768 resultados para Equino - Sêmen
Resumo:
Pós-graduação em Biotecnologia Animal - FMVZ
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Dissertação de Mestrado, Engenharia Zootécnica, 4 de Janeiro de 2016, Universidade dos Açores.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FMVZ
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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FMVZ
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FMVZ
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A utilização do sêmen resfriado na espécie equina é amplamente difundida, no entanto, quando se trata do sêmen congelado existem certos entraves, os quais tornam o emprego desta biotécnica limitado. Porém seu uso está crescendo e com isso pesquisas com meios diluidores e protocolos de congelação têm sido realizados, a fim de se estabelecer um protocolo que seja eficiente para a congelação do sêmen da maioria dos garanhões. Essa revisão sistemática tem como objetivo a análise de estudos que tratam da congelabilidade do sêmen equino, bem como os principais componentes de um meio diluidor, a fim de demonstrar suas funções e fornecer alternativas para a substituição ou associação, principalmente de crioprotetores. Para tanto, foram utilizadas bases de dados com a seguinte estratégia: criopreservação, congelamento, diluentes, crioprotetores, glicerol, leite, sêmen e equino, presentes no título ou resumo. Dentre os artigos encontrados foram selecionados 15 artigos nas línguas portuguesa, espanhola e inglesa, publicados em revistas científicas ou teses de mestrado, doutorado e trabalhos de conclusão de curso. Tais artigos permitiram concluir que não existem protocolos de congelamento definidos para grupos de animais, mas que deve ser observado cada indivíduo, ressaltando sua peculiaridade e estabelecendo o melhor diluente e protocolo
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Este estudo avaliou os efeitos de diferentes bimestres dentro da estação de monta sobre características reprodutivas de éguas. Foram utilizados 147 ciclos estrais de 100 éguas, por duas estações de monta consecutivas, com controle folicular por palpação retal diária e inseminação artificial com sêmen diluído, resfriado e transportado a 14ºC por 3,5 horas. Os grupos experimentais foram constituídos segundo cada bimestre da estação, a saber outubro/novembro, dezembro/janeiro e fevereiro/março, de acordo com a data de ovulação de cada ciclo estral. Os resultados demonstraram (na ordem citada dos bimestres) melhor taxa de concepção ao primeiro ciclo em dezembro/janeiro (42,9%; 70,0%, 28,6%), melhor taxa de concepção por ciclo também em dezembro/janeiro (45,6%; 63,5%; 29,6%), e melhor eficiência de prenhez em outubro/novembro e em dezembro/janeiro (4,4; 6,0; 2,3). Quanto às características ovulatórias, como tamanho do folículo à ovulação e tempo de crescimento folicular, não houve diferença entre os grupos. Conclui-se pela possibilidade de eliminação dos meses extremos da estação de monta sem prejuízo da eficiência reprodutiva do rebanho.
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Para estudar o efeito da idade sobre características ovulatórias e de fertilidade, 147 ciclos estrais de 99 éguas foram agrupados em classes por idade (1 - 3-6 anos; 2 - 7-10 anos; 3 - 11-14 anos; e 4 - 15-19 anos), de acordo com o ano do nascimento. As éguas foram inseminadas com sêmen diluído, resfriado e transportado de apenas um garanhão, três vezes por semana (segundas, quartas e sextas-feiras).O controle folicular, por meio da palpação retal, e a rufiação foram realizados diariamente, durante todo o período experimental. Utilizou-se, para o transporte, o sêmen diluído no diluidor de leite desnatado-glicose no conteiner Celle modificado, sendo a dose inseminante de 400 x 10(6) espermatozóides móveis, no momento da diluição final, pré-resfriamento. O tempo médio da coleta do sêmen à inseminação artificial foi de 3,5 horas e a temperatura final do sêmen, no momento da inseminação, de 14ºC. Não houve influência da idade sobre a velocidade de crescimento folicular e o tamanho do folículo ovulatório. A fertilidade decaiu após os 15 anos de idade, traduzida pela diminuição da taxa de concepção/ciclo e eficiência de prenhez, entretanto, não foram observadas características indicativas de senescência até os 19 anos de idade.
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Cento e vinte ciclos estrais de cento e cinco fêmeas eqüinas da raça Mangalarga Marchador foram analisados com o objetivo de estudar o efeito do número de inseminações artificiais por ciclo sobre a fertilidade de éguas inseminadas com sêmen resfriado. Os ciclos foram acompanhados por palpação retal e rufiação, e as inseminações realizadas a cada 48 horas, a partir de um folículo de 30-35 mm de diâmetro até a ovulação, com sêmen diluído, resfriado a 20ºC e transportado. As éguas foram aleatoriamente distribuídas nos seguintes grupos: T1 - uma IA/ciclo, T2 - duas IA/ciclo e T3 - três ou mais IA/ciclo. As taxas de concepção ao primeiro ciclo foram, respectivamente, para T1, T2 e T3, de 47,83% (11/23), 70,00% (21/30) e 45,16% (14/31) e, após cinco ciclos, de 51,43% (18/35), 48,89% (22/45), e 47,50% (19/40) (P>0,05). O número de IA/ciclo não teve efeito sobre a fertilidade das éguas.