1000 resultados para FRUTAS


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This work proposes to determine the water activity and the freezing point depression of tangerine, pineapple and lemon juices at various concentrations (10-55oBrix) and to achieve a correlation between these properties. The freezing point depression was determined with a LAKTRON cryoscope and common laboratory materials. The water activity was determined with a DECAGON CX-2 hygrometer in the temperature range of 15 to 30oC. With the results, the adjustment to CHEN (1987) water activity prediction equation to non-electrolyte mixtures was verified, through the calculation of the variation coefficient (CV). Being CV smaller than 3% for the proposed model, it can be said that the experimental data have adjusted well to the prediction equation. The water activity and the freezing point depression was correlated for tangerine, pineapple and lemon juices and r2 values were higher than 99%. Therefore, it is possible to obtain the water activity by knowing the freezing point depression of studied juices.

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Fruits juices are natural sources of several compounds that present antioxidant action. Together with the fruits, they contribute with almost 40% of the antioxidant capacity in a healthy diet avoiding and preventing diseases deriving from oxidative stress. The present study determined the antioxidant capacity of seven samples of industrialized fruits juices applying CRAC (Ceric Reducing/Antioxidant Capacity) assay, a new electrochemistry assay that evaluates, by means of chronoamperometric measurements, the ability of a sample in reducing species Ce4+ in acid media. At the end of the assay was obtained the following classification: cashew > guava > grape > mango > apple > orange > passion fruit.

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OBJETIVO: Estimar a freqncia do consumo de frutas e hortalias e fatores associados. MTODOS: Foram estudados 54.369 indivduos com idade >18 anos, entrevistados pelo sistema de Vigilncia de Fatores de Risco e Proteo para Doenas Crnicas por Inqurito Telefnico (VIGITEL) nas capitais brasileiras e Distrito Federal, em 2006. Os indicadores do consumo alimentar foram: consumo regular (>5 dias/semana) de frutas e hortalias e consumo adequado (>5 vezes/dia). Calculou-se a prevalncia dos indicadores e intervalos de confiana, estratificada por sexo. Para analisar a associao das variveis sociodemogrficas foram calculados odds ratio bruta e ajustada por sexo, idade, escolaridade e estado civil. RESULTADOS: Menos da metade dos indivduos referiu consumo regular de fruta (44,1%) ou hortalias (43,8%), enquanto 23,9% referiram consumo regular de frutas e hortalias em conjunto; o consumo adequado foi referido por 7,3% dos entrevistados. O consumo de frutas e hortalias variou entre as cidades estudadas, foi maior entre as mulheres e aumentou com a idade e escolaridade. CONCLUSES: Iniciativas de promoo do consumo de frutas e hortalias devem atender a populao como um todo, especialmente s cidades das regies Norte e Nordeste, aos jovens, aos homens e aos estratos populacionais com baixa escolaridade.

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OBJETIVO: Analisar o consumo de frutas, verduras e legumes em mulheres, segundo fatores scio-demogrficos, econmicos e comportamentais. MTODOS: A amostra foi constituda de 311 mulheres de trs reas de estudo, do municpio de Cotia, na rea metropolitana de So Paulo, selecionadas por amostragem por conglomerado em dois estgios. O consumo de frutas, verduras e legumes foi avaliado por questionrio de freqncia alimentar. Os diferenciais de consumo foram estudados por anlise multivariada de regresso logstica. RESULTADOS: A chance de baixo consumo de frutas foi maior nas mulheres do bairro pobre, com baixa escolaridade, donas de casa e desempregadas, com baixa renda familiar e tabagistas. Os diferenciais de consumo de verduras foram associados mais cultura alimentar do que pobreza: as mais jovens apresentaram chances sensivelmente maiores de baixo consumo de verduras. O tabagismo e o sedentarismo associaram-se ao baixo consumo. Os legumes foram associados tanto ao nvel socioeconmico, quanto cultura alimentar. Foram pouco consumidos pelas mulheres mais jovens e, de um modo geral, por aquelas de pouca escolaridade e baixa renda familiar. Tambm, o etilismo e o sedentarismo aumentaram as chances de baixo consumo desses alimentos. CONCLUSO: O consumo de frutas, verduras e legumes apresentou diferenciais relacionados ao nvel socioeconmico, cultura alimentar e aos hbitos comportamentais.

