31 resultados para Coastcross


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The objective of this experiment was to evaluate the effects of replacing coastcross hay NDF by soybean hull (SH) NDF on the lactation performance and eating behavior of ewes and also on the performance of their lambs. Fifty-six Santa Ines lactating ewes (56.1 +/- 6.8 kg of initial BW; mean +/- SD) were penned individually and used in a randomized complete block design with 14 blocks and 4 treatments. Diets were formulated to provide similar concentrations of NDF (56%) and CP (16%). The SH NDF replaced 33 (SH33), 67 (SH67), or 100% (SH100) of the NDF contributed by coastcross hay in a 70% forage-based diet (SH0), resulting in SH inclusion rates of 0, 25, 54, and 85% of the dietary DM. Once a week, from the second to the eighth week of lactation (weaning time), ewes were separated from their lambs, stimulated by a 6-IU i.v. oxytocin injection, and hand milked to empty the udder. After 3 h, milk production was obtained after the same procedure. Quadratic effect for milk production (142.4, 179.8, 212.6, and 202.9 g/3 h) and cubic effect for DMI (2.27, 2.69, 3.25, and 3.00 kg/d) were observed as SH inclusion increased from 0 to 85% of the dietary DM. Milk fat (7.59, 7.86, 7.59, and 7.74%), protein (4.53, 4.43, 4.40, and 4.55%), and total solids (18.24, 18.54, 18.39, and 18.64%) did not differ among the 70% forage-based diet and diets with SH NDF replacing 33, 67, or 100% of the NDF. A linear increase in lactose concentration was observed with SH inclusion. Ewe BW gain during the trial showed a cubic response (0.37, 0.03, 4.80, and 2.80 kg) with SH inclusion. The preweaning ADG of lambs increased linearly, and ADG of lambs after weaning decreased linearly with SH inclusion. Final BW of lambs (2 wk after weaning) did not differ among treatments. Eating behavior observations were conducted with 44 ewes. The same facilities, experimental design, dietary treatments, and feeding management were used. Observations were visually recorded every 5 min for a 24-h period when ewes were 46 +/- 6.8 d in milk. Eating time (min/d, min/g of DMI, and min/g of NDF intake) and time expended in rumination and chewing activities (min/g of DMI and min/g of NDF intake) decreased linearly with the addition of SH in the diets. The inclusion of SH improved DMI and milk production, also reflecting on the BW of lambs at weaning. Milk performance was not affected when SH NDF replaced 100% of hay NDF.

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The Santa Ines, a Brazilian hair sheep, has a non-seasonal breeding activity. Data regarding the duration of the postpartum anestrous period in Santa Ines lactating ewes is lacking and the objective of this trial was to determine the effects of replacing neutral detergent fibre (NDF) provided by coastcross (Cynodon sp.) hay with NDF contained in soybean hulls (SH) on the postpartum ovarian activity-as measured by the serum progesterone (P(4)) concentration. Fifty-six lactating ewes (body weight 56.1 +/- 6.8 kg) were individually penned and used in a randomized complete block design with 14 blocks and four treatments. The SH NDF replaced 33 (SH33), 67 (SH67), or 100% (SH100) of the NDF contributed by coastcross hay in the control diet (SHO). This resulted in a SH inclusion at rates of 0, 25, 54, and 85% of the dietary dry matter (DM). Blood samples were collected twice weekly from the 14th to 84th day postpartum and the serum P(4) concentrations determined by radioimmunoassay (RIA). It was estimated that the 1st postpartum ovulation occurred 6 days before the date that a serum P(4) >= 1 ng/ml concentration was first recorded. The mean body condition score (BCS; 0-5 scale) was 3.0 +/- 0.19 on day 14 postpartum and the mean BCS at day 56 postpartum increased linearly (P<0.01) with the inclusion levels of SH (3.09, 3.24, 3.34, and 3.36, respectively). Treatments did not differ significantly in the induction of postpartum days to the resumption of ovarian luteal activity (34.1 +/- 15.3 days postpartum). On days 25, 50, and 75 postpartum 36.80, and 100% of the ewes had resumed ovarian activity, respectively. Nonesterified fatty acid concentration decreased quadratically (P<0.05) with the SH inclusion, with values of 0.323, 0.244, 0.204, and 0.216 mequiv./l for the SHO, SH33, SH67, and SH100 treatments being recorded, respectively. Replacement of the NDF provided by coastcross hay with the NDF from the SH did not influence the duration of the postpartum anestrous period in Santa Ines lactating ewes. Considering a 150-day gestation period and the 34 days postpartum anestrous demonstrated in the present study, the current production system of a lambing interval of 8 months (3 lambing events in 2 years) may not be optimizing the production potential and a system in which the lambing interval is shortened by at least 1 month may be feasible. (C) 2008 Elsevier B.V. All rights reserved.

