7 resultados para FOOTEDNESS


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To examine the effect of long lasting practice on pedal behavior in sport, we compared experienced adult soccer players and nonsoccer players on leg preference in motor tasks requiring general mobilization, soccer related mobilization, and body balance stabilization. We also evaluated performance asymmetry between the right and left legs in static and dynamic unipedal body balance based on center of pressure displacement, and correlated that with kg preference in balance stabilization tasks. Results revealed (a) a distinct leg preference between mobilization and stabilization tasks, which were significantly different between Mayers and nonplayers, (b) similar balance stability between the right and left legs, (c) greater stability of experienced players compared with nonplayers in static and dynamic balance, and (d) absence of a significant kg preference correlation with interlateral balance asymmetry. These results suggest an effect of extensive soccer skill practice on establishing leg preference for specific mobilization tasks and overall balance control.

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Strength of leg peference and interlateral asymmetry in kinematics of kicking a ball for power were assessed in 6- to 10-year-old right-footed soccer player children. Leg preference was evaluated separately for three task categories: balance stabilization, soccer related mobilization, and general mobilization. The results showed that while both categories of mobilization tasks were featured by a consistent preference for the right leg, in stabilization tasks we observed lower scores and greater interindividual variability of leg preference. No effect of age was detected on leg preference. Analysis of peak foot velocity revealed similar increment of performance of the right and left legs from the ages 6-8 to 10 years. This finding supports the notion of stable Magnitude of interlateral asymmetries of performance during motor development. (C) 2008 Wiley Periodicals, Inc. Dev Psychobiol 50: 799-806, 2008.

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Objectives: To determine whether chewing side preference (CSP) is correlated to lateralities (handedness, footedness, eyedness and earedness) in primary, mixed and permanent dentitions.Design: Three-hundred subjects were divided into 3 groups: Group 1-100 children 3-5 years old, primary dentition; Group 2-100 children 6-12 years old, mixed dentition; Group 3 - 100 subjects 18-47 years old, permanent dentition. CSP was determined using a method developed by Mc Donnell et al.(9) Subjects were given a piece of gum and the position of the chewing gum was recorded 7 times as right or left. Subjects were classified as 'observed preferred chewing side' (OPCS) when they performed 5/7, 6/7 or 7/7 strokes on the same side. OPCS corresponded to the CSP. Laterality tests were performed for handedness, footedness, eyedness and earedness tasks. The Chi-square (chi(2)) and phi correlation (r) tests were used to investigate significant correlations between CSP and sidedness.Results: There was a significant correlation between chewing and earedness (p = 0.00), although there was weak positive correlation (r = 0.30) for primary dentition. There were significant correlations between chewing and handedness (p = 0.02; r = 0.25) and chewing and footedness (p = 0.02; r = 0.26), however, there were weak positive correlations for mixed dentition; there were significant correlations between chewing and handedness (p = 0.02; r = 0.26); chewing and footedness (p = 0.00; r = 0.33) and chewing and earedness (p = 0.01; r = 0.29); however, there were weak positive correlations for permanent dentition.Conclusion: It may be concluded that CSP can be significantly correlated with: earedness for primary dentition; handedness and footedness for mixed dentition; handedness, footedness and earedness for permanent dentition, but these are weak positive relationships. Future work on larger samples of left- and right-sided individuals is required to validate the findings. (C) 2012 Elsevier Ltd. All rights reserved.

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Uma linha de pesquisa freqüente sobre a lateralização cerebral em artistas tem investigado o comportamento daqueles que sofrem de diversos síndromes neuropatológicas, afetando o hemisfério esquerdo ou direito. Em contraste, Bertrand (2001), observando que alguns poucos estudos reportaram um aumento na prevalência de canhotismo e ambidestrismo entre artistas, indicou a necessidade para a realização de pesquisas sistemáticas sobre as características laterais em artistas normais. Na ausência de tais estudos, e devido à dificuldade de obter dados de artistas profissionais, este projeto foi planejado com o fim de investigar em detalhe, assimetrias laterais na dominância manual, habilidade motora e atenção visuoespacial em alunos das artes e os de outros cursos (o grupo de controle). Estes alunos foram recrutados do Departamento de Artes da Universidade Federal de Maranhão e de um centro público de arte em São Luis. A amostra foi composta de 50 alunos de controle (24 destros e 26 canhotos), e 51 alunos das artes (27 destros e 24 canhotos). Dados foram obtidos para dominância manual, ocular e podálica, e para o desempenho em duas medidas de proficiência motora: batidas digitais e o Teste de Pinos na Forma de Chaves (o Grooved Pegboard). Além disso, uma versão do Teste Visual de Bisecçionar Linhas (TVBL) foi aplicado com o objetivo de comparar o grau de pseudonegligência dentro e entre alunos das artes e os de controle. Procurou-se averiguar se em relação aos alunos de controle, aqueles das artes mostrariam um grau reduzido de assimetria intermanual na dominância manual e nas habilidades motoras, bem como um nível maior de exatidão no TVBL. No que tange a presença de tais diferenças na performance, nossas predições foram apoiadas. Os alunos das artes, em particular, os canhotos, foram menos consistentes e mais ambidestros do que os alunos dos outros cursos. Eles também exibiram um nível menor de desempenho entre as mãos nos dois testes motores. Além do mais, enquanto que o grau de pseudonegligência foi elevado nos alunos de controle, as respostas dos alunos das artes foram mais exatas, resultando em um nível reduzido de erro em torno do ponto zero verídico. Em concordância com pesquisas prévias com músicos, em geral, os alunos das artes apresentaram um nível de atenção visuoespacial mais equilibrado, e estas diferenças foram relacionadas às exigências cognitivas implícitas no treino nas artes visuais.