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OBJETIVO: Analisar o consumo de frutas, legumes e verduras (FLV) de adolescentes e identificar fatores associados. MTODOS: Estudo transversal de base populacional com amostra representativa de 812 adolescentes de ambos os sexos de So Paulo, SP, em 2003. O consumo alimentar foi medido pelo recordatrio alimentar de 24 horas. O consumo de FLV foi descrito em percentis e para investigar a associao entre a ingesto de FLV e variveis explanatrias; foram utilizados modelos de regresso quantlica. RESULTADOS: Dos adolescentes entrevistados, 6,4% consumiram a recomendao mnima de 400 g/dia de FLV e 22% no consumiram nenhum tipo de FLV. Nos modelos de regresso quantlica, ajustados pelo consumo energtico, faixa etria e sexo, a renda domiciliar per capita e a escolaridade do chefe de famlia associaram-se positivamente ao consumo de FLV, enquanto o hbito de fumar associou-se negativamente. Renda associou-se significativamente aos menores percentis de ingesto (p20 ao p55); tabagismo aos percentis intermedirios (p45 ao p75) e escolaridade do chefe de famlia aos percentis finais de consumo de FLV (p70 ao p95). CONCLUSES: O consumo de FLV por adolescentes paulistanos mostrou-se abaixo das recomendaes do Ministrio da Sade e influenciado pela renda domiciliar per capita, pela escolaridade do chefe de famlia e pelo hbito de fumar.

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OBJETIVO: Analisar a influncia da renda familiar e do preo de alimentos sobre a participao de frutas e hortalias dentre os alimentos adquiridos pelas famlias brasileiras. MTODOS: Foram utilizados dados da Pesquisa de Oramentos Familiares realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica, com amostra probabilstica de 48.470 domiclios brasileiros entre 2002 e 2003. A participao de frutas e hortalias no total de aquisies de alimentos foi expressa como percentual do total de calorias adquiridas e como calorias provenientes desses alimentos ajustadas para o total de calorias adquirido. Empregaram-se tcnicas de anlise de regresso mltipla para estimao de coeficientes de elasticidade, controlando-se variveis sociodemogrficas e preo dos demais alimentos. RESULTADOS: Observou-se aumento da participao de frutas e hortalias no total de aquisies de alimentos com a diminuio de seu prprio preo ou com o aumento da renda. A diminuio do preo de frutas e hortalias em 1 por cento aumentaria sua participao em 0,79 por cento do total calrico; o aumento de 1 por cento na renda familiar aumentaria essa participao no total calrico em 0,27 por cento. O efeito da renda tendeu a ser menor nos estratos de maior renda. CONCLUSES: A reduo do preo de frutas e hortalias, tanto pelo apoio cadeia de produo dos alimentos quanto por medidas fiscais, um promissor instrumento de poltica pblica capaz de aumentar a participao desses alimentos na dieta brasileira

