8 resultados para Confabulation


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Confabulation has been documented in schizophrenia, but its neuropsychological correlates appear to be different from those of confabulation in neurological disease states. Forty-five schizophrenic patients and 37 controls were administered a task requiring them to recall fables. They also underwent testing with a range of memory and executive tasks. The patients with schizophrenia produced significantly more confabulations than the controls. After correcting for multiple comparisons, confabulation was not significantly associated with memory impairment, and was associated with impairment on only one of eight executive measures, the Brixton Test. Confabulation scores were also associated with impairment on two semantic memory tests. Confabulation was correlated with intrusion errors in recall, but not false positive errors in a recognition task. The findings suggest that confabulation in schizophrenia is unrelated to the episodic memory impairment seen in the disorder. However, the association with a circumscribed deficit in executive function could be consistent with a defective strategic retrieval account of confabulation similar to that of Moscovitch and co-workers, interacting with defective semantic memory.

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Ninguém consegue sair ileso de um encontro com o currículo e com a escola, principalmente diante de relações tão assimétricas de poder que não valorizam o que as crianças têm a dizer. Quantas narrativas curriculares sobre as crianças? Quantas narrativas curriculares com as crianças? As narrativas e as fotografias se seguirão nesta pesquisa, porque com elas nos colocamos a pensar nos processos de criação curricular, explorando novas sensibilidades, novas maneiras de ver e falar, a partir das redes de sentidos, forjadas nos contextos vividos, imaginados ou pensados, dentrofora da escola. Também incluímos a forma como as crianças se relacionam com as práticas pedagógicas dos professores e do modo como se relacionam com a escola. Nessa perspectiva, interessa-nos pensar em como os usos (CERTEAU, 1994) da imagem fotográfica são capazes de afetar (e até transformar) as práticas curriculares, traçando algo da potência da/na imagem fotográfica em sua função fabuladora por meio das oficinas de fotografias realizadas com as crianças em virtude da pesquisa. A fotografia se torna potente como um recurso para provocar a invenção tessitura de outros sentidos em currículo não porque em sua materialidade ela está repleta de sentidos de currículo à priori, mas porque pode ou não, ao ser usada (CERTEAU, 1994), ao ser vista pelas crianças, agenciar outros possíveis para o currículo. Assim, o foco da discussão não é a fotografia em si nem a criança em si, ou seja, não há protagonismo nem da criança nem da fotografia. O foco está nas relações, naquilo que nos passa, isto é, na experiência estética (LARROSA, 2004b) que ocorre ao entrarmos em contato, ao vermos, ao compormos com as fotografias! Nesse sentido, pensamos as oficinas de fotografias como um dispositivo de criação e produção de acontecimentos em currículo, considerando-as máquinas de fazer “ver e falar”, o que as justifica como uma estratégia narrativa capaz de produzir acontecimentos na imagem e no mundo. Que sentidos de currículo são produzidos em multiplicidades? Pelas minoridades pretendemos movimentar nosso pensamento: que quer pensar um currículo como fabulação sem dizer o que ele é, mas no que ele vai se transformando com a chegada das crianças. No encontro das imagens com as palavras, em que o currículo vai se transformando? Sob a mesma superfície chamada currículo em extensão com as crianças, co-habitantes, encontrar os modos de olhar esse currículo e de dizê-lo por meio das fotografias, das narrativas, dos cartazes, dos desenhos, das poesias... As conversas com as crianças provocam o real, colocam em desequilíbrio algumas ideias feitas em educação, exigindo reordenações e invenções de outros pensamentos para a educação. É dessa criação de efeitos impensáveis que surge a invenção de currículos possíveis. Aprender a olhar mais (até cansar!) aquilo que não percebemos no dia a dia tem uma dimensão política muito importante; por meio desse gesto (que aprendemos com as crianças) podemos criar um novo pensamento político em educação. A partir daquilo que nos dá a ver, as crianças vão inaugurar sentidos impertinentes, desestabilizadores daquilo que chamamos de currículo e escola. O desafio consiste em falar da força contida na imagem fotográfica sem vontade de interpretá-la ou descrevê-la, mas escrever e pensar pelas fotografias num movimento de criação de sentidos e acontecer por elas.

