1000 resultados para Escala Bayley II


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INTRODUCTION: Two important risk factors for abnormal neurodevelopment are preterm birth and neonatal hypoxic ischemic encephalopathy. The new revisions of Griffiths Mental Development Scale (Griffiths-II, [1996]) and the Bayley Scales of Infant Development (BSID-II, [1993]) are two of the most frequently used developmental diagnostics tests. The Griffiths-II is divided into five subscales and a global development quotient (QD), and the BSID-II is divided into two scales, the Mental scale (MDI) and the Psychomotor scale (PDI). The main objective of this research was to establish the extent to which developmental diagnoses obtained using the new revisions of these two tests are comparable for a given child. MATERIAL AND METHODS: Retrospective study of 18-months-old high-risk children examined with both tests in the follow-up Unit of the Clinic of Neonatology of our tertiary care university Hospital between 2011 and 2012. To determine the concurrent validity of the two tests paired t-tests and Pearson product-moment correlation coefficients were computed. Using the BSID-II as a gold standard, the performance of the Griffiths-II was analyzed with receiver operating curves. RESULTS: 61 patients (80.3% preterm, 14.7% neonatal asphyxia) were examined. For the BSID-II the MDI mean was 96.21 (range 67-133) and the PDI mean was 87.72 (range 49-114). For the Griffiths-II, the QD mean was 96.95 (range 60-124), the locomotors subscale mean was 92.57 (range 49-119). The score of the Griffiths locomotors subscale was significantly higher than the PDI (p<0.001). Between the Griffiths-II QD and the BSID-II MDI no significant difference was found, and the area under the curve was 0.93, showing good validity. All correlations were high and significant with a Pearson product-moment correlation coefficient >0.8. CONCLUSIONS: The meaning of the results for a given child was the same for the two tests. Two scores were interchangeable, the Griffiths-II QD and the BSID-II MDI.

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O presente estudo aborda o desenvolvimento de crianças em instituição de acolhimento infantil (abrigo) a partir da utilização de escalas avaliativas. Destaca-se compreender o desenvolvimento, sob o enfoque de aspectos relacionados à comunicação, coordenação motora fina e grossa, resolução de problemas e comportamento pessoal-social. Participaram da pesquisa seis crianças com idades compreendidas entre 4 e 9 meses e as educadoras de referência dos dormitórios das crianças envolvidas no estudo. Para tanto, utilizou-se dados coletados da avaliação de crianças a partir da aplicação das escalas Ages and Stages Questionnaires third edition (ASQ- 3) e Bayley Scales of Infant Development second edition. As crianças selecionadas para o estudo também foram observadas através de um Roteiro de Observação Sistematizada, estruturado previamente com inspiração em três escalas de desenvolvimento para crianças de 1 a 12 meses. Dados referentes à história pregressa de todas as crianças envolvidas no estudo, também foram considerados e obtidos por meio de relatos informais da equipe da instituição de acolhimento e através de documentos (prontuários) junto à direção. A avaliação demonstrou que cinco das seis crianças avaliadas pela ASQ-3, tiveram seus resultados ratificados pelas escala Bayley II e destas, quatro estão em risco para o desenvolvimento e necessitariam de avaliação mais aprofundada nas áreas de coordenação motora ampla e resolução de problema. O estudo realizado, além de contribuir para a compreensão do desenvolvimento das crianças nessas instituições, principalmente, no sentido de prevenir os danos oriundos da ausência de atenção precoce, demonstra, ainda, que as educadoras presentes nesses locais podem ser capazes de avaliar alterações que possam surgir no curso do desenvolvimento das crianças sob sua responsabilidade, pois os resultados do instrumento de triagem utilizado pelas educadoras foram ratificados pela avaliação realizada por um profissional a partir da escala Bayley. Propõe-se que estudos futuros possam reconhecer a importância das educadoras neste processo.