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Os objetivos deste trabalho foram identificar o padrão populacional do perfilhamento de coastcross (Cynodon spp. cv. Coastcross) sob pastejo, e avaliar o acúmulo de matéria seca de sua forragem. Foram avaliados densidade populacional, taxas de natalidade e mortalidade de perfilhos, proporção de perfilhos florescidos e acúmulo de matéria seca. Os tratamentos consistiram em manter a altura do pasto em 5, 10, 15 e 20 cm, utilizando ovinos sob regime de lotação contínua e taxa de lotação variável. Pastos mais baixos (5 cm) apresentaram as maiores densidades populacionais de perfilhos. O florescimento foi mais intenso durante o final do inverno e início da primavera. Ocorreu alta renovação de perfilhos durante o verão. As condições de seca promoveram fortes efeitos sobre as taxas de natalidade e de mortalidade de perfilhos. Não houve efeito (P>0,10) de tratamento sobre as taxas de acúmulo de matéria seca.

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O objetivo deste estudo foi avaliar o desempenho de ovinos e as respostas de pastagens de Coastcross (Cynodon spp.) com quatro alturas de pasto (5, 10, 15 e 20 cm), em regime de lotação contínua, no período de agosto de 1998 a abril de 1999. As alturas de pasto foram alocadas às unidades experimentais, de acordo com um delineamento de blocos completos casualizados, com quatro repetições. As variáveis analisadas foram: valor nutritivo, composição morfológica da forragem coletada por simulação de pastejo e do perfil total do pasto, taxa de acúmulo de matéria seca, e desempenho animal. Os pastos apresentaram alto valor nutritivo da forragem pastejada, em ambas as estações do ano (primavera e verão), destacando-se os pastos de 5 cm, que apresentaram os melhores valores. As taxas de acúmulo de forragem foram maiores no verão, proporcionando, assim, maiores disponibilidades de forragem, e, conseqüentemente, desempenho animal mais elevado.

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Os processos fisiológicos das plantas são afetados pelo balanço de cátions e ânions absorvidos. O objetivo deste trabalho foi determinar a absorção de cátions e ânions quando plantas de capim-coastcross receberam doses elevadas de nitrogênio. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com quatro repetições, num esquema fatorial 2x5 - duas fontes de N: uréia e nitrato de amônio, e cinco doses de N: 0, 25, 50, 100, 200 kg ha-1 corte-1 . As doses de N foram aplicadas após cada corte num total de cinco cortes, durante a época das chuvas. A absorção de cátions e de ânions pelo capim-coastcross aumentou com o acréscimo das doses de N dos dois fertilizantes, sendo maior com o nitrato de amônio. Com doses crescentes de N, verificou-se entre os cátions maior absorção do K+, e do Cl- entre os ânions. Com exceção do N, a absorção do K+ foi superior à dos demais nutrientes, com redução no teor relativo de cálcio. Doses altas de N aplicadas em capim-coastcross, na forma de uréia ou de nitrato de amônio, favorecem a absorção de cátions e de ânions.

