143 resultados para Contrações


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OBJETIVO: Analisar a influência da depressão miocárdica pós-isquemia/reperfusão (DMPIR) sobre os efeitos inotrópico e lusitrópico promovidos pela freqüência cardíaca (FC). MÉTODOS: Nove preparações de coração isolado de cães nutrido pelo sangue arterial de um outro cão e contraindo isovolumetricamente tiveram a freqüência cardíaca elevada de 60 bpm a 200 bpm, em etapas de 20 bpm. Foram avaliadas as variáveis antes (C) e depois (D) da isquemia (15 min) e reperfusão (30 min): a pressão desenvolvida durante a contração (PD), sua 1ª derivada positiva (+dP/dt) e negativa (-dP/dt), o tempo de pressão máxima (TPM), a pressão de repouso (Pr) e o tempo para a pressão desenvolvida regredir em 90% de seu valor máximo (TR90%). RESULTADOS: Os efeitos estimulantes da elevação da FC sobre o inotropismo e o relaxamento foram semelhantes em C e em D: houve aumento dos valores da +dP/dt, redução do TPM, acentuação da -dP/dt e diminuição do TR90%. A PD não sofreu alteração e a Pr se elevou. CONCLUSÃO: Os resultados confirmaram o efeito inotrópico positivo da elevação da FC (efeito Bowditch) e a ação depressora da isquemia/reperfusão. Evidenciaram ainda que a DMPIR não altera a ação estimulante do efeito Bowditch. Os resultados se adequam ao conceito vigente de que a DMPIR não compromete a cinética miocárdica do cálcio, favorecendo, a hipótese prevalente de que o decaimento da capacidade contrátil pós-isquemia/reperfusão depende de redução da responsividade dos miofilamentos ao cálcio.

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Objetivo: avaliar a relação entre alterações das contrações uterinas e parto prematuro. Metodologia: entre fevereiro de 1996 e junho de 1998, 73 gestantes com risco para o parto prematuro foram submetidas à monitorização externa das contrações uterinas, da 24ª à 34ª semana de gestação, duas vezes por semana, durante 60 minutos. O teste foi considerado positivo quando as contrações uterinas apresentavam freqüência maior ou igual a 4 contrações/hora antes da 30ª semana e a 6 contrações/hora após esta data. Resultado: foram excluídas da análise 17 pacientes (23,28%) por apresentarem patologias obstétricas ou evolução desfavorável para os resultados finais. Das 56 gestantes restantes, a incidência de partos prematuros espontâneos foi de 23,21% (13/56). A freqüência média das contrações uterinas foi significativamente maior no grupo que evoluiu para o parto prematuro. O método revelou uma sensibilidade de 69,23%, uma especificidade de 86,04% e valores preditivos positivo e negativo de 60% e 90,24%, respectivamente. Conclusão: o teste negativo está associado a baixo risco de nascimento prematuro. Contudo, diante do teste positivo, torna-se necessária a associação com outros marcadores do parto prematuro para melhor identificar pacientes com risco elevado.

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OBJETIVO: avaliar a influência das alterações ultra-sonográficas pré-natais e das contrações uterinas de trabalho de parto na evolução motora neonatal em fetos portadores de espinha bífida aberta. MÉTODOS: foram analisados fetos portadores de espinha bífida aberta. Estes fetos foram acompanhados nos serviços de Medicina Fetal do Hospital São Paulo (Universidade Federal de São Paulo) e do Hospital e Maternidade Santa Joana. Todos os partos foram realizados nestes serviços e a avaliação neonatal foi realizada pela equipe de Neurocirurgia comum a ambas as instituições Foi observada a influência das alterações ultra-sonográficas (macrocrania, microcrania, nível da falha de fechamento da coluna, pé torto e tipo de apresentação fetal) na força muscular de membros inferiores no período neonatal. Foi analisada, também, a influência das contrações uterinas sobre a movimentação dos membros inferiores. Todos os partos foram realizados por cesárea. Foram utilizados os testes de c² e Fisher para comparações categóricas, com p<0,05 para estabelecer associação significante. RESULTADOS: foram estudados cinqüenta e três casos de espinha bífida isolada. As alterações da circunferência craniana e o nível da lesão não interferiram na parte neuromotora neonatal. Entretanto, a presença de pé torto e a apresentação pélvica mostraram prognóstico neurológico neonatal desfavorável (p<0,05). O pé torto foi encontrado em 23 fetos (43%). Dezoito recém-nascidos (78,3%) portadores de pé torto apresentaram alterações motoras. Nenhum neonato em apresentação pélvica (n=10) mostrou função motora normal. A diminuição da força motora nos membros inferiores também foi observada em 13 fetos (87%) expostos às contrações uterinas de trabalho de parto e à rotura prematura de membranas (p<0,05). CONCLUSÃO: a presença de pé torto e a apresentação pélvica são parâmetros úteis para a predição da evolução neurológica neonatal. Contrações uterinas de trabalho de parto e a rotura prematura de membrana são fatores de pior prognóstico neuromotor neonatal.