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El diagnóstico oportuno en pancreatitis aguda es clave para abordar adecuadamente al paciente, para disminuir complicaciones. En la evaluación de la severidad de la pancreatitis, se cuenta con la escanografía; útil en la determinación de complicaciones locales; sin embargo, es necesario establecer su correlación con el curso clínico del paciente, evaluado mediante la escala APACHE II que cuenta con diversas variables. METODOLOGIA: Determinar la correlación entre las escalas clínica e imagenológica en la evaluación de severidad de la pancreatitis. Para esto, se revisan historias clínicas de la Fundación Cardio - Infantil de pacientes con pancreatitis aguda, se revisa si cumplen criterios de inclusión, y se emplea análisis estadístico descriptivo en SPSS, para establecer correlación entre las variables. RESULTADOS: Existe pobre correlación entre las variables, porque son escalas que evalúan parámetros diferentes, lo que hace que estas escalas se complementen. DISCUSION: Se analizaron 189 pacientes, de una población de 264; los restantes no cumplían criterios de inclusión. Las características demográficas y la etiología de la pancreatitis son muy similares a las descritas en otros estudios. Se tomaron paraclínicos para definir criterios de Ramson; y se les realizó escanografía abdominal para buscar complicaciones locales; de acuerdo a la escala BALTHAZAR-INDICE DE SEVERIDAD; y la evaluación clínica APACHE II, para hacer seguimiento clínico. El criterio de ingreso a UCI se evalúa con la escala APACHE II que puede hacerse periódicamente; posteriormente se evaluó coeficientes de correlación entre las variables con mayor impacto en pronóstico. PALABRAS CLAVES: Pancreatitis aguda, Severidad, Apache II, BALTHAZAR

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Estudio de la eficacia de los programas de atención temprana en niños prematuros y/o con bajo peso al nacer y su relación con el control del estrés de los padres. Muestra inicial formada por 128 niños/as y sus progenitores de los cuales 53 formaron el grupo experimental y tenían la condición de pertenecer a un grupo de riesgo biológico (prematuros y/o bajo peso) y 75 constituían el grupo de control y eran niños/as nacidos a término. Los instrumentos utilizados para recoger la información: Escala NBAS (Neonatal Behavioral Assesment Scale) de Brazellon (1995/97). Escalas de Evaluación del Desarrollo Infantil de Bayley II (Bayley, 1993). Parenting Stress Index (PSI), Abidin 1995. Escala de Observación del Desarrollo (EOD, Secadas, 1992). Perinatal Risk Inventory (Scheiner y Sexton, 1991). Una entrevista semiabierta a los padres sobre la vida y la salud del niño y una encuesta sobre el grado de satisfacción con el Servicio de Atención Temprana, ambas elaboradas por el autor. Se evaluó a los niños prematuros en su primer mes de vida, a los nacidos a término y a los padres de ambos grupos. Para comparar el potencial efecto de mejora de los programas de AT sin hacer depender dicha mejora de los índices de desarrollo, se compararon los resultados del niño consigo mismo en distintos momentos temporales constituyéndose un índice de mejora individual.. La condición biológica de nacimiento no siempre predice la evolución de los niños de forma que parecen concurrir variables ambientales sobre todo familiares, condiciones de crianza, de estimulación ambiental que pueden intervenir decisivamente en este progreso. En la investigación estas variables son las que se han mostrado más activas..

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The Purpose of this study was: (a) to assess and to compare anxiety and depression symptoms in mothers of preterm neonates during hospitalization in the Neonatal Intenive Care Unit, after discharge, and at the end of the infants` first year of life and (b) to assess the child`s development at 12 months of chronological corrected age (CCA). Thirty-six mothers, with no psychiatric antecedents assessed with the SCID-NP were evaluated by STAI and BDI The infants were assessed with Bayley-II Scales. There was a significant decrease in clinical symptoms of state-anxiety in mothers (p =.008). comparing the period during hospitalization and after discharge of the infants. Clinical symptoms of anxiety and depression were observed in 20% of the mothers at the end of the infants` first year of age. The majority of the infants exhibited normal development on Bayley-II at 12 months CCA: however. 25% of the infants displayed cognitive problems and 40% motor problems. The mothers` anxiety and depression symptoms decreased it the end of the first year of life of the pre-term infants and the children showed predominately normal development Lit this phase.

