10 resultados para Dockers


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Holden utility carrying members of the Federated Ship Painters and Dockers Union during the Labour Day march in 1965, Brisbane, Australia. Anti conscription banners can be seen in the background, and the facade of the Pearl Assurance Building.

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Several activities are ensured by dockers increase occupational exposure to several risk factors. being one of them the fungal burden from the load. In this study we aim at characterizing fungal contamination in one warehouse that storage sugar cane from a ship, and also in one crane cabinet that unload the same sugar cane from the ship. Air samples were collected from the warehouse and from inside the crane cabinet. An outdoor sample was also collected, from each sampling site, and regarding as reference. Sampling volume was selected depending in the contamination expected and the air samples were collect through an impaction method in a flow rate of 140 L/min onto malt extract agar (MEA) supplemented with chloramphenicol (0.05%), using the Millipore air Tester (Millipore). Surfaces samples from the warehouse were collected by swabbing the surfaces of the same indoor sites, using a 10 by 10cm square stencil according to the International Standard ISO 18593 (2004). The obtained swabs were then plated onto MEA. All the collected samples were incubated at 27ºC for 5 to 7 days. After laboratory processing and incubation of the collected samples, quantitative (colony-forming units - CFU/m3 and CFU/m2) and qualitative results were obtained with identification of the isolated fungal species. Aspergillus fumigatus present the highest fungal load and WHO guideline was overcome in both indoor sampling sites. The results obtained in this study highlight the need to know better the exposure burden from dockers, and specifically to fungi contamination.

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Les régions Nord-Pas-de-Calais, Lorraine, Alsace, Picardie, Champagne-Ardenne et Franche-Comté, de Lille à Strasbourg, ont tissé une relation unique avec les voyageurs, travailleurs, artistes, soldats, réfugiés, rapatriés et " sans-papiers " venus des Suds. Depuis le dernier tiers du XIXe siècle, le Nord-Est est une véritable frontière d'empire : il a reçu plus d'un million de combattants et travailleurs coloniaux lors des trois conflits qui opposèrent la France à l'Allemagne. Parallèlement, des dizaines d'expositions coloniales et ethnographiques contribuent à la formation d'une culture coloniale et accompagnent un premier flux d'originaires des colonies vers la métropole, notamment dans les mines du Nord. Durant tout le XXe siècle, venus des quatre coins de l'empire et du monde, recrutés et dockers chinois, soldats et étudiants d'Afrique noire, combattants, travailleurs et militants du Maghreb, migrants et ouvriers turcs, mobilisés indochinois et rapatriés vietnamiens ou d'Algérie, militants et enfants des deuxième et troisième générations, passent ou se fixent dans ces régions... Ce livre raconte leurs parcours et s'attache également au regard posé sur ces centaines de milliers de migrants, aujourd'hui composante importante de la société locale. A travers des images exceptionnelles et inédites, c'est l'histoire " aux confins d'un empire " qui se révèle ici. Histoire longue, complexe et étonnante, toujours en mouvement, constitutive en partie des mémoires et des identités locales.

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Les régions Nord-Pas-de-Calais, Lorraine, Alsace, Picardie, Champagne-Ardenne et Franche-Comté, de Lille à Strasbourg, ont tissé une relation unique avec les voyageurs, travailleurs, artistes, soldats, réfugiés, rapatriés et " sans-papiers " venus des Suds. Depuis le dernier tiers du XIXe siècle, le Nord-Est est une véritable frontière d'empire : il a reçu plus d'un million de combattants et travailleurs coloniaux lors des trois conflits qui opposèrent la France à l'Allemagne. Parallèlement, des dizaines d'expositions coloniales et ethnographiques contribuent à la formation d'une culture coloniale et accompagnent un premier flux d'originaires des colonies vers la métropole, notamment dans les mines du Nord. Durant tout le XXe siècle, venus des quatre coins de l'empire et du monde, recrutés et dockers chinois, soldats et étudiants d'Afrique noire, combattants, travailleurs et militants du Maghreb, migrants et ouvriers turcs, mobilisés indochinois et rapatriés vietnamiens ou d'Algérie, militants et enfants des deuxième et troisième générations, passent ou se fixent dans ces régions... Ce livre raconte leurs parcours et s'attache également au regard posé sur ces centaines de milliers de migrants, aujourd'hui composante importante de la société locale. A travers des images exceptionnelles et inédites, c'est l'histoire " aux confins d'un empire " qui se révèle ici. Histoire longue, complexe et étonnante, toujours en mouvement, constitutive en partie des mémoires et des identités locales.

