27 resultados para EDGEWISE


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O presente estudo foi realizado com o propósito de avaliar respostas cefalométricas ao tratamento com aparelho extrabucal de Kloehn associado ao aparelho fixo edgewise convencional. Telerradiografias iniciais (T1) e finais (T2) de dois grupos de 30 pacientes tratados com estes aparelhos foram selecionadas e definidas pelo índice cefalométrico de Jarabak para determinação do padrão esquelético craniofacial. Os grupos foram denominados favorável (hipodivergente) e desfavorável (hiperdivergente). A idade média, no início do tratamento, foi de 11,03 anos e final de 14,72 com o tempo médio de tratamento de 3,6 anos para o grupo favorável. No grupo desfavorável a idade inicial foi de 11,51 anos e final de 15,17 anos com tempo médio de tratamento de 3,4 anos. Foi utilizado um sistema de análise de resposta de tratamento em coordenadas X e Y representativos dos movimentos dentários e das bases ósseas decompondo-os em seus vetores horizontais e verticais. Os resultados e respostas do tratamento foram analisados e comparados entre os grupos favorável e desfavorável utilizando o teste t-Student. Os resultados mostraram não haver diferenças estatisticamente significantes na resposta cefalométrica no tratamento com o aparelho extrabucal de Kloehn associados ao aparelho fixo edgewise quanto aos padrões faciais favorável e desfavorável. O tratamento promoveu uma restrição do deslocamento anterior maxilar e um menor deslocamento anterior mandibular. Quanto à movimentação dentária maxilar, houve uma restrição do movimento mesial e extrusivo dos molares superiores no grupo favorável, enquanto que o movimento dos dentes inferiores foi mínimo no sentido anterior e vertical.

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Maxillary basal bone, dentoalveolar, and dental changes in Class II Division 1 patients treated to normal occlusion by using cervical headgear and edgewise appliances were retrospectively evaluated. A sample of 45 treated patients was compared with a group of 30 untreated patients. Subjects were drawn from the Department of Orthodontics, Araraquara School of Dentistry, Brazil, and ranged in age from 7.5 to 13.5 years. The groups were matched based on age, gender, and malocclusion. Roughly 87% of the treated group had a mesocephalic or brachicephalic pattern, and 13% had a dolicocephalic pattern. Cervical headgear was used until a Class I dental relationship was achieved. Our results demonstrated that the malocclusions were probably corrected by maintaining the maxillary first molars in position during maxillary growth. Maxillary basal bone changes (excluding dentoalveolar changes) did not differ significantly between the treated and the untreated groups. Molar extrusion after the use of cervical headgear was not supported by our data, and this must be considered in the treatment plan of patients who present similar facial types. (Am J Orthod Dentofacial Orthop 2001;119:531-9).

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O tratamento da mordida aberta anterior em pacientes adultos apresenta muitas limitações. A terapia cirúrgica é a mais adequada para esses casos; no entanto, por razões psicológicas, alguns pacientes rejeitam essa forma de tratamento. Diante da necessidade de tratamento desses pacientes, esse artigo se propõe a apresentar um caso de mordida aberta anterior severa tratada com a técnica Multiloop Edgewise Archwire (MEAW). Ao final do tratamento foi atingida oclusão ideal, com função adequada e estética agradável, demonstrando que a técnica aplicada foi efetiva para a correção da mordida aberta anterior, sem cirurgia.