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O objetivo deste estudo foi comparar a taxa de desenvolvimento de força (TDF) nas contrações isométrica e isocinética concêntrica a 60°.s-1 e 180°.s-1. Quatorze indivíduos do gênero masculino (idade = 23,1 ± 2,8 anos; estatura = 174 ± 31,3cm; massa corporal = 81 ± 12kg) realizaram inicialmente uma familiarização ao equipamento isocinético. Posteriormente, os indivíduos realizaram em ordem randômica cinco contrações isocinéticas máximas para os extensores do joelho a 60°.s-1 e 180°.s-1 para determinar o torque máximo concêntrico (TMC) e duas contrações isométricas máximas de 3s para determinar o torque máximo isométrico (TMI). O TMI (301,4 ± 56,0N.m) foi maior do que o TMC a 60°.s-1 (239,8 ± 42,2N.m) e 180°.s-1 (175,0 ± 32,5 N.m). O TMC a 60°.s-1 foi maior do que o TMC a 180°.s-1. Para os intervalos de 0-30ms e 0-50ms, a TDF na condição isométrica (1.196,6 ± 464,6 e 1.326,5 ± 514,2N.m.s-1, respectivamente) foi similar à TDF a 60°.s-1 (1.035,4 ± 446,2 e 1.134,3 ± 448,4N.m.s-1) e maior do que a 180°.s-1 (656,7 ± 246,6 e 475,2 ± 197,9N.m.s-1), sendo ainda que a TDF na contração concêntrica a 180°.s-1 foi menor do que a 60°.s-1. No intervalo de 0-100ms, a TDF da contração isométrica (1.248,8 ± 417,4N.m.s-1) foi maior que a obtida na contração isocinética rápida (909,2 ± 283,4N.m.s-1). A TDF obtida na contração isocinética lenta (1.005,4 ± 247,7N.m.s-1) foi similar à obtida na contração isométrica e na concêntrica isocinética rápida. No intervalo 0-150ms, a TDF isométrica (1.084,2 ± 332,1N.m.s-1) foi maior do que as concêntricas (60°.s-1 e 180°.s-1) (834,8 ± 184,2 e 767,6 ± 201,8N.m.s-1, respectivamente), não existindo diferenças entre estas duas últimas. Conclui-se que a TDF é dependente do tipo e da velocidade de contração, suportando a hipótese de que maiores velocidades de contração acarretam maior inibição do drive neural no início do movimento.

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Pós-graduação em Engenharia Mecânica - FEIS