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Buscou-se, com a presente dissertação tratar dos desafios que se colocam para os estivadores de Belém/PA frente à reestruturação produtiva. Realiza-se, portanto uma primeira aproximação quanto à modalidade de organização de trabalho, relacionando aspectos e ações que afetaram as relações de trabalho, enfatizando os reflexos desse processo na organização produtiva e social desse trabalhador, sendo que esse processo exige uma maior qualificação provocando, por um lado, uma polivalência, e por outro, uma maior exploração da força de trabalho o que condiz ao desemprego dos portuários e aumento das disparidades sociais. Neste sentido, a área porto torna-se um espaço de lutas sociais por politicas de saúde, segurança e assistência, que possibilite melhores condições de trabalho. Este estudo encontra-se estruturado em 05 (cinco) partes, 1) é a introdução, na qual se busca mostrar o interesse da pesquisa, a justificativa para o estudo do objeto, no qual trabalha o problema propriamente dito, os objetivos geral e específico e a metodologia utilizada. 2) propõe-se a abordar as formas de organização, controle e divisão do trabalho na sociedade capitalista, tomando como ponto de partida o surgimento do trabalho como categoria fundante da sociabilidade humana no qual o homem mantinha uma relação harmoniosa e simbólica com a natureza até a forma degradante e exploratória que o trabalho se configurou ao longo dos anos, mais profundamente, com o surgimento do modo de produção capitalista. 3) procurou compreender o desenvolvimento dos portos no Brasil, Amazônia e Pará, para compreender a dinâmica do processo de acumulação de capital que contou com o incentivo do capital internacional. 4) Foi dado destaque ao estudo da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993 (Lei de Modernização dos Portos), principal materialização desta lógica capitalista de modernização e reestruturação que determina o surgimento do Órgão Gestor de Mão-de-Obra (OGMO), como principal administrador da força de trabalho do trabalhador portuário avulso, visando proporcionar “melhorias” e controle da força de trabalho portuária. Objetivando compreender as conseqüências do processo de reestruturação portuária na vida do estivador de Belém no estado do Pará. 5) são apresentadas as considerações finais desta pesquisa, como visto, analisando o caso específico do Porto de Belém, destacando-se aqui a figura do Trabalhador Portuário Avulso – TPA, mais especificamente o estivador, que no mundo capitalista, assume o papel de mero coadjuvante. Mesmo diante das contrariedades que este quadro apresenta, intenciona-se considerá-lo protagonista, principal figura dentro deste processo. Em outras palavras poder-se-ia afirmar que, mesmo após a implantação da Lei de Modernização dos Portos, com seus acordos e convenções ou contrato coletivo de trabalho, que deveriam estabelecer as novas relações de trabalho, o perfil do trabalhador permanece incompatível com o processo, não atendendo, de certa forma, aos desígnios desejados de eficiência e competitividade, tratando-se de um cenário profundamente contraditório e ao mesmo tempo incerto no que diz respeito à força de trabalho do porto.

