15 resultados para Cenostigma macrophyllum
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Phytochemical investigation of the bark of Cenostigma macrophyllum (Leguminosae-Caesapinioideae) resulted in the isolation and identification of valoneic acid dilactone, ellagic acid, lupeol, alkyl ferulate, four free sterols (cholesterol, campesterol, stigmasterol and sitosterol), a mixture of sitosteryl ester derivatives of fatty acids, sitosterol-3-O-beta-D-glucopyranoside, stigmasterol-3-O-beta-D-glucopyranoside and saturated and unsaturated fatty acids. The structures of the isolated compounds were identified by ¹H and 13C NMR spectral analysis and comparison with literature data. The mixtures of 3-beta-hydroxysterols and fatty acids were analysed by GC/MS.
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This work describes the phytochemical study of stem bark and leaves of Cenostigma macrophyllum Tul. (Leguminosae). Through usual chromatographic techniques were isolated bergenin as the primary compound of the stem bark of and from the leaves gallic acid, methyl gallate, ellagic acid, quercetin, quercetin-3-O-β-D-glucopyranoside, quercetin-3-O-(6"-O-galloyl)-β-D-glucopyranoside (tellimoside), quercetin-3-O-(6"-O-E-p-coumaroyl)-β-D-glucopyranoside (helichrysroside), agathisflavone and vitexin were obtained. The isolates were identified by spectroscopic data analysis, and bergenin showed dose-related antinociception when assessed in acetic acid-induced writhing in mice.
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This paper describes total phenolics content and antioxidant activity in the ethanolic extract of leaves, bark and roots of five medicinal plants: Terminalia brasiliensis Camb., Terminalia fagifolia Mart. & Zucc., Copernicia cerifera (Miller) H.E. Moore, Cenostigma macrophyllum Tul. var. acuminata Teles Freire and Qualea grandiflora Mart. The total phenolics content of the plant extracts, determined by the Folin-Ciocalteu method, varied from 250.0 ±8,2 to 763,63 ± 13.03 mg of gallic acid equivalent/g dry EtOH extract. The antioxidant activity of extracts was evaluated using the 2,2-diphenyl-1-picrylhydrazyl (DPPH) assay system. Extract of bark from T. brasiliensis, the most active, with an EC50 value of 27.59 ± 0.82 µg/mL, was comparable to rutin (EC50 = 27.80 ± 1.38) and gallic acid (EC50 = 24.27 ± 0.31), used as positive controls. The relationship between total phenolic content and antioxidant activity was positive and significant for T. brasiliensis, C. macrophyllum and C. cerifera.
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Este estudo foi realizado no Projeto Magela (04º 35' 20" S e 43º 49' 55,2" W), pertencente à Empresa MARGUSA (Maranhão Gusa S.A.), localizado no Município de Codó, Estado do Maranhão. Teve como objetivo analisar a composição florística e a estrutura horizontal de Floresta Ombrófila Aberta com cipó (FOAcipó) e Floresta Ombrófila Aberta com palmeira (FOApalmeira). No inventário florestal, utilizou-se amostragem casual estratificada com 12 parcelas na FOAcipó e nove na FOApalmeira. Em parcelas de 50 x 200 m, mensuraram-se todos os indivíduos com DAP > 15 cm (nível I de inclusão) e, em subparcelas de 5 x 50 m, os indivíduos com 5 cm < DAP < 15 cm (nível II de inclusão). A FOApalmeira apresentou maior diversidade florística. As espécies de maior importância ecológica em FOAcipó foram Cenostigma macrophyllum Tul. (Leguminosae), Galipea jasminiflora (A. St.-Hil.) Engl. (Rutaceae) e Hymenaea parvifolia Huber (Leguminosae). Em FOApalmeira, as espécies mais importantes foram Attalea speciosa Mart. Ex Spreng (Arecaceae), Actinostemon klotzshii (Didr.) Pax (Euphorbiaceae) e Cenostigma macrophyllum.
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The species Rhabdodendron macrophyllum (Spr. ex Benth.) Hub. (Rhabdondendraceae) was observed in order to determine its pollination mechanism. Although it flowers around the year, there are flowering peaks when it is visited by several species of pollen-gathering bees. The principal floral visitors are two species of trigonid bees and one Melipona. The Melipona and one other visitor used the buzz method to extract pollen from the longitudinally dehiscent anthers. The trigonid bees collected pollen without buzzing. The flowers open around 6:00 a.m. and are available to the bess until about 10:30 a.m. Pollinator exclusion experiments showed that this species sets fruit equally by self fertilization.
