49 resultados para Enema


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Fleet enemas are hypertonic solutions with an osmotic action and a high concentration of phosphate. When retained in the human body they have a great toxic potential, causing severe hydro-electrolyte disorders in children, especially in newborns. We report the case of a previously healthy 8-day-old newborn who needed neonatal intensive care treatment after the inadvertent administration of an osmotically active hypertonic phosphate enema. Taking into account that phosphate removal by peritoneal dialysis (PD) strongly depends on total dialysate turnover, we chose continuous flow PD (CFPD) as the treatment option, with a successful outcome. Clinical experience with this dialytic modality is limited to a few case reports in pediatric and adult patients. To the best of our knowledge, we report here the first description of CFPD in the setting of acute phosphate nephropathy in the neonatal period. The modality of PD described here has potential as an alternative management option as it is a highly efficient, methodologically simple, and low-cost method without any need for sophisticated equipment. Physicians and parents should be aware of the adverse effects of a hypertonic phosphate enema and should never use these medications in infants and newborns.

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Sondaje rectal. Definición: Introducción de una sonda flexible a través de los esfínteres anales externo e interno. Objetivo: Administrar un enema o ayudar a reducir la flatulencia. Material: Sonda rectal, lubricante, empapador, guantes limpios, esparadrapo antialérgico y bolsa colectora (opcional)...

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AIM: According to the French GRECCAR III randomized trial, full mechanical bowel preparation (MBP) for rectal surgery decreases the rate of postoperative morbidity, in particular postoperative infectious complications, but MBP is not well tolerated by the patient. The aim of the present study was to determine whether a preoperative rectal enema (RE) might be an alternative to MBP. METHODS: An analysis was performed of 96 matched cohort patients undergoing rectal resection with primary anastomosis and protective ileostomy at two different university teaching hospitals, whose rectal cancer management was comparable except for the choice of preoperative bowel preparation (MBP or RE). Prospective databases were retrospectively analysed. RESULTS: Patients were well matched for age, gender, body mass index and Charlson index. The surgical approach and cancer characteristics (level above anal verge, stage and use of neoadjuvant therapy) were comparable between the two groups. Anastomotic leakage occurred in 10% of patients having MBP and in 8% having RE (P = 1.00). Pelvic abscess formation (6% vs 2%, P = 0.63) and wound infection (8% vs 15%, P = 0.55) were also comparable. Extra-abdominal infection (13% vs 13%, P = 1.00) and non-infectious abdominal complications such as ileus and bleeding (27% and 31%, P = 0.83) were not significantly different. Overall morbidity was comparable in the two groups (50% vs 54%, P = 0.83). CONCLUSION: A simple RE before rectal surgery seems not to be associated with more postoperative infectious complications nor a higher overall morbidity than MBP.

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OBJETIVO: Verificar, retrospectivamente, a prevalência do refluxo cecoileal diagnosticado pelo enema opaco, caracterizar sua distribuição etária e sexual e classificá-lo conforme o grau de intensidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram revistos 715 enemas opacos, incluindo 268 homens e 447 mulheres com idade média de 54 anos. RESULTADOS: Dos 715 casos examinados, 46,5% apresentaram refluxo cecoileal, sendo 45% do tipo leve, 37,5% do tipo moderado e 17,5% do tipo severo. Refluxo cecoileal esteve presente em 48,3% das mulheres e em 43,6% dos homens. A distribuição percentual do refluxo cecoileal por faixa etária mostrou 46,1% nos indivíduos com menos de 21 anos, 42,1% nos indivíduos entre 21-40 anos, 49,8% nos indivíduos entre 41-60 anos e 44,7% nos indivíduos com mais de 60 anos. CONCLUSÃO: Refluxo cecoileal foi achado relativamente freqüente em nosso material, correspondendo os graus moderado e severo a 25% do material examinado. Aparentemente, não há associação entre seu surgimento e sexo ou idade. A etiopatogenia e conseqüências do refluxo cecoileal são ainda pouco conhecidas. Alguns estudos sugerem que o comprometimento de componentes da junção ileocecal, como os ligamentos, pode favorecer seu aparecimento. Entre as conseqüências prováveis, incluem-se a contaminação e alteração motora ileais, resultantes do material refluído do ceco.