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O consumo de matéria seca (CMS) do capim-coastcross, sob pastejo, de vacas lactantes mestiças (HPB x Gir) e Gir, foi calculado a partir da relação entre a digestibilidade in vitro da MS (DIVMS) da forragem (extrusa colhida com animais esôfago- fistulados) e a produção fecal obtida com auxílio do cromo mordante por meio de um modelo não-linear. A pastagem foi manejada com uma taxa de lotação de 1,6 e 3,2 animais/ha, respectivamente para as épocas seca e chuvosa do ano, num sistema de pastejo rotativo com três dias de ocupação e 27 dias de descanso. Quatro diferentes equações baseadas em variáveis de degradação ruminal foram utilizadas para predizer o consumo de MS: CMS = -1,19 + 0,035 (a+ b) + 28,5c (1), CMS = -0,822 + 0,0748 (a+ b) + 40,7c (2), CMS = -8,286 + 0,266a + 0,102b +17,696c (3) e CMS = [%FDN na MS]* [consumo de FDN ] / [(1-a-b)/K P +b/(c+ k p)]/24] (4). Os dados observados utilizando as equações 1 e 2 (12,2 e 12,7 kg/vaca/dia respectivamente) foram similares entre si e superiores aos resultados obtidos na equação 4 (7,8 kg/vaca/dia). Já o resultado obtido pela equação 3 (5,5 kg/vaca/dia) foi menor do que aqueles determinados pelas outras equações, subestimando o CMS calculado a partir do cromo mordante (6,3 kg/vaca/dia). A predição do consumo de forrageiras tropicais sob pastejo, utilizando equações baseadas nas variáveis de degradação, constitui um importante potencial para estas avaliações. Entretanto, mais estudos devem ser realizados antes de se usarem estas equações na prática.

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Utilizaram-se 10 vacas lactantes HPC e mestiças H*Z, com 55 dias de parição, peso médio de 540 kg, distribuídas em um delineamento em switch-back com o objetivo de avaliar a produção e a composição do leite, o consumo e a digestibilidade aparente de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), proteína bruta (PB), carboidratos totais (CT) e extrato etéreo (EE), e o pH e a concentração de amônia ruminal. Os animais foram alimentados ad libitum com cinco dietas contendo silagem de milho (SM), feno de alfafa (FA), feno de capim-coastcross (FCC), ½ FA+½ SM, ½ FCC+1/2 SM, na proporção de 60%, da ração total (base de matéria seca). Os consumos dos nutrientes não foram influenciados pelas dietas. As digestibilidades aparentes de MS, PB e FDN foram maiores para as dietas contendo silagem de milho. O pH e a concentração de amônia do líquido ruminal não foram influenciados pelas dietas, porém observou-se resposta quadrática para o tempo de coletas. Registrou-se maior produção de leite para os animais que receberam silagem de milho. Os teores de proteína bruta e gordura do leite não foram influenciados pelas dietas.

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Avaliaram-se o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes, e o balanço de nitrogênio da silagem de milho e dos fenos de alfafa e de capim- coastcross, em ensaio com ovinos. Foram utilizados 15 animais, sem raça definida, castrados, com peso médio de 47,5 kg, distribuídos em um delineamento em blocos casualizados com cinco repetições. O consumo de matéria seca, em g/Kg0,75, foi influenciado pelos alimentos, registrando-se maior valor (68,06), para os animais que receberam feno de alfafa. Os consumos de fibra em detergente neutro e extrato etéreo foram menores para os animais que receberam silagem de milho. Já os consumos de proteína bruta e nutrientes digestíveis totais, de 201,97 e 643,42 g/dia, respectivamente, foram maiores para os animais alimentados com feno de alfafa. Este resultado deve-se ao fato de o feno de alfafa possuir melhor valor nutritivo e estar associado ao teor mais elevado de matéria seca. As digestibilidades aparentes da matéria seca e proteína bruta, de 56,47 e 73,92%, respectivamente, também foram maiores para os animais que receberam feno de alfafa. O balanço de nitrogênio foi positivo apenas para os animais alimentados com fenos, os quais apresentaram ganhos de peso de 100,79 e 147,62 g/dia para feno de capim-coastcross e feno de alfafa, respectivamente, enquanto que os animais alimentados com silagem de milho apresentaram perda de peso (-34,92 g/dia). Este fato pode ser atribuído a superioridade da composição química dos fenos em relação à da silagem de milho.

