960 resultados para FECAL SCORE


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O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da utilização de sucedâneo lácteo com alto conteúdo proteico de origem vegetal no desempenho e saúde de bezerros, e avaliar métodos de reidratação para o tratamento de diarreias. No primeiro estudo foram utilizados 33 bezerros da raça Holandês distribuídos nos tratamentos: 1) Alto volume e baixa proteína (AV/BP): 8 litros, 21,4% PB; 2) Alto volume e alta proteína (AV/AP): 8 litros, 23,7% PB e 3) Baixo volume e alta proteína (BV/AP): 6 litros, 23,7% PB. Os bezerros foram alojados em abrigos individuais, com livre acesso a água e concentrado. Não houve efeito dos tratamentos para o desempenho animal (P>0,05). Os tratamentos AV/BP e AV/AP resultaram em maior consumo de sucedâneo (P<0,05), mas não afetaram o consumo de concentrado nem o consumo total (P>0,05). O escore fecal foi maior (P>0,05) para animais nos tratamentos AV/AP e BV/AP. Os animais nos tratamentos AV/BP permaneceram maior número de dias em diarreia (P<0,05), em comparação aqueles aleitados com BV/AP, os quais tiveram menos dias com vida (P<0,05). A concentração de lactato foi maior (P<0,05) para animais nos tratamentos AV/BP e AV/AP enquanto a concentração de proteína total foi maior (P<0,05) nos tratamentos AV/BP e BV/AP. Sucedâneos com elevado conteúdo de proteína de origem vegetal afetam negativamente o desempenho de bezerros podendo levar o animal a morte. No segundo estudo foram comparados três soluções de hidratação oral quanto a sua eficiência em repor eletrólitos e água, além de manter o desempenho de bezerros. Foram utilizados 42 bezerros mestiços Holandês-Jersey, distribuídos nos tratamentos: 1) Soro comum, 2) Glutellac® e 3) Soro comum + Aminogut®. Os animais foram aleitados com 4 L/d de sucedâneo lácteo até a oitava semana de vida quando foram desaleitados de forma abrupta. As terapias de reidratação foram oferecidas quando os animais apresentavam escore fecal >= 3 na escala de 1 a 5. Não houve efeito das terapias de reidratação no desempenho nem em metabólitos sanguíneos (P>0,05). O consumo voluntário de água foi maior para os animais reidratados com Glutellac®, mas o consumo total maior para os animais reidratados com Soro comum. As concentrações de HCO3 e Na+ foram maiores para os animais no tratamento Glutellac® (P=0,088 e P=0,073 respectivamente), sendo a concentração de glicose também afetada pelo protocolo de hidratação (P<0,05). A concentração de HCO3 aumentou do primeiro para o segundo dia, a de K+ e glicose diminuíram do primeiro para o segundo dia, enquanto que o Beecf teve um comportamento variável segundo a terapia de reidratação utilizada. Houve efeito da interação tratamento x dia de avaliação apenas para a concentração de BUN (P<0,05). O pH, a concentração de Na+ e Beecf foram maiores em animais mais velhos, enquanto K+, hematócrito e hemoglobina, foram menores (P<0,05). O consumo voluntário de água foi maior em animais reidratados com Glutellac®, o que junto com a simplicidade de uso, representam as principais vantagens deste método de reidratação.