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Estudos referentes à longevidade natural de sementes florestais são fundamentais para o manejo de espécies promissoras. Cenostigma tocantinum é nativa da Amazônia, com potencial para arborização de ruas, avenidas e praças. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o comportamento de sementes de Cenostigma tocantinum Ducke, quanto à sensibilidade à desidratação. Com a finalidade de reduzir o teor de água das sementes, foram usados os seguintes métodos de secagem: câmara com ventilação forçada e ar aquecido a 35 ºC; dessecador com sílica gel (27 ºC) e secagem natural em laboratório (27 ºC), pelos períodos de zero, 12, 24, 48, 72 e 96 horas. O efeito da desidratação foi avaliado por meio da porcentagem total de germinação, do índice de velocidade de germinação (IVG) e do comprimento de plântulas. Os resultados permitem concluir que, as sementes de C. tocantinum comportam-se como ortodoxas, tendo em vista que o grau crítico de umidade é inferior a 5,8%, ou seja, as sementes da espécie toleraram à dessecação em níveis muito baixos de umidade, quando comparados com a umidade inicial de 23,4%.
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AR
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Estudaram-se a presença, associações interespecíficas e a distribuição de morcegos em relação a bueiros com diferentes características físicas na Rodovia BR-174, AM. Grandes colônias foram significativamente associadas com água parada e grande espaço interno livre nos bueiros. Carollia perspicillata foi a espécie encontrada mais frequentemente e em maior abundância. Anoura caudifer foi a segunda espécie mais comem e em número bem menor que Carollia. Foram também observadas as espécies Trachops cirrhosus, Macrophyllum macrophyllum e Glossophaga soricina. Não era conhecida a coabitação entre T. cirruhusus e M. macrophyllum e entre T. cirrhosus e A. caudifer.
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São apresentados e discutidos dados adicionais sobre a taxonomia das espécies brasileiras de Adenophaedra e Tetrorchidium. Ambos são gêneros pouco conhecidos na Amazônia, por isso mal estudados na região. Adenophedra está representado no Brasil por três espécies : A. grandifolia, A. megalophylla e A. cearensis, esta última aqui proposta como nova para a Ciência. Tetrorchidium está representado por T. rubrivenium, T. parvulum, T. macrophyllum e T. duckei. São fornecidas ilustrações e chaves para identificação dos gêneros e espécies tratados, bem como um mapa de distribuição geográfica das espécies, como uma contribuição para uma futura revisão desses taxa.
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Na microrregião de Marabá, PA, as pastagens dos agricultores familiares apresentam alta diversidade de árvores e palmeiras que têm papel importante tanto para limitação da degradação da biodiversidade quanto para suas utilidades. O trabalho foi realizado em 26 propriedades, onde 62 pastagens foram visitadas junto com o agricultor. Em cada pastagem foram repertoriadas todas as árvores e palmeiras presentes. Setenta e uma espécies foram encontradas, pertencentes a 32 famílias, das quais nove se destacaram com maior número de espécies: Caesalpiniaceae (11), Mimosaceae (10), Arecaceae (4), Lecythidaceae (4), Bignoniaceae (3), Fabaceae (3), Moraceae (3), Sapotaceae (3) e Sterculiaceae (3); 20 famílias apresentaram uma única espécie. Vinte e quatro espécies (34% do total) pertenceram às três famílias Leguminosae (Fabaceae, Caesalpiniaceae e Mimosaceae). As espécies arborescentes são conservadas principalmente em razão dos usos diversos na propriedade. Das 21 espécies, indicadas para arborização de pastagens de agricultores desta e de outras comunidades, nove espécies são particularmente recomendadas pela resistência ao fogo e para muitos anos de pastagem, pelo fato de ter dois usos ou mais: Caryocar villosum (Aubl.) Pers., Bertholletia excelsa H. B. K., Attalea speciosa Mart. ex Spreng., Oenocarpus distichus Mart., Astrocaryum tucuma Mart., Swartzia flaemingii Raddi, Apeiba tibourbou Aubl., Cenostigma tocantinum Ducke e Spondias mombin L.
