999 resultados para Composição corporal Mulheres
Resumo:
A presente tese teve como objectivo compreender o impacte de um programa de treino em circuito com mquinas hidrulicas na composição corporal de mulheres. Para a sua realizao, numa primeira instncia efectuou-se uma reviso sistemtica da literatura, onde foram sintetizadas as evidncias cientficas sobre a temtica em estudo, seguida da elaborao de um artigo experimental observacional. A reviso sistemtica sintetizou os principais resultados dos estudos analisados e avaliou a qualidade metodolgica dos mesmos, relativamente ao impacte da prtica de exerccio fsico na composição corporal de mulheres, de forma a melhor compreender a realidade, constituindo a fundamentao terica do tema em estudo. A realizao desta reviso permitiu verificar nos diferentes estudos analisados que, o treino com resistncias com intensidades adaptadas ao nvel de cada participante, solicitando os grandes e pequenos grupos musculares, com uma frequncia de 3x/semana ou superior e com uma durao mnima de trinta minutos por sesso, apresenta resultados positivos, nomeadamente redues ao nvel de variveis da composição corporal como o peso e permetro abdominal, bem como nas variveis ndice de massa corporal (IMC), percentagem de massa gorda (%MG). O artigo experimental visou analisar o impacte de um programa de treino em circuito com mquinas hidrulicas na composição corporal de mulheres. Observou-se que mulheres que fazem este tipo de treino, com equipamento hidrulico e em circuito, apresentam melhorias significativas no peso, IMC, %MG e permetros corporais. Os melhores resultados foram verificados nas participantes mais assduas prtica da actividade fsica.A realizao deste estudo permitiu verificar que, nas participantes na amostra, o treino em circuito com mquinas hidrulicas pode contribuir de forma benfica para a composição corporal de mulheres praticantes deste tipo de actividade, parecendo indicar uma relao de dose-resposta entre os benefcios ocorridos e a assiduidade.
Resumo:
OBJETIVOS: Comparar os parmetros metablicos, a composição corporal e a fora muscular de mulheres com Sndrome dos Ovrios Policsticos (SOP) em relao a mulheres com ciclos menstruais ovulatrios. MTODOS: Estudo caso-controle com 27 mulheres com SOP e 28 mulheres controles com ciclos ovulatrios, com idade entre 18 e 37 anos, ndice de massa corprea entre 18 e 39,9 kg/m, que no praticassem atividade fsica regular. Nveis sricos de testosterona, androstenediona, prolactina, globulina carreadora dos hormnios sexuais (SHBG), insulina e glicemia foram avaliados. ndice de andrgeno livre (FAI) e resistncia insulina (por HOMA) foram calculados. As voluntrias submetidas avaliao de composição corporal por dobras cutneas e absorciometria de raio X de dupla energia (DEXA) e testes de fora muscular mxima de 1-RM em trs exerccios aps procedimento de familiarizao e de fora isomtrica de preenso manual. RESULTADOS: Os nveis de testosterona foram mais elevados no grupo SOP em relao ao CO (68,020,2 versus 58,212,8 ng/dL; p=0,02), assim como o FAI (282,5223,8 versus 127,077,2; p=0,01), a insulina (8,47,0 versus 4,02,7 uIU/mL; p=0,01), e o HOMA (2,32,3 versus1,00,8; p=0,01). O SBHG foi inferior no grupo SOP comparado ao controle (52,543,3 versus 65,127,4 nmol/L; p=0,04). No foram observadas diferenas significativas na composição corporal com os mtodos propostos entre os grupos. O grupo SOP apresentou maior fora muscular no teste de 1-RM nos exerccios supino reto (31,24,75 versus 27,83,6 kg; p=0,04) e cadeira extensora (27,96,2 versus 23,44,2 kg; p=0,01), assim como nos testes de fora isomtrica de preenso manual (5079,61035,7 versus 4477,369,6 kgf/m; p=0,04). Ser portadora de SOP foi um preditor independente de aumento de fora muscular nos exerccios supino reto (estimativa (E)=2,7) (p=0,04) e cadeira extensora (E=3,5) (p=0,04). Assim como o IMC no exerccio de fora isomtrica de preenso manual do membro dominante (E=72,2) (p<0,01), supino reto (E=0,2) (p=0,02) e rosca direta (E=0,3) (p<0,01). Nenhuma associao foi encontrada entre HOMA-IR e fora muscular. CONCLUSES: Mulheres com SOP apresentam maior fora muscular, sem diferena na composição corporal. A RI no esteve associada ao desempenho da fora muscular. Possivelmente, a fora muscular pode estar relacionada aos nveis elevados de andrognios nessas mulheres.