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OBJETIVO: Analisar a associação entre a qualidade do estímulo doméstico e o desempenho cognitivo infantil, identificando o impacto da escolaridade materna sobre a qualidade dessa estimulação. MÉTODOS: Estudo de corte transversal, com 350 crianças entre 17 e 42 meses, examinadas em 1999, em áreas centrais e periféricas de Salvador, Estado da Bahia. Utilizou-se um questionário socioeconômico, o inventário Home Observation for Measurement of the Environment Scale (HOME) para mensurar a estimulação no ambiente familiar, e a escala Bayley de desenvolvimento infantil. Foram realizadas análises univariadas e múltiplas, por meio da regressão linear, considerando nível de significância de 5%. RESULTADOS: Encontrou-se associação positiva (beta=0,66) e estatisticamente significante entre a qualidade da estimulação no ambiente doméstico e o desempenho cognitivo infantil. Parte do efeito da estimulação sobre a cognição foi mediada pela condição materna de trabalho e seu nível de escolaridade. Verificou-se que as crianças ocupando as primeiras ordens de nascimento, convivendo com reduzido número de menores de cinco anos, usufruem de melhor qualidade da estimulação no ambiente doméstico. Esse padrão de estimulação se mantém entre crianças convivendo com seus pais, cujas mães possuem melhor escolaridade, trabalham fora e convivem com companheiros no ambiente familiar. CONCLUSÕES: Confirma-se a importância da qualidade do estímulo doméstico para o desenvolvimento cognitivo infantil, além do relevante papel das condições materiais e dinâmica familiar. Os achados apontam a pertinência de ações de intervenção que favoreçam a qualidade do ambiente e da relação cuidador-criança para o desenvolvimento cognitivo.

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Tese de Doutoramento em Engenharia Industrial e de Sistemas

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Establecer las relaciones de influencia y permeabilidad entre dos componentes del mapa cognitivo, localizacional y atributo contextual, así como dar respuesta a las distorsiones e inconsistencias de los juicios de distancia y dirección. Se someten a verificación empírica algunos modelos explicativos de los fenómenos de asimetría semántica y de distancia espacial. Estudio I: 32 sujetos, estudiantes de Psicología, 9 varones y 23 hembras entre 17 y 21 años de edad. Estudio II: 45 estudiantes de Psicología y COU. Experimento I: 31 alumnos de Psicología y COU. Experimento II: 24 alumnos de Psicología y COU. Estudio I: todos los sujetos debían enumerar atributos de los 57 lugares presentados. Estudio II: los sujetos debían enumerar atributos para cada lugar, de los 12 seleccionados. Experimento I: se utilizó el método de comparaciones por pares. El sujeto evaluaba la similitud-disimilitud entre dos lugares, mediante una escala. Experimento II: todos los sujetos realizaron estimaciones de orientación y distancia entre cada par de lugares. Estudio I: los estímulos fueron 57 lugares de Santa Cruz de Tenerife. Estudio II: fueron seleccionados 12 lugares de los 57 anteriores. Seis de ellos eran típicos y seis no típicos. Experimento I: como estímulos, los 12 lugares del estudio anterior. Experimento II: test de rotaciones mentales, test de relaciones espaciales, cuestionario de imaginabilidad de Gordon, cuestionario de viveza imaginativo-visual y la escala de deseabilidad social. Como estímulos: 132 pares de lugares del experimento anterior. Estudio I: a. Cálculo de frecuencias. b. Cálculo del índice de parecido familiar. Correlaciones de Pearson. Estudio II: a. Coeficiente de correlación de Spearman. b. Índice de optimización. c. Índice de optimización global. d. Índice de atributos diferenciales. e. Correlaciones de Pearson. Experimento I: a. Los juicios de similitud fueron analizados con el alogaritmo Indscal. b. Análisis de correlación. c. Análisis de covarianza. Experimento II: a. Correlaciones de Pearson. b. Análisis de regresión. Análisis multivariado de covarianza. d. Medias aritméticas y desviaciones típicas. 1. Se ha puesto de manifiesto que el mapa cognitivo contiene lugares de referencia típicos y otros menos típicos. El continuo de tipicidad se basa en un conjunto de características perceptivo-semánticas, y es sustentado por relaciones de parecido familiar. No existe una mera analogía entre tipicidad semántica y geográfica, sino que las dos se manifiestan en el mapa cognitivo y estan relacionadas. 2. Tendemos a percibir los lugares, de acuerdo a ciertos atributos comunes de naturaleza no localizacional, que sirven para agruparlos según relaciones de similitud, pero también que la similitud depende de la proximidad. 3. Se evidencia que la irreversibilidad de las estimaciones de distancia depende de la interacción de dos parámetros: la tipicidad y la densidad de la zona a que pertenecen los estímulos. Investigación novedosa por la consideración conjunta de factores espaciales y semánticos en el mapa cognitivo, y conjugar teorías actuales en la exploración de las distorsiones de la representación de espacios a gran escala.