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Parmi les lignées des Caesalpinioideae (dans la famille des Leguminosae), l’un des groupes importants au sein duquel les relations phylogénétiques demeurent nébuleuses est le « groupe Caesalpinia », un clade de plus de 205 espèces, réparties présentement entre 14 à 21 genres. La complexité taxonomique du groupe Caesalpinia provient du fait qu’on n’arrive pas à résoudre les questions de délimitations génériques de Caesalpinia sensu lato (s.l.), un regroupement de 150 espèces qui sont provisoirement classées en huit genres. Afin d’arriver à une classification générique stable, des analyses phylogénétiques de cinq loci chloroplastiques et de la région nucléaire ITS ont été effectuées sur une matrice comportant un échantillonnage taxonomique du groupe sans précédent (~84% des espèces du groupe) et couvrant la quasi-totalité de la variation morphologique et géographique du groupe Caesalpinia. Ces analyses ont permis de déterminer que plusieurs genres du groupe Caesalpinia, tels que présentement définis, sont polyphylétiques ou paraphylétiques. Nous considérons que 26 clades bien résolus représentent des genres, et une nouvelle classification générique du groupe Caesalpinia est proposée : elle inclut une clé des genres, une description des 26 genres et des espèces acceptées au sein de ces groupes. Cette nouvelle classification maintient l’inclusion de douze genres (Balsamocarpon, Cordeauxia, Guilandina, Haematoxylum, Hoffmanseggia, Lophocarpinia, Mezoneuron, Pomaria, Pterolobium, Stenodrepanum, Stuhlmannia, Zuccagnia) et en abolit deux (Stahlia et Poincianella). Elle propose aussi de réinstaurer deux genres (Biancaea et Denisophytum), de reconnaître cinq nouveaux genres (Arquita, Gelrebia, Hererolandia, Hultholia et Paubrasilia), et d’amender la description de sept genres (Caesalpinia, Cenostigma, Coulteria, Erythrostemon, Libidibia, Moullava, Tara). Les résultats indiquent qu’il y aurait possiblement aussi une 27e lignée qui correspondrait au genre Ticanto, mais un échantillonage taxonomique plus important serait nécéssaire pour éclaircir ce problème. Les espèces du groupe Caesalpinia ont une répartition pantropicale qui correspond presque parfaitement aux aires du biome succulent, mais se retrouvent aussi dans les déserts, les prairies, les savanes et les forêts tropicales humides. À l’échelle planétaire, le biome succulent consiste en une série d’habitats arides ou semi-arides hautement fragmentés et caractérisés par l’absence de feu, et abrite souvent des espèces végétales grasses, comme les Cactacées dans les néo-tropiques et les Euphorbiacées en Afrique. L’histoire biogéographique du groupe Caesalpinia a été reconstruite afin de mieux comprendre l’évolution de la flore au sein de ce biome succulent. Ce portrait biogéographique a été obtenu grâce à des analyses de datations moléculaires et des changements de taux de diversification, à une reconstruction des aires ancestrales utilisant le modèle de dispersion-extinction-cladogenèse, et à la reconstruction de l’évolution des biomes et du port des plantes sur la phylogénie du groupe Caesalpinia. Ces analyses démontrent que les disjonctions trans-continentales entre espèces sœurs qui appartiennent au même biome sont plus fréquentes que le nombre total de changements de biomes à travers la phylogénie, suggérant qu’il y a une forte conservation de niches, et qu’il est plus facile de bouger que de changer et d’évoluer au sein d’un biome différent. Par ailleurs, contrairement à nos hypothèses initiales, aucun changement de taux de diversification n’est détecté dans la phylogénie, même lorsque les espèces évoluent dans des biomes différents ou qu’il y a changement de port de la plante, et qu’elle se transforme, par exemple, en liane ou herbacée. Nous suggérons que même lorsqu’ils habitent des biomes très différents, tels que les savanes ou les forêts tropicales humides, les membres du groupe Caesalpinia se retrouvent néanmoins dans des conditions écologiques locales qui rappellent celles du biome succulent. Finalement, bien que la diversité des espèces du biome succulent ne se compare pas à celle retrouvée dans les forêts tropicales humides, ce milieu se distingue par un haut taux d’espèces endémiques, réparties dans des aires disjointes. Cette diversité spécifique est probablement sous-estimée et mérite d’être évaluée attentivement, comme en témoigne la découverte de plusieurs nouvelles espèces d’arbres et arbustes de légumineuses dans la dernière décennie. Le dernier objectif de cette thèse consiste à examiner les limites au niveau spécifique du complexe C. trichocarpa, un arbuste des Andes ayant une population disjointe au Pérou qui représente potentiellement une nouvelle espèce. Des analyses morphologiques et moléculaires sur les populations présentes à travers les Andes permettent de conclure que les populations au Pérou représentent une nouvelle espèce, qui est génétiquement distincte et comporte des caractéristiques morphologiques subtiles permettant de la distinguer des populations retrouvées en Argentine et en Bolivie. Nous décrivons cette nouvelle espèce, Arquita grandiflora, dans le cadre d’une révision taxonomique du genre Arquita, un clade de cinq espèces retrouvées exclusivement dans les vallées andines.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Paleoclimate reconstruction from Miocene macroflora in Kazakhstan compiled from various publications
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25 datasets (13 fossil leaf and pollen assemblages, 12 quantitative palaeoclimatic datasets) are provided in order to analyse Early Miocene palaeoclimate in Kazakhstan. The rich fossil record in Kazakhstan documents that during the Oligocene and Early Miocene this area in Central Eurasia was densely forested with warm-temperate deciduous trees and shrubs of the so-called "Turgayan flora". 29 fossil floras from 13 localities have been selected for a quantitative analysis of the Aquitanian (early Early Miocene) climate situation in Kazakhstan. The assessed mean annual temperatures generally place around 15 °C, while values of mean annual precipitation are of about 1000 mm. In combination with several other climate parameters estimated (temperatures of warmest and coldest months, precipitation rates of wettest, driest and warmest months), these data reflect uniform climatic conditions over several thousands of square kilometres. Data of temperature parameters show slight spatial differentiations, with generally cooler mean annual temperatures and higher seasonality (i.e. warmer summers and colder winters) in the north-eastern part of the study area compared with the south-western area around Lake Aral. As compared with palaeoclimate estimates for the European and East Asian Aquitanian, the central part of the Eurasian continent reveals evident signals of higher seasonality and slightly increased continentality.