315 resultados para Celulas germinativas


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Tesis (Maestría en Ciencias con Especialidad en Morfología) UANL

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Pós-graduação em Aquicultura - FCAV

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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Nos peixes, durante a vida reprodutiva o desenvolvimento gonadal é cíclico e anual. As alterações estruturais das gônadas de machos e fêmeas provêm parâmetros úteis para a sua classificação macroscópica e microscópica. Porém, o desenvolvimento das células germinativas, nem sempre é consoante com os diferentes tipos de classificação e, machos e fêmeas nem sempre parecem concatenados. Neste estudo, aplicando-se propostas recentes, utilizadas primariamente para peixes derivados, notadamente os Perciformes marinhos, e tomando como modelo experimental representantes da série Otophysi, Hoplias malabaricus (Characiformes), Tanichthys albonubes (Cypriniformes), Sorubim lima (Siluriformes) e Gymnotus sp. (Gymnotiformes), e dos Perciformes Neotropicais, Cichla temensis, foram descritos, comparativamente, os eventos iniciais da oogênese e da espermatogênese, assim como o desenvolvimento oocitário a fim de traçar um paralelo entre grupos basais e derivados. A partir dos resultados, verificou-se que a maioria dos eventos morfológicos durante o desenvolvimento oocitário é similar entre grupos basais e derivados. Os Perciformes de água doce divergem dos grupos basais por duas características: a presença de inclusões lipídicas, que surgem no citoplasma perinuclear após o início da formação dos alvéolos corticais e deposição de vitelo e por uma tênue proteólise do vitelo durante a maturação final. A foliculogênese e espermatogênese não apresentam divergências e parecem ser processos conservados entre os Teleostei. Durante a fase de Regeneração, os eventos iniciais desses processos em fêmeas e machos, respectivamente, são responsáveis por altos índices de proliferação das células germinativas, quando comparado às demais fases. Além disso, analisou-se ...(Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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Os carrapatos são considerados um dos mais importantes grupos dentre os artrópodes, por serem vetores de agentes patogênicos, que podem atacar animais, bem como o próprio homem. Dentre as diversas espécies de carrapato destaca-se a do Rhipicephalus sanguineus, pertencente à família Ixodidae e com ampla distribuição em todos os continentes. Atualmente esta espécie é considerada uma praga urbana, de grande importância médico-veterinária, que parasita principalmente o cão doméstico. Os ovários de carrapatos são considerados órgãos vitais para o sucesso biológico deste grupo de animais. Neste sentido, desenvolver pesquisas para se conhecer a ação de produtos naturais com reconhecida ação repelente ou acaricida, sobre o sistema reprodutor feminino de carrapatos, traria importantes informações para um melhor entendimento dos efeitos da ação destes produtos nos ovócitos desses ectoparasitas, contribuindo principalmente para o desenvolvimento de métodos de controle alternativos menos tóxicos para os organismos não-alvo e menos poluentes para o meio ambiente. Dessa forma, o presente estudo analisou as alterações morfofisiológicas causadas por diferentes concentrações do óleo de andiroba no ovário de fêmeas semiingurgitadas de carrapatos R. sanguineus

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Pós-graduação em Ciência e Tecnologia Animal - FEIS

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Pós-graduação em Medicina Veterinária - FMVZ

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Se hace un estudio de la interacción de promastigotes de Leishmania donovani con células de exudado peritoneal de ratón (c e p) mediante la influencia de la quimotripsina. La adhesión de los promastigotes a las c e p fue terminal y marginal, y en observaciones hechas a partir de los 10 minutos de enfrentamiento, esta adhesión fue nula hasta los 30 minutos en el grupo tratado, y sólo a las das horas hubo un pequeño incremento (2.4%) con respecto al control. Se observa marcada disminución en todos los parámetro medidos, tales como enlace, penetración, multiplicación intracelular, división de formas flageladas, en el grupo tratado. La quimotripsina favorece la formación de formas intermedias flageladas, heciendose el parásito piriforme y esférico, apareciendo una forma aberrante de extremo anterior cilindrico que semeja a una forma coanoflagelada. Se sospecha que la enzima reduce efectivamente fragmentos proteicos o péptidos, los cuales pueden haber sido tan pequeños como para esconder a otros ligandos relacionados con la adhesión macrófago-parásito.

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La respuesta antitumoral en individuos con cáncer depende, en gran medida, de células del sistema inmune capaces de reconocer y eliminar las células tumorales. Sin embargo, los tumores tienen la capacidad de evadir la respuesta inmune a través de diversos mecanismos como por ejemplo inducir la muerte de células claves del sistema inmune [1-3]. Previamente nosotros demostramos mediante un modelo in vitro que dependiendo de las condiciones de interacción entre tumor y linfocitos (tiempo y relación numérica), los tumores pueden inducir apoptosis o senescencia de linfocitos T provenientes de donantes sanos. Nuestros resultados son los primeros en demostrar que células tumorales de diversos orígenes pueden inducir senescencia de células T a través de factor/s solubles. También demostramos que a diferencia con los que ocurre in vivo, tanto las células CD4 como las CD8 son susceptibles a adquirir fenotipo de senescencia. Estudiando las implicancias que puede tener la senescencia sobre la funcionalidad de la célula T, observamos que las células T CD4+ y CD8+ senescentes pueden suprimir una respuesta linfoproliferativa. Si bien las células CD8+CD28- han sido identificadas in vivo, nosotros demostramos que células CD4+ CD28- tiene capacidad supresora [4]. En base a estos resultados, nuestra hipótesis es que las células T senescentes inducida por tumores pueden regular nuestro sistema de defensa actuando sobre la respuesta inmune adaptativa y posiblemente sobre la innata y, por consiguiente, postulamos que la senescencia de células T puede ser considerada como otro de los mecanismos de evasión de la respuesta inmunePlanteamos así los siguientes objetivos específicos: -Evaluar como las células T senescentes inducidas por tumores pueden regular la respuesta inmune.-Evaluar la participación de mediadores solubles capaces de regular la senescencia de células T inducida por tumores. En la actualidad existen estrategias inmuno-terapéuticas que avizoran resultados promisorios. Sin embargo, el control de células T inmunosupresoras permanece como unos de los grandes desafíos. Nuestro proyecto proveerá conocimientos sobre un fenómeno muy poco estudiado y por consiguiente muy poco valorado a la hora de diseñar estrategias terapéuticas para la cura del cáncer.