1000 resultados para Escolas
Resumo:
Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educao Fsica
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A irreverncia e a criticidade de alguns rappers e o gingar alegre do corpo ertico proposto pelo funk sugerem um novo cenrio para as metrpoles do pas, em que a pluralidade da arte juvenil surge como forma de enfrentamento das marcas deixadas por fraturas sociais profundas. Os conceitos de "viso dionisaca de mundo", "esttica extrema" e "transvalorao dos valores", de Nietzsche, e o "erotismo", segundo Bataille, nortearam o mtodo de ruptura de campo, concebido por Herrmann. Este, essencial para se repensar as noes de autoridade e tradio na sociedade contempornea a partir das ideias veiculadas pelo rap e pelo funk. Consideramos que somente uma etnografia do olhar que apanhe a dimenso ertica e irreverente - a "erptica", segundo Canevacci - destas manifestaes poderia nelas identificar uma esttica afirmativa e crtica, como diria Nietzsche, capaz de produzir uma verdadeira reverso dos valores em nossa sociedade e, no caso, no interior da prpria escola.
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OBJETIVOS: Verificar a idade de introduo de alimentos complementares nos primeiros dois anos de vida e sua relao com variveis demogrficas e socioeconmicas de crianas matriculadas em pr-escolas particulares do municpio de So Paulo. MTODOS: Estudo transversal com informaes demogrficas e socioeconmicas de 566 crianas, sendo verificada a idade em meses de introduo dos alimentos complementares. Foi considerada como varivel dependente a idade em meses da introduo dos alimentos complementares e, como variveis independentes ou explanatrias, a idade e escolaridade maternas, a condio de trabalho materno e a renda familiar. Para anlise da relao entre as variveis, utilizou-se a tcnica de regresso mltipla de Cox. RESULTADOS: 50% das crianas eram do sexo masculino e 61% maiores de 4 anos. A maior proporo das mes tinha nvel superior de escolaridade e trabalhava fora. A renda familiar mostrou uma populao de alto nvel socioeconmico. A gua e/ou ch, frutas e leite no-materno foram introduzidos antes do sexto ms de vida. A varivel 'idade da me' mostrou associao com introduo de trs grupos de alimentos: cereais, carne e guloseimas. CONCLUSO: Alimentos complementares foram introduzidos precocemente nessa populao de nvel socioeconmico elevado e a nica varivel que se associou introduo desses alimentos foi a idade materna.
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Caracterizar o estado nutricional de 3.254 Kaingng de escolas indgenas de 12 terras indgenas do Rio Grande do Sul, Brasil. Transversal de base escolar. Obtidas medidas de peso (P), estatura (E) e circunferncia da cintura (CC) conforme Organizao Mundial da Sade - OMS (1995). Classificao do estado nutricional: crianas: ndices E/I, P/I e P/E, de acordo com o National Center for Health Statistics (WHO, 1995) e E/I, P/I e ndice de massa corporal/idade (IMC/I) de acordo com OMS (2006); adolescentes: IMC/I (OMS, 1995 e 2006) e E/I (OMS, 2006); adultos: IMC (OMS, 1995) e CC (OMS, 2003). Adolescentes representaram 56% dos avaliados, crianas 42,5%, adultos 1,4% e idosos 0,1%. Deficit estatural de 15,1% (OMS, 1995) e 15,5% (OMS, 2006) entre as crianas e de 19,9% entre adolescentes. Freqncias de excesso de peso foram: crianas: 11% (OMS, 1995) e 5,7% (OMS, 2006); adolescentes: 6,7%; adultos: 79,2%. Entre adultos, 45,3% estavam em risco aumentado para doenas metablicas. Observada a transio nutricional no segmento, caracterizada por prevalncias importantes de baixa estatura na infncia e adolescncia e sobrepeso proeminente em todas as faixas etrias.
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OBJETIVO: Avaliar a ingesto alimentar de micronutrientes em pr-escolares no domiclio e em escolas de educao infantil pblicas e particulares. MTODOS: Estudo transversal realizado com 362 pr-escolares entre dois e seis anos de idade, em Caxias do Sul (RS) Brasil, em 2007. A ingesto alimentar na escola foi avaliada por meio do mtodo de pesagem direta individual, e no domiclio, por meio de registro alimentar realizado pelos pais ou responsveis. Foi calculada a ingesto alimentar de clcio, ferro, folato, vitamina A, vitamina C e zinco de acordo com o local da refeio e tipo de escola. RESULTADOS: Houve maior ingesto de alimentos contendo ferro, folato e vitamina C durante o perodo em que as crianas permaneceram na escola infantil, e maior ingesto de clcio, vitamina A e zinco no domiclio. Houve significativamente maior ingesto de alimentos contendo ferro (p=0,03), folato (p=0,03), vitamina A (p<0,01) e vitamina C (p<0,01) pelas crianas da escola particular e maior ingesto de clcio (p<0,01) e zinco (p<0,01) na escola pblica. Quanto prevalncia de inadequao dos micronutrientes, as crianas no apresentaram risco deficiente para ingesto de ferro, folato, vitamina A e C e zinco, porm apenas 67,4% apresentaram ingesto de clcio igual ou acima ao valor de referncia. CONCLUSO: Os achados sugerem que o consumo de clcio, vitamina A e zinco foi maior nos domiclios, apesar de as crianas permanecerem a maior parte do dia nas escolas. O consumo dirio de micronutrientes de crianas de escolas pblicas e particulares no diferiu significativamente, mesmo com diferenas nos cardpios.