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O método de gêmeos envolve a análise diferencial de gêmeos monozigóticos (MZs) e dizigóticos (DZs) a fim de determinar a proporção de variância em um determinado traço atribuível a fatores genéticos e ambientais. Sendo geneticamente idênticos, os gêmeos MZs tendem a apresentar alto índice de concordância em vários atributos comportamentais, enquanto que, os DZs, compartilham 50 % da carga genética, manifestando um reduzido grau de concordância. Todavia, pesquisadores têm investigado possíveis mecanismos genéticos subjacentes do desenvolvimento cerebral para dominância manual e, não têm encontrado utilidade no método de gêmeos, pois, desde 1924, em todos os estudos de dominância manual em gêmeos, a taxa de discordância para o canhotismo e destrimanismo têm sido similares em MZs e DZs. Além disso, frequentemente gêmeos mostram taxa mais alta de prevalência para o canhotismo que os não gêmeos. O objetivo deste estudo foi investigar as possíveis diferenças entre gêmeos destros e canhotos (MZs e DZs combinados) e não gêmeos em variáveis fenótipicas específicas relacionadas à dominância manual, incluindo dominância podálica (chute de penalty), consistência de dominância manual, canhotismo familiar (CF+), postura manual e medidas de habilidades motoras em três testes : Batidas digitais, Tabuleiro de Annett e Pontilhar Pontinhos. Foram avaliados 286 gêmeos ( 255 destros, 34 canhotos) e, 251 não gêmeos (141 destros e 110 canhotos). A análise dos dados revelou o aumento de canhotismo no sexo masculino em três vezes mais do que no feminino. Além disto, destros e canhotos gêmeos foram mais mistos em suas dominâncias manuais e apontaram alta incidência de CF+ entre parentes de primeiro grau que não gêmeos canhotos e destros. Em concordância com estudos anteriores, a frequência de chute contralateral foi mais alta nos mistos do que nos que apresentaram consistência na dominância manual, especialmente entre os canhotos. No que diz respeito à habilidade manual, não foram encontradas diferenças significativas nos três testes de habilidade manual. Conforme as expectativas, destros e canhotos foram mais proficientes na manipulação do estímulo com suas mãos dominantes. Em todas as três medidas, em contraste com os destros, os canhotos (gêmeos e não gêmeos) apresentaram redução entre as assimetrias manuais. Por extensão, o aumento da prevalência de canhotismo entre gêmeos não poderia ser atribuída a influências patológicas, inversão de assimetria ou ordem de nascimento. É possível, levar em consideração, observando a diferença robusta em dominância manual mista que, o padrão de lateralização neuromotora, pode ser mais difusamente organizado nos hemisférios dos gêmeos que em não gêmeos, mas, esta sugestão requer evidência direta, pelo menos a partir de testes de neuro-imagem.