Resumo:
OBJETIVO: Analisar a relao entre a prtica de atividade fsica e composição corporal em mulheres na menopausa. METODOS: Participaram do estudo 62 mulheres, com 50 anos ou mais (61,27,6 anos), todas na menopausa. A prtica de atividade fsica foi avaliada atravs do acelermetro (minutos na semana e counts). A massa magra e massa gorda total e de tronco foram mensuradas com uso da absortimetria de raios X de dupla energia e expressas em valores percentuais. A relao entre as variveis de composição corporal e a atividade fsica foi avaliada pela correlao de Spearman e de Pearson. As comparaes entre grupos (de acordo com a prtica de atividade fsica e idade) foram realizadas por meio do teste t independente e Mann-Whitney. RESULTADOS: O grupo de idade igual ou inferior a 59 anos apresentou maiores mdias de atividade fsica total em counts (3.572.435 versus 2.843.840) e minutos por semana de atividade fsica moderada-vigorosa (273 minutos versus 156 minutos). As mulheres que acumularam 150 minutos ou mais de atividade fsica moderada-vigorosa apresentaram valores inferiores de massa gorda total (43,8 versus 47,2 kg/m), valores superiores de massa corporal magra (53,8 versus 49,6 kg) e IMC reduzido (27,7 versus 30,46 kg/m) quando comparadas quelas com menos de 150 minutos de atividade fsica na semana. Apenas o tempo em atividades moderadas apresentou correlao negativa com o percentual de gordura total (r=-0,26, p<0,05); j atividade fsica total em counts correlacionou-se com o percentual de massa magra (r=0,30), percentual de gordura total (r=-0,32), gordura de tronco (r=-0,29), e IMC (r=-0,32), todas as correlaes apresentaram significncia estatstica de p<0,05. CONCLUSO: Mulheres na menopausa com idade igual ou superior a 50 anos que apresentam minutos em atividades moderada e vigorosa, e counts de atividade fsica total superiores possuem nveis inferiores de massa gorda e superiores de massa magra.
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar o efeito de 8 semanas de treinamento funcional sobre a composição corporal de mulheres na ps-menopausa.MTODOS: Participaram do estudo 38 mulheres menopausadas, distribudas em dois grupos: Grupo Treino (GT) e Grupo Controle (GC). As participantes do GT (n=21) realizaram, por um perodo de 8 semanas, um programa de exerccios fsicos, com frequncia de 3 vezes por semana, em dias no consecutivos, e durao de 90 minutos por sesso. Pelo mesmo perodo, as mulheres do GC (n=17) no realizaram nenhum tipo de atividade fsica sistematizada. Todas as participantes foram avaliadas no momento inicial da pesquisa e aps 8 semanas. As avaliaes foram conduzidas pelos mesmos avaliadores treinados. A anlise da composição corporal foi realizada no equipamento de absortiometria de raios X de dupla energia (DEXA) que permite estimar a composição corporal no todo e por segmento. As participantes do GT realizaram um programa de exerccios fsicos funcionais, 3 dias da semana (no consecutivos), com sesses compostas por 11 estaes de exerccios desenvolvidas em formato de circuito. Os exerccios realizados tinham como proposta o desenvolvimento das capacidades fora, agilidade, coordenao e propriocepo, e eram seguidos de exerccio aerbio (caminhada). Depois de constatada normalidade dos dados verificada pelo teste Shapiro-Wilk (p<0,05), procedeu-se ao teste t de Student para amostras independentes para verificao de possveis diferenas em variveis de composição corporal e antropomtricas entre grupos nos dois momentos da interveno (pr e ps-teste). Todas as anlises foram realizadas com o software SPSS, v. 17.0 (SPSS Inc., Chicago, IL, USA) com valor de significncia estabelecido em 5%.RESULTADOS: No momento inicial nenhuma diferena significante foi observada entre as variveis de composição corporal, antropomtricas e idade, indicando homogeneidade dos grupos. Aps 8 semanas de treinamento, foram observadas diferenas significativas entre o GT e o GC quanto gordura de tronco - GC=0,20,7 e GT=-0,40,5, gordura corporal total (kg) - GC=0,21,3 e GT=-0,70,8 e no peso total - GC=0,41,4 e GT =-0,61,1. A varivel percentual de gordura total apresentou reduo nos valores absolutos, porm sem significncia, GC=0,11,5 e GT=-0,81,5.CONCLUSO: O treinamento funcional no formato de circuito pode ser usado como estratgia para alterao da composição corporal de mulheres na ps-menopausa, em especial na reduo do tecido adiposo. Trata-se de um modelo que promove elevada aderncia dos seus participantes, sugerindo ser uma proposta atrativa para a faixa etria investigada.