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OBJETIVO: Avaliar e caracterizar o consumo de refeies realizadas por adolescentes. MTODOS: Estudo transversal com 71 adolescentes do ensino mdio de escolas tcnicas de So Paulo. Foi utilizado um questionrio que avalia atitudes alimentares de ado-lescentes. As variveis estudadas foram: frequncia, local, com quem realiza as refeies e substituio de refeies por lanches. Os dados foram analisados descritivamente e o teste do qui-quadrado comparou as variveis segundo gnero, considerando nvel de significncia de 5%. RESULTADOS: Do total, 58% eram do gnero feminino. A maioria relatou realizar as principais refeies em casa (88% caf da manh, 91% almoo e 96% jantar). Quanto frequncia do consumo, 49% realizavam todos os dias o caf da manh, 65% o almoo e 51% o jantar. Os adolescentes consumiam tanto o caf da manh (48%) quanto o almoo (39%) sozinhos, enquanto o jantar (77%) era realizado com os pais, havendo, para o jantar, diferena entre gneros (p=0,022). Observou-se que 29% substituam o almoo por lanches e, destes, 17% o faziam uma a duas vezes por semana. No jantar, uma porcentagem maior de adolescentes o subs-titua por lanche (62%), sendo a frequncia de substituio de uma a duas vezes por semana para 42% deles. CONCLUSES: Apesar de os adolescentes realizarem as re-feies em casa, as mesmas no so feitas diariamente nem acompanhadas pelos pais.
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OBJETIVO: Avaliar qualitativamente a composio das lancheiras de crianas do segundo ao quinto ano do ensino fundamental de escolas privadas de So Paulo. MTODOS: O delineamento do estudo foi transversal e a coleta de dados foi realizada em cinco unidades de uma rede particular de ensino, localizadas em regies distintas da Grande So Paulo. A observao dos lanches ocorreu em trs dias no consecutivos do ano de 2008 para cada criana. A amostra foi constituda pela totalidade de crianas do segundo ao quinto ano do ensino fundamental (n=501). Os alunos foram categorizados segundo a presena ou no de cada um dos grupos de alimentos nas lancheiras em pelo menos um dos trs dias de observao. RESULTADOS: Dentre as crianas estudadas, 82% trouxeram cereais; 67% sucos artificiais e outras bebidas; 65% leite e alimentos lcteos; 51% bolo, bolacha e barra de cereais recheados e/ou com cobertura e 35% embutidos, em pelo menos uma dia de coleta. A frequncia de frutas e sucos naturais foi de 33%, e de verduras e legumes foi de 4%. Meninas levaram para a escola com mais frequncia frutas e hortalias (p<0,05). Alunos maiores deixaram de levar lanche escola mais frequentemente do que os menores nos trs dias de observao (11 e 4%, respectivamente; p<0,05). CONCLUSES: A composio das lancheiras dos escolares, apesar de alguns aspectos positivos, mostrou-se inadequada. Houve excesso de alimentos industrializados, geralmente ricos em acares, gorduras e sdio e baixa presena de frutas, verduras e legumes.
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O objetivo do presente estudo foi verificar os fatores determinantes do ndice de massa corporal (IMC) de adolescentes matriculados nas escolas pblicas de Piracicaba, So Paulo. A amostra foi constituda por 328 adolescentes de ambos os sexos, com idade mnima de dez anos. Verificou-se peso, estatura, maturao sexual, atividade fsica e consumo alimentar. Foi usado um modelo de regresso linear mltipla para verificar a associao entre as variveis independentes e o IMC. Enquanto as meninas consideradas fisicamente ativas apresentaram maior mdia de IMC do que as insuficientemente ativas, a mdia do IMC dos meninos no apresentou diferena estatstica quando comparada entre meninos ativos e insuficientemente ativos. A maturao sexual foi determinante do IMC, para ambos os sexos, reforando a ideia de que fundamental levar em considerao essa varivel em estudos que avaliam o estado nutricional em adolescentes. Acredita-se que os mtodos utilizados no presente estudo, os quais so normalmente utilizados em pesquisas semelhantes, apresentaram importantes limitaes para avaliar a influncia do nvel de atividade fsica e do consumo alimentar sobre o IMC dos adolescentes. Dessa forma, ressalta-se a necessidade de aprimoramento desses mtodos para adoo em futuros estudos.