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L'objectiu d'aquest TFC és implementar un sistema senzill de protecció del copyright per a imatges de format BMP mitjançant un esquema de marcatge basat en codis duals de Hamming, que permeten recuperar la marca quan la imatge marcada ha estat sotmesa a certs tipus de processament digital i també en el cas de confabulació de dos compradors.

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Este trabalho investe numa narrativa que se propõe a tecer uma escrita-artista sobre a produção plástica – desenhos-docentes – de artistas-professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará. Em torno destes vetores comuns (arte, docência e arquitetura) percebemos a ocorrência de linhas de fuga que emergem de suas produções plásticas que atravessam seus processos de subjetivação. Desse modo, como seus desenhos implicam nos movimentos de criação-formação destes artistas-professores? De que forma se articulam as linhas de criação artística e da docência em arte? Destarte, o desejo de uma apreciação diferida dessas imagens, compreendidas como linhas de vida destes artistas-professores. O estudo opera com a cartografia de Deleuze e Guattari para explorar seus cadernos de artista e diários docentes, propondo uma escrileitura artista na forma de biografemas, segundo Barthes. Dessa junção teórico-metodológica derivam os cartografemas, conceito empregado por este autor em sua dissertação de mestrado, retomado nesta escritura-tese na concepção de sua arquitextura dos afectos. Uma forma de escrever que arrisca-se a uma escripicture: narrativas visuais de um desenho-escrita (graphein), não como análise crítica, mas como fabulação que privilegia a inventividade e a poética da criação artística na escrita educacional. A educação cintilada pelo campo da criação como produção da diferença: uma educriação como plástica política, pois a escrita artista cria estilos de vida, estéticas da existência, conceitos artísticos e poéticas da diferença. Uma escritese concebida entre linhas de escrita e linhas de desenho, como vontade de potência no campo imanente de criação.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Dopamine has long held a prominent role in the interpretation of schizophrenia and other psychoses. Clinical studies on confabulation and disorientation, disorders marked by a confusion of reality in thinking, indicated that the ability to keep thinking in phase with reality depends on a process suppressing the interference of upcoming memories that do not refer to ongoing reality. A host of animal studies and a recent clinical study suggested that this suppression might correspond to the phasic inhibition of dopaminergic neurons in response to the absence of expected outcomes. In this study, we tested healthy subjects with a difficult version of a memory paradigm on which confabulating patients had failed. Subjects participated in three test sessions, in which they received in double-blind, randomized fashion L-dopa, risperidone, or placebo. We found that l-dopa, in comparison with risperidone, impaired performance in a highly specific way, which corresponded to the pattern of patients with reality confusion. Specifically, they had an increase of false positive responses, while overall memory performance and reaction times were unaffected. We conclude that dopaminergic transmission influences the ability to rapidly adapt thinking to ongoing reality.

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Spontaneous confabulation is a rare memory disorder resulting from orbitofrontal damage or disconnection. Patients act on the basis of memories that do not pertain to the current situation, and are disoriented. No medical treatment is known. Recent studies suggest that subcortical dopaminergic structures are involved in the selection of currently relevant memories. We present a patient who regained the ability to adapt thought and behavior to ongoing reality when treated with risperidone, a dopamine antagonist.

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Confabulations are usually referred to memory distortions, characterized by the production of verbal statements or actions that are inconsistent with the patient’s history and present situation. However, behavioral patterns reminiscent of memory confabulations can also occur in patients with right hemisphere damage, in relation to their personal, peripersonal or extrapersonal space. Thus, such patients may be unaware of their left hemiplegia and confabulate about it (anosognosia), deny the ownership of their left limbs (somatoparaphrenia), insult and hit them (misoplegia), or experience a “third”, supernumerary left limb. Right brain-damaged patients can also sometimes confabulate about the left, neglected part of images presented in their peripersonal space, or believe to be in another place (reduplicative paramnesia). We review here these instances of confabulation occurring after right hemisphere damage, and propose that they might reflect, at least partially, the attempts of the left hemisphere to make sense of inappropriate input received from the damaged right hemisphere.