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Este estudo avaliou o posicionamento ântero posterior dos primeiros molares inferiores, durante o tratamento ortodôntico, utilizando o arco lingual inferior como acessório de ancoragem na técnica Straight-Wire, em comparação aos casos tratados pela técnica Edgewise, sem a utilização do arco lingual. Dois grupos foram selecionados, ambos apresentando má oclusão de Classe I de Angle7, tratados com extração dos primeiros pré-molares superiores e inferiores. Foi utilizada uma amostra de 255 telerradiografias em norma lateral, obtidas de pacientes brasileiros, de ambos os sexos, com média de idade de 13 anos e 6 meses e com diferentes padrões de crescimento facial. Embasado na análise e discussão dos resultados, concluiu-se que: 1) do início do tratamento ao fim da fase de nivelamento, a perda de ancoragem coronária do primeiro molar inferior foi maior nos casos tratados com a técnica Straight-Wire; 2) do fim da fase de nivelamento ao fim do tratamento, a perda de ancoragem coronária e radicular do primeiro molar inferior foi maior na técnica Edgewise; 3) do início ao fim tratamento a perda de ancoragem radicular foi maior nos pacientes tratados com a técnica Edgewise; e 4) o deslocamento ântero-posterior dos incisivos inferiores não apresentou diferença estatisticamente significante para ambas as técnicas, em todas as etapas observadas.(AU)

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Este estudo avaliou o posicionamento ântero posterior dos primeiros molares inferiores, durante o tratamento ortodôntico, utilizando o arco lingual inferior como acessório de ancoragem na técnica Straight-Wire, em comparação aos casos tratados pela técnica Edgewise, sem a utilização do arco lingual. Dois grupos foram selecionados, ambos apresentando má oclusão de Classe I de Angle7, tratados com extração dos primeiros pré-molares superiores e inferiores. Foi utilizada uma amostra de 255 telerradiografias em norma lateral, obtidas de pacientes brasileiros, de ambos os sexos, com média de idade de 13 anos e 6 meses e com diferentes padrões de crescimento facial. Embasado na análise e discussão dos resultados, concluiu-se que: 1) do início do tratamento ao fim da fase de nivelamento, a perda de ancoragem coronária do primeiro molar inferior foi maior nos casos tratados com a técnica Straight-Wire; 2) do fim da fase de nivelamento ao fim do tratamento, a perda de ancoragem coronária e radicular do primeiro molar inferior foi maior na técnica Edgewise; 3) do início ao fim tratamento a perda de ancoragem radicular foi maior nos pacientes tratados com a técnica Edgewise; e 4) o deslocamento ântero-posterior dos incisivos inferiores não apresentou diferença estatisticamente significante para ambas as técnicas, em todas as etapas observadas.(AU)

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Este estudo avaliou o posicionamento ântero posterior dos primeiros molares inferiores, durante o tratamento ortodôntico, utilizando o arco lingual inferior como acessório de ancoragem na técnica Straight-Wire, em comparação aos casos tratados pela técnica Edgewise, sem a utilização do arco lingual. Dois grupos foram selecionados, ambos apresentando má oclusão de Classe I de Angle7, tratados com extração dos primeiros pré-molares superiores e inferiores. Foi utilizada uma amostra de 255 telerradiografias em norma lateral, obtidas de pacientes brasileiros, de ambos os sexos, com média de idade de 13 anos e 6 meses e com diferentes padrões de crescimento facial. Embasado na análise e discussão dos resultados, concluiu-se que: 1) do início do tratamento ao fim da fase de nivelamento, a perda de ancoragem coronária do primeiro molar inferior foi maior nos casos tratados com a técnica Straight-Wire; 2) do fim da fase de nivelamento ao fim do tratamento, a perda de ancoragem coronária e radicular do primeiro molar inferior foi maior na técnica Edgewise; 3) do início ao fim tratamento a perda de ancoragem radicular foi maior nos pacientes tratados com a técnica Edgewise; e 4) o deslocamento ântero-posterior dos incisivos inferiores não apresentou diferença estatisticamente significante para ambas as técnicas, em todas as etapas observadas.(AU)