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They were compared the coefficients of apparent digestibility (CAD) and the fecal quality of dogs fed a home-made diet and two dog foods, standard and super-premium. Six adult dogs were distributed in a double latin square desing (3 × 3), with three treatments and three periods, in a total of six replications per treatment. Tukey's test was used to compare the means. The home-made diet presented the highest CAD, not differing only of the CAD of acid ether extract of the super-premium food. The standard food was the lowest digestive, producting more feces. Fecal dry matter of dogs fed home-made diet was lower than in the standard and super-premium foods, which did not differ among then. Fecal score presented low variability among treatments, remaining in the considered ideal range. Home-made diet can be an alternative in the feeding of dogs.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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The objective of this study was to evaluate the route of administration of mannan-oligosaccharides in the diet of dairy calves and their effects on performance and plasma parameters indicative of rumen development. Following birth, twenty-four male Holstein calves were used in a completely randomized design and assigned to the following treatments: Control; 4 g/d Bio-Mos (R) (Alltech Biotech.) added to starter concentrate; and 4 g/d Bio-Mos (R) mixed into milk replacer. Animals were housed in individual hutches with free access to water, and fed 4L/d of milk replacer until weaning at six weeks. Calves also received 23g/kg crude protein of starter concentrate ad libitum. Fecal scores were evaluated daily. Body weights, growth measurements and blood samples for glucose, urea-N and beta-hidroxibutyrate analyses were taken weekly until 8 weeks of age. There were no significant effects of treatment or treatment x age interactions for mean starter concentrate intake, weight gain or body growth. However, there was a significant age effect for all parameters. Fecal scores were not affected by treatments. Also, plasma concentration of glucose, urea-N or beta-hidroxibutyrate were not affected by treatment or the treatment x age interaction. However, urea-N and beta-hidroxibutyrate concentrations significantly increased with age, suggesting adequate rumen development. Under the conditions of this study, there were no calf performance benefits when mannan-oligosaccharides were incorporated into milk replacer or calf starter concentrate.

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Maintaining the pH of urine in the ideal range (6.2 - 6.4) is of great importance for health promotion in the lower urinary tract of cats. In the economic and standard feed sector this is a major concern, given that the animal urine tends to be alkaline after food consumption of those commercial segments, which predispose to the formation of struvite urolith. Therefore, this study aimed to study the effects of increasing levels of urinary acidifiers (0.0%, 0.3%, 0.6% and 0.9%, on a dry matter base) in feed with high excess base over the acid-basic balance in the organism, apparent digestibility coefficients of nutrients, urinary pH, hydro-electrolyte balance in cats, as well as the adequacy of equations proposed in the literature to estimate the urinary pH. Twenty-four adult cats, males and females were distributed in a completely randomized design, consisting of six animals per treatment. The dry matter content of urine presented a quadratic behavior (p<0,05; y = 9.5863 + 3.2299x + 0.7871x2 R2 = 99,91%), HCO3-, total CO2 and excess blood base during the period in which the animals were fed were high when including 0.9% acidifier compared to 0.6% (p<0.05). In contrast, the use of the additive did not change the urinary pH, blood electrolyte concentration, nutrient digestibility, fecal score, food and water intake (p>0.05). The equations proposed in the literature, which use excess of base in feed to estimate urinary pH, overestimated the pH values found in this study.