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OBJETIVO: Descrever a freqncia de consumo de frutas, legumes e verduras por adultos e analisar os fatores associados ao seu consumo. MTODOS: Estudo transversal realizado entre outubro e dezembro de 2003 no municpio de So Paulo (SP). Foram realizadas entrevistas telefnicas em amostra probabilstica da populao adulta (>18 anos) residente em domiclios servidos por linhas fixas de telefone, totalizando 1.267 mulheres e 855 homens. A freqncia do consumo de frutas, legumes e verduras foi medida por meio de um roteiro com perguntas curtas e simples. Na avaliao dos fatores associados ao consumo, realizou-se anlise de regresso linear multivariada e hierarquizada, com variveis sociodemogrficas no primeiro nvel hierrquico, comportamentais no segundo e relacionadas ao padro alimentar no terceiro nvel. RESULTADOS: A freqncia de consumo de frutas, legumes e verduras foi maior entre as mulheres. Para ambos os sexos, verificou-se que a freqncia desse consumo aumentava de acordo com a idade e a escolaridade do indivduo. Entre mulheres que relataram ter realizado dieta no ano anterior houve maior consumo de frutas, legumes e verduras. O consumo de alimentos que indicam um padro de consumo no saudvel como acares e gorduras se mostrou inversamente associado ao consumo de frutas, legumes e verduras em ambos os sexos. CONCLUSES: O consumo de frutas, legumes e verduras da populao adulta residente em So Paulo foi maior entre as mulheres, sendo influenciado pela idade, escolaridade e dieta

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As moscas-das-frutas so responsveis por grandes perdas em fruteiras comerciais no Brasil, por isso fundamental conhecer as espcies predominantes na regio. Objetivou-se com este trabalho estudar a ocorrncia de moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e seus parasitoides em laranjas doces (Citrus sinensis L. Osbeck), tangerina Ponc (Citrus reticulata Blanco) e mexerica Rio (Citrus deliciosa Ten), no municpio de Viosa, Minas Gerais. Os frutos foram coletados em abril de 2008. No laboratrio eles foram acondicionados em caixas plsticas contendo areia umedecida e em ambiente controlado para obteno dos puprios, que foram contados, acondicionados em frascos de vidro com areia fina e mantidos em estufa at a emergncia dos adultos. Somente uma espcie de mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus (Wiedemann, 1830) e uma de parasitoide (Doryctobracon brasiliensis Szpligeti) foram identificadas. Dentre as variedades, a laranja doce Baianinha apresentou o maior ndice de infestao, e os menores foram atribudos mexerica Rio e tangerina Ponc.

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As moscas-das-frutas so as principais pragas da fruticultura mundial, destacando-se os tefritdeos e os lonquedeos, sendo que, sobre este ltimo grupo de insetos, existem poucas informaes a respeito do seu potencial de danos. O objetivo deste trabalho foi identificar os nveis de infestao de moscas-das-frutas, em municpios da faixa de fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e o Uruguai. O estudo foi realizado em 2011 e 2012, nos municpios de Itaqui, Quara, Santana do Livramento e Uruguaiana, RS. Foram realizadas coletas de frutos de 19 espcies vegetais exticas e nativas, calculando-se os ndices de infestao em puprios/kg de fruto e puprios/fruto. O maior ndice de infestao de Ceratitis capitata ocorreu em nectarineira, com 72,01 puprios/kg e 2,51 puprios/fruto. Anastrepha fraterculus apresentou ndices elevados em cerejeira, correspondendo a 57,57 puprios/kg e 0,23 puprios/fruto. Os lonquedeos foram representados pelos gneros Neosilba e Lonchaea, infestando frutos de mamoeiro e caramboleira, respectivamente. Registra-se para os municpios estudados do Rio Grande do Sul a ocorrncia das seguintes espcies de moscas-das-frutas: C. capitata, A. fraterculus, Neosilba zadolicha e Lonchaea sp.