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Introducción El motivo principal por el que acuden los pacientes a las consultas de podología es el dolor producido por los callos y callosidades plantares. El dolor producido por las callosidades y callos plantares provocan en el paciente cambios de presiones y alteraciones en el apoyo, dificultando la deambulación correcta. Existen numerosos estudios sobre la eliminación de callosidades en pacientes diabéticos, con AR, pero pocos en personas sanas. La eliminación de estos callos y callosidades se puede realizar mediante deslaminación mecánica con bisturí o mediante queratolíticos. Objetivos Objetivo principal Analizar el efecto de la deslaminación mecánica con bisturí de las callosidades y callos plantares sobre el dolor y la calidad de vida en sujetos sanos Objetivos secundarios Determinar la existencia de modificaciones en los parámetros de la marcha con la eliminación de callosidades y callos plantares Observar las diferencias y efectividad de tratamientos de la eliminación de callosidades plantares mediante la técnica de deslaminación mecánica con bisturí versus parches de ácido salicílico Comprobar los cambios producidos en los parámetros psíquicos y fiscos del paciente antes y después de las diferentes técnicas de eliminación de las callosidades empleadas Método Se realizan dos estudios: un estudio cuasi experimental aleatorizado no controlado, en el que a un grupo de 34 pacientes con callosidades plantares dolorosas se les mide el dolor con una escala visual analógica y para analizar los parámetros de la marcha, la paltaformaWin-Track, antes del tratamiento de deslaminación mecánica con bisturí y a las 24 horas. El segundo estudio es un ensayo clínico aleatorizado inscrito en Australian New ZelandClinicalstrials y aprobado por el Comité ético de la Universidad de Málaga, en el que 62 participantes con callosidades plantares dolorosas se dividieron en dos grupos de tratamiento. El grupo A recibió tratamiento con parche de ácido salicílico y el grupo B recibió tratmiento de deslaminación con bisturí. Se utilizó la escala visual analógica para la medida de dolor antes, inmediatamente después de la intervención, a las 2 semanas y a las 6 semanas. Para el dolor y la discapacidad funcional del pie se utilizó el cuestionario Manchester FootPain and Disability antes del tratamiento, a las 2 semanas y a las 6 semanas. Para medir la calidad de vida general se utilizó el cuestionario SF-12 Conclusiones La deslaminación mecánica con bisturí de los callos y callosidades plantares es efectiva para su eliminación a nivel de la sensación de dolor, aunque no tanto en lo que se refiere a la mejora de calidad de vida. No hay resultados significativos de que la eliminación mecánica con bisturí de callos y callosidades plantares modifican los parámetros de la marcha medido con la plataforma Win-track. Se observa como la deslaminación mecánica con bisturí para la eliminación de callos y callosidades plantares pueden ser más efectiva a corto plazo que la eliminación mediante parche con ácido salicílico. Se observa cómo se modifica los paramentos psíquicos en el grupo de tratamiento con parche con ácido salicílico, aunque con una significación baja. Bibliografía Balanowski, K. R., & Flynn, L. M. (2005). Effect of painful keratoses debridement on foot pain, balance and function in older adults. Gait & Posture, 22(4), 302-307. http://doi.org/10.1016/j.gaitpost.2004.10.006 Collins, S. L., Moore, R. A., &McQuay, H. J. (1997). The visual analogue pain intensity scale: what is moderate pain in millimetres? Pain, 72(1-2), 95-97. Coughlin, M. J. (2000).Common Causes of Pain in the Forefoot in Adults. Journal of Bone & Joint Surgery, British Volume, 82-B(6), 781-790. Farndon, L. J., Vernon, W., Walters, S. J., Dixon, S., Bradburn, M., Concannon, M., & Potter, J. (2013). The effectiveness of salicylic acid plasters compared with «usual» scalpel debridement of corns: a randomised controlled trial. Journal of Foot and Ankle Research, 6(1), 40. http://doi.org/10.1186/1757-1146-6-40 Freeman, D. B. (2002). Corns and calluses resulting from mechanical hyperkeratosis. American FamilyPhysician, 65(11), 2277-2280. Gijon-Nogueron, G., Ndosi, M., Luque-Suarez, A., Alcacer-Pitarch, B., Munuera, P. V., Garrow, A., & Redmond, A. C. (2014). Cross-cultural adaptation and validation of the Manchester Foot Pain and Disability Index into Spanish. Quality of Life Research: An International Journal of Quality of Life Aspects of Treatment, Care and Rehabilitation, 23(2), 571-579. http://doi.org/10.1007/s11136-013-0507-5 Grouios, G. (2005). Footedness as a potential factor that contributes to the causation of corn and callus formation in lower extremities of physically active individuals. The Foot, 15(3), 154-162. http://doi.org/10.1016/j.foot.2005.05.003 Landorf, K. B., Morrow, A., Spink, M. J., Nash, C. L., Novak, A., Potter, J., &Menz, H. B. (2013). Effectiveness of scalpel debridement for painful plantar calluses in older people: a randomized trial. Trials, 14, 243. http://doi.org/10.1186/1745-6215-14-243 Lang, L. M. G., Simmonite, N., West, S. G., & Day, S. (1994). Salicylic acid in the treatment of corns. 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