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Em três anos de pesquisa, avaliou-se o desempenho de bezerros desmamados de quatro grupos genéticos (Nelore; Canchim × Nelore; Angus × Nelore; e Simental × Nelore) em pastagem de Cynodon dactylon, cv. Coastcross, adubada, sob manejo rotacionado, recebendo mistura mineral ou concentrado. O concentrado foi fornecido na quantidade de 3 kg/animal/dia e continha 18,8% de proteína bruta e 81,5% de nutrientes digestíveis totais na matéria seca. A quantidade de forragem disponível diferiu com a utilização de mistura mineral e concentrado (2.961 kg e 3.383 kg de matéria seca (MS) por hectare, respectivamente). A oferta de MS/animal/dia foi 9,9 kg/dia (3,9% PV) para mistura mineral e 9,0 kg/dia (3,3% PV) para concentrado. A forragem disponível possuía, na matéria seca, 13,6% de proteína bruta, 79,8% de fibra em detergente neutro; 62,3% de digestibilidade in vitro da matéria seca, 3,9 g/kg de cálcio, 2,0 g/kg magnésio, 2,5 g/kg de fósforo, 22,7 g/kg de potássio, 2,8 g/kg de enxofre, 9,9 mg/kg de cobre, 22,5 mg/kg de zinco, 98 mg/kg de manganês e 188 mg/kg de ferro. Foram observadas interações grupo genético × suplementação e ano × suplementação para ganho diário de peso e taxa de lotação das pastagens e ciclo de pastejo × suplementação para a taxa de lotação. O ganho diário de peso nos animais Nelore, Canchim × Nelore, Angus × Nelore e Simental × Nelore criados com suplementação do pasto com mistura mineral foi de 0,48; 0,63; 0,68 e 0,50 kg, enquanto naqueles que receberam concentrado foi de 0,87; 0,95; 0,99 e 0,95 kg, respectivamente. As médias estimadas das taxas de lotação das pastagens foram 6,1 para todos os grupos genéticos que receberam mistura mineral e 7,5; 7,6; 8,8 e 9,0 unidades animais/ha para os grupos genéticos Nelore, Canchim × Nelore, Angus × Nelore e Simental × Nelore que receberam concentrado, respectivamente. O grupo genético influencia o desempenho de bovinos em pastagem de capim-coastcross e interage com a suplementação com concentrado.

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As pastagens de gramíneas, quando bem formadas e manejadas, representam um componente ambiental importante em razão do papel que exercem na cobertura dos solos, na formação e estabilização dos agregados e na redução do adensamento ou da compactação. Os objetivos deste estudo foram quantificar o intervalo hídrico ótimo (IHO), para um Latossolo Vermelho-Amarelo degradado fisicamente e cultivado com Coastcross (Cynodon spp.), e utilizar o IHO como indicador de alteração da estrutura desse solo. Amostras indeformadas foram coletadas em anéis volumétricos de 0,025 m de altura e 0,065 m de diâmetro, nas profundidades de 0-0,05 e 0,20-0,25 m e no horizonte Bw (0,80-0,85 m), na ausência de tráfego de máquinas agrícolas, durante a estação chuvosa de 2008/2009, nos meses de novembro de 2008, março de 2009 e maio de 2009. Essas amostras foram utilizadas para determinar a curva de retenção de água, a curva de resistência à penetração, a densidade, o IHO e a densidade crítica do solo (Dsc). O IHO revelou-se um adequado indicador da alteração da estrutura de Latossolo. O Coastcross apresenta potencial para melhoria da estrutura, sendo sugerida sua utilização como alternativa ao uso de implementos agrícolas nesse contexto. A Dsc de 1,24 Mg m-3 é limitante ao adequado crescimento e desenvolvimento da forrageira no solo em estudo.

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Com o objetivo de verificar a performance animal, capacidade de suporte e produção de carne no período de três anos, sete gramíneas de estação quente foram avaliadas em sistema de pastejo contínuo, com novilhos mestiços Canchim, na região dos Campos Gerais do Paraná. As espécies estudadas foram hemártria Flórida, hemártria Roxinha, capim-do-nilo, capim IPEAME, setária Kazungula, braquiária Marandu e coastcross-1. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com duas repetições, adotando-se a técnica de pastejo put and take. Capim-do-nilo e hemártria Flórida apresentaram maiores valores de DIVMS e proporcionaram os melhores ganhos diários por animal. Hemártria Roxinha proporcionou maior disponibilidade de forragem suportando maior número de animais por unidade de área. Hemártria Flórida, capim-do-nilo e hemártria Roxinha produziram os maiores ganhos de peso vivo por hectare, com produções semelhantes de carne. Exceto hemártria Roxinha e capim IPEAME, todas as gramíneas apresentaram declínio nas produções por unidade de área ao longo dos três anos de estudo.