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As moscas-das-frutas so as principais pragas da fruticultura mundial. Consideradas chaves para a produo de citros, torna-se necessrio o seu monitoramento, visando a evitar os danos diretos. O experimento teve como objetivos conhecer a variao populacional de Anastrepha fraterculus e a relao de sua populao com danos em pomares orgnicos de Citrus sinensis, cultivar Cu e de C. sinensis x Citrus reticulata tangor 'Murcott'. Os dados foram coletados em 2003 e 2004 durante o perodo de maturao dos frutos, na regio do vale do Ca, RS, Brasil. O nmero de moscas-das-frutas foi registrado, semanalmente, por meio de armadilhas McPhail, contendo suco de uva, a 25%. Danos aos frutos foram determinados pela razo entre frutos sadios e frutos danificados pela mosca. Registros meteorolgicos de temperatura, umidade relativa e precipitao pluviomtrica foram obtidos, em estao meteorolgica distante 30 km das reas experimentais. Verificou-se que, em condies ideais de precipitao pluvial, maiores foram as populaes de A. fraterculus, espcie predominante na regio. A populao estimada capaz de causar danos aos frutos variou de acordo com o cultivar, sendo a laranjeira 'Cu' a mais susceptvel. Os maiores picos populacionais ocorrem na fase de mudana de colorao dos frutos. Porm, na fase de maturao, as moscas causaram os maiores danos, dada a intolerncia dos frutos ao ataque. Conclui-se que a infestao dos frutos de citros por A. fraterculus est relacionada com espcie e cultivar e com fatores climticos, principalmente com a precipitao pluvial. O monitoramento constante da populao de mosca-das-frutas importante na determinao da infestao na colheita.

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Foram analisados sucos industrializados de diversas frutas brasileiras, assim como frutas naturais das espcies utilizadas na fabricao dos sucos processados, adquiridos na Capital do Estado de So Paulo, para se determinar sua concentrao em cido ascrbico. O mtodo utilizado na dosagem do cido ascrbico foi o de Tillmans. Os resultados foram expressos em valores mdios. Dentre os sucos industrializados analisados, os sucos integrais de caju e os concentrados de laranja e tangerina, foram os que apresentaram maior teor de cido ascrbico. Os valores mdios para sucos de frutas frescas foram mais elevados que para os industrializados (exceo dos concentrados) . Calculou-se tambm a quantidade de cido ascrbico (em mg) contida em um copo (250 ml) de refresco ou de suco natural, bem como seu custo. Esses dados foram tambm relacionados com as necessidades dirias recomendadas, as quais podero ser preenchidas de maneira menos dispendiosa pelas diluies necessrias de suco de caju processado ou por suco fresco de laranja.

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Realizou-se estudo de interveno, do tipo ensaio comunitrio, envolvendo amostra de 80 famlias residentes em um bairro pobre do municpio de So Paulo, 2004. A interveno consistiu em educao nutricional para aumentar a participao de frutas e hortalias na alimentao familiar, por meio de trs reunies com duas horas de durao, em semanas consecutivas. Para avaliar o impacto imediato dessa interveno nutricional educativa, as famlias foram divididas randomicamente em dois grupos (interveno e controle). Apenas o impacto imediato da interveno foi avaliado, pela participao de frutas e hortalias no total de alimentos adquiridos pelas famlias no ms anterior e posterior interveno. A comparao, favorvel ao grupo interveno, equivaleu a um acrscimo de 2,9 pontos percentuais (IC 95%: 0,32; 5,39) no total de calorias provenientes de frutas e hortalias.

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OBJETIVO: Analisar a influncia da renda e preos dos alimentos sobre a participao de frutas, legumes e verduras no consumo alimentar das famlias. MTODOS: Os dados provm da Pesquisa de Oramentos Familiares da Fundao Instituto de Pesquisas Econmicas 1998/99, no Municpio de So Paulo. A influncia da renda e do preo dos alimentos sobre a participao de frutas, legumes e verduras no total calrico foi estudada utilizando-se tcnicas de anlise de regresso para estimao de coeficientes de elasticidade. RESULTADOS: Observou-se aumento da participao de frutas, legumes e verduras no total de calorias adquirido com a diminuio de seu prprio preo, elevao da renda familiar, e aumento do preo dos demais alimentos. Um por cento da diminuio de preo das frutas, legumes e verduras aumentaria em 0,2% sua participao no total calrico; 1% de aumento do preo dos demais alimentos reduziria em 0,07%, a participao; 1% de aumento da renda familiar aumentaria em 0,04% a participao. O efeito dos preos dos demais alimentos perdeu intensidade nos estratos de maior renda, e nos outros dois casos no se identificou um padro consistente de relao com os estratos de renda. CONCLUSES: A reduo de preo de frutas, legumes e verduras, possvel de ser obtida por meio de polticas pblicas, poderia aumentar a participao desses alimentos na dieta dos domiclios do municpio de So Paulo e em realidades urbanas semelhantes.