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The aim of this study was to comparatively assess dental arch width, in the canine and molar regions, by means of direct measurements from plaster models, photocopies and digitized images of the models. The sample consisted of 130 pairs of plaster models, photocopies and digitized images of the models of white patients (n = 65), both genders, with Class I and Class II Division 1 malocclusions, treated by standard Edgewise mechanics and extraction of the four first premolars. Maxillary and mandibular intercanine and intermolar widths were measured by a calibrated examiner, prior to and after orthodontic treatment, using the three modes of reproduction of the dental arches. Dispersion of the data relative to pre- and posttreatment intra-arch linear measurements (mm) was represented as box plots. The three measuring methods were compared by one-way ANOVA for repeated measurements (α = 0.05). Initial / final mean values varied as follows: 33.94 to 34.29 mm / 34.49 to 34.66 mm (maxillary intercanine width); 26.23 to 26.26 mm / 26.77 to 26.84 mm (mandibular intercanine width); 49.55 to 49.66 mm / 47.28 to 47.45 mm (maxillary intermolar width) and 43.28 to 43.41 mm / 40.29 to 40.46 mm (mandibular intermolar width). There were no statistically significant differences between mean dental arch widths estimated by the three studied methods, prior to and after orthodontic treatment. It may be concluded that photocopies and digitized images of the plaster models provided reliable reproductions of the dental arches for obtaining transversal intra-arch measurements.

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Introduction: The purpose of this retrospective study was to compare the long-term stability of maxillary incisor alignment in patients treated with and without rapid maxillary expansion (RME). Methods: The sample comprised 48 subjects with Class I and Class II malocclusions, treated without extractions with fixed edgewise appliances, divided into 2 groups according to the treatment protocol: group 1 comprised 25 patients (15 girls, 10 boys) at a mean initial age of 13.53 years (SD, 1.63), who had RME during orthodontic treatment. Group 2 comprised 23 patients (13 girls, 10 boys) at a mean initial age of 13.36 years (SD, 1.81 years), treated with fixed appliances without RME. Maxillary dental cast measurements were obtained at the pretreatment, posttreatment, and long-term posttreatment stages. Variables assessed were the irregularity index and maxillary arch dimensions. Intergroup comparisons were made with independent t tests. Results: Greater transverse increases were found during treatment in the group treated with RME. However, during the long-term posttreatment period, no significant difference was observed in the amount of incisor crowding relapse between the groups. Conclusions: RME did not influence long-term maxillary anterior alignment stability. (Am J Orthod Dentofacial Orthop 2010; 137: 164. e1-164.e6)

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Introduction: The objective of this study was to cephalometrically compare the stability of complete Class II malocclusion treatment with 2 or 4 premolar extractions after a mean period of 9.35 years. Methods: A sample of 57 records from patients with complete Class II malocclusion was selected and divided into 2 groups. Group 1 consisted of 30 patients with an initial mean age of 12.87 years treated with extraction of 2 maxillary premolars. Group 2 consisted of 27 patients with an initial mean age of 13.72 years treated with extraction of 4 premolars. T tests were used to compare the groups` initial cephalometric characteristics and posttreatment changes. Pearson correlation coefficients were calculated to determine the correlation between treatment and posttreatment dental-relationship changes. Results: During the posttreatment period, both groups had similar behavior, except that group 1 had a statistically greater maxillary forward displacement and a greater increase in the apical-base relationship than group 2. On the other hand, group 2 had a statistically greater molar-relationship relapse toward Class II. There were significant positive correlations between the amounts of treatment and posttreatment dentoalveolar-relationship changes. Conclusions: Treatment of complete Class II malocclusions with 2 maxillary premolar extractions or 4 premolar extractions had similar long-term posttreatment stability. (Am J Orthod Dentofacial Orthop 2009;136:154.e1-154.e10)