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O objetivo deste estudo foi comparar a taxa de desenvolvimento de força (TDF) nas contrações isométrica e isocinéticas concêntrica a 60°.s-1 e 180°.s-1. Quatorze indivíduos do gênero masculino (idade = 23,1±2,8 anos; estatura = 174±31,3 cm e; massa corporal = 81±12 kg) participaram deste estudo. Na primeira visita foi realizada uma familiarização ao equipamento isocinético. Posteriormente, os indivíduos realizaram em ordem randômica 5 contrações isocinéticas máximas para os extensores do joelho em 60°.s-1 e 180°.s-1 para determinar o torque máximo concêntrico (TMC) e 2 contrações isométricas máximas de 3 s para determinar o torque máximo isométrico (TMI). O TMI (301,4±56,0 N.m) foi maior do que o TMC a 60°.s-1 (239,8±42,2 N.m) e 180°.s-1 (175,0±32,5 N.m). O TMC a 60°.s-1 foi maior do que o TMC a 180°.s-1. Para os intervalos de 0-30ms e 0-50ms, a TDF na condição isométrica (1196,6±464,6 e 1326,5±514,2 N.m.s-1, respectivamente) foi similar à TDF a 60°.s- 1 (1035,4±446,2 e 1134,3±448,4 N.m.s-1) e maior do que a 180°.s-1 (656,7±246,6 e 475,2±197,9 N.m.s-1), sendo ainda que a TDF na contração concêntrica rápida foi menor do que na lenta. No intervalo 0-100ms, a TDF da contração isométrica (1248,8±417,4 N.m.s-1) foi significantemente maior que a obtida na contração isocinética rápida (909,2±283,4 N.m.s- 1). A TDF obtida na contração isocinética lenta (1005,4±247,7 N.m.s-1) foi similar à obtida na contração isométrica e na concêntrica isocinética rápida. No intervalo 0-150ms, a TDF isométrica (1084,2±332,1 N.m.s-1) foi maior do que as concêntricas (60°.s-1 e 180°.s-1) (834,8±184,2 e 767,6±201,8 N.m.s-1, respectivamente), não existindo diferenças entre estas duas últimas. Conclui-se que a TDF é...(Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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Já é bem estabelecido que, após a realização de exercícios aos quais não se está acostumado, principalmente se esses envolverem contrações excêntricas, ocorre um processo conhecido como dano muscular (DM). Esse processo consiste na desorganização e/ou rompimento de células musculares graças a elevados níveis de estresse mecânico e/ou metabólico. Esse processo pode ser identificado pela manifestação de sintomas clássicos como dor muscular, diminuição da amplitude de movimento, perda de força e extravasamento de proteínas intracelulares para a corrente sanguínea, entre outros. Sabe-se que, após a ocorrência do DM, o músculo acometido se recupera e passa a ser mais resistente a esse fenômeno, apresentando respostas atenuadas desses sintomas. Recentemente, diferentes estratégias de proteção contra o DM que não envolvem a realização de contrações excêntricas máximas vêm sendo apresentadas, como a realização de contrações excêntricas submáximas, contrações isométricas, treinamento de flexibilidade e aumento da temperatura muscular previamente ao exercício. O objetivo do presente estudo foi revisar essas estratégias de proteção contra o DM para melhor entender esse fenômeno. Foram realizadas pesquisas em importantes bases de dados e, os artigos encontrados que forem relevantes ao tema serão revisados e didaticamente explanados ao longo do trabalho

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O joelho, por suas características anatômicas e freqüente instabilidade e exposição as lesões tem o quadríceps como importante músculo a ser desenvolvido quanto ao seu trofismo e força. Composto de quatro porções distintas estas podem gerar diferentes vetores de força que podem ter relações diretas com o recrutamento de unidades motoras. O posicionamento articular, a conseqüente modificação do comprimento muscular e a intensidade da contração podem influenciar o desenvolvimento da força do quadríceps. Dentre as contrações relacionadas ao maior recrutamento de unidades motoras com o intuito do desenvolvimento de força está a contração isométrica. Dentre as contrações musculares, as isométricas têm sido frequentemente indicadas para aumentar a força e estabilidade articular em sessões de treinamento e reabilitação. Pelo exposto, o objetivo do estudo foi analisar os músculos vasto medial (VM) e vasto lateral (VL) por meio da eletromiografia de superfície durante 15s de contração isométrica a 20%, 30%, 40% e 50% da contração isométrica voluntária máxima – CIVM com o joelho a 90 graus. Foram utilizados eletrodos de superfície bipolar de Ag/AgCl, posicionados nos músculos VM e VL, um módulo de aquisição de sinais biológicos (Lynx) calibrado com ganho de 1000vezes, filtro de passa alta de 20Hz e de passa baixa de 500Hz. Uma célula de carga foi acoplada perpendicularmente à cadeira de teste especialmente desenvolvida para o estudo e utilizado uma indicador digital para retorno visual. Na análise estatística utilizou-se teste de Friedman e teste de Wilcoxon, e adotou-se nível de significância de p<0,05. Verificou-se que os músculos VM e VL foram semelhantes entre si, e entre as cargas, houve diferença significante entre as cargas de 20% e 40%, 20% e 50%, e 30% e 50% para ambos os músculos, com maior atividade nas cargas de 40% e 50% CVM... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física