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Introdução: A polpa farinácea do jatobá-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa Mart.) apresenta alto teor de fibra alimentar, em média 60 g/100 g, que são importantes para a redução do risco e controle de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). A extrusão termoplástica neutraliza aromas intensos, proporciona a formação de amido resistente, aumenta a fibra alimentar solúvel e melhora a textura do produto final. Objetivo: Estudar o efeito das farinhas de jatobá-do-cerrado in natura (FIN) e extrusada (FE) no metabolismo lipídico e parâmetros fermentativos em hamsters, bem como verificar a resposta glicêmica em humanos após a extrusão. Métodos: Processo de extrusão: velocidade de 200 rpm; matriz com 4 mm de diâmetro; taxa de compressão 3:1; alimentação constante de 70 gramas/minuto; temperatura de 150 °C; proporção farinha de jatobá-do-cerrado e amido de milho: 70:30 por cento e umidade a 25 por cento . Foi realizado um experimento animal com hamsters durante 21 dias, em que se analisou alguns parâmetros do metabolismo lipídico e colônico (fermentativos) dos animais, divididos em quatro grupos experimentais, se diferenciando pela dieta. As dietas controle (GC), in natura (GFI) e extrusada (GFE) eram hipercolesterolemizantes (13,5 por cento de gordura de coco e 0,1 por cento de colesterol) e a dieta referência (GR) com óleo de soja como fonte lipídica, não. Todas as dietas apresentavam 15 por cento de fibra alimentar, sendo que as dietas GR e GC tinham como fonte de fibra a celulose, e as dietas GFI e GFE tiveram as próprias fibras como fonte. A resposta glicêmica em humanos foi verificada por meio do ensaio do índice glicêmico e carga glicêmica da FE, com dez voluntários saudáveis que consumiram 25 gramas de carboidratos disponíveis do alimento teste (farinha extrusada) ou do pão branco como alimento controle. Resultados: Não foi observada diferença significativa entre o peso final, ingestão diária média e total, ganho de peso e CEA entre os animais dos quatro grupos. A concentração de triglicerídeos foi menor em 41 por cento e 38 por cento nos animais que receberam as dietas GFI e GFE, em relação aqueles que receberam a dieta GC, assim como também para o colesterol total (55 por cento e 47 por cento ), LDL-c (70 por cento e 53 por cento ) e não-HDL-c (63 por cento e 49 por cento ) séricos, lipídeos totais hepáticos (39 por cento e 45 por cento ) e o peso dos fígados dos animais também foi menor (21 por cento em ambos os grupos). Não houve diferença no colesterol hepático e excretado nas fezes dos animais dos quatro grupos. Os animais do GFE excretaram 57 por cento mais ácidos biliares nas fezes que os animais do GC. Com relação aos parâmetros fermentativos, observou-se maior excreção de fibras (1,24 ± 0,08 e 1,52 ± 0,09 gramas) nos animais dos grupos GR e GC respectivamente, em relação aos do GFI e GFE (0,50 e 0,48 gramas), porém o escore fecal (3,50 ± 0,19 e 3,38 ± 0,18) e o grau de fermentação (54 e 52 por cento ) foi maior nos animais dos grupos GFI e GFE. Houve uma maior produção de AGCC no ceco dos animais dos grupos GFI e GFE (80 e 57,5 µmol/g de ceco respectivamente) e maior diminuição do pH no conteúdo cecal nos animais do grupo GFI (7,49 ± 0,10), em relação ao GC (8,06 ± 0,13). Os ácidos acético e propiônico, estiveram presentes em maior quantidade no ceco dos animais dos grupos GFI (58,5 e 6,1 µmol/g de ceco) e GFE (42,5 e 6,6 µmol/g de ceco) e os animais do GFI produziram mais ácido butírico (15 µmol/g de ceco), em relação aos demais grupos. Quanto à resposta glicêmica da farinha pós extrusão, não houve diferença entre a área de resposta glicêmica da farinha extrusada e do pão branco, o índice glicêmico da farinha extrusada (glicose como controle) foi classificado como moderado, e a carga glicêmica (na porção de 30 gramas), baixa. Conclusão: As FIN e FE favoreceram a redução do colesterol total, LDL-c, não-HDL-c e dos triglicerídeos séricos, além da diminuição do acúmulo de lipídeos hepáticos. Foi observado também aumento expressivo na formação de AGCC e no grau de fermentação. A FE proporcionou um aumento na excreção de ácidos biliares nas fezes e apresentou índice glicêmico moderado e baixa carga glicêmica.