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Introduction: In this study, we evaluated the influence of intrusion mechanics with accentuated and reversed curve of Spee on root resorption of the maxillary and mandibular incisors. Methods: A sample of 60 patients with Class I and Class II Division 1 malocclusions having nonextraction treatment was divided into 2 groups with the following characteristics: group 1 comprised 30 deepbite patients, treated with accentuated and reversed curve of Spee intrusion mechanics, with an initial mean age of 12.8 +/- 1.23 years (range, 10.01-15.32 years), and group 2 comprised 30 patients with normal overbite treated without intrusion mechanics, with an initial mean age of 12.87 +/- 1.43 years ( range, 10.02-15.36 years). Pretreatment and posttreatment periapical radiographs were used to evaluate root resorption. The groups were compared by using the Mann-Whitney U test. Correlation between root resorption and tooth movement was investigated with the Spearman correlation coefficient. Results: The deepbite group treated with accentuated and reversed curve of Spee had statistically greater root resorption ( 1.87) than the normal overbite group ( 1.54), at P=.017. Changes in overbite and vertical displacements of the maxillary central incisor apices had significant correlations to root resorption ( r = 0.30, P =.019; r = 0.27, P =.037, respectively). Conclusions: Accentuating and reversing the curve of Spee in the archwires to correct deep overbite causes more root resorption than nonintrusive mechanics.

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Foram avaliadas as propriedades físicas e mecânicas de compósitos LVL produzidos com a madeira de paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex. Ducke), por meio de Stress Wave Timer. Os compósitos foram confeccionados em laboratório, dos quais foram retiradas amostras, que foram inicialmente destinadas à realização dos ensaios não destrutivos. Todas as amostras, com dimensões de 2,2 × 2,2 × 40 cm, foram ensaiadas, não destrutivamente, com a propagação de ondas nos sentidos flatwise e edgewise. Em sequência, as mesmas amostras foram destinadas à confecção de subamostras, para realização dos ensaios destrutivos, físicos (absorção de água, inchamento em espessura e inchamento residual) e mecânicos (resistência e rigidez à flexão estática flatwise; resistência e rigidez à flexão estática edgewise; resistência à compressão paralela e resistência ao cisalhamento paralelo e perpendicular). A velocidade de propagação das ondas (V0) e o módulo de elasticidade dinâmico (Emd), obtidos com o auxílio do Stress Wave, foram utilizados para elaboração de modelos de predição das propriedades avaliadas. Os resultados indicaram que o Stress Wave Timer apresenta resultados satisfatórios para predição das propriedades mecânicas de compósitos LVL. Com relação às propriedades físicas, embora tenham sido verificados modelos com ajustes significativos, constatou-se limitação dessa ferramenta para predição desses parâmetros. Contudo, considerando ambas as propriedades, físicas e mecânicas, os melhores ajustes foram observados em amostras ensaiadas com a propagação de ondas no sentido edgewise e com o uso da variável independente Emd.

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We introduce a model for a pair of nonlinear evolving networks, defined over a common set of vertices, sub ject to edgewise competition. Each network may grow new edges spontaneously or through triad closure. Both networks inhibit the other’s growth and encourage the other’s demise. These nonlinear stochastic competition equations yield to a mean field analysis resulting in a nonlinear deterministic system. There may be multiple equilibria; and bifurcations of different types are shown to occur within a reduced parameter space. This situation models competitive peer-to-peer communication networks such as BlackBerry Messenger displacing SMS; or instant messaging displacing emails.

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This paper mainly aimed to evaluate the physical and mechanical properties of LVL panels made from Eucalyptus grandis, from reforestation at the region of Senges, in Parana state, Brazil. LVL panels were manufactured using 23 veneers (2,4mm thick each one) in commercial dimension of 2.500 mm long and 1,200 mm wide. The properties of static bending were analyzed (strength and rigidity) in beams of the LVL, in the flatwise and edgewise positions. The properties of compression parallel to grain and shear parallel in the plans L-X and L-Y and density in this LVL panels were also analyzed according to ASTM-D 5456/4761 and ASTM-D 198 codes. The mean values to flatwise bending MOE and MOR were 13114 MPa and 88.76 MPa, respectively, and for edgewise bending MOE and MOR were 15871 MPa and 88.63 MPa, respectively. The density (12%) of the LVL panels and of the veneers were 690 kg/m(3) and 649 kg/m(3). The mean values to parallel compression MOE and MOR were 16856 MPa and 58.05 MPa, respectively. The mean values of the maximum resistance to shear parallel in the plans L-X and L-Y were 5.96 MPa and 591 MPa, respectively. All these values reached partially or they passed the medium limits of reference (normative codes, researches and commercial catalogs) established for LVL panels and original solid wood, attesting overall the quality of those panels produced with this wood.