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Objetivo: El numero de cirugías ortopédicas mayores aumenta progresivamente, y constantemente se buscan mejorar los deselances. Un punto que puede impactar los deselances funcionales y de morbi-mortalidad son los medicamentos crónicos y su manejo en el perioperatorio. Existe un vacio de conocimiento para la comunidad ortopédica en este punto, sobre cuales son los medicamentos que exponen un mayor riesgo y cual es su manejo basado en la evidencia. El propósito de este trabajo fue desarrollar una revisión sistematica para dar unas recomendaciones de manejo de medicamentos crónicos en el perioperatorio de cirugia ortopédica. Metodos: Se realizo una revisión del tema y se incluyeron los estudios de investigación secundaria (revisiones sistemáticas/guias) evaluando su calidad mediante la escala AGREE II. Se realiza una priorización de acuerdo a criterios definidos Posteriormente en los medicamentos en los que no existían revisiones y que fueran prioritarios se realiza una revisión sistematica en las bases de datos MEDLINE, EMBASE y CENTRAL para generar recomendaciones de acuerdo a la metodología SIGN Resultados: Se describio un grupo de medicamentos asociados a mayor riesgo en el grupo de pacientes ortopédicos. Se realizo revisión sistematica de un grupo de medicamentos y se generaron recomendaciones de todos los grupos de medicamentos basados en la evidencia y en el análisis riesgo/beneficio. Conclusiones: Los medicamentos crónicos impactan deselances de importancia en el perioperatorio. Los estudios epidemiológicos sobre el manejo de estos medicamentos son heteregoneos y de baja calidad, sin embargo es necesario condensar la información y generar una recomendación basados en la evidencia.