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OBJETIVO: Avaliação de exames radiográficos de portadores de megacólon chagásico, estabelecendo parâmetros que possibilitem uma classificação prática da evolução da doença. MÉTODO: Foram analisados 76 enemas opacos de pacientes com megacólon chagásico e 59 de pacientes normais de acordo com a sorologia. Nestas radiografias foi medido o diâmetro transverso do sigmóide à altura de uma linha imaginária que passa pelas espinhas ilíacas ântero-superiores. Estas medidas foram submetidas à análise de distribuição de freqüência, a partir da qual se construíram tabelas e se estabeleceu uma classificação de 1 a 3. RESULTADOS: Cinquenta e dois pacientes, todos normais, apresentaram diâmetros transversos de sigmóide entre 2 e 5 cm; 29 entre 5 e 9 cm (22 chagásicos e sete normais); 38, todos chagásicos, entre 9 e 13 cm e 16, todos também chagásicos, acima de 13 cm CONCLUSÕES: Propomos uma divisão do megacólon chagásico em Graus, com as seguintes características: no Grau 1, o eixo transversal mede entre 5 cm e 9 cm (inclusive); no Grau 2, o eixo transversal mede entre 9 cm e 13 cm (inclusive) e no Grau 3, agruparam-se todos os eixos transversais com medidas superiores a 13 cm.

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OBJETIVO: avaliar a sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e valor preditivo negativo do enema de bário com duplo contraste (EBDC) para o diagnóstico da endometriose do reto e sigmóide. MÉTODOS: estudo transversal prospectivo que incluiu 37 pacientes com quadro clínico suspeito de endometriose profunda. As pacientes foram submetidas ao EBDC de acordo com a técnica padrão descrita na literatura. Em seguida, foram submetidas à laparoscopia. Os exames foram realizados e seus resultados e imagens foram interpretados e comparados com base na avaliação histológica. A análise estatística foi realizada pela análise de associação (teste do χ2) e análise de concordância (teste de Kappa). RESULTADOS: a média de idade das pacientes estudadas foi de 35,8±4,4 anos (faixa de 28 a 48 anos), sendo 85,6% brancas e 14,4% negras. A endometriose profunda foi confirmada por laparoscopia e pelo exame histológico em todas as pacientes estudadas. A endometriose intestinal foi confirmada histologicamente em 27 mulheres (72,9%). O EBDC demonstrou sinais radiológicos sugestivos de infiltração intestinal por endometriose em 24 mulheres (64,9%) e ausência de sinais em 13 mulheres (35,1%). A sensibilidade do método foi de 87,5%, especificidade de 53,8%, valor preditivo positivo de 77,8% e valor preditivo negativo de 70%. Dentre os 24 exames anormais, 16 (43,2%) apresentaram imagem radiológica do tipo espícula, 16 (43,2%) apresentavam imagem compatível com estenose e quatro (10,8%) o duplo contorno. CONCLUSÕES: o EBDC apresenta elevada sensibilidade e elevado valor preditivo positivo no diagnóstico da endometriose do reto e sigmóide. As imagens radiológicas do tipo espícula e estenose apresentam elevada sensibilidade e valor preditivo positivo para a infiltração intestinal por endometriose.

