O estudo apresenta quatro casos de indivíduos com DP, que realizaram intervenção em fisioterapia baseada no CB, durante 12 semanas. Antes e após a intervenção, foram avaliadas as sequências de ativação do gastrocnémio medial (GM), do solear (SOL) e do tibial anterior (TA), durante as tarefas SitTS e StandTS, recorrendo à eletromiografia de superfície e à plataforma de forças, para a divisão cinética das diferentes fases das tarefas. Avaliou-se ainda o equilíbrio funcional, através da Escala de Berg, e a percepção subjetiva dos indivíduos acerca da sua capacidade para realizar atividades sem cair, através da Modified Falls Efficacy Scale. Resultados: Após a intervenção, os indivíduos em estudo apresentaram, na sua maioria, uma diminuição da co-ativação muscular, bem como um aumento do equilíbrio funcional e diminuição da probabilidade de risco de queda, refletindo uma melhoria do controlo postural (CP). As modificações na percepção subjetiva dos indivíduos acerca da sua capacidade para realizar atividades sem cair não foram homogéneas. Conclusão: A intervenção baseada no CB teve efeitos positivos do ponto de vista do CP nos quatro indivíduos com DP. Pensa-se que uma intervenção mais duradoura poderá intensificar as melhorias observadas.
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Hipòtesi: El treball de l’equilibri estàtic que ens permet la pràctica regular del Tai-txi, pot ser un mètode eficaç per a reduir les caigudes en gent d’edat avançada. Objectius: Determinar si la pràctica del Tai-txi ofereix avantatges en quant a la prevenció de caigudes en la població d’edat avançada en comparació amb un tractament de fisioteràpia convencional. Metodologia: Es durà a terme un estudi aleatori controlat (RCT) amb 45 voluntaris provinents de Lleida i rodalies, i de diferents geriàtrics i hospitals de Lleida i que hagin sofert almenys un episodi de caiguda en el darrer any, que tinguin 65 anys o més i que no necessitin ajuda per caminar. Com a criteris d’exclusió es consideraran aquells subjectes que presentessin malalties degeneratives, problemes vestibulars, problemes cardiovasculars o alteracions neurològiques. Aquests participants estaran distribuïts de manera aleatòria en dos grups; l’experimental que realitzarà les sessions de Tai-txi, i el control que seguirà un programa de fisioteràpia convencional. La intervenció durarà un semestre, amb una freqüència de 3 sessions/setmana d’una hora de durada. Les sessions d’ambdós grups seguiran el mateix esquema: escalfament, cos de la sessió (formes de Tai-txi o exercicis) i tornada a la calma. Els participants de l’estudi passaran revisió mensualment i se’ls revaluarà amb diferents testos i escales: Test de Tinetti tant en l’apartat d’equilibri dinàmic com estàtic, recompte del número de caigudes anotades en una llibreta, The Falls Efficacy Scale International (FES-I) per a obtenir informació sobre la por a caure, el qüestionari SERVQUAL per a la satisfacció, i lectura dels folis d’auto-registre. Després s’avaluaran els resultats i es presentaran les conclusions extretes i les línies de futur.
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The aging process modifies various systems in the body, leading to changes in mobility, balance and muscle strength. This can cause a drop in the elderly, or not changing the perceived self-efficacy in preventing falls. Objective: To compare the mobility, body balance and muscle performance according to self-efficacy for falls in community-dwelling elderly. Methods: A cross-sectional comparative study with 63 older (65-80 years) community. Were evaluated for identification data and sociodemographic, cognitive screening using the Mini Mental State Examination (MMSE), effective for the fall of Falls Efficacy Scale International Brazil (FES-I-BRAZIL), Mobility through the Timed Up and Go Test , the balance Berg Balance Scale (BBS) and the Modified Clinical Test tests of Sensory Interaction on Balance (mCTSIB), tandem walk (TW) and Sit to Stand (STS) of the Balance Master® System. Finally, muscle performance by using isokinetic dynamometry. Statistical analysis was performed Student t test for comparison between groups, with p value ≤ 0.05. Results: Comparing the elderly with low-efficacy for falls with high-efficacy for falls, we found significant differences only for the variable Timed Up and Go Test (p = 0.04). With regard to data on balance tests were significant differences in the speed of oscillation firm surface eyes open modified Clinical Test of Sensory Interaction on Test of Balance (p = 0.01). Variables to isokinetic dynamometry were no significant differences in movement knee extension, as regards the variables peak torque (p = 0.04) and power (p = 0.03). Conclusion: The results suggest that, compared to older community with low-and high-efficacy for falls, we observed differences in variables related to mobility, balance and muscle function
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OBJETIVOS: Verificar o medo de cair em idosas caidoras e não caidoras ativas fisicamente e comparar mobilidade e força de preensão palmar; verificar se existe relação entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. MÉTODOS: Foram avaliadas 40 idosas ativas, idade ≥ 60 anos, divididas em caidoras (n = 20) e não caidoras (n = 20). Utilizou-se Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) para rastreio cognitivo; Falls Efficacy Scale-International-Brasil (FES-I-BRASIL) para avaliar o medo de cair; a força muscular foi mensurada pela medida da força de preensão palmar por meio de dinamômetro hidráulico; Timed Up and Go (TUG) para avaliar mobilidade funcional. RESULTADOS: Não foi encontrada diferença significante entre os grupos no que diz respeito à mobilidade e força muscular. A maioria das participantes (92,5%) demonstrou preocupação com quedas. Das idosas que levaram mais que 12 segundos para desempenhar o TUG, 53,84% eram do grupo caidor. Não foi encontrada correlação entre mobilidade e força muscular. CONCLUSÃO: Não foi observada diferença significativa entre força muscular, mobilidade e medo de quedas entre os grupos. Não foi encontrada correlação significativa entre mobilidade, força muscular e medo de quedas. O estudo permitiu observar que o medo de cair está presente na maioria da população idosa, com ou sem história de quedas.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)