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Proponer las bases sobre las que construir un modelo consensuado de evaluación del profesorado de educación secundaria. Con este fin, se plantean objetivos específicos: efectuar un análisis documental y comparativo de los sistemas y modelos de evaluación, elaborar un marco global sobre los distintos aspectos en la implantación del proceso evaluativo, contrastar los resultados obtenidos a través de una consulta al profesorado con las aportaciones que puedan realizar sectores representativos de la administración.. Profesores de enseñanza secundaria de Institutos de Bachillerato y Formación Profesional urbanos, semiurbanos y rurales, de las Comunidades de Aragón, Asturias, Cataluña, Valencia, País Vasco y Cantabria.. 1.Recaba información pertinente en relación con los sistemas de evaluación del profesorado de secundaria, así como sobre la problemática que conlleva la implantación del proceso evaluativo. 2.Partiendo de un estudio piloto, elabora y somete a consulta un cuestionario que responde a tres tipos de preguntas: I.Estimación de actitudes (escala categórica), II. Elección de preferencias (escala ordinal) y III. Estimación de opiniones (escala de intervalo). Se plantean tres variables: Comunidad Autónoma, tipo de centro y ubicación. 3.Contrasta y depura los datos mediante las aportaciones de otras audiencias.. Grupos de discusión (focus groups), técnica Delphi, encuestas de opinión sobre: necesidad de la evaluación, finalidad, fuentes de información, agentes de evaluación, estrategias evaluativas, temporalización, criterios de valor, consecuencias, garantías y aspectos deontológicos.. Tablas, porcentajes, Pearson, matriz de cruces.. Los profesores consideran necesaria su evaluación, anual para la docencia y trienal para otras actividades, y opinan que ésta debe tener objetivos formativos, mientras que mantienen una opinión neutra con respectos a los objetivos sumativos (control e incentivos). Se rechaza ser evaluado por los órganos colegiados del centro, padres e inspectores, aunque se acepta con reparos la evaluación por el entorno más inmediato y expertos externos. Consideran como consecuencias positivas de la evaluación docente la promoción, el tiempo y las ayudas para la formación. Es fundamental la confidencialidad de los resultados de la evaluación y otras cuestiones deontológicas.. A partir de los resultados de la encuesta sobre la evaluación del profesorado, se plantean una serie de propuestas para la reflexión: 1.el rol profesional del docente, actualmente indefinido, 2.los sistemas de control del profesorado, hacia los que existe un rechazo, 3.las condiciones del modelo evaluador y 4. la participación de todas las partes implicadas en la construcción del modelo.

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Realizar un análisis comparativo de las alteraciones de comprensión verbal en autistas y otros sujetos con trastornos profundos en el desarrollo. Proponer iniciativas que permitan optimizar, mediante la acción educativa, el desarrollo de las habilidades y procesos implicados en la comprensión del lenguaje. 54 niños y niñas y adolescentes de Madrid y Valladolid, repartidos en 5 grupos: 2 grupos de autistas, 2 con síndrome de Down y un grupo de control de sujetos sin discapacidad. En primer lugar, se realiza un estudio teórico sobre el tema. La investigación empírica se lleva a cabo mediante cinco tareas: escala de comprensión lingüística del TEDEPE, Test for Reception Of Grammar (TROG), tarea de categorización, de cumplimiento de consignas verbales con miniaturas y tarea de juicios y repetición de enunciados gramaticalmente anómalos. Cada una de estas tareas se aplica únicamente a los grupos que pueden aportar comparaciones estadísticas teóricamente relevantes. Pruebas de evaluación psicométrica del nivel de inteligencia no verbal y del nivel de desarrollo, test de Peabody, Inventario Conductual de Autismo. Tablas, escala Bayley (BSID), Terman-Merrill, escalas de Wechsler (WIPPSI y WISC). Las personas con autismo y otros trastornos profundos del desarrollo presentan un patrón retrasado de desarrollo de los componentes del conocimiento lingüístico y conceptual funcionalmente implicados en la comprensión verbal. Sin embargo, los autistas presentan una mejor competencia sintáctica que los de síndrome de Down. Asímismo, existe una mayor competencia semántica en ambos grupos que la que se desprendía de los resultados de estudios anteriores. Se confirma la importancia y necesidad de reflexión sobre los actuales programas de intervención educativa. Para ello, es de gran utilidad el análisis de los patrones de ejecución observados.