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OBJETIVO: Verificar, retrospectivamente, a prevalência do refluxo cecoileal diagnosticado pelo enema opaco, caracterizar sua distribuição etária e sexual e classificá-lo conforme o grau de intensidade. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram revistos 715 enemas opacos, incluindo 268 homens e 447 mulheres com idade média de 54 anos. RESULTADOS: Dos 715 casos examinados, 46,5% apresentaram refluxo cecoileal, sendo 45% do tipo leve, 37,5% do tipo moderado e 17,5% do tipo severo. Refluxo cecoileal esteve presente em 48,3% das mulheres e em 43,6% dos homens. A distribuição percentual do refluxo cecoileal por faixa etária mostrou 46,1% nos indivíduos com menos de 21 anos, 42,1% nos indivíduos entre 21-40 anos, 49,8% nos indivíduos entre 41-60 anos e 44,7% nos indivíduos com mais de 60 anos. CONCLUSÃO: Refluxo cecoileal foi achado relativamente freqüente em nosso material, correspondendo os graus moderado e severo a 25% do material examinado. Aparentemente, não há associação entre seu surgimento e sexo ou idade. A etiopatogenia e conseqüências do refluxo cecoileal são ainda pouco conhecidas. Alguns estudos sugerem que o comprometimento de componentes da junção ileocecal, como os ligamentos, pode favorecer seu aparecimento. Entre as conseqüências prováveis, incluem-se a contaminação e alteração motora ileais, resultantes do material refluído do ceco.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Actualmente es bien conocida la influencia que la presión ejercida tiene en la reducción de la invaginación, bien neumática o hidrostática. Inicialmente fue difícil conseguir de una manera fiable ejercer presiones significativas y se desarrollaron diversos sistemas que incluían jeringas e instrumentos que sellaban la región anal. En nuestro país no existen estudios ni protocolos acerca del uso del enema baritado como herramienta terapéutica de inicio de la invaginación intestinal, a pesar de que la incidencia de ésta patología es similar a la publicada en la mayoría de estudios internacionales, por lo que se vuelve importante conocer más acerca de éste tratamiento y de cómo aplicarlo en nuestros hospitales. Objetivo: evaluar la utilización del enema baritado como tratamiento de primer escoge de la invaginación intestinal en niños menores de 2 años ingresados en el Hospital Nacional de Niños Benjamín Bloom entre los años 2005 y 2013. Metodología: se realizó un estudio de corte transversal, de carácter descriptivo, retrospectivo, en el cual se incluyeron la totalidad de niños a los cuales se les realizó enema baritado como primera opción de tratamiento de la invaginación intestinal en el HNNBB en el período comprendido entre 2005 a 2013. Resultados: se incluyeron un total de 37 pacientes con una ligera preponderancia del sexo masculino provenientes del área urbana y en su mayoría menores de 1 año. El promedio de evolución fue de menos de 24 horas y los tres síntomas principales fueron enterorragia, vómitos y otros que incluía irritabilidad como principal síntoma. El diagnóstico se realizaba principalmente en las primeras 24 horas y el método diagnóstico más utilizado fue la USG abdominal. El motivo de referencia principal fue la sospecha de invaginación intestinal. Fueron 20 pacientes en los cuales resolvió el enema baritado la invaginación y sólo uno de ellos presentó un íleo como complicación y 2 de ellos se reinvaginaron nuevamente un mes y tres meses después. 17 pacientes el enema no resolvió la invaginación y tuvieron que ser intervenidos quirúrgicamente, de ellos solo 1 presentó con complicación y fue por una sepsis secundaria al cuadro de invaginación, estuvo en UCI 10 días. La EIH fue relativamente menor cuando la invaginación fue resuelta sólo por enema baritado. La leucocitosis es el hallazgo de laboratorio más encontrado en ésta serie. Conclusión: en su mayoría los datos coinciden con los reportados en las series revisadas. Cabe destacar la poca utilización del enema baritado como medida terapéutica de la invaginación intestinal, ésto debido a múltiples factores que van desde la falta de personal capacitado, falta de recursos materiales y de recurso humano disponible las 24 horas del día y por la falta de protocolos de manejo que orienten a la utilización del procedimiento. Existe además un alto índice de intervenciones quirúrgicas que no permite hacer énfasis en métodos alternativos de tratamiento.

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International audience

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BACKGROUND: Total rectocolectomy and ileal pouch-anal anastomosis is the choice surgical procedure for patients with ulcerative colitis. In cases of Crohn's disease post-operative diagnosis, it can be followed by pouch failure. AIM: To evaluate ileal pouch-anal anastomosis long-term outcome in patients with Crohn's disease. METHODS: Between February 1983 and March 2007, 151 patients were submitted to ileal pouch-anal anastomosis by Campinas State University Colorectal Unit, Campinas, SP, Brazil, 76 had pre-operative ulcerative colitis diagnosis and 11 had post-operative Crohn's disease diagnosis. Crohn's disease diagnosis was made by histopathological biopsies in nine cases, being one in surgical specimen, two cases in rectal stump, small bowel in two cases, ileal pouch in three and in perianal abscess in one of them. The median age was 30.6 years and eight (72.7%) were female. RESULTS: All patients had previous ulcerative colitis diagnosis and in five cases emergency colectomy was done by toxic megacolon. The mean time until of Crohn's disease diagnosis was 30.6 (6-80) months after ileal pouch-anal anastomosis. Ileostomy closure was possible in 10 cases except in one that had ileal pouch fistula, perianal disease and small bowel involvement. In the long-term follow-up, three patients had perineal fistulas and one had also a pouch-vaginal fistula. All of them were submitted to a new ileostomy and one had the pouch excised. Another patient presented pouch-vaginal fistula which was successfully treated by mucosal flap. Three patients had small bowel involvement and three others, pouch involvement. All improved with medical treatment. Presently, the mean follow-up is 76.5 months and all patients are in clinical remission, and four have fecal diversion. The remaining patients have good functional results with 6-10 bowel movements/day. CONCLUSION: Crohn's disease diagnosis after ileal pouch-anal anastomosis for ulcerative colitis may be usual and later complications such fistulas and stenosis are common. However, when left in situ ileal pouch is associated with good function.