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O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do suplemento de colostro (SC) associado ao colostro materno (CM) de alta ou média qualidade na saúde e desempenho de bezerros leiteiros. No primeiro experimento foram utilizados 44 machos da raça Holandesa, distribuídos nos tratamentos: 1) CM de alta qualidade fornecido em volume correspondente a 15% do peso ao nascer (PN); 2) CM de média qualidade (15%PN) e 3) CM de média qualidade (15% PN) + SC. O protocolo de colostragem afetou a concentração de proteína total nas primeiras 48 horas de vida e durante a fase de aleitamento (P<0,05). Em relação a saúde, o protocolo de colostragem não afetou o escore fecal, bem como o número de dias com diarreia, dias com febre e dias de hidratação (P>0,05); no entanto, os animais que receberam CM de alta qualidade foram medicados por um menor número de dias (P<0,05). O consumo e o desempenho não foram afetados pelos tratamentos (P>0,05), embora tenha ocorrido efeito de idade (P<0,0001). O fornecimento de suplemento de colostro associado ao CM de média qualidade não afetou a transferência de imunidade passiva, o desempenho ou o metabolismo dos animais durante o período de aleitamento. No segundo experimento foram utilizadas 80 fêmeas da raça Holandesa nos seguintes tratamentos: 1) CM de alta qualidade fornecido em volume correspondente a 15% PN; e 2) CM de alta qualidade (15% PN) + SC. Não houve diferença na qualidade do colostro ingerido pelos animais (P>0,05). Os parâmetros sanguíneos nas primeiras 24 horas não foram afetados pelos tratamentos (P>0,05). O consumo e o desempenho não foram afetados pela administração do suplemento de colostro (P>0,05), no entanto houve efeito de idade para ambos os parâmetros (P<0,0001). Em relação à saúde, o fornecimento adicional de Ig não afetou os dias com diarreia, dias com febre ou dias medicados (P>0,05). A taxa de mortalidade observada durante o experimento foi de 2,5%. O consumo adicional de Ig através do fornecimento de suplemento de colostro em associação ao colostro materno de alta qualidade não melhorou a imunidade, bem como não afetou o desempenho ou a saúde de bezerros leiteiros. No terceiro experimento, foram utilizadas 67 fêmeas da raça Holandesa ou mestiças Girolando nos seguintes tratamentos: 1) CM de alta qualidade fornecido em volume correspondente a 10% PN; e 2) CM de alta qualidade (10% PN) + SC. O consumo e o desempenho não foram afetados pelo SC (P>0,05). O escore fecal também não foi afetado (P>0,05), mas observou-se maior frequência de animais com escore de desidratação nas 2ª e 3ª semana de vida, quando os escores fecais foram mais altos para todos os tratamentos. Houve uma maior porcentagem de animais suplementados sendo medicados devido a diarreias na segunda semana de vida. Houve maior frequência dos animais do grupo não suplementado com escore 1 de descarga nasal nas semanas 3 a 7. O consumo adicional de imunoglobulinas através do fornecimento de suplemento de colostro em associação ao colostro materno de alta qualidade não afetou o desempenho ou a saúde dos animais.

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O objetivo deste estudo foi avaliar a suplementação de um probiótico composto por cepas de Bacillus subtilis e Bacillus licheniformis, fornecidos via sucedâneo lácteo, no que se refere ao escore e pH fecal, contagem de microrganismos intestinais, parâmetros sanguíneos e desempenho geral dos animais. Foram utilizados 24 animais da raça Holandês que receberam 4L/dia de sucedâneo comercial (15PB:15EE), além de livre acesso a água e concentrado inicial. O desaleitamento ocorreu na 8ª semana de vida. Os animais foram distribuídos em delineamento de blocos casualizados, em dois tratamentos: 1) Controle - sem a suplementação de probiótico; 2) Suplementação de 2g/d (1,6 x 109 UFC) de Bacillus subtilis e Bacillus licheniformis via sucedâneo lácteo. Semanalmente foram realizadas pesagens e aferições de medidas corporais (altura de cernelha, perímetro torácico e largura de garupa); e colheitas de sangue para determinação de glicose, proteína total, ureia e albumina, além de determinação de hematócrito. Foram colhidas amostras semanalmente para contagem de bactérias ácido láticas e enterobactérias e determinação de pH fecal. O monitoramento do consumo de concentrado e do escore fecal foi realizado diariamente. O peso corporal, o ganho de peso médio diário e as medidas corporais não foram alteradas (P>0,05) pela suplementação do probiótico contendo Bacillus subtilis e Bacillus licheniformis; muito embora tenham apresentado efeito significativo de idade dos animais (P<0,001). O escore fecal, pH fecal e consumo de concentrado diário também não foram afetados pela suplementação com probiótico. No entanto, o consumo de concentrado e o pH fecal sofreram influência da idade em resposta ao crescimento natural dos bezerros. A contagem de bactérias ácido láticas foi maior que número de enterobactérias durante todo o período (P<0,05). Apenas as enterobactérias sofreram efeito da idade (P<0,05), enquanto as bactérias ácido láticas permaneceram variando, porém dentro de um padrão constante. Os parâmetros sanguíneos também não foram afetados pela suplementação com probiótico (P>0,05) mas todos, com a exceção da albumina, tiveram influência da idade (P<0,001). A suplementação com o probiótico contendo Bacillus subtilis e Bacillus licheniformis via sucedâneo não apresentou benefícios no desempenho ou no metabolismo de bezerros leiteiros, bem como não reduziu a ocorrência de casos de diarreia.

