4 resultados para Caxiuana
Resumo:
Drosophila caxiuana sp. nov., Drosophila subgenus, is described and illustrated. This new species was collected in the Amazonian Biome (Caquajó river, Portel, Pará, Brazil) and is an atypical species to the group due the unusual morphology of the male terminalia.
Resumo:
ABSTRACTA revision of the taxonomic status and an identification key for wasp species of the genus Mischocyttarus related to M. punctatus (Ducke, 1904) are presented here. Six new species are proposed (M. tayrona Silveira sp. nov.; M. anchicaya Silveira sp. nov.; M. caxiuana Silveira sp. nov.; M. verissimoi Silveira sp. nov.; M. rodriguesi Silveira sp. nov.; M. ryani Silveira sp. nov.), raising to nine the number of species in the M. punctatus group. The highest diversity of the group concentrates in northern South America, in Andean areas and Amazonia. New information concerning the very peculiar nests of these wasps is also given.
Resumo:
Cloud streets are common feature in the Amazon Basin. They form from the combination of the vertical trade wind stress and moist convection. Here, satellite imagery, data collected during the COBRA-PARA (Caxiuan Observations in the Biosphere, River and Atmosphere of Para) field campaign, and high resolution modeling are used to understand the streets` formation and behavior. The observations show that the streets have an aspect ratio of about 3.5 and they reach their maximum activity around 15:00 UTC when the wind shear is weaker, and the convective boundary layer reaches its maximum height. The simulations reveal that the cloud streets onset is caused by the local circulations and convection produced at the interfaces between forest and rivers of the Amazon. The satellite data and modeling show that the large rivers anchor the cloud streets producing a quasi-stationary horizontal pattern. The streets are associated with horizontal roll vortices parallel to the mean flow that organizes the turbulence causing advection of latent heat flux towards the upward branches. The streets have multiple warm plumes that promote a connection between the rolls. These spatial patterns allow fundamental insights on the interpretation of the Amazon exchanges between surface and atmosphere with important consequences for the climate change understanding.
Resumo:
A temperatura e umidade do solo são variáveis cujo conhecimento é fundamental para determinar os balanços de energia e água na biosfera. Os regimes térmico e hídrico dos solos sob cada ecossistema apresentam variações consideráveis, de acordo com sua mineralogia, o clima local e a vegetação. Nesse contexto, as temperaturas e umidades do solo foram medidas sob três ecossistemas existentes na região leste da Amazônia, a saber: floresta nativa (FLONA Caxiuanã, 01° 42' 30" S e 51° 31' 45" W), pastagem nativa (Soure, 00° 43' 25" S e 48° 30' 29" W) e área agrícola (!garapé-Açu, 01° 07' 59" S e 47° 36' 55" W). Os dados de campo na floresta e na pastagem foram coletados entre dezembro de 2001 e fevereiro de 2005; enquanto que na área agrícola, o monitoramento foi limitado de agosto de 2003 a fevereiro de 2005. Estas observações das variáveis físicas do solo foram analisadas levando em consideração as variáveis meteorológicas medidas simultaneamente tais como o fluxo de radiação solar incidente e a precipitação pluviométrica, que interferem diretamente nas variáveis do solo em cada sitio escolhido para estudo. As temperaturas do solo foram monitoradas por meio de sondas térmicas em profundidades de 0,05; 0,20 e 0,50 m. Fluxímetros de calor mediram esta variável em níveis de profundidade em 0,05 e 0,20 m. A umidade volumétrica do solo na camada superior de 0,30 m foi medida por sensor de sonda dupla por Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) em cada sitio. Foram feitas analises considerando as respostas do solo durante o período seco e chuvoso local, nestes três ecossistemas representativos do leste da Amazônia. Estimativas de difusividade térmica aparente do solo foram feitas pelos métodos da amplitude e da fase usando os dados de propagação do pulso diário de calor nesses solos. Os resultados mostraram valores bem diferentes, porém,no primeiro método pareceu mais confiável e adequado para o modelamento numérico. Como esperado, considerando a sua pouca cobertura vegetal, as temperaturas dos solos nos níveis superficiais, apresentaram grandes variações na pastagem e na área agrícola. Inesperadamente, as temperaturas na profundidade de 0,5 m abaixo da floresta mostraram maiores variações de amplitude que as profundidades de 0,20 e 0,05 m. O modelamento numérico das variações temporais da temperatura, em função da profundidade, para cada solo foi feito através do método harmônico Os resultados mostraram que o primeiro harmônico representou mais de 90% da variação total observada do pulso diário da temperatura da pastagem e área agrícola em 0,2 e 0,05 m de profundidade. Performance similar do modelamento foi observada na floresta nos níveis de 0,05 e 0,20 m. A magnitude dos fluxos de calor abaixo da pastagem e área agrícola atingiram valores seis vezes maiores que aqueles observados sob a floresta. Os resultados mostraram que, para a camada do solo superior de 0,30 m, a umidade volumétrica do solo sob a floresta é maior que sob os outros ecossistemas estudados neste trabalho. Este resultado é devido aparentemente; à proteção da floresta contra a evaporação da superfície do solo. Uma análise do comportamento sazonal e diário das temperaturas e umidade solos em resposta à radiação solar e precipitação é apresentada. Estudos de caso da taxa de perda da umidade do solo depois de significativa recarga de água por eventos de precipitação, também foram analisados. Algumas estimativas diárias de diminuição de água e recarga durante a noite e madrugada por subida de água de camadas subjacentes para a camada de 0.30 m foram feitas. Este trabalho analisou a maior serie temporal dos dados de temperatura e umidade dos solos coletados com alta freqüência de amostragem disponível até o momento, para o leste da Amazônia. Foi possível caracterizar as diferenças dos regimes destas variáveis físicas, abaixo de três ecossistemas importantes desta região. Estudos futuros dos minerais e materiais orgânicos nestes solos, bem como dos índices de área foliar e da biomassa das coberturas vegetais desses ecossistemas, melhoraria a compreensão dos regimes descritos neste trabalho.