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El 2 de mayo de 1928 se inicia una huelga de estibadores portuarios en Rosario después de años de tibia actividad sindical. Días más tarde, varios hechos de sangre provocaron la solidaridad obrera con dos paros generales que conmovieron a la ciudad por su agitación y violencia. Los portuarios villenses también se solidarizaron y, un mes más tarde, encabezaron un violento reclamo laboral. El motivo inicial de las huelgas fue el salarial, pero la cuestión de fondo que hilvana a ambas experiencias es la puja social por el deterioro de las condiciones laborales y las imposiciones empresarias en el control y selección de la fuerza de trabajo.En principio la espontaneidad de la protesta tomó por sorpresa a las organizaciones sindicales de izquierda que durante la década del 20 habían mostraban varias fracturas, no obstante será la oportunidad que explica la reorganización y difusión del movimiento obrero con posterioridad. En otro sentido, los conflictos en Rosario y Villa Constitución reflejan la compleja trama de la política santafesina y su conexión con el ámbito laboral. Asimismo, creemos que los sucesos de 1928 tienen una repercusión mayor que la estrictamente local engarzándose en un ciclo de conflictividad que involucra a buena parte de la economía agroexportadora

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El 2 de mayo de 1928 se inicia una huelga de estibadores portuarios en Rosario después de años de tibia actividad sindical. Días más tarde, varios hechos de sangre provocaron la solidaridad obrera con dos paros generales que conmovieron a la ciudad por su agitación y violencia. Los portuarios villenses también se solidarizaron y, un mes más tarde, encabezaron un violento reclamo laboral. El motivo inicial de las huelgas fue el salarial, pero la cuestión de fondo que hilvana a ambas experiencias es la puja social por el deterioro de las condiciones laborales y las imposiciones empresarias en el control y selección de la fuerza de trabajo.En principio la espontaneidad de la protesta tomó por sorpresa a las organizaciones sindicales de izquierda que durante la década del 20 habían mostraban varias fracturas, no obstante será la oportunidad que explica la reorganización y difusión del movimiento obrero con posterioridad. En otro sentido, los conflictos en Rosario y Villa Constitución reflejan la compleja trama de la política santafesina y su conexión con el ámbito laboral. Asimismo, creemos que los sucesos de 1928 tienen una repercusión mayor que la estrictamente local engarzándose en un ciclo de conflictividad que involucra a buena parte de la economía agroexportadora

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El 2 de mayo de 1928 se inicia una huelga de estibadores portuarios en Rosario después de años de tibia actividad sindical. Días más tarde, varios hechos de sangre provocaron la solidaridad obrera con dos paros generales que conmovieron a la ciudad por su agitación y violencia. Los portuarios villenses también se solidarizaron y, un mes más tarde, encabezaron un violento reclamo laboral. El motivo inicial de las huelgas fue el salarial, pero la cuestión de fondo que hilvana a ambas experiencias es la puja social por el deterioro de las condiciones laborales y las imposiciones empresarias en el control y selección de la fuerza de trabajo.En principio la espontaneidad de la protesta tomó por sorpresa a las organizaciones sindicales de izquierda que durante la década del 20 habían mostraban varias fracturas, no obstante será la oportunidad que explica la reorganización y difusión del movimiento obrero con posterioridad. En otro sentido, los conflictos en Rosario y Villa Constitución reflejan la compleja trama de la política santafesina y su conexión con el ámbito laboral. Asimismo, creemos que los sucesos de 1928 tienen una repercusión mayor que la estrictamente local engarzándose en un ciclo de conflictividad que involucra a buena parte de la economía agroexportadora

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En este artículo se explora el impacto socio-económico de la crisis internacional de 1929 en Senegal y más concretamente en la ciudad-puerto de Dakar. Se analizan las consecuencias de la dependencia externa y la extroversión económica que caracterizaba a las estructuras productivas coloniales, destacando también la respuesta organizada de los movimientos sociales africanos. Por otra parte, se estudia la evolución de las infraestructuras y actividad portuaria, observando la metropolización regional de Dakar durante este periodo.