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Studies evaluating the correlation between the widely used Simple Endoscopic Score for Crohn's disease (SES-CD) and noninvasive markers are scarce. The aim of this study was to evaluate the correlation between the SES-CD and fecal calprotectin, C-reactive protein (CRP), blood leukocytes, and the Crohn's disease activity index (CDAI).

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BACKGROUND: The correlation between noninvasive markers with endoscopic activity according to the modified Baron Index in patients with ulcerative colitis (UC) is unknown. We aimed to evaluate the correlation between endoscopic activity and fecal calprotectin (FC), C-reactive protein (CRP), hemoglobin, platelets, blood leukocytes, and the Lichtiger Index (clinical score). METHODS: UC patients undergoing complete colonoscopy were prospectively enrolled and scored clinically and endoscopically. Samples from feces and blood were analyzed in UC patients and controls. RESULTS: We enrolled 228 UC patients and 52 healthy controls. Endoscopic disease activity correlated best with FC (Spearman's rank correlation coefficient r = 0.821), followed by the Lichtiger Index (r = 0.682), CRP (r = 0.556), platelets (r = 0.488), blood leukocytes (r = 0.401), and hemoglobin (r = -0.388). FC was the only marker that could discriminate between different grades of endoscopic activity (grade 0, 16 [10-30] μg/g; grade 1, 35 [25-48] μg/g; grade 2, 102 [44-159] μg/g; grade 3, 235 [176-319] μg/g; grade 4, 611 [406-868] μg/g; P < 0.001 for discriminating the different grades). FC with a cutoff of 57 μg/g had a sensitivity of 91% and a specificity of 90% to detect endoscopically active disease (modified Baron Index ≥ 2). CONCLUSIONS: FC correlated better with endoscopic disease activity than clinical activity, CRP, platelets, hemoglobin, and blood leukocytes. The strong correlation with endoscopic disease activity suggests that FC represents a useful biomarker for noninvasive monitoring of disease activity in UC patients.

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Background: Mucosal healing in ulcerative colitis (UC) is reported to be associated with favourable clinical outcomes such as reduced hospitalization and surgery rates. Activity monitoring by endoscopy has its shortcomings due to invasiveness, costs, and potential patient discomfort. Data on the correlation of noninvasive biomarkers with endoscopic severity in UC are scarce. Aim: to evaluate the correlation between endoscopic activity according to the modified Baron Index and fecal calprotectin, C-reactive protein (CRP), blood leukocytes, and the Lichtiger Index (clinical score). Methods: UC patients with leftsided and extensive colitis undergoing complete colonoscopy were prospectively enrolled and scored clinically and endoscopically. Fecal and blood samples were analyzed in UC patients (in a blinded fashion) and controls. The modified Baron score describes the following 5 endoscopic conditions: 0 = normal, 1 = granular mucosa, edema, 2 = friable mucosa but no spontaneous bleeding, 3 = microulcerations with spontaneous bleeding, 4 = gross ulceration, denuded mucosa. Results: We enrolled 228 UC patients (mean age 41 ± 13 years, 39 female) and 52 healthy controls. Disease was located in 40% in the left colon, 21% had an extensive and 39% a pancolitis. Endoscopic disease activity correlated best with fecal calprotectin (Spearman's rank correlation coefficient r = 0.821), followed by the Lichtiger Index (r = 0.682), CRP (r = 0.556), and blood leukocytes (r = 0.401). Fecal calprotectin was the only marker that could discriminate between different grades of endoscopic activity (grade 0, 25 ± 11 μg/g; grade 1, 44 ± 34 μg/g; grade 2, 111 ± 74 μg/g; grade 3, 330 ± 332 μg/g; grade 4, 659 ± 319 μg/g; P = 0.002 for discriminating grade 0 vs. 1, and P < 0.001 for discriminating grade 1 vs. 2, grade 2 vs. 3, and grade 3 vs. 4). Fecal calprotectin had the highest overall accuracy (91%) to detect endoscopically active disease (modified Baron Index ≥ 2), followed by the Lichtiger Index score of ≥ 4 (77%), CRP > 5 mg/L (69%) and blood leukocytosis (58%). Conclusions: Fecal calprotectin better correlated with endoscopic disease activity than clinical activity, CRP, and blood leukocytes. The strong correlation with endoscopic disease activity suggests that FC represents a useful biomarker for noninvasive monitoring of disease activity in UC patients.