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OBJETIVO: Descrever a freqncia de consumo de frutas, legumes e verduras por adultos e analisar os fatores associados ao seu consumo. MTODOS: Estudo transversal realizado entre outubro e dezembro de 2003 no municpio de So Paulo (SP). Foram realizadas entrevistas telefnicas em amostra probabilstica da populao adulta (>18 anos) residente em domiclios servidos por linhas fixas de telefone, totalizando 1.267 mulheres e 855 homens. A freqncia do consumo de frutas, legumes e verduras foi medida por meio de um roteiro com perguntas curtas e simples. Na avaliao dos fatores associados ao consumo, realizou-se anlise de regresso linear multivariada e hierarquizada, com variveis sociodemogrficas no primeiro nvel hierrquico, comportamentais no segundo e relacionadas ao padro alimentar no terceiro nvel. RESULTADOS: A freqncia de consumo de frutas, legumes e verduras foi maior entre as mulheres. Para ambos os sexos, verificou-se que a freqncia desse consumo aumentava de acordo com a idade e a escolaridade do indivduo. Entre mulheres que relataram ter realizado dieta no ano anterior houve maior consumo de frutas, legumes e verduras. O consumo de alimentos que indicam um padro de consumo no saudvel como acares e gorduras se mostrou inversamente associado ao consumo de frutas, legumes e verduras em ambos os sexos. CONCLUSES: O consumo de frutas, legumes e verduras da populao adulta residente em So Paulo foi maior entre as mulheres, sendo influenciado pela idade, escolaridade e dieta.

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OBJETIVO: Estimar a disponibilidade de polifenis totais em frutas e hortalias consumidas no Brasil segundo macrorregio e identificar os principais alimentos-fonte que fazem parte do hbito alimentar nacional. MTODOS: O contedo de polifenis foi determinado pelo mtodo Folin-Ciocalteu e sua disponibilidade foi estimada com base na Pesquisa de Oramentos Familiares 2002/2003. Foram escolhidos 12 alimentos de maior consumo, sendo seis "frutas tropicais" e seis "hortalias folhosas e florais", "hortalias frutosas" e "hortalias tuberosas". A determinao de polifenis foi realizada em trs experimentos independentes, cada um em duplicata. A disponibilidade nacional de polifenis foi estimada por grama de peso fresco de cada vegetal analisado. A ingesto diria per capita no Brasil e regies foi calculada como sendo o aporte dirio de polifenis fornecido pelo consumo dos 12 alimentos analisados. RESULTADOS: O teor de polifenis nos alimentos variou de 15,35 a 214,84mg EAG/100g peso fresco. A disponibilidade nacional, com base na quantidade, em kg, adquirida anualmente no Brasil foi de 48,3mg/dia, tendo a regio Sudeste e a regio Centro-Oeste os maiores e menores valores, respectivamente. A banana foi a principal fonte de polifenis consumida no Brasil, variando conforme macrorregio. CONCLUSES: A estimativa de disponibilidade de polifenis no Brasil encontrada foi semelhante de outros pases. Diferenas observadas entre as macrorregies geogrficas podem estar diretamente relacionadas s diferenas culturais de cada regio. Apesar de no haver uma quantidade recomendada para o consumo de polifenis, a adoo da recomendao diria de frutas e hortalias representa um aumento de 16 vezes na disponibilidade nacional de polifenis, demonstrando a relao entre o consumo destes grupos alimentares com a ingesto de compostos bioativos benficos sade.