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OBJETIVO: verificar a prevalncia de sobrepeso e obesidade segundo sexo e idade em crianas de 2 a 6 anos de idade, alunos de escolas particulares no municpio de So Paulo. MTODO: foram realizadas medidas de peso e de altura para verificao do estado nutricional de oitocentos e seis crianas de ambos os sexos. Para a classificao do estado nutricional das crianas foram utilizadas as curvas de percentis do ndice de Massa Corporal (IMC = Peso (kg) / Altura (cm)) para idade, conforme padro de referncia do Multicentre Growth Study, recomendado pela Organizao Mundial de Sade que classifica como sobrepeso valores de percentis > 85 e < 97 e para a obesidade valores < 97. Para anlise da relao entre sexo, idade da criana e estado nutricional utilizou-se modelo linear generalizado de regresso mltipla (glm) com ligao logartmica e famlia binomial, que permite, diretamente, a estimao das razes de prevalncias. A prevalncia de sobrepeso+obesidade foi 37,2 por cento para o sexo masculino e 33,4 por cento para o sexo feminino. A razo de prevalncia (RP) mostrou que no existe diferena significativa entre obesidade e sobrepeso+obesidade para sexo e idade. CONCLUSO: observaram-se prevalncias de sobrepeso e de obesidade superiores s prevalncias mdias da populao brasileira. Os resultados encontrados neste estudo reforam a preocupao com a obesidade infantil que aparentemente vem crescendo, em idades mais precoces como dos pr-escolares
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presente estudo descreve a prtica de aleitamento materno e verifica possveis fatores de associao com a durao do aleitamento materno exclusivo e aleitamento materno em crianas de escolas particulares do municpio de So Paulo. Fizeram parte do estudo 566 crianas, com 2 a 6 anos completos de idade. Foi considerada como varivel dependente a durao do aleitamento materno (aleitamento materno exclusivo e aleitamento materno), e como independente idade e escolaridade materna, condio de trabalho da me e sexo da criana. A caracterizao da amostra apresentada por meio de distribuies de freqncias. A varivel aleitamento materno foi descrita em categorias, e para anlise foi utilizada como varivel contnua. Para a anlise da relao entre durao do aleitamento materno e as variveis independentes utilizou-se a tcnica de regresso mltipla de Cox adotando-se critrio p < 0,05 para deciso de significncia. No houve associao entre as variveis estudadas e tempo de durao das duas formas de aleitamento. Cerca de 80% das crianas deixaram de ser amamentadas exclusivamente antes dos seis meses de vida, o que mostra a necessidade de continuar o desenvolvimento de aes para incentivo e apoio amamentao
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Este artigo baseia-se em dissertao de mesmo ttulo, apresentada Universidade do Sul de Santa Catarina. Tem por objetivo estimar a prevalncia da sndrome de burnout em professores do Ensino Mdio da rede pblica estadual em Tubaro (SC). Um grupo de 101 professores de sete Escolas de Ensino Mdio, com atividades em sala de aula, responderam a um questionrio de dados sociodemogrficos e funcionais e ao Maslach burnout inventory - educators survey. Verificou-se a existncia de correlao entre os escores fatoriais das trs dimenses da sndrome de burnout e as variveis independentes. A prevalncia da sndrome de burnout foi de 12,9%. Encontrou-se correlao positiva entre tempo de servio e a dimenso Despersonalizao (r=0,2101; p=0,035), bem como entre a dimenso Despersonalizao e a situao funcional (r =0,2929; p=0,003). Os resultados indicam alta chance de desenvolvimento de burnout ou burnout em curso. A adoo de medidas de promoo sade mental dos professores poderia evitar a despersonalizao entre professores observada nesse estudo
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O Programa Banda Larga nas Escolas tem por objetivo a inclus??o das tecnologias de informa????o e comunica????o (TIC) na realidade das escolas p??blicas urbanas nacionais, sem ??nus para os estados e munic??pios, com dura????o dos servi??os at?? 2025. Para isso foi adotado um modelo de parceria p??blico-privada com reflexo direto na condu????o e na dura????o do programa, que ultrapassa as a????es de um governo para ser reconhecido como a????o de Estado com mais de 20 anos de dura????o e perspectiva para perdurar como obriga????o nas futuras concess??es da explora????o de servi??os de telefonia e transporte multim??dia no pa??s. At?? o segundo trimestre de 2010, j?? estavam conectadas 47.204 escolas, que correspondem a 84% do compromisso inicial (56 mil escolas). Esse n??mero de conex??es beneficia um n??mero aproximado de 30 milh??es de alunos da rede p??blica
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Dando sequ??ncia aos debates iniciados em 2004 e 2005 e que tiveram como produto o livro ???Gest??o por compet??ncias em organiza????es de governo???, a Mesa-redonda de Pesquisa-A????o vers??o 2009 prop??e-se a suprir uma lacuna importante: discutir a atua????o do Sistema de Escolas de Governo da Uni??o em face das diretrizes da Pol??tica Nacional de Desenvolvimento de Pessoal (PNDP) ??? Decreto n?? 5.707 de 23 de fevereiro de 2006
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A MRPA Diversidade e Capacita????o em Escolas de Governo reuniu especialistas e dirigentes de variadas origens para pensar a constru????o de alternativas para a inser????o dos temas diversidade, igualdade de g??nero, igualdade racial e direitos humanos nos programas de capacita????o e forma????o desenvolvidos em escolas de governo