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BACKGROUND AND AIMS: Ficolin-2 is an acute phase reactant produced by the liver and targeted to recognize N-acetyl-glucosamine which is present in bacterial and fungal cell walls. We recently showed that ficolin-2 serum levels were significantly higher in CD patients compared to healthy controls. We aimed to evaluate serum ficolin-2 concentrations in CD patients regarding their correlation with endoscopic severity and to compare them with clinical activity, fecal calprotectin, and CRP. METHODS: Patients provided fecal and blood samples before undergoing ileo-colonoscopy. Disease activity was scored clinically according to the Harvey-Bradshaw Index (HBI) and endoscopically according to the simplified endoscopic score for CD (SES-CD). Ficolin-2 serum levels and fecal calprotectin levels were measured by ELISA. RESULTS: A total of 136 CD patients were prospectively included (mean age at inclusion 41.5±15.4 years, 37.5% females). Median HBI was 3 [2-6] points, median SES-CD was 5 [2-8], median fecal calprotectin was 301 [120-703] μg/g, and median serum ficolin-2 was 2.69 [2.02-3.83] μg/mL. SES-CD correlated significantly with calprotectin (R=0.676, P<0.001), CRP (R=0.458, P<0.001), HBI (R=0.385, P<0.001), and serum ficolin-2 levels (R=0.171, P=0.047). Ficolin-2 levels were higher in CD patients with mild endoscopic disease compared to patients in endoscopic remission (P=0.015) but no difference was found between patients with mild, moderate, and severe endoscopic disease. CONCLUSIONS: Ficolin-2 serum levels correlate worse with endoscopic CD activity when compared to fecal calprotectin or CRP.

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Fecal calprotectin (FC) is a valid biomarker to discriminate with a good sensitivity and specificity the presence of mucosal lesions of the gastrointestinal tube (e.g. ulcers in the context of inflammatory bowel disease (IBD)) from functional disorders (e.g. irritable bowel syndrome). FC is not specific for IBD and can be elevated also in gastrointestinal infections, ischemic colitis or neoplasia. An elevated FC should stimulate further investigations, notably an endoscopic workup. The level of FC correlates with the endoscopic score in Crohn's disease and ulcerative colitis. The correlation of FC and the endoscopic severity is better than the one of CRP or blood leukocytes. Thus, FC can also be used in the follow-up of IBD patients.

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Background: Thus far, the correlation of noninvasive markers with endoscopic activity in ulcerative colitis (UC) according to the modified Baron Index is unknown. We aimed to evaluate the correlation between endoscopic activity and fecal calprotectin (FC), C-reactive protein (CRP), blood leukocytes, and the Lichtiger Index (clinical score). Methods: UC patients undergoing complete colonoscopy were prospectively enrolled and scored clinically and endoscopically in an independent fashion. Fecal and blood samples were analyzed in UC patients and controls. Results: We enrolled 228 UC patients and 52 controls. Endoscopic disease activity correlated best with FC (Spearman's rank correlation coefficient r = 0.821), followed by the Lichtiger Index (r = 0.682), CRP (r = 0.556), and leukocytes (r = 0.401). FC was the only marker discriminating between different grades of endoscopic activity (grade 0, 20}11 mg/g; grade 1, 44}34 mg/g; grade 2, 111}74 mg/g; grade 3, 330}332 mg/g; grade 4, 659}319 mg/g; P = 0.0018 for discriminating grade 0 vs. 1 and P < 0.001 for discriminating all other grades). FC had the highest overall accuracy (91%) to detect endoscopically active disease (modified Baron Index _2), followed by the Lichtiger Index of _4 (77%), CRP larger than 5 mg/L (69%) and blood leukocytosis (58%). Conclusions: FC better correlated with the endoscopic disease activity than clinical activity, CRP, and blood leukocytes. The strong correlation with endoscopic disease activity suggests that FC represents a useful biomarker for noninvasive monitoring of disease activity in UC patients.