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Avaliou-se o índice de área foliar, o coeficiente de extinção luminosa e o acúmulo de matéria seca em três cultivares de Cynodon spp. (Tifton 85, Florakirk e Coastcross) submetidas a quatro intensidades de pastejo (5, 10, 15 e 20 cm) por ovinos em regime de lotação contínua. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados, com quatro repetições, em parcelas subdivididas, tendo na parcela as cultivares, e na subparcela, as intensidades de pastejo. Os maiores valores de índice de área foliar foram encontrados na cultivar Tifton 85. A extinção de luz dentro do dossel do pasto variou com a cultivar, mês do ano e intensidade de pastejo. Os valores mais elevados de coeficiente de extinção de luz (k) foram observados nos pastos mantidos mais altos, dentro de cultivares, na Florakirk. As taxas de acúmulo de matéria seca foram semelhantes em todas as cultivares avaliadas, independentemente dos regimes de desfolha adotados.

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O planejamento e o manejo em sistemas de produção animal em pastagens utilizam como informação essencial valores de massa e taxas de acúmulo de forragem. Este trabalho avaliou dois métodos, régua e prato ascendente, para estimar a massa de matéria seca de forragem em pastagens do gênero Cynodon, cultivares Florakirk, Tifton 85 e Coastcross. Os pastos foram mantidos a 5, 10, 15 e 20 cm de altura por meio de lotação contínua de ovinos em um delineamento experimental de blocos completos ao acaso com 4 repetições. Durante 12 meses foram geradas curvas de calibração do tipo y = a + bx entre altura do pasto (x), medida por meio de cada um dos dois métodos, e a massa de matéria seca de forragem correspondente (y), em kg ha-1. Os valores do intercepto (a) foram os mais influenciados por cultivar e época do ano. Houve variação apenas moderada nos valores do coeficiente angular (b). Essa variação esteve relacionada com modificações da estrutura do dossel forrageiro, particularmente a proporção de material morto. Os métodos não diferiram em precisão, porém o método do prato ascendente mostrou-se mais rápido e ágil. A calibração dos métodos deve ser específica para cada cultivar e realizada freqüentemente para que as equações geradas sejam precisas.

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O objetivo deste trabalho foi caracterizar o período de estacionalidade de produção de matéria seca de espécies forrageiras irrigadas. As espécies utilizadas foram Pennisetum purpureum cv. Taiwan (capim-elefante), Panicum maximum cv. Tanzânia (capim-tanzânia), Brachiaria decumbens cv. Basilisk (capim-braquiária), Brachiaria bryzantha cv. Marandu (capim-marandu), Paspalum atratum cv. Pojuca (capim-pojuca) e Cynodon dactylon cv. Coastcross (capim-coastcross). Durante dois anos (1999/2000 e 2000/2001), avaliaram-se as condições climáticas do local onde o experimento foi realizado e as características fenológicas das forrageiras. As pastagens irrigadas têm um período de 65 a 70 dias de estacionalidade de produção durante o ano, em que, mesmo satisfazendo as necessidades hídricas da planta forrageira, não há produção de matéria seca.

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Dois experimentos foram realizados para avaliar os efeitos da substituição do feno de coastcross por casca de soja, sobre o comportamento ingestivo e sobre a digestibilidade dos nutrientes no trato digestório total de ovinos. No primeiro experimento, 48 borregas, com peso inicial médio de 23,1 kg e 124 dias de idade foram distribuídas em blocos completamente ao acaso. O tratamento controle foi composto por feno de coastcross e concentrado (50:50). Nos demais, a casca de soja substituiu o feno em 12,5, 25 e 37,5% da matéria seca (MS) da dieta. Tempos de ingestão e ruminação foram determinados a cada cinco minutos durante 24 horas. Houve efeito linear decrescente no comportamento ingestivo, à medida que se aumentou a casca de soja na dieta. No segundo experimento, quatro borregos foram distribuídos em quadrado latino 4x4 e submetidos aos mesmos tratamentos do primeiro experimento. Houve efeito linear crescente da casca de soja sobre o consumo e digestibilidade da MS, da matéria orgânica (MO), da fibra em detergente neutro (FDN) e da hemicelulose, e sobre o consumo da fibra em detergente ácido. A casca de soja possui menor quantidade de FDN fisicamente efetiva, em comparação à FDN de feno de coastcross e, ao ser adicionada em dietas para borregas até 37,5% da MS, aumenta a digestibilidade da MS e da MO.