909 resultados para Criminal statistics


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Issues for 1868-1914, 1925- published in the series of parliamentary papers as Papers by command.

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Convictions statistics were the first criminal statistics available in Europe during the nineteenth century. Their main weaknesses as crime measures and for comparative purposes were identified by Alphonse de Candolle in the 1830s. Currently, they are seldom used by comparative criminologists, although they provide a less valid but more reliable measure of crime and formal social control than police statistics. This article uses conviction statistics, compiled from the four editions of the European Sourcebook of Crime and Criminal Justice Statistics, to study the evolution of persons convicted in European countries from 1990 to 2006. Trends in persons convicted for six offences -intentional homicide, assault, rape, robbery, theft, and drug offences- and up to 26 European countries are analysed. These trends are established for the whole of Europe as well as for a cluster of Western European countries and a cluster of Central and Eastern European countries. The analyses show similarities between both regions of Europe at the beginning and at the end of the period under study. After a general increase of the rate of persons convicted in the early 1990s in the whole of Europe, trends followed different directions in Western and in Central and Eastern Europe. However, during the 2000s, it can be observed, throughout Europe, a certain stability of the rates of persons convicted for intentional homicides, accompanied by a general decrease of the rate of persons convicted for property offences, and an increase of the rate of those convicted for drug offences. The latter goes together with an increase of the rate of persons convicted for non lethal violent offences, which only reached some stability at the end of the time series. These trends show that there is no general crime drop in Europe. After a discussion of possible theoretical explanations, a multifactor model, inspired by opportunity-based theories, is proposed to explain the trends observed.

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At head of title: Sociedad mexicana de geografia y estadistica.

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Report for 1930 has title: Summary and comment of the Commissioner of Correction on crime statistics ..

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WI docs. no.: CRI 3.1:1969-1980

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Caption title.

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"March 1989."--T.p. verso.

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Includes index and bibliographical references.

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This gives statistics on the age of pending criminal cases broken down by circuits and counties.

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O presente estudo teve como objetivo analisar o uso das estatísticas criminais no planejamento das atividades policiais no estado do Rio de Janeiro, identificando as possibilidades e as dificuldades para este uso segundo as percepções dos profissionais de segurança pública envolvidos neste processo. Partiu-se da hipótese que embora já haja um movimento para utilização das estatísticas criminais no estado do Rio de Janeiro, na prática a sua utilização nos moldes das abordagens contemporâneas de políticas de segurança pública é prejudicada por resistências culturais dos atores envolvidos e por problemas de natureza estrutural, como insuficiência de recursos materiais e humanos. Tal tese foi defendida tendo por base a triangulação do referencial teórico adotado e das pesquisas documental e de campo desenvolvidas. A pesquisa de campo foi realizada por meio de entrevistas em profundidade com policiais civis, policiais militares, analistas e gestores públicos envolvidos com o uso deste instrumento de análise. Os resultados da investigação permitiram concluir que no estado do Rio de Janeiro já ocorre de fato o uso dos dados estatísticos criminais, marcado principalmente pela implementação do Sistema de Metas para os Indicadores Estratégicos de Criminalidade do Estado. Não obstante, evidenciou que na prática o uso das estatísticas encontra barreiras não só de natureza técnica, como de natureza subjetiva, pois lida com interesses de múltiplos atores envolvidos. Deste modo, tendo com pano de fundo o modelo de processo decisório de Kingdon, chegou-se ao pressuposto de que este tema precisa ser inserido na agenda decisória governamental, com propostas de políticas públicas que garantam as condições concretas (materiais e de recursos humanos) para o uso das estatísticas criminais e ações que visem minimizar as resistências encontradas na prática, com medidas que estimulem a integração entre os diferentes atores inseridos neste processo.

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A utilização da informação no planejamento da atividade policial se coloca como uma das principais questões no debate sobre os paradigmas de segurança pública contemporâneos. Dessa forma, as estatísticas criminais situam-se como importante instrumento neste processo. Este artigo busca promover uma reflexão sobre o uso das estatísticas criminais pelos profissionais de segurança pública como uma fonte de informação para o planejamento de suas ações. Para tal, foram abordadas três variáveis consideradas centrais para o desenvolvimento da discussão: os paradigmas de policiamento contemporâneos, a utilização e as funcionalidades das estatísticas no planejamento da atividade policial, e a utilização das estatísticas criminais por parte dos profissionais de segurança pública tendo em vista o contexto organizacional no qual estão inseridos. A conclusão do artigo aponta para a necessidade de se observarem a cultura e a estrutura das instituições policiais como elementos centrais no desenvolvimento de um modelo de policiamento marcado pela inteligência, pró-atividade e prevenção à criminalidade.