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Aim Chagas` disease is an endemic parasitosis found in Latin America. The disease affects different organs, such as heart, oesophagus, colon and rectum. Megacolon is the most frequent long-term complication, caused by damage to the myoenteric and submucous plexus, ultimately leading to a functional barrier to the faeces. Patients with severe constipation are managed surgically. The study aimed to analyse the 10-year minimum functional outcome after rectosigmoidectomy with posterior end-to-side anastomosis (RPESA). Method A total of 21 of 46 patients were available for follow up. Patients underwent clinical, radiological and manometric evaluation, and the results were compared with preoperative parameters. Results Of the 21 patients evaluated, 81% (17) were female, with a mean age of 60.6 years. Good function was achieved in all patients, with significant improvement in defaecatory frequency (P < 0.0001), usage of enemas (P < 0.0001) and patient satisfaction. Barium enema also showed resolution of the colonic and rectal dilatation in 19 cases evaluated postoperatively. Conclusion Minimal 10-year follow up of RPESA showed excellent functional results, with no recurrence of constipation.

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Image : To assess the potential for sucralfate administered rectally to reduce the risk of late rectal morbidity in patients undergoing nonconformal radiotherapy (RT) for carcinoma of the prostate and to study the variables potentially contributing to late rectal morbidity and particularly to explore the relationship between acute and late toxicity. Image : Eighty-six patients with localized prostate carcinoma were randomized in a double-blind, placebo-controlled study to a daily enema of 3 g of sucralfate in a 15-mL suspension or the same suspension without sucralfate. The enema began the first day of RT and was continued for 2 weeks after treatment completion. The primary end point of the study was acute Radiation Therapy Oncology Group (RTOG)/European Organization for Research and Treatment of Cancer (EORTC) toxicity; however, the patients were followed for an additional 5 years on a 6-month basis. The evaluation included late RTOG/EORTC toxicity and a patient self-assessment questionnaire. Image : With a median follow-up of 5 years, the Kaplan-Meier probability of late Grade 2 RTOG/EORTC toxicity was 12% (95% confidence interval [CI] 2–22%) for placebo and 5% (95% CI 0–12%) for sucralfate (p = 0.26). The probability of late rectal bleeding was 59% (95% CI 45–73%) for placebo and 54% (95% CI 40–68%) for sucralfate. No statistically significant difference was found between the treatment arms for the peak incidence of any of the other patient self-assessment variables. Cox proportional hazards modeling indicated acute RTOG/EORTC toxicity of Grade 2 or greater was associated with a hazard ratio of 2.74 (95% CI 1.31–5.73) for the development of late toxicity of Grade 1 or greater. Substituting the patient self-assessment variables for acute RTOG/EORTC toxicity revealed that rectal pain of a moderate or severe grade during RT was the best predictor of the subsequent development of late toxicity, with a hazard ratio of 3.44 (95% CI 1.68–7). Image : The results of this study do not support the use of sucralfate administered rectally as a method for reducing the late toxicity of nonconformal RT for prostate cancer. There appears to be an association between the development of acute and subsequent late toxicity, although the nature of this association remains to be determined

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OBJETIVO: Avaliar a qualidade da atenção durante o processo de trabalho de parto de acordo com normas da Organização Mundial de Saúde. MÉTODOS: Trata-se de estudo do tipo caso-controle, realizado em duas maternidades: pública e conveniada com o Sistema Único de Saúde, no Município do Rio de Janeiro. A amostra foi composta por 461 mulheres na maternidade pública (230 partos vaginais e 231 cesáreas) e por 448 mulheres na maternidade conveniada (224 partos vaginais e 224 cesáreas). De outubro de 1998 a março de 1999, foram realizadas entrevistas com puérperas e revisão de prontuários. Foi construído escore sumarizador da qualidade do atendimento. RESULTADOS: Observou-se baixa freqüência de algumas práticas que devem ser encorajadas, como presença de acompanhante (1% na maternidade conveniada, em ambos os tipos de parto), deambulação durante o trabalho de parto (9,6% das cesáreas na maternidade pública e 9,9% dos partos vaginais na conveniada) e aleitamento na sala de parto (6,9% das cesáreas na maternidade pública e 8,0% das cesáreas na conveniada). Práticas comprovadamente danosas e que devem ser eliminadas como uso de enema (38,4%), tricotomia, hidratação venosa de rotina (88,8%), uso rotineiro de ocitocina (64,4%), restrição ao leito durante o trabalho de parto (90,1%) e posição de litotomia (98,7%) para parto vaginal apresentaram alta freqüência. Os melhores resultados do escore sumarizador foram obtidos na maternidade pública. CONCLUSÕES: As duas maternidades apresentam freqüência elevada de intervenções durante a assistência ao parto. A maternidade pública, apesar de atender clientela com maior risco gestacional, apresenta perfil menos intervencionista que maternidade conveniada. Procedimentos realizados de maneira rotineira merecem ser discutidos à luz de evidências de seus benefícios.