999 resultados para Classe


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OBJETIVO: avaliar a participao da protruso mandibular ortopdica e da posio condilar na prevalncia de sinais e sintomas de disfuno temporomandibular (DTM). METODOLOGIA: a amostra foi composta por 60 indivduos divididos em 3 grupos, sendo o grupo I correspondente a indivduos no tratados; o grupo II composto por jovens em tratamento com o Bionator; e o grupo III por jovens j tratados com este aparelho. Os indivduos da amostra responderam a um questionrio relativo aos principais sintomas de DTM, permitindo a classificao dos mesmos de acordo com a presena e severidade dessas disfunes. Esses jovens tambm se submeteram avaliao da movimentao mandibular, palpao dos msculos mastigatrios e inspeo de rudos articulares. Radiografias transcranianas padronizadas das ATMs direita e esquerda foram realizadas, para obteno do grau de concentricidade condilar. RESULTADOS: os testes ANOVA, Kruskal-Wallis e qui-quadrado foram utilizados para anlise dos dados. De acordo com os resultados do questionrio anamnsico, 66,67% da amostra foram classificados com ausncia de DTM; 30% com DTM leve e apenas 3,33% com DTM moderada, sem diferena entre os grupos estudados (p > 0,05). Quanto concentricidade condilar, o grupo II apresentou os valores de menor concentricidade (cndilos mais anteriorizados), com diferena estatisticamente significante em relao ao grupo I (p < 0,05). Uma associao entre a concentricidade condilar e a prevalncia de DTM, no entanto, no foi encontrada. CONCLUSO: a protruso ortopdica, apesar de alterar a posio dos cndilos, no aumentou a prevalncia de DTM na populao estudada.

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OBJETIVO: o objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos esquelticos e dentoalveolares do tratamento de pacientes com m ocluso de Classe II com o aparelho Jasper Jumper associado ao aparelho ortodntico fixo, comparados a um grupo controle no-tratado. MTODOS: a amostra foi constituda por 47 indivduos, divididos em dois grupos: Grupo 1, contendo 25 pacientes com idade mdia de 12,72 anos, tratados com o aparelho Jasper Jumper por um tempo mdio de 2,15 anos; Grupo 2 (controle), composto por 22 indivduos com idade mdia de 12,67 anos, no-submetidos a tratamento ortodntico e com m ocluso de Classe II, observados por um perodo mdio de 2,12 anos. Foram avaliadas as telerradiografias ao incio e ao final do tratamento ortodntico para o Grupo 1 e do perodo de observao para o Grupo 2. As variveis cefalomtricas iniciais, finais e as alteraes com o tratamento foram comparadas entre os grupos por meio do teste t independente. RESULTADOS: em comparao ao grupo controle, o grupo Jasper Jumper apresentou maior restrio do deslocamento anterior da maxila e maior retruso maxilar, melhora da relao maxilomandibular, diminuio da convexidade facial, maior protruso e intruso dos incisivos inferiores e maior extruso dos molares inferiores, alm de maior diminuio dos trespasses horizontal e vertical e maior melhora da relao molar. CONCLUSO: a correo da Classe II no grupo tratado com o Jasper Jumper e aparelhagem fixa se deu principalmente devido restrio do crescimento maxilar, protruso e intruso dos incisivos inferiores e extruso dos molares inferiores.

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OBJETIVOS: o objetivo deste estudo foi identificar caractersticas oclusais iniciais de pacientes Classe II, diviso 1, tratados sem e com extraes de dois pr-molares superiores. MTODOS: foram selecionados 62 pacientes que apresentavam m ocluso de Classe II, diviso 1, os quais foram divididos em dois grupos, de acordo com a forma de tratamento proposta, sendo o grupo 1 constitudo de 42 pacientes (23 do sexo feminino e 19 do sexo masculino), com idade mdia de 12,7 anos, tratados sem extraes e com aparelho fixo combinado com extrabucal; e o grupo 2, composto de 20 pacientes (6 do sexo feminino e 14 do sexo masculino), com idade mdia de 13,5 anos, tratados tambm com aparelho fixo combinado com uso de extrabucal, mas que tiveram indicao de extraes de dois pr-molares superiores em seus planos de tratamento. Para observar as caractersticas oclusais iniciais e finais, assim como suas alteraes com o tratamento, foi utilizado o ndice de Prioridade de Tratamento (IPT). Os valores dos ndices foram submetidos anlise estatstica pelo teste t independente, para comparar as variveis entre os grupos. RESULTADOS E CONCLUSES: os resultados demonstraram que o grau de m ocluso inicial foi diferente nos dois grupos quando avaliados pelo IPT, sendo maior no grupo tratado com extraes de dois pr-molares superiores