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Objetivo: Analizar la mortalidad en la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) del Hospital Central de Mendoza y evaluar el valor predictivo de la escala APACHE II (Evaluación Fisiológica Aguda y de Salud Crónica). Material y Método: Se realizó un estudio retrospectivo y observacional de los pacientes ingresados a la Unidad de Cuidados Intensivos del Hospital Central de Mendoza, desde el 01/11/06 hasta el 31/03/08. Se calculó la distribución de sexos y de edades de la muestra, la estadía promedio, principales motivos de ingreso a la UCI y la puntuación APACHE II en las primeras 24 horas de internación. Se calculó la mortalidad esperada y la mortalidad obtenida global y se analizó el coeficiente entre ambas mortalidades. Resultados: Se incluyeron 904 pacientes, 61,82% masculinos y 38,18% femeninos, con una edad media 46 años (±19,36). Estadía promedio en la UCI 8,5 días promedio. El principal motivo de internación fueron los Traumatismos Encéfalocraneanos (TEC) con un 27,7% del total (86% asociados a politraumatismo grave). La mortalidad global obtenida fue del 41,48% vs. 24,08% esperable, con un coeficiente de mortalidad de 1,72 (p<0,0001). Conclusiones: La UCI estudiada presenta por las características de la población asistida un elevado índice de mortalidad global. La mortalidad obtenida fue 72% mayor a la mortalidad esperable según la puntuación APACHE II, demostrando esta Escala un bajo valor predictivo en nuestra UCI. La diferencia entre mortalidades podría parcialmente explicarse por la alta prevalencia de entidades con mortalidades subvaloradas por este modelo pronóstico, como pacientes politraumatizados y neurocríticos. En nuestro estudio, la Escala APACHE II presentó una franca subestimación de la mortalidad en ambas patologías. Sugerimos la realización de un estudio de regresión logística local para determinar un factor de corrección y/o adicionar puntos al valor APACHE II según el diagnóstico de ingreso del paciente. Asimismo, proponemos evaluar el empleo de medidas alternativas para predecir mortalidad, como sistemas de tercera generación (por ejemplo: APACHE III, MPM II y SAPS II).

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Investigación del vocabulario de la Biología. Cuáles son las constantes y variables del léxico y terminología biológicos, es decir, la estructura y morfología del contenido conceptual de esta ciencia en su codificación didáctica. Textos extraídos de libros y revistas publicados entre 1970 y 1985. Se obtuvo la frecuencia con que aparecen los adjetivos calificativos y verbos en los textos y revistas biológicas. Una vez conseguido este banco de datos se procedió a subdividir la lista general en deciles. A continuación se calculó el índice de exclusividad y especificidad a partir del decil correspondiente a cada adjetivo y verbo. Además se asignó cada uno de los adjetivos a una rama de la Biología y a un nivel de organización. Muestreo y tratamiento informático. Procesamiento de la información con sistemas informáticos y muestreo de adjetivos calificativos y verbos, despreciando los términos de frecuencia menor o igual a 3. Se obtiene una muestra de 110.199 términos. Para facilitar el tratamiento estadístico y poder cuantificar la importancia del uso de cada palabra, se procedió a subdividir la lista general en deciles. 110.199 términos pertenecientes a 2711 vocablos diferentes, distribuídos en dos terceras partes de adjetivos (1630) y una tercera parte de verbos (1081) con sus correspondientes frecuencias y agrupados en los siguientes listados: relación de adjetivos ordenados alfabéticamente; relación de adjetivos ordenados por frecuencias; relación de verbos ordenados alfabéticamente; relación de verbos ordenados por frecuencias; relación de adjetivos con índice de exclusividad de menos tres (adjetivos con significado biológico); relación de verbos con índice de exclusividad de menos tres (verbos con significado biológico); relación de adjetivos con significado biológico agrupados por índice de especificidad; relación de verbos con significado biológico agrupados por índice de especificidad. Se estima que este estudio suministra una información objetiva que permite conocer la extensión, composición, graduación, especificidad y exclusividad del vocabulario biológico. Mejorar la enseñanza de la Biología posibilitando el empleo sistemático de una escala lexicométrica. Mejorar las pruebas de evaluación al permitir utilizar los índices de las escalas para conseguir mayor adecuación y objetividad. Posibilitar una enseñanza sistemática del vocabulario biológico. Establecimiento de los conceptos biológicos actuales en cuanto banco de datos para estudios futuros.

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Tesis (Optometra). -- Universidad de La Salle, Facultad de Ciencias de La Salud. Programa de Optometria, 2014