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OBJETIVO: Analisar a relao entre a prtica de atividade fsica e composição corporal em mulheres na menopausa. METODOS: Participaram do estudo 62 mulheres, com 50 anos ou mais (61,27,6 anos), todas na menopausa. A prtica de atividade fsica foi avaliada atravs do acelermetro (minutos na semana e counts). A massa magra e massa gorda total e de tronco foram mensuradas com uso da absortimetria de raios X de dupla energia e expressas em valores percentuais. A relao entre as variveis de composição corporal e a atividade fsica foi avaliada pela correlao de Spearman e de Pearson. As comparaes entre grupos (de acordo com a prtica de atividade fsica e idade) foram realizadas por meio do teste t independente e Mann-Whitney. RESULTADOS: O grupo de idade igual ou inferior a 59 anos apresentou maiores mdias de atividade fsica total em counts (3.572.435 versus 2.843.840) e minutos por semana de atividade fsica moderada-vigorosa (273 minutos versus 156 minutos). As mulheres que acumularam 150 minutos ou mais de atividade fsica moderada-vigorosa apresentaram valores inferiores de massa gorda total (43,8 versus 47,2 kg/m), valores superiores de massa corporal magra (53,8 versus 49,6 kg) e IMC reduzido (27,7 versus 30,46 kg/m) quando comparadas quelas com menos de 150 minutos de atividade fsica na semana. Apenas o tempo em atividades moderadas apresentou correlao negativa com o percentual de gordura total (r=-0,26, p<0,05); j atividade fsica total em counts correlacionou-se com o percentual de massa magra (r=0,30), percentual de gordura total (r=-0,32), gordura de tronco (r=-0,29), e IMC (r=-0,32), todas as correlaes apresentaram significncia estatstica de p<0,05. CONCLUSO: Mulheres na menopausa com idade igual ou superior a 50 anos que apresentam minutos em atividades moderada e vigorosa, e counts de atividade fsica total superiores possuem nveis inferiores de massa gorda e superiores de massa magra.
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OBJETIVO: Foi avaliar o efeito de programa misto de interveno nutricional e exerccio fsico sobre a composição corporal e hbitos alimentares de mulheres obesas em climatrio. MTODOS: Trabalhou-se com 2 grupos de 15 pessoas por 40 semanas: Grupo Dieta (interveno nutricional) e Grupo Exerccio (interveno nutricional e exerccio). RESULTADO: As redues do peso (-2,3kg para Grupo Dieta e -5,3kg para o Grupo Exerccio) e da circunferncia da cintura (-4,8cm para Grupo Dieta e -7,6cm para Grupo Exerccio), foram maiores para o Grupo Exerccio. Foi verificada evoluo positiva na classificao do ndice de Massa Corporal para ambos os grupos, sendo que o Grupo Exerccio respondeu melhor ao tratamento. O padro alimentar foi considerado montono e com baixo consumo de alimentos regionais. CONCLUSO: O programa foi efetivo para perda de peso, em maior intensidade na presena de exerccio. A educao alimentar proposta foi capaz de acarretar mudanas nos hbitos alimentares.
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Ps-graduao em Ginecologia, Obstetrcia e Mastologia - FMB
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Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES)
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Ps-graduao em Fisioterapia - FCT
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Ps-graduao em Cincias da Motricidade - IBRC
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Fundao de Amparo Pesquisa do Estado de So Paulo (FAPESP)
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Introduction: Loss of muscle strength may represent a burden on everyday tasks significantly compromising the quality of life for mastectomy patients. In addition to the reduced strength of the upper limb, has been shown in mastectomy patients and difficulties in reducing grip. Objectives: To analyze the possible differences in grip strength among women undergoing breast cancer surgery and to compare the body composition. Methods: In the control group (CG n = 46) women participated in the community of FCT / UNESP aged 35 to 70 years without acute orthopedic pathologies. In the experimental group (EG n = 49) participated in women undergoing surgery for breast cancer, without bilateral lymphedema and independent of time and type of surgery. Were evaluated by dynamometer, by Dual Energy X-ray absorptiometry (DEXA) and physical assessment. Results: We observed significant differences in grip strength (p = 0.000), when the group after mastectomy compared with the control group and the radical mastectomy surgery left and quandrandectomia left (p = 0.004). Regarding the presence of lymphedema, statistical difference was observed in the composition of lean mass and trunk fat (p = 0.05). Conclusion: The results of this study suggest that the experimental group are lower grip strength and trunk lean body mass when compared with the control group. The experimental group showed higher values of fat mass when there was presence of lymphedema
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Ps-graduao em Fisioterapia - FCT
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Ps-graduao em Fisioterapia - FCT
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Ps-graduao em Sade Coletiva - FMB