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A m ocluso de Classe II diviso 1 de Angle , frequentemente, acompanhada da atresia maxilar. Esse problema transversal da maxila deve ser corrigido, sempre que possvel, antes da correo anteroposterior, sendo que os aparelhos de expanso rpida so os mais utilizados para isso. Para a correo da Classe II, atualmente, os aparelhos funcionais fixos so os mais estudados e empregados, por serem aparelhos intrabucais e necessitarem de menor colaborao do paciente. O objetivo deste estudo demonstrar a estabilidade dos resultados obtidos aps seis anos de tratamento com expansor tipo Hyrax, seguido do aparelho funcional fixo de Herbst e aparelho fixo. Aps uma reviso da literatura, ser apresentado um caso clnico, com atresia maxilar e m ocluso de Classe II diviso 1, tratado com essa terapia. O tratamento foi realizado em um curto perodo de tempo, com resultados funcionais e estticos satisfatrios e mantidos ao longo dos anos.

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OBJETIVO: com o propsito de avaliar a influncia da extrao de dois pr-molares superiores na estabilidade oclusal do tratamento da m ocluso de Classe II completa, foi realizada uma comparao com o protocolo de tratamento sem extraes. MTODOS: selecionou-se, a partir das documentaes do arquivo da Disciplina de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru, uma amostra composta pelas documentaes de 59 pacientes com m ocluso de Classe II completa. Em seguida, dividiu-se essa amostra em dois grupos, apresentando as seguintes caractersticas: Grupo 1, constitudo por 29 pacientes, tratados sem extraes; e Grupo 2, composto por 30 pacientes, tratados com extraes de dois pr-molares superiores. Os modelos ao incio do tratamento, ao final do tratamento e em um perodo mnimo de 2,4 anos aps o tratamento foram medidos e avaliados por meio dos ndices oclusais IPT e PAR. As condies oclusais ao final do tratamento e no estgio ps-tratamento, o percentual de recidiva e as alteraes oclusais ps-tratamento foram comparados por meio do teste t. RESULTADOS: os resultados demonstraram que os protocolos de tratamento sem extrao e com extraes de dois pr-molares superiores no apresentaram, em nenhuma das variveis avaliadas, diferenas estatisticamente significativas em relao estabilidade oclusal do tratamento da m ocluso de Classe II completa. CONCLUSO: a extrao de dois pr-molares superiores no tratamento da m ocluso de Classe II completa no influenciou a estabilidade dos resultados oclusais alcanados ao final da correo ortodntica. Portanto, terminar o tratamento com uma relao molar em Classe II ou em Classe I proporciona estabilidade semelhante.

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OBJETIVO: comparar os resultados oclusais e os tempos de tratamento da m ocluso de Classe II realizado com o aparelho Pendulum e com extraes de dois pr-molares superiores. MTODOS: a amostra constituiu-se dos modelos de gesso e das telerradiografias de 48 pacientes com m ocluso de Classe II, divididos em dois grupos de acordo com o protocolo de tratamento. O grupo 1 foi composto por 22 pacientes tratados com o aparelho Pendulum, com idade inicial mdia de 14,44 anos. O grupo 2 constituiu-se por 26 pacientes tratados com extraes de dois pr-molares superiores, com idade inicial mdia de 13,66 anos. Os resultados oclusais obtidos pelos dois protocolos de tratamento utilizados foram avaliados em modelos de gesso por meio do ndice oclusal PAR, enquanto o tempo de tratamento foi calculado a partir das anotaes clnicas presentes nos pronturios. As avaliaes foram realizadas por meio do teste t independente. RESULTADOS E CONCLUSES: os resultados oclusais obtidos no demonstraram diferenas entre os grupos, porm o grupo 2 apresentou um tempo de tratamento significativamente menor.

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Os resultados do tratamento da m ocluso de Classe II podem ser influenciados por caractersticas que so inerentes ao paciente - como a idade, a severidade da m ocluso e o grau de colaborao - ou, ainda, por fatores relacionados conduta do profissional - como a escolha do protocolo de tratamento. Basicamente, o tratamento da Classe II pode ser realizado sem extraes ou com extraes de dois ou quatro pr-molares. Contudo, uma maior proporo de sucesso do tratamento pode ser esperada com extraes de dois pr-molares superiores, independentemente do padro facial e da relao maxilomandibular. Considerando esta reviso, pde-se concluir que os resultados oclusais do tratamento da Classe II so fortemente influenciados pelo protocolo de tratamento, enquanto o padro facial no parece exercer uma influncia significativa.

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OBJETIVO: esta pesquisa objetivou avaliar cefalometricamente as alteraes dentoesquelticas de jovens com Classe II dentria tratados com o distalizador Jones jig. METODOLOGIA: foram avaliados 30 pacientes, sendo 15 de cada gnero, com mdia de idades iniciais de 13,63 anos; brasileiros, naturais da cidade de Bauru/SP, caracterizados por m ocluso de Classe II, 1 e 2 divises de Angle sem comprometimento esqueltico. Os jovens foram tratados com aparelho Jones jig a fim de distalizar os molares superiores a uma relao molar de "super Classe I"; sendo que esse dispositivo permaneceu, em mdia, por 0,55 anos. Ao final da sobrecorreo, os molares distalizados receberam um boto de Nance e, como ancoragem extrabucal, o aparelho extrabucal (AEB) com trao mdia-alta, com o intuito de verticalizar e corrigir a angulao radicular dos molares distalizados. Foram realizadas telerradiografias em normal lateral inicial (T1) e ps-distalizao (T2). As medidas cefalomtricas foram submetidas ao teste t dependente de Student para avaliar as alteraes de T1 para T2. RESULTADOS: com base nos resultados obtidos e a partir da metodologia empregada, observou-se alteraes dentrias significativas, como a movimentao distal linear e angular, assim como a intruso dos segundos e primeiros molares superiores no sentido vertical. Tambm se confirmou efeitos indesejveis, como a perda de ancoragem refletida em mesializao, extruso e angulao mesial dos segundos pr-molares, a protruso dos incisivos superiores e o aumento do trespasse vertical e horizontal. Pode-se confirmar que certas movimentaes dentrias promovem significativas alteraes esquelticas de estruturas localizadas distncia, ou seja, observou-se extruso significativa dos segundos pr-molares superiores, o que resultou em rotao mandibular, aumento significativo da altura facial anteroinferior e protruso do lbio inferior. CONCLUSO: pode-se concluir que o distalizador Jones jig promove, basicamente, alteraes dentrias.

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A mordida aberta uma anomalia com caractersticas distintas que, alm da complexidade dos mltiplos fatores etiolgicos, traz consequncias estticas e funcionais. Muitas alternativas tm sido utilizadas em seu tratamento, entre elas a grade palatina, foras ortopdicas, ajuste oclusal, camuflagem com ou sem exodontias, mini-implantes ou miniplacas e cirurgia ortogntica. O diagnstico preciso e a determinao da etiologia permitem estabelecer os objetivos e o plano de tratamento ideal para essa m ocluso. O presente relato descreve o tratamento de uma m ocluso Classe I de Angle, com padro esqueltico de Classe II e mordida aberta anterior, realizado em duas fases e que foi apresentado diretoria do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO), representando a categoria 2, como parte dos requisitos para a obteno do ttulo de Diplomado pelo BBO.

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OBJETIVO: identificar alteraes dimensionais nos arcos dentrios superior e inferior na m ocluso Classe II, diviso 1, com deficincia mandibular (Padro esqueltico II). MTODOS: 48 pacientes com m ocluso Classe II, igualmente divididos quanto ao gnero, foram comparados com 51 indivduos com ocluso normal, sendo 22 do gnero masculino e 29 do gnero feminino. Todos os 99 indivduos estavam no estgio de dentadura permanente, com os segundos molares permanentes irrompidos ou em irrupo, com idade mdia de 12 anos e 5 meses (desvio-padro de 1 ano e 3 meses), numa faixa etria oscilando entre 11 anos e 4 meses e 20 anos. CONCLUSO: os resultados permitem concluir que, na m ocluso Classe II, diviso 1 com deficincia mandibular, o arco dentrio superior encontra-se alterado, mostrando-se atrsico e mais longo, enquanto o arco dentrio inferior pouco influenciado pela discrepncia sagital de Classe II.

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A pesquisa desta tese investiga as mediaes das categorias de raa e de classe social no processo de implementao do modelo de cotas sociais da Ufes para ingresso nos cursos de graduao, entre 2006 a 2012, como parte das aes afirmativas dessa universidade. Tal modelo, para incluir a populao afro-brasileira no ensino superior do Esprito Santo, respeitou estritamente os critrios de renda e de origem escolar pblica, no adotando o critrio tnico-racial que contemplaria especificamente os negros e os indgenas. Diante disso, o autor busca sustentar a tese de que, considerando o padro das relaes raciais brasileiras produtor de assimetrias entre grupos com marcas raciais distintas, no caso de negros e brancos, as desigualdades raciais tm na operacionalizao do racismo seu mote ofensivo e poderoso, ao mesmo tempo em que a classe social isolada insuficiente na compreenso e superao do problema racial do Brasil. Portanto, na adoo de polticas de combate s desigualdades raciais no ensino superior, caberia tambm a utilizao de medidas etnicamente referenciadas. Autores como Hall (2008) e Fraser (2006), ao trazerem a dimenso articulada e bifocal das injustias simblicas e das injustias econmicas, permitem entender a complementaridade e as dinmicas entre ambas, deslocando-se de determinismos classistas que invisibilizam o racismo como instrumento opressor nas relaes sociais. Como objetivos especficos, considera: compreender o processo de construo do modelo de cotas da Ufes, para ingresso nos cursos de graduao implementado em 2008, sob a perspectiva do debate da relao entre raa e classe; examinar as polticas de aes afirmativas como respostas s demandas histricas dos afro-brasileiros no contexto da sociedade brasileira; avaliar a posio de professores e alunos de cursos de graduao da Ufes diante do ingresso de alunos cotistas, sobretudo afro-brasileiros e pobres; e investigar a relao das polticas classistas, no caso especfico das cotas sociais, na superao das assimetrias raciais. Adota como procedimentos metodolgicos a metodologia dialtica de pesquisa considerando todas as contradies entre raa e classe no processo de implementao de aes afirmativas na Ufes. Como instrumentos de pesquisa, utiliza entrevistas de professores e alunos cotistas e no cotistas de cursos variados da universidade, assim como documentos referentes temtica. Os resultados apontam para uma oxigenao da universidade depois de uma entrada maior de negros e pobres, principalmente nos cursos mais elitizados, pois as cotas operam uma dimenso pedaggica de ampliar a diversidade social na academia, trazendo outras demandas, outras 10 afetividades, outras lgicas de mundo e concepes de sociedade para a nica universidade pblica do Esprito Santo. Indica que os mecanismos discriminatrios e estigmatizantes interpessoais e institucionais, vividos no contexto das cotas sociais e explcitos na pesquisa, no inviabilizam a importncia das aes afirmativas, pois apontam para a universidade repensar e ressignificar seus currculos e aes pedaggicas homogeneizantes no sentido de ampliar a ideia de incluso e de democratizao de seus espaos. Reitera que a raa, em seu vis poltico e cultural, operante de forma relacional e independente com a classe social no contexto da produo das assimetrias raciais brasileiras, de maneira que a ao de uma no nega a ao da outra, mesmo na relao entre ambas. Enfatiza a importncia do entendimento e da materialidade das aes afirmativas como polticas de reconhecimento que combateriam as desigualdades simblicas na Ufes. Aponta a relevncia das polticas de assistncia estudantil, conjugadas s cotas, como polticas de redistribuio econmica, que lidariam com as dificuldades ou ausncias materiais dos discentes, principalmente dos cotistas. Conclui que as cotas tnico-raciais nas universidades brasileiras so instrumentos legtimos de luta pela educao, um direito social de oportunidade dos grupos historicamente apartados de princpios constituidores da emancipao, da cidadania, dos direitos humanos, da justia social, da igualdade e da diferena.

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A Sndrome da apnia/hipopnia obstrutiva do sono (SAHOS) apresenta estreita correlao com a obesidade, porm no est estabelecida uma relao linear de gravidade principalmente em relao aos extremos como na obesidade mrbida. OBJETIVO: Avaliar os achados clnicos e polissonogrficos em pacientes com obesidade classe III e correlacionar esses achados com a presena da SAHOS. MATERIAIS E MTODOS: Foram selecionados consecutivamente 45 pacientes com ndice de massa corprea superior a 40Kg/m2. Todos foram submetidos a anamnese, exame fsico antropomtrico e polissonografia. Os achados foram comparados entre os pacientes com e sem SAHOS. RESULTADOS: 68,9% dos pacientes eram do sexo feminino e 31,1% do masculino. A idade mdia foi de 46,5 DP 10,8 anos, a mdia do IMC foi 49 DP 7Kg/m2 e a mdia da circunferncia cervical foi 43,4 DP 5,1cm. Todos os pacientes eram roncadores habituais e 48,9% tinham queixa de hipersonolncia diurna. Os achados polissonogrficos mostraram que 77,8% apresentaram ndice de apnia/hipopnia superior a cinco. Apresentaram correlao com a presena da SAHOS: idade mais jovem (p=0,02) e maior circunferncia cervical (p=0,004). CONCLUSO: A prevalncia de SAHOS foi elevada, ressaltando a importncia da sua investigao em pacientes referenciados para cirurgia baritrica. O principal marcador da SAHOS foi a circunferncia cervical.

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