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Ipomoea imperati (Vahl) Griseb., Convolvulaceae, is used in folk medicine for the treatment of inflammation, swelling and wounds, as well as to treat pains after childbirth and for stomach problems. Administration of ethanol extract, lipid and aqueous fraction of I. imperati(300, 100 and 200 mg/kg) significantly inhibited the abdominal constriction in mice induced by acetic acid; increased the sleeping time evoked by pentobarbital sodium and showed a significant activity by inhibiting formalin-induced paw edema in mice. The same dose of I. imperatialso raised the pain of mice in the hot-plate test and increased the latency at all observation times. The pre-treatment of the animals with naloxone (5 mg/kg, i.p.) suggested the participation of the opioid system in the antinociceptive effect of Ipomoea imperati.

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FUNDAMENTO: Os efeitos da anestesia local em odontologia com lidocaína e epinefrina, sobre parâmetros cardiovasculares de gestantes portadoras de valvopatias e seus conceptos, não estão esclarecidos. OBJETIVO: Avaliar e analisar parâmetros da cardiotocografia, de pressão arterial e eletrocardiográficos da gestante portadora de doença valvar reumática, quando submetida à anestesia local com 1,8 ml de lidocaína 2% sem vasoconstritor e com epinefrina 1:100.000, durante procedimento odontológico restaurador. MÉTODOS: Realizamos monitorização ambulatorial da pressão arterial, eletrocardiografia ambulatorial materna e cardiotocografia de 31 portadoras de cardiopatia reumática, entre a 28ª e 37ª semana de gestação, divididas em dois grupos conforme presença ou não do vasoconstritor RESULTADOS: Demonstrou-se redução significativa dos valores de frequência cardíaca materna nos dois grupos, durante o procedimento, quando comparado aos demais períodos (p < 0,001). Houve ocorrência de arritmia cardíaca em 9 (29,0%) pacientes, das quais 7 (41,8%) pertencentes ao grupo de 17 gestantes que recebeu anestesia com adrenalina. A pressão arterial materna não apresentou diferença quando comparamos períodos ou grupos (p > 0,05). O mesmo ocorreu (p > 0,05) com número de contrações uterinas, nível e variabilidade da linha de base e número de acelerações da frequência cardíaca fetal. CONCLUSÃO: O uso de 1,8 ml de lidocaína 2% associado à adrenalina mostrou-se seguro e eficaz em procedimento odontológico restaurador durante a gestação de mulheres com cardiopatia valvar reumática.

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A ultra-estrutura e a composição química da madeira, bem como suas propriedades físicas e mecânicas, variam significativamente entre espécies, entre árvores de uma mesma espécie e, mesmo, entre diferentes partes de uma mesma árvore. Com este trabalho objetivou-se o estudo dos parâmetros de retratibilidade e de densidade básica da madeira Eucalyptus saligna, com idade de 16 anos, proveniente de talhões experimentais da EMBRAPA Florestas, de Colombo, Paraná. As amostras foram retiradas à altura do DAP de quatro posições eqüidistantes a partir da medula em direção à periferia, correspondendo a 0, 33, 66 e 100%, com dimensões nominais de 1,0 x 2,0 x 3,0 cm, sendo a última dimensão no sentido longitudinal. Elas foram mantidas em câmara fechada com ventilação, próximo de soluções salinas supersaturadas, com o objetivo de proporcionar diferentes condições de umidade relativa. Uma vez atingidas as distintas condições de umidade de equilíbrio, as amostras foram secas em estufa a 105 ºC e obtidos os dados de retratibilidade e densidade básica da madeira nas posições mencionadas. Constataram-se valores de contração volumétrica mais baixos na região medular, apresentando um acréscimo para as demais posições. Comportamento semelhante foi observado para os coeficientes das contrações lineares nas direções tangencial e radial. O fator anisotrópico foi consideravelmente mais elevado na região medular, decrescendo substancialmente em direção ao alburno. A densidade básica não mostrou sinais efetivos de estabilidade, apesar de mostrar tendência de aumento em direção à periferia do tronco.