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OBJETIVO: a reabsorção radicular apical é uma condição comumente observada durante e após o tratamento ortodôntico e fatores como tipo de aparelhagem ortodôntica utilizada, magnitude das forças aplicadas e duração do tratamento podem estar relacionados ao processo de arredondamento do ápice radicular. Buscou-se avaliar, por meio de imagens radiográficas computadorizadas, a quantidade de reabsorção no ápice radicular, quando da utilização de duas diferentes técnicas de mecânica ortodôntica fixa: Edgewise com acessórios padrão e Edgewise com acessórios totalmente programados. METODOLOGIA: a amostra constituiu-se de 20 pacientes tratados pelo mesmo profissional na Clínica de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Araçatuba - UNESP. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo 1 (Tratados com Edgewise com acessórios padrão e fios de aço) e grupo 2 (Tratados com Edgewise com acessórios totalmente programados e fios de níquel-titânio). A avaliação radiográfica digital foi realizada por um único operador por meio de exposições radiográficas digitais feitas no início do tratamento ortodôntico, após retração de caninos e final de tratamento, utilizando o sistema de escores proposto por Levander e Malmgren (1988). RESULTADOS E CONCLUSÕES: a análise dos escores permitiu concluir que o tratamento ortodôntico empregando a técnica Edgewise com acessórios totalmente programados e fios de níquel-titânio apresentou menores graus de reabsorção radicular apical, em comparação à técnica Edgewise com acessórios padrão e fios de aço. Observou-se que, independentemente da técnica empregada, o tratamento ortodôntico como um todo apresentou um grau moderado de reabsorção radicular apical.

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OBJETIVO: avaliar a resistência de braquetes metálicos colados em dentes humanos com resina polimerizada com luz halógena por meio de ensaios mecânicos de cisalhamento. METODOLOGIA: para este estudo foram realizados ensaios in vivo com dinamômetro portátil digital e in vitro com máquina de ensaios mecânicos universal com e sem termociclagem, complementado pelo Índice de Adesivo Remanescente (IAR). Braquetes Edgewise Standard (Abzil) foram colados utilizando adesivo Transbond Plus Self Etching Primer (SEP) e Resina Transbond XT. Foram formados 3 grupos com 10 dentes em cada um deles. No GI os braquetes foram colados nos segundos pré-molares dos pacientes. Nos GII e GIII utilizaram-se primeiros pré-molares extraídos por motivos ortodônticos. Os ensaios mecânicos do GI foram realizados 24 horas após a polimerização diretamente na boca dos pacientes com dinamômetro portátil digital. No GII os corpos-de-prova foram armazenados em água destilada e levados à estufa a 37ºC durante 24 horas e, posteriormente, submetidos à termociclagem, com 1000 ciclos a 5 e 55ºC. No GIII os corpos-de-prova foram armazenados em água destilada em temperatura ambiente por 24 horas e posteriormente submetidos aos ensaios mecânicos. RESULTADOS: os valores médios da resistência ao cisalhamento em Megapascal foram de: GI = 4,39; GII = 7,11 e GIII = 7,35. Após a descolagem foram realizadas fotografias das áreas de colagem, tanto dos dentes submetidos a testes in vivo quanto in vitro e ampliadas 5x para facilitar a visualização. As imagens obtidas foram analisadas, classificadas de acordo com o IAR e, por meio de gráficos de dispersão, foi verificada a relação entre a resistência ao cisalhamento e este índice. CONCLUSÃO: a média dos ensaios mecânicos realizados in vivo foi estatisticamente menor em relação aos ensaios in vitro. Não houve diferenças na resistência ao cisalhamento in vitro entre o grupo termociclado e o não-termociclado. Não houve relação entre tensão